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Projeto de conscientização sobre consumo de alcool entre adolescentes

COMENTE! - Como o álcool afeta o seu corpo - CLÍNICA GERAL - Viva Saúde 13/01/2017

Como o álcool afeta seu corpo

Cabelo
O consumo frequente pode desidratar o couro cabeludo, torná-lo quebradiço e, em alguns casos, levar à queda dos fios.
Cérebro
Um dos primeiros efeitos do álcool é uma leve sensação de relaxamento e bem-estar. Mas, dependendo da concentração encontrada no sangue, essa sensação pode se transformar em irritação e agressividade. Em poucos minutos, o álcool também provoca perda dos reflexos, prejuízo de julgamento e alteração da memória, entre outros.
Olhos
A neurite ótica causada pelo consumo abusivo de álcool esgota as reservas de zinco e de vitamina B1 do organismo e, em alguns casos, pode levar o indivíduo à cegueira.
Boca
A médio e longo prazo, a bebida pode aumentar o risco de lesões na boca e de inflamação nas gengivas. Cerca de 80% dos cânceres de boca, faringe e laringe estão relacionados ao álcool. Segundo pesquisadores australianos, até mesmo enxaguatórios bucais com álcool podem aumentar a taxa de câncer oral.
Coração
O coração não está imune aos efeitos do álcool. O consumo exagerado pode causar desde hipertensão arterial até arritmia cardíaca. Em alguns casos, o indivíduo pode sentir palpitação, falta de ar e dor no tórax. Em outros, mais severos, o álcool pode lesionar suas fibras musculares e provocar uma doença chamada miocardiopatia alcoólica.
Estômago
O efeito do álcool no organismo está diretamente relacionado à quantidade de comida existente no estômago. Se o indivíduo bebe de estômago vazio, a absorção é muito maior. E o estrago também. O álcool irrita a mucosa estomacal e contribui para a formação de úlcera e gastrite. Em poucos minutos, causa azia, queimação e dor de cabeça.
Esôfago
Depois que entra pela boca, o álcool dirige-se para o esôfago. Lá, pode danificar as células e causar uma inflamação conhecida como esofagite. Também pode provocar dor, azia e queimação. A médio e longo prazo, até hemorragia. Cerca de 75% dos casos de câncer no esôfago são atribuídos ao consumo de bebida alcoólica.
Saiba mais sobre alcoolismo

Você está abusando do álcool?

Entenda o que é coma alcoólico

Consequências do consumo de álcool

Jovens e os vícios

Intestino
Cerca de 80% do álcool é absorvido pelo intestino delgado — os 20% restantes, pelo estômago. No intestino delgado, o consumo excessivo pode causar úlcera e câncer. Depois de absorvido pelo intestino, o álcool entra na corrente sanguínea. Em questão de segundos, o sangue irriga essa substância para todo o organismo.
Fígado
De todos os órgãos, ele é o mais atingido — por ser o único que metaboliza álcool no organismo. Em média, o fígado leva uma hora para metabolizar uma lata de cerveja. Se o indivíduo toma dez latas, vai ficar com essa substância no sangue por, pelo menos, dez horas. A médio e longo prazo, pode desencadear doenças graves, como hepatite e cirrose.
Pâncreas
O pâncreas é o órgão do corpo responsável pela produção de insulina e de enzimas digestivas. Em excesso, o consumo de bebida alcoólica pode causar sua inflamação e levar o indivíduo a sofrer de pancreatite. A inflamação do pâncreas pode resultar, também, na destruição das células que produzem insulina e provocar o surgimento de diabetes.
Sangue
Depois de absorvido pelo sangue, o álcool é eliminado do organismo de três formas: o rim elimina 5% dele pela urina; os pulmões, outros 5% pelo ar; e o fígado, por fim, metaboliza os 90% restantes. Sua circulação na corrente sanguínea também altera a produção dos glóbulos vermelhos e torna o indivíduo mais vulnerável à anemia.
Pele
A desidratação provocada pelo consumo abusivo aumenta o risco de psoríase, uma doença de pele, benigna e crônica.
Músculos
O álcool prejudica a absorção de vitaminas do complexo B. Isso pode acarretar uma atrofia muscular nos membros inferiores chamada polineurite alcoólica. Em tempo: as mulheres sentem mais os efeitos do álcool. A reação de uma lata de cerveja no corpo delas equivale a de duas.
Aparelho reprodutivo
No homem, o uso crônico de álcool pode causar impotência e afetar o desempenho sexual. Nas mulheres, o consumo durante a gravidez pode levar à síndrome fetal alcoólica — uma alteração genética que provoca deformação física e retardo mental. Há risco de inibir a produção de hormônios e provocar infertilidade.

COMENTE! - Como o álcool afeta o seu corpo - CLÍNICA GERAL - Viva Saúde Mais do que prejudicar os reflexos e atingir o fígado, o excesso de bebida alcoólica causa prejuízos em todo o corpo humano

Photos 20/10/2016

Álcool danifica memória de jovens

Pesquisadores espanhóis descobriram que uma bebedeira pode destruir a memória de longo prazo de jovens adultos.

A informação foi publicada nesta terça-feira (17) no site do jornal britânico “The Telegraph”.

Eles acreditam que o consumo abusivo de álcool torna mais difícil a construção de novas memórias, pois o hipocampo –uma área no centro do cérebro que desempenha papel-chave na aprendizagem e memória– é muito suscetível aos seus efeitos tóxicos.

A descoberta é preocupante, pois a embriaguez é um problema crescente no Reino Unido e em outros países europeus, particularmente em jovens e universitários.

O estudo com universitários descobriu que o consumo excessivo de álcool afeta a memória declarativa — uma forma de memória de longo prazo. Os estudantes mostraram uma redução na capacidade de aprender novas informações que lhes são transmitidas verbalmente.

Em uma escala, eles obtiveram as menores pontuações em dois te**es para saber quanto conhecimento eles retiveram e recolheram.

Segundo a pesquisadora Maria Parada, da Universidade de Santiago de Compostela, “em países do norte europeu, há uma forte tradição de consumo esporádico, orientado, de álcool. Em contraste, os países da costa do Mediterrâneo, como a Espanha, são tradicionalmente caracterizados por um consumo mais regular de baixas doses de álcool.” “É importante examinar os efeitos do álcool no hipocampo, pois em estudos com animais, especialmente em ratos e macacos, esta região parece sensível aos efeitos neurotóxicos do álcool, e ela desempenha um papel fundamental na memória e aprendizado. Em outras palavras, o consumo excessivo de álcool pode afetar a memória de jovens adultos, o que pode prejudicar o seu dia a dia.”

O estudo, publicado na revista “Alcoholism: Clinical & Experimental Research”, analisou 122 estudantes universitários espanhóis, com idades entre 18 a 20 anos. Eles foram divididos em dois grupos: os que beberam e os que se abstiveram. Foram então submetidos a uma avaliação neuropsicológica que incluiu recordar experiências visuais e verbais.

“Nossa principal descoberta foi uma clara associação entre o consumo excessivo de álcool e a menor capacidade de aprender novas informações verbais em universitários saudáveis, mesmo após o controle de outras possíveis variáveis, como nível intelectual, histórico de distúrbios neurológicos ou psicopatológicos, uso de outras dr**as, ou histórico familiar de alcoolismo”, disse Parada.

Fonte:Correio do Estado
FOLHA

Photos 20/10/2016

Consumo de álcool precoce em meninas

Uma nova pesquisa foi realizada novamente na cidade de Botucatu, mas desta vez a Faculdade de Medicina (FM) da USP buscou saber a quantas anda o consumo de álcool entre adolescentes. E o estudo trouxe um resultado surpreendente quanto às meninas adolescentes.

O consumo de bebidas alcoólicas é mais precoce entre mulheres do que entre homens e isto, somado à pouca maturidade das adolescentes, pode favorecer o comportamentos de risco, como a prática de s**o sem proteção. A conclusão é de uma pesquisa da Faculdade de Medicina (FM) da USP do Campus de Botucatu.

Além da precocidade, o levantamento indicou que as estudantes do s**o feminino apresentaram maior propensão para o comportamento de beber com embriaguez. O termo é usado para definir um consumo igual ou até maior a 5 doses em uma ocasião para homens e maior ou superior a 4 doses para mulheres. Nesse caso, uma dose equivale a 50 ml de destilado com teor alcoólico de 40%; 350 ml de cerveja (teor alcoólico de 4-5%) e 150 ml de vinho a 12,5% de álcool.

Os jovens são os que apresentam maiores riscos em relação ao consumo do álcool, com consequências negativas diversas como problemas nos estudos, problemas sociais, práticas de s**o sem proteção, maior risco de suicídio, homicídio e acidentes, frisa a assistente social Priscila Lopes Pereira, autora do estudo, que é sua dissertação de mestrado na FM. Ela teve a orientação da psiquiatra Florence Kerr-Corrêa, professora da mesma unidade.

O padrão de consumo, segundo o s**o, vem sendo objeto de discussão em estudos envolvendo a epidemiologia do alcoolismo. Há de se salientar as conquistas femininas nas últimas décadas, entre elas, além da independência financeira, as adolescentes passaram a ter mais liberdade para frequentar locais onde são consumidas bebidas alcoólicas antes restritas aos homens, explica Priscila.

Além disso, as mulheres que bebem regularmente desenvolvem uma série de doenças graves mais rapidamente que os homens, tais como: fígado gorduroso, hipertensão, anemia, desnutrição, hemorragia gastrintestinal e úlcera péptica, ressalta a autora, que acrescenta: é necessário estabelecer uma política clara de orientação sobre o uso de álcool para os estudantes, bem como programas de prevenção.

Influência dos amigos

O álcool é a droga lícita mais consumida no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda de acordo com a OMS, a substância é a droga de escolha entre crianças e adolescentes estima-se que o uso dessa droga tenha início (aos) entre 10 (ou) a 12 anos. Estudos anteriores encontrados na literatura científica mostravam que os homens bebem mais que as mulheres em todas as faixas etárias e que jovens consomem mais álcool do que idosos.

O estudo realizado pela Unesp apontou a influência de amigos que bebam ou fiquem embriagados uma vez por semana como cruciais para o estímulo do consumo entre os jovens. A pesquisa indicou, ainda, outros fatores que também são facilitadores, embora menos significativos: pertencer a uma classe social mais alta; estudar em escola pública e não ter prática religiosa.

Para a pesquisadora, esse contato precoce com o álcool requer atenção maior não somente por parte da família, mas da sociedade. O comportamento pode provocar situações de violência sexual, início precoce da vida sexual, propensão a contrair doenças sexualmente transmissíveis e gerar uma gravidez indesejada.

Saiba mais a respeito do assunto e como se deu esse resultado lendo a matéria na íntegra no Portal RAC.

Photos 20/10/2016

Por que é preocupante ver uma grávida ingerindo bebidas alcoólicas?

ABR 12, 2016 BY LUIZ ANTÔNIO 1088 VIEWS NENHUM COMENTÁRIO
Embora gravidez não seja doença, é preciso que as mulheres tenham alguns cuidados extras durante este período, pois trata-se da formação de um indivíduo. No entanto, não é raro ver alguma grávida ingerindo bebidas alcoólicas. Saiba a seguir o porquê isso é arriscado para o bebê.

Dados
Uma em cada 10 mulheres grávidas nos Estados Unidos afirma beber, segundo dados divulgados por especialistas no mês passado. O estudo foi feito tendo como base uma enquete por telefone com a população dos Estados Unidos, e dados de todos os 50 estados e o Distrito Federal de mulheres com idades entre 18 e 44 anos.

No Brasil, não há dados específicos, porém, não é preciso ir muito longe para ver alguma grávida ingerindo bebidas alcoólicas. Provavelmente você conhece alguma mulher que já fez isso.

Consequências do álcool na gravidez
“Sabemos que o uso de álcool durante a gravidez pode causar defeitos congênitos e problemas de desenvolvimento em bebês, bem como um aumento do risco de outros problemas de gravidez, como ab**to espontâneo, morte fetal e prematuridade”, explicou Coleen Boyle, diretora do departamento de Doenças Congênitas e Deficiências de Desenvolvimento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Casos de SAF são subestimados
Outra consequência de uma grávida ingerindo bebidas alcoólicas é a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), que não tem cura e que pode prejudicar o desenvolvimento da criança. Por vezes, só é descoberto em fase escolar, quando há dificuldade no aprendizado, por exemplo. A SAF é totalmente prevenível, basta que a grávida evite qualquer substância alcoólica.

A frequência da síndrome alcoólica fetal (SAF) não é uniforme nas diferentes partes do mundo. Admitia-se, de maneira geral, que fosse da ordem de 0,5 a 2 casos / 1000 nascidos vivos, segundo Bertrand e colaboradores, em 2005, mas esses dados foram considerados subestimados. Pesquisas recentes de May e colaboradores, em 2011, indicam que seja de 6 a 7 casos/1000 nascidos vivos, o que segundo esses autores é mais condizente com a realidade no mundo ocidental.

Pode-se explicar essa discrepância por vários fatores:
1) reconhecimento inadequado das características físicas e comportamentais dos afetados pela equipe de saúde;
2) falhas na identificação das características da SAF nos prontuários médicos; e
3) falha em considerar a exposição pré-natal ao álcool relacionada a diagnósticos de problemas de conduta e aprendizado.

Photos 20/10/2016

Alcoolismo faz estragos à saúde das mulheres mais cedo do que nos homens

NOV 24, 2014 BY LUIZ ANTÔNIO 1308 VIEWS NENHUM COMENTÁRIO
Tanto homens quanto mulheres têm a saúde prejudicada pelo abuso de álcool. Porém, as doenças decorrentes do alcoolismo matam proporcionalmente duas vezes mais mulheres do que homens alcoolistas. Para você ter uma ideia, entre elas, os estragos à saúde provocados pelo vício da bebida costumam aparecer dez anos antes do que entre eles. Veja algumas das doenças e as diferenças no organismo feminino e masculino:

Distúrbios cardiovasculares

O cálcio é um potente vasoconstrutor. O álcool potencializa a ação do mineral na parede das artérias, o que facilita a hipertensão, um dos principais fatores de risco para infartos e derrames.

Como os vasos sanguíneos das mulheres são naturalmente mais estreitos do que os dos homens, o risco de hipertensão e insuficiência cardíaca chega a ser 40% maior entre elas.

Doenças hepáticas

O fígado é, por excelência, o órgão de processamento do álcool e, portanto, o mais prejudicado pelo consumo excessivo de bebida. O vício leva ao acúmulo de gordura no fígado, o que pode desencadear um quadro de hepatite ou cirrose. O fígado só metaboliza uma dose de álcool por hora – o excesso é despejado na corrente sanguínea, intoxicando outros órgãos.

Para os mesmos níveis de ingestão de álcool, o risco de cirrose é três vezes maior no s**o feminino do que no masculino.

Câncer

O hábito da bebida pode levar a um quadro de inflamação celular crômica, facilitando o crescimento desordenado das células. A bebida está associada sobretudo aos cânceres de fígado, estômago, intestino, esôfago, pâncreas e mama.

Como as mulheres retêm quantidades elevadas de álcool no sangue, o câncer, entre elas, costuma aparecer 5 anos do que entre os homens.

Osteoporose

Mediante a exposição constante e exagerada ao álcool, as células formadoras de ossos perdem o vigor. O esqueleto se enfraquece.

Mulheres com menos de 60 anos que tomam de duas a seis doses diárias de álcool têm risco 30% maior de fratura de colo de fêmur.



Leia também: 5 sentimentos que só familiares de alcoolista sabem



Distúrbios neurológicos

Uma das regiões cerebrais mais afetadas pelo álcool é o hipocampo, área responsável pelo processamento e armazenamento da memória.

Problemas de memória associados ao vício da bebida são 30% mais comuns entre as mulheres do que entre os homens.

Transtornos psiquiátricos

O álcool desregula o equilíbrio de dopamina e de serotonina, substâncias cerebrais associadas às sensações de bem-estar e prazer. No início, a bebida provoca um aumento no níveis de dopamina e serotonina. Com o tempo, porém, o organismo reduz a produção natural de tais compostos, o que favorece as doenças psiquiátricas.

A ocorrência de depressão é 30% a 40% maior entre as mulheres dependentes do álcool do que entre os homens na mesma situação. Anorexia e bulimia estão presentes em 15% a 32% das pacientes que abusam do álcool.

Envelhecimento precoce da pele

O álcool desidrata o organismo. A água é essencial para manter o vigor das fibras de sustentação e elasticidade da pele, o colágeno e a elastina.

No s**o feminino, a probabilidade de aparecimento precoce de rugas recorrente do abuso de álcool é 30% maior do que no masculino.

Alcoolismo faz estragos à saúde das mulheres mais cedo do que nos homens

NOV 24, 2014 BY LUIZ ANTÔNIO 1308 VIEWS NENHUM COMENTÁRIO
Tanto homens quanto mulheres têm a saúde prejudicada pelo abuso de álcool. Porém, as doenças decorrentes do alcoolismo matam proporcionalmente duas vezes mais mulheres do que homens alcoolistas. Para você ter uma ideia, entre elas, os estragos à saúde provocados pelo vício da bebida costumam aparecer dez anos antes do que entre eles. Veja algumas das doenças e as diferenças no organismo feminino e masculino:

Distúrbios cardiovasculares

O cálcio é um potente vasoconstrutor. O álcool potencializa a ação do mineral na parede das artérias, o que facilita a hipertensão, um dos principais fatores de risco para infartos e derrames.

Como os vasos sanguíneos das mulheres são naturalmente mais estreitos do que os dos homens, o risco de hipertensão e insuficiência cardíaca chega a ser 40% maior entre elas.

Doenças hepáticas

O fígado é, por excelência, o órgão de processamento do álcool e, portanto, o mais prejudicado pelo consumo excessivo de bebida. O vício leva ao acúmulo de gordura no fígado, o que pode desencadear um quadro de hepatite ou cirrose. O fígado só metaboliza uma dose de álcool por hora – o excesso é despejado na corrente sanguínea, intoxicando outros órgãos.

Para os mesmos níveis de ingestão de álcool, o risco de cirrose é três vezes maior no s**o feminino do que no masculino.

Câncer

O hábito da bebida pode levar a um quadro de inflamação celular crômica, facilitando o crescimento desordenado das células. A bebida está associada sobretudo aos cânceres de fígado, estômago, intestino, esôfago, pâncreas e mama.

Como as mulheres retêm quantidades elevadas de álcool no sangue, o câncer, entre elas, costuma aparecer 5 anos do que entre os homens.

Osteoporose

Mediante a exposição constante e exagerada ao álcool, as células formadoras de ossos perdem o vigor. O esqueleto se enfraquece.

Mulheres com menos de 60 anos que tomam de duas a seis doses diárias de álcool têm risco 30% maior de fratura de colo de fêmur.



C
Uma das regiões cerebrais mais afetadas pelo álcool é o hipocampo, área responsável pelo processamento e armazenamento da memória.

Problemas de memória associados ao vício da bebida são 30% mais comuns entre as mulheres do que entre os homens.

Transtornos psiquiátricos

O álcool desregula o equilíbrio de dopamina e de serotonina, substâncias cerebrais associadas às sensações de bem-estar e prazer. No início, a bebida provoca um aumento no níveis de dopamina e serotonina. Com o tempo, porém, o organismo reduz a produção natural de tais compostos, o que favorece as doenças psiquiátricas.

A ocorrência de depressão é 30% a 40% maior entre as mulheres dependentes do álcool do que entre os homens na mesma situação. Anorexia e bulimia estão presentes em 15% a 32% das pacientes que abusam do álcool.

Envelhecimento precoce da pele

O álcool desidrata o organismo. A água é essencial para manter o vigor das fibras de sustentação e elasticidade da pele, o colágeno e a elastina.

No s**o feminino, a probabilidade de aparecimento precoce de rugas recorrente do abuso de álcool é 30% maior do que no masculino.

iG - Notícias, Vídeos, Famosos, Esportes, Bate Papo, Infográficos 20/10/2016

Sintomas do Alcoolismo

JUN 21, 2016 BY LUIZ ANTÔNIO 2499 VIEWS 7 COMENTÁRIOS
Os sintomas do alcoolismo podem se manifestar em diversas fases da vida de uma pessoa que tem problemas com álcool. Quando temos alguém que bebe em casa, ou quando a pessoa que bebe somos nós mesmo, é importante identificar esses sintomas para poder procurar ajuda especializada o quanto antes. O alcoolismo é uma doença séria que precisa ser tratada.

A décima versão da Classificação Internacional das Doenças (CID-10) 3 estabeleceu diretrizes diagnósticas para o alcoolismo. O conceito de dependência envolve os seguintes sintomas do alcoolismo

Entenda os principais sintomas do Alcoolismo:
Desejo intenso ou compulsão para ingerir bebidas alcoólicas.
Tolerância: necessidade de doses crescentes de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância;

Abstinência: síndrome típica e de duração limitada que ocorre quando o uso do álcool é interrompido ou reduzido drasticamente.

Aumento do tempo empregado em conseguir, consumir ou recuperar-se dos efeitos da substância; abandono progressivo de outros prazeres ou interesses devido ao consumo.

Desejo de reduzir ou controlar o consumo do álcool com repetidos insucessos também são sintomas do alcoolismo.

Persistência no consumo de álcool mesmo em situações em que o consumo é contra-indicado ou apesar de provas evidentes de prejuízos, tais como, lesões hepáticas causadas pelo consumo excessivo de álcool, humor deprimido ou perturbação das funções cognitivas relacionada ao consumo do álcool.

De acordo com o CID-10, para que se caracterize dependência, pelo menos três dos sintomas do alcoolismo devem estar presentes em qualquer momento durante o ano anterior.

Como saber se sou um alcoólatra a partir dos sintomas do alcoolismo?
Identificar se sou um alcoólatra a partir dos sintomas do alcoolismo

Agora que você já sabe quais são os principais sintomas do alcoolismo, é importante identificar se você ou alguém de sua família sofre com este problema. As perguntas abaixo ajudam a formular uma análise prévia sobre o problema, mas não substituem o diagnóstico de um profissional especialista:

Já tentou parar de beber por uma semana (ou mais) sem sucesso?
F**a irritado quando alguém questiona sobre o seu consumo de álcool ou o tenta fazer parar?
Já tentou controlar a quantidade de álcool ingerida substituindo uma bebida por outra?
Já consumiu bebida ou sentiu necessidade de beber bebida alcoólica pela manhã nos últimos meses?
Sente inveja de pessoas que conseguem controlar o consumo de bebidas alcoólicas sem criar problemas?
Percebe que o problema com as bebidas vem se agravando com o passar do tempo?
A bebida alcoólica já criou problemas no seu lar?
Tenta conseguir doses extras em festas ou reuniões sociais onde as bebidas são ilimitadas?
Apesar de confirmar a maioria das perguntas acima e outros fatores, continua afirmando que consegue parar quando quiser?
Faltou ao serviço durante os últimos meses por causa das bebidas?
Já sofreu apagões por decorrência do consumo do álcool?
Já pensou que poderia aproveitar muito mais a vida sem consumir álcool?
Se você respondeu sim para a maioria das perguntas é hora de procurar ajuda.

Entre os indivíduos dependentes, há diferentes níveis de gravidade que dependerão da presença de sintomas de abstinência e da quantidade e impacto das perdas e prejuízos advindos do uso da substância.

Independente do nível de gravidade dos sintomas do alcoolismo é importante buscar auxílio para que o dependente possa ter chance de se recuperar. Existem diversos tipos de tratamento e o alcoolista pode escolher um ou mais. O importante é que ele sinta-se seguro, acolhido e respeitado para percorrer a caminhada

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Photos 29/07/2016

15% dos brasileiros são dependentes de dr**as e álcool no trabalho

JUL 27,
Cerca de 15% dos profissionais brasileiros são dependentes de dr**as e álcool no trabalho ou os consomem com freqüência, de acordo com um estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo.

Segundo o Ministério do Trabalho, esses funcionários faltam cerca de 26 dias por ano sem justificativa, o triplo do número de faltas de um funcionário comum. A produtividade deles é até 30% menor, e os riscos de acidentes de trabalho são cinco vezes mais elevados.

Para reduzir o número de trabalhadores dependentes de dr**as, a quantidade de empresas que investem em campanhas, pesquisas e até te**es de urina, para detecção de álcool, co***na e maconha, aumentou nos últimos anos. Em 1992, o Laboratório de Análises Toxicológicas da Universidade de São Paulo recebeu cerca de 300 solicitações de empresas para análises de te**es de funcionários. Em 2004, houve 1.700 solicitações

Leia também: Oferecer cerveja grátis para os funcionários pode ser arriscado

O uso de dr**as relacionado ao trabalho remonta ao século XVIII, com a Revolução Industrial. Como não existiam legislações que normalizassem a carga horária e a salubridade das indústrias, muitos operários recorriam a bebidas alcoólicas para relaxar e suportar as condições adversas de trabalho. Datam dessa época os primeiros programas de controle do consumo de substâncias psicoativas, organizados por associações de trabalhadores.

A partir da década de 40, começaram os programas de desintoxicação oferecidos pelas empresas a funcionários alcoólatras. O abuso de dr**as ilícitas no ambiente de trabalho agravou-se no fim da década de 70.

Esse período combinou a disseminação de substâncias como co***na, anfetaminas, maconha e he***na e o aumento da competitividade no mercado de trabalho e da pressão por produtividade

Algumas profissões registram maior índice de abuso de dr**as. Segundo os especialistas, algumas têm como características alto nível de pressão e carga horária pesada (caso dos publicitários e plantonistas de hospital), outras exibem picos muito altos de volume de trabalho e stress (operadores de bolsa de valores e jornalistas) ou o fácil acesso a substâncias como opiáceos e calmantes, incluem-se, aqui, médicos e outros profissionais de saúde.

A enfermeira paulista Kátia, de 42 anos, por exemplo, é dependente de um sonífero e de um anestésico há seis anos. Para dar conta dos plantões noturnos e do trabalho durante o dia, ela começou a tomar os remédios. Só assim conseguia dormir nas poucas horas livres entre uma atividade e outra. “Eu tomava doses dez vezes maiores do que a necessária para sedar um adulto”, diz Kátia. Para tentar controlar o vício, ela abandonou os empregos.

Photos 29/07/2016

15% dos brasileiros são dependentes de dr**as e álcool no trabalho

JUL 27,
Cerca de 15% dos profissionais brasileiros são dependentes de dr**as e álcool no trabalho ou os consomem com freqüência, de acordo com um estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo.

Segundo o Ministério do Trabalho, esses funcionários faltam cerca de 26 dias por ano sem justificativa, o triplo do número de faltas de um funcionário comum. A produtividade deles é até 30% menor, e os riscos de acidentes de trabalho são cinco vezes mais elevados.

Para reduzir o número de trabalhadores dependentes de dr**as, a quantidade de empresas que investem em campanhas, pesquisas e até te**es de urina, para detecção de álcool, co***na e maconha, aumentou nos últimos anos. Em 1992, o Laboratório de Análises Toxicológicas da Universidade de São Paulo recebeu cerca de 300 solicitações de empresas para análises de te**es de funcionários. Em 2004, houve 1.700 solicitações

Leia também: Oferecer cerveja grátis para os funcionários pode ser arriscado

O uso de dr**as relacionado ao trabalho remonta ao século XVIII, com a Revolução Industrial. Como não existiam legislações que normalizassem a carga horária e a salubridade das indústrias, muitos operários recorriam a bebidas alcoólicas para relaxar e suportar as condições adversas de trabalho. Datam dessa época os primeiros programas de controle do consumo de substâncias psicoativas, organizados por associações de trabalhadores.

A partir da década de 40, começaram os programas de desintoxicação oferecidos pelas empresas a funcionários alcoólatras. O abuso de dr**as ilícitas no ambiente de trabalho agravou-se no fim da década de 70.

Esse período combinou a disseminação de substâncias como co***na, anfetaminas, maconha e he***na e o aumento da competitividade no mercado de trabalho e da pressão por produtividade

Algumas profissões registram maior índice de abuso de dr**as. Segundo os especialistas, algumas têm como características alto nível de pressão e carga horária pesada (caso dos publicitários e plantonistas de hospital), outras exibem picos muito altos de volume de trabalho e stress (operadores de bolsa de valores e jornalistas) ou o fácil acesso a substâncias como opiáceos e calmantes, incluem-se, aqui, médicos e outros profissionais de saúde.

A enfermeira paulista Kátia, de 42 anos, por exemplo, é dependente de um sonífero e de um anestésico há seis anos. Para dar conta dos plantões noturnos e do trabalho durante o dia, ela começou a tomar os remédios. Só assim conseguia dormir nas poucas horas livres entre uma atividade e outra. “Eu tomava doses dez vezes maiores do que a necessária para sedar um adulto”, diz Kátia. Para tentar controlar o vício, ela abandonou os empregos.

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