30/04/2026
Você não precisa descobrir tudo sozinha.
Eu te ensino isso passo a passo nos encontros gratuitos da semana.
Comenta “QUERO” que eu te envio o link dos encontros gratuitos da semana
Sou Claudia Petry, sexóloga e educadora em sexualidade positiva, especialista em terapia cognitivo sexual.
Atuo há mais de 6 anos guiando indivíduos e casais na superação de desafios se***is e na autodescoberta de sua sexualidade. Sou Claudia Petry, sexóloga e educadora em sexualidade, com mais de 6 anos de experiência. Meu foco é entender e transformar a vida sexual e relacional das pessoas, utilizando minha empatia, coragem e uma abordagem leve para criar um ambiente seguro e de confiança para meus p
30/04/2026
Você não precisa descobrir tudo sozinha.
Eu te ensino isso passo a passo nos encontros gratuitos da semana.
Comenta “QUERO” que eu te envio o link dos encontros gratuitos da semana
Quer aprender, na prática, como desenvolver essa habilidade e se reconectar com o seu corpo e suas sensações?
Eu conduzo encontros semanais gratuitos no Zoom, onde ensino caminhos reais pra despertar mais consciência, desejo e prazer na relação.
O link pra se inscrever está na bio
Te espero lá.
29/04/2026
Você não perdeu o desejo.
Você só parou de alimentar ele.
E ninguém te contou isso.
A verdade é simples (e meio desconfortável):
o desejo não aparece do nada — ele responde ao que você faz no dia a dia.
São micro-hábitos. Pequenos. Quase invisíveis.
Mas que mudam completamente a forma como você sente o próprio corpo… e o outro.
Se você sente que algo “esfriou”, talvez não seja falta de química.
Talvez seja falta de presença.
Começa pequeno.
2 minutos já mudam tudo.
Agora me conta com sinceridade:
qual desses você nunca faz?
Salva esse post pra testar depois — e manda pra alguém que precisa ler isso.
casal conexão vidaadois prazer bemestar relacionamentosaudavel energiafeminina
Você sente que o seu desejo diminuiu?
Talvez não seja falta de desejo e sim a rotina afetando seu relacionamento.
Quando o dia vira só tarefa, o corpo entra no automático
e a conexão com você mesma diminui.
Sem presença, não tem como sentir.
O desejo não some… mas que espaço ele encontra na sua agenda?
Quer aprender como recuperar o desejo e melhorar seu relacionamento?
Acesse: www.claudiapetry.com.br
28/04/2026
Desejo não acaba… ele amadurece.
No começo é intensidade. Com o tempo, o que sustenta a relação é construção — e é aí que entra o desejo maduro.
Dentro da sexualidade positiva, o desejo deixa de ser só impulso e passa a ser conexão, presença e escolha.
E isso se cultiva no dia a dia:
conversas honestas
intimidade fora do quarto
segurança emocional
presença de verdade
Porque no fim, prazer não é sobre performance… é sobre conexão.
Casais que se mantêm conectados não são os que “sentem mais” — são os que cuidam melhor do que sentem.
Você já vive (ou quer viver) um desejo mais consciente?
conexaodecasal
28/04/2026
Desejo não acaba… ele amadurece.
No começo é intensidade. Com o tempo, o que sustenta a relação é construção — e é aí que entra o desejo maduro.
Dentro da sexualidade positiva, o desejo deixa de ser só impulso e passa a ser conexão, presença e escolha.
E isso se cultiva no dia a dia:
conversas honestas
intimidade fora do quarto
segurança emocional
presença de verdade
Porque no fim, prazer não é sobre performance… é sobre conexão.
Casais que se mantêm conectados não são os que “sentem mais” — são os que cuidam melhor do que sentem.
Você já vive (ou quer viver) um desejo mais consciente?
relacionamento conexaodecasal
Você já reparou como o seu corpo fala antes mesmo de você abrir a boca?
A tal da pose do poder (sim, aquela estudada pela psicóloga Amy Cuddy) mostra algo muito simples e ao mesmo tempo transformador:
quando você muda a sua postura, você muda o que sente.
E isso impacta direto no desejo feminino.
Porque desejo não nasce só “do nada”…
ele também responde ao ambiente, ao momento… e principalmente à forma como você se posiciona no próprio corpo.
Quando você se fecha, se diminui, evita o olhar…
o seu corpo entra em modo de proteção.
Mas quando você se abre, sustenta o olhar e ocupa espaço…
você ativa presença, confiança e conexão.
E isso muda tudo:
* muda como você se vê
* muda como você se posiciona
* muda até como você percebe o próprio desejo
E isso pode ser aprendido e é treinável. Comente fogo se você quer saber por onde começar.
E pare de se esconder de si mesma.
Salva esse post pra lembrar disso nos dias em que você esquecer do seu tamanho.
E me conta: você tem mais tendência a se encolher… ou se expandir?
presençafeminina empoderamentofeminino
24/04/2026
Ainda vou voltar pra falar + desse ensaio… mas já te adianto: foi potente. E muito signif**ativo.
Potente pelo lugar.
Potente pela história.
Potente por ocupar um espaço que nunca foi pensado pra nós: mulheres potentes, livres, UNA…❤️
167 anos depois… não foi apenas um prédio antigo…
Hoje somos nós nos reconstruindo depois de séculos em que prazer sempre foi sobre dar ao outro, mas agora é sobre sentir em nós mesmas. É entender que ele , o prazer, é nosso por direito!
Era eu, inteira em mim.
Foi eu, .correa, .consciente, , , e encorajando e estimulando a tantas outras Mulheres a se ver, se sentir e se permitir…
Foi mais do que fotos... Sempre é…
Depois eu te conto mais.
Mas me diz: você já se enxergou assim? Já se permitiu viver algo assim?
24/04/2026
A gente aprendeu muita coisa sobre s**o… mas quase nada sobre conexão. E isso muda tudo.
Quando você começa a olhar pra sua relação a partir da sexualidade positiva, o foco deixa de ser “fazer dar certo” e passa a ser sentir, explorar e se conectar de verdade.
Porque desejo não nasce da cobrança.
Prazer não cresce na pressão.
E intimidade não sobrevive no automático.
A sexualidade positiva convida você a viver o encontro — não a performance.
É sobre:
Falar com honestidade (mesmo quando dá medo)
Entender o que te desperta — e o que bloqueia seu desejo
Respeitar seu tempo e o do outro
Transformar o prazer em algo leve, presente e sem culpa
E o mais interessante? Quando existe segurança emocional, o desejo flui com muito mais naturalidade.
Porque no fim… não é só sobre s**o.
É sobre se sentir à vontade pra ser quem você é — e ser desejado(a) exatamente assim.
Se isso faz sentido pra você, talvez seja hora de olhar pra sua relação com mais presença e menos cobrança.
conexaoreal relacionamentosaudavel autoconhecimento
23/04/2026
Você não perdeu o desejo do nada.
E não… isso não signif**a que tem algo errado com você.
Muitas mulheres chegam nesse ponto achando que o problema é o relacionamento, o parceiro ou até elas mesmas —
mas, na maioria das vezes, é desconexão.
Desconexão com o próprio corpo.
Com as próprias emoções.
Com aquilo que realmente gera desejo e prazer.
E é por isso que, mesmo com tudo “certo” por fora…
por dentro parece vazio.
Você olha pra sua vida e pensa:
“eu tenho tudo, então por que não me sinto feliz?”
A resposta pode estar na forma como você foi ensinada a viver a sua sexualidade.
Sem escuta.
Sem presença.
Sem liberdade.
A sexualidade positiva, desejo e prazer não começam no outro.
Começam em você — na forma como você se percebe, se permite e se escuta.
Porque não é sobre perder o desejo.
É sobre nunca terem te ensinado a se conectar com ele de verdade.
E quando essa conexão volta… tudo muda.
Salva esse post pra reler quando bater essa dúvida silenciosa.
“Você sabe tocar alguma coisa?”
Claro que sei… só não é piano. 😉
22/04/2026
Trinta anos depois de mapearem os nervos do p***s, cientistas finalmente voltaram o olhar para o clitóris. Não por acaso, mas por um atraso histórico que diz muito mais sobre cultura do que sobre ciência.
O estudo, liderado pela pesquisadora Ju Young Lee, do Centro Médico da Universidade de Amsterdã, utilizou uma tecnologia extremamente avançada: raios X de alta energia, gerados por um acelerador de partículas, para criar imagens em 3D com precisão microscópica. 
Foram analisadas duas pelves femininas doadas à ciência, permitindo, pela primeira vez, mapear toda a trajetória do principal nervo do clitóris, o chamado nervo dorsal. O que encontraram não foi simples: uma rede complexa, ramif**ada como uma árvore viva, com nervos que não só chegam à glande, mas se espalham pelo capuz do clitóris, monte púbico e outras regiões da v***a. 
E mais: ao contrário do que se ensinava, esse nervo não “perde força” perto da glande. Ele permanece intenso, ativo, pulsante até o final. 
Os pesquisadores identif**aram feixes nervosos com até 0,7 mm de diâmetro, organizados em cinco complexos principais — o mapeamento mais completo já feito até hoje. 
E talvez a frase mais reveladora não seja técnica, mas simbólica:
a própria Ju Young Lee reconhece que o tabu em torno da sexualidade feminina sempre foi um obstáculo para a ciência avançar nesse campo. 
Porque nunca foi só sobre anatomia.
Foi sobre uma história inteira onde o prazer feminino foi ignorado, diminuído, tratado como detalhe… enquanto o corpo masculino era estudado, nomeado e priorizado.
O que esse estudo faz agora é mais do que desenhar nervos.
Ele expõe um silêncio de décadas.
E quando a ciência finalmente ilumina o que sempre esteve ali… f**a impossível fingir que o prazer feminino é secundário e que nosso corpo não seja potente!
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