O Centro de Pesquisas Sociais – CPS da UFJF é um órgão destinado ao desenvolvimento da pesquisa, ao aprimoramento do ensino e o incremento da extensão
O Centro de Pesquisas Sociais – CPS da Universidade Federal de Juiz de Fora é um órgão que se assenta sobre o tripé fundamental da Universidade brasileira: o desenvolvimento da pesquisa, o aprimoramento do ensino e o incremento da extensão, voltados exclusivamente para a área das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Na UFJF, essa área do conhecimento corresponde às Faculdades de Comunicação, Eco
nomia, Administração e Ciências Contábeis, Letras, Direito, Educação, Serviço Social e Arquitetura e Urbanismo, e pelos institutos de Ciências Humanas (ICH) e Artes e Design (IAD). Estimulando e desenvolvendo projetos em parceria com entidades públicas, do terceiro setor e com entidades privadas, o CPS, em seu caráter de vocação pública, tem como missão contribuir para a consolidação da democracia e a ampliação da cidadania na sociedade brasileira. Alguns dos temas trabalhados, discutidos e analisados no CPS são: cidadania, eleições, instituições políticas, participação, governança, movimentos sociais, conflitos socioambientais, políticas públicas de saúde e educação, ação afirmativa e desigualdade racial, mudanças demográficas, crescimento e mobilidade urbanas, pobreza e vulnerabilidade, mercado de trabalho, desenvolvimento, inovação tecnológica, direitos civis, sociais, reprodutivos e culturais, juventude, religião, história, filosofia, direito e moral.
28/03/2018
A 8ª edição do Encontro de Mulheres da União Nacional dos Estudantes (8º EME/UNE) será realizada na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), entre os dias 30 de março e 1º de abril.
Encontro nacional de mulheres da UNE será realizado em Juiz de Fora | Notícias UFJF
27 de março de 2018 Campus e Comunidade O fórum foi batizado de “8º EME Marielle Franco”, em homenagem à vereadora do PSOL (Foto: UNE) A 8ª edição do Encontro de Mulheres da União Nacional dos Estudantes (8º EME/UNE) será realizada na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), entre ...
21/03/2018
“Aqui é o lugar onde tem fartura: peixe, caça, tudo. Mas com esse desmatamento, com tudo acabando por aqui, corre o risco da gente perder tudo isso” - José Francisco Jamoexi
No dia 16 de novembro do ano passado o CPS conheceu uma das mulheres mais fortes da política brasileira. Marielle Franco inspirava esperança, luta e mudança.
Na noite do dia 14 de março Marielle foi brutalmente assassinada. Socióloga, mulher negra lutadora, reconhecida por seu trabalho na comunidade da Maré, por seu ativismo em defesa dos direitos humanos e por ter sido eleita com uma das votações mais expressivas para a Câmara, Marielle se notabilizou como jovem liderança no combate à violência policial nas comunidades da cidade.
O assassinato brutal de Marielle atenta contra a vida de todas as mulheres, contra o voto popular e contra a democracia.
Justiça a todos os envolvidos e vida longa a todo o legado e inspiração que Marielle deixou
Sua luta é a nossa luta!
20/11/2017
Ao longo de vinte anos,Maria Beatriz Nascimento tornou-se estudiosa das temáticas relacionadas ao racismo e aos quilombos, abordando a correlação entre corporeidade negra e espaço com as experiências diaspóricas dos africanos e descendentes em terras brasileiras, por meio das noções de “transmigração” e “transatlanticidade”.
Seus artigos foram publicados em periódicos como Revista de Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos e Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, além de inúmeros artigos e entrevistas a jornais e revistas de grande circulação nacional, a exemplo do suplemento Folhetim da Folha de S. Paulo, Isto é, jornal Maioria Falante, Última Hora e a revista Manchete.
Lançou em 1989 o documentário Orí, projeto colaborativo entre Beatriz Nascimento e a cineasta e socióloga Raquel Ge**er. A obra conta a história de Beatriz e a busca por sua identidade através da pesquisa da História dos Quilombos como estabelecimentos guerreiros e de resistência cultural, da África do século XV ao Brasil do século XX.
Você pode assistí-lo pelo link: https://goo.gl/raqRWw
06/11/2017
A produção cultural cinematográfica é uma via extremamente importante e acolhedora para os que tem interesse em se aproximar da temática de direitos étnico-raciais
Num país como o Brasil, em que a maioria da população afirma não ser ra***ta, dados como esse só provam como o racismo é disfarçado em nosso país!
INFOGRÁFICO: O REFLEXO DO RACISMO NO BRASIL - Innovare Pesquisa
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04/10/2017
"Esse não é um problema exclusivamente brasileiro, pois em escala global as mulheres estão sub-representadas na política, tanto como eleitoras quanto nos cargos eletivos em todos os níveis."
277 homicídios já foram registrados esse ano e, pela primeira vez, a média de mortes ligadas à homofobia passou de um assassinato por dia. É importante colocar esses dados à vista e questionar sobre o que as autoridades estão fazendo para que esses números possam diminuir.
Margarida Salomão é professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, com Doutorado e Pós-Doutorado pela Universidade da California, em Berkeley. Foi reitora, reeleita, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) entre 1998 e 2006. Durante este período, também foi dirigente da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior. É deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais desde 2013 e presidente da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais. A deputada atua na defesa da educação, do desenvolvimento e ciência e tecnologia e dos direitos humanos.