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Inovador método de ensino musical

O CASO: Transamazônica
LOCAL: Da Paraíba ao Amazonas (BR-230)

A HISTÓRIA:

Em 1970, o presidente Médici visitou o Nordeste durante uma seca severa e voltou para Brasília com uma ideia que mudaria o mapa do Brasil. Em vez de levar água ao povo, ele levaria o povo à Amazônia. O lema era direto: "levar os homens sem terra para uma terra sem homens".

A Transamazônica foi planejada para ser a maior estrada do mundo, com 8 mil quilômetros, conectando o Atlântico ao Pacífico. A obra começou apenas quatro meses após o anúncio. Sem estudo de viabilidade econômica e sem qualquer análise ambiental.

Mas a floresta não colaborou. A cada quilômetro aberto, a mata fechava logo em seguida. A chuva intensa destruía o que as máquinas construíam durante o dia.

O custo humano, no entanto, foi o mais alto. A rodovia cruzou o território de 29 grupos indígenas, sendo 11 deles em isolamento total. Relatórios da Comissão Nacional da Verdade apuraram que cerca de 8 mil indígenas perderam a v1da durante as obras das rodovias militares na região. Povos como os Jiahui e Tenharim foram quase totalmente dizimados, e os sobreviventes, muitas vezes, submetidos a condições degradantes.

A ditadura inaugurou a rodovia em 1972, ainda inacabada e coberta de lama, mas com direito a festa oficial.

Cinquenta anos depois, a Transamazônica ficou conhecida como a estrada que "liga nada a lugar nenhum". Dos 8 mil quilômetros prometidos, apenas 4.260 foram feitos. A maior parte continua sem pavimentação e, durante metade do ano, o trânsito é impraticável.

O projeto que prometia o futuro termina abruptamente em Lábrea, no Amazonas. Sem asfalto, sem ponte e sem continuação. Uma cicatriz aberta que o Brasil ainda não conseguiu fechar.

Você conhecia a história da Transamazônica? Comenta aqui embaixo.

#transamazonica #medici 19/05/2026

O CASO: Transamazônica LOCAL: Da Paraíba ao Amazonas (BR-230) A HISTÓRIA: Em 1970, o presidente Médici visitou o Nordeste durante uma seca severa e voltou para Brasília com uma ideia que mudaria o mapa do Brasil. Em vez de levar água ao povo, ele levaria o povo à Amazônia. O lema era direto: "levar os homens sem terra para uma terra sem homens". A Transamazônica foi planejada para ser a maior estrada do mundo, com 8 mil quilômetros, conectando o Atlântico ao Pacífico. A obra começou apenas quatro meses após o anúncio. Sem estudo de viabilidade econômica e sem qualquer análise ambiental. Mas a floresta não colaborou. A cada quilômetro aberto, a mata fechava logo em seguida. A chuva intensa destruía o que as máquinas construíam durante o dia. O custo humano, no entanto, foi o mais alto. A rodovia cruzou o território de 29 grupos indígenas, sendo 11 deles em isolamento total. Relatórios da Comissão Nacional da Verdade apuraram que cerca de 8 mil indígenas perderam a v1da durante as obras das rodovias militares na região. Povos como os Jiahui e Tenharim foram quase totalmente dizimados, e os sobreviventes, muitas vezes, submetidos a condições degradantes. A ditadura inaugurou a rodovia em 1972, ainda inacabada e coberta de lama, mas com direito a festa oficial. Cinquenta anos depois, a Transamazônica ficou conhecida como a estrada que "liga nada a lugar nenhum". Dos 8 mil quilômetros prometidos, apenas 4.260 foram feitos. A maior parte continua sem pavimentação e, durante metade do ano, o trânsito é impraticável. O projeto que prometia o futuro termina abruptamente em Lábrea, no Amazonas. Sem asfalto, sem ponte e sem continuação. Uma cicatriz aberta que o Brasil ainda não conseguiu fechar. Você conhecia a história da Transamazônica? Comenta aqui embaixo. #transamazonica #medici

19/05/2026

Amanhã quarta-feira dia 20/05/26 às 20h toco com Juninho de Sá no Restaurante GEMA à Rua São João, 123 Juiz de Fora MG

11/04/2026

Prazer tocar com esses amigos, grandes músicos!!

09/03/2026
16/12/2025

Gente! Vai ser lindo! Venham todas e todos🎶

20/11/2025

É hoje gente no GEMA 🎶

16/04/2025

Parabéns Margarida Salomão, parabéns FUNALFA, parabéns Juiz de Fora, o novo espaço do Mercado Municipal está lindo! E a sala que vamos tocar, um luxo! Venham conferir!! É nessa quinta-feira - entrada franca!!

08/04/2025

Vai ser lindo gente!
Dia 18 de Abril - sexta-feira Reservas: (32) 99866 1816

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