Centro de Conservação da Memória/CECOM - UFJF

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Centro de Conservação da Memória da Universidade Federal de Juiz de Fora. Av. Getúlio Vargas, 76

Photos from Centro de Conservação da Memória/CECOM - UFJF's post 01/04/2026

No segundo post, Lorena , aponta a importância da História Oral para entender a ditadura civil-militar e tantos outros contextos históricos.

Dessa forma, observa-se como que a história também está na voz de quem resistiu. Mesmo sob vigilância, prisões e desaparecimentos, essas pessoas escolheram o conhecimento como forma de luta.

Nas entrevistas realizadas a partir do projeto e programa História da UFJF e Conservação da Memória, é possível ter acesso a relatos de coragem em tempos sombrios: quando estudar era um ato de resistência e o medo morava dentro das salas de aula, como nos exemplos das entrevistas da Adenilde Petrina (in memoriam) e do ex-reitor Renê Matos.
Lembrar é também uma forma de resistir.

Photos from Centro de Conservação da Memória/CECOM - UFJF's post 31/03/2026

31 de março é uma data que nos convoca à reflexão e à responsabilidade coletiva com a história.

Relembrar esse período não é apenas olhar para o passado, é um compromisso com a verdade, com a justiça e com a reparação das vítimas e seus familiares. Nesse processo, os arquivos e centros de memória cumprem um papel fundamental: são guardiões de histórias, provas e vozes que não podem ser silenciadas.

Preservar e acessar esses acervos é garantir que as narrativas sobre violações de direitos não sejam esquecidas, negadas ou repetidas.

É um ato de defesa da democracia.

Ao refletirmos sobre esse período, fortalecemos as instituições democráticas e reafirmamos nosso compromisso com um presente e um futuro livres de autoritarismo.

"Lembrar para não esquecer, para nunca mais acontecer"✊🏽

* Este é o 1° de uma série de 4 postagens que o CECOM irá fazer relacionando suas atividades e seus acervos, a memória de resistência à ditadura civil-militar.*

Post 1 feito por

26/03/2026

A poeta Laura Conceição fala das dificuldades que os (as) rappers encontram em serem considerados cantores e escritores e da importância de também publicarem materiais escritos. 😎🎤📖
Entrevista completa no YouTube do CECOM UFJF

13/03/2026

Neste trecho da entrevista cedida por Dona Chapa para a Web série "Grito Urbano", ela fala sobre o Hip Hop como um estilo de vida e a importância de ter mulheres que são mães atuantes no movimento como referência.✊🏽🧑🏽‍🍼😎

Para assistir esse e outros episódios acessar o no canal do Youtube do Cecom UFJF (link na bio). 👀📽️

Photos from Centro de Conservação da Memória/CECOM - UFJF's post 17/11/2025

Confira as atividades desenvolvidas pelos bolsistas do CECOM-UFJF no evento Espiaqui - Mostra integrada de Ensino, Pesquisa, Extensão, Inovação e Cultura da UFJF 🤩✨.

Photos from Centro de Conservação da Memória/CECOM - UFJF's post 31/10/2025

Consternados e de peitos feridos pela forte dor da perda, trazemos nesta homenagem nossos sentimentos e memórias de Adenilde Petrina.

“Ah, eu assim, nasci em Cachoeira do Campo, né? Perto de Ouro Preto”. Em entrevista explica, que seu pai, operário da construção de estradas de rodagem, levou a família a morar em diferentes municípios de Minas até chegar em Juiz de Fora, onde morou em boa parte da vida no bairro Santa Cândida.

Aqui fez a vida, morou no bairro Santa Cândida, cresceu, estudou e tomou consciência sobre as batalhas que deveria travar contra as injustiças, o racismo e o machismo. Com sua força, voz e corpo colocou-se na luta comunitária em favor de direitos e contra a marginalização.

Da cidade fez palco de combativas manifestações e interpretações do Teatro do Oprimido. Com a rádio Mega FM, comunicou para a periferia tudo aquilo que os meios hegemônicos não contavam e, depois, com o Coletivo Vozes da Rua, deu continuidade à subversão contra a opressão.

Sempre defendeu a revolução por meio da educação e, enquanto professora, dizia: “Eu me sentia, assim, uma professora não muito aplicada. Eh aplicada, né?”. E em continuidade explica: “A minha didática era o teatro. Então eu usava o teatro quando como arma para ensinar história”. Orgulhosa, conclui que fez um bom trabalho ao perceber que seus alunos hoje estão juntos de movimentos sociais.
Quanto ao Hip Hop, é melhor deixar que ela mesma fale: “O Hip Hop na minha vida é uma religião. É uma religião, né, e tudo. E e aprendi muito, aprendo muito com os meninos, né? Gosto muito deles (...) Eh aprendizado, tanto da minha parte que aprendo com eles muito e eles aprendem com o que eu posso ensinar, passar pra frente e tudo. Então assim, pra mim a cultura Hip Hop é uma religião.”

É por estes e muitos outros motivos que a vida e luta de Adenilde Petrina deve ser homenageada. Sua voz, afeto e legado seguem vivos dentro de cada um de nós. Adenilde presente! ✊

04/09/2025

Chegamos ao final de mais uma temporada inesquecível 🤩

🤝 Agradecemos a todos os nossos incríveis entrevistados que fizeram parte dessa etapa da websérie.

E seguimos para a próxima temporada…

22/08/2025

🤩 Em entrevista para a web série "Grito Urbano" Rt Mallone fala sobre a importância do reconhecimento do legado negro de Juiz de Fora.

🔗Assista à entrevista na íntegra no canal do YouTube do CECOM UFJF.

19/08/2025

➡️ Confira a programação do Agosto Negro 2025✊🏽

O Coletivo Vozes da Rua promove este evento desde a sua criação, em 2013, com intuito de levar a informação para escolas e outras organizações sociais através da cultura Hip Hop.🥰

Cada ano é trabalhada uma temática diferente, neste ano o tema é "Carolina Maria de Jesus e a obra "Quarto de despejo: diário de uma favelada".

Este ano o evento conta com o apoio da Funalfa, da Prefeitura de Juiz de Fora, do CECOM UFJF e do coletivo AfroLata JF.🤩

15/08/2025

O CECOM-UFJF abriu edital para seleção de bolsistas no projeto “Patrimônios Negros de Juiz de Fora”, parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Artística (PIBIART/UFJF) – edição 2025-2026.

São oferecidas 2 vagas para bolsistas e 2 vagas para voluntários.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela plataforma SIGA-X, entre os dias 14 e 18 de agosto de 2025, com envio de histórico acadêmico.
Para mais informações, acesse o SIGA-X ou entre em contato pelo whatsapp (32)2102-6339.

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