Claudia Petry Educadora

Claudia Petry Educadora Sou Claudia Petry, sexóloga e educadora em sexualidade positiva, especialista em terapia cognitivo sexual.

Atuo há mais de 6 anos guiando indivíduos e casais na superação de desafios se***is e na autodescoberta de sua sexualidade. Sou Claudia Petry, sexóloga e educadora em sexualidade, com mais de 6 anos de experiência. Meu foco é entender e transformar a vida sexual e relacional das pessoas, utilizando minha empatia, coragem e uma abordagem leve para criar um ambiente seguro e de confiança para meus p

acientes. Como especialista em terapia cognitivo sexual e influenciadora de sexualidade positiva, busco sempre simplif**ar conceitos complexos e provocar reflexões profundas. Meu trabalho consiste em tornar o aprendizado sobre sexualidade acessível a todos, e vejo-me como uma eterna aprendiz sobre o assunto. Minha trajetória pessoal me ensinou a importância desse conhecimento, o que torna gratif**ante impactar positivamente a vida dos meus pacientes. Meu objetivo é que eles saiam empoderados, buscando mais aprendizado e realizando transformações signif**ativas em suas vidas. Utilizo uma escuta ativa e empática para abordar temas desafiadores e vulneráveis, o que é fundamental em um cenário repleto de tabus e preconceitos. Desejo contribuir para a criação de ambientes familiares saudáveis e acolhedores, que sejam receptivos a conversas e à educação em sexualidade desde a infância. Acredito que a sexualidade é uma parte essencial da nossa identidade e bem-estar, e meu propósito é empoderar as pessoas a se conectarem com sua essência, possibilitando relações mais plenas e satisfatórias. Sou uma defensora do empoderamento sexual, especialmente para as mulheres, trabalhando para desmistif**ar tabus e educar sobre a importância da autonomia sexual. Meu objetivo é contribuir para uma sociedade onde a educação em sexualidade seja acessível e essencial para o bem-estar e relacionamentos saudáveis.

23/08/2026

Não há química que compense a falta de segurança emocional 📝

22/08/2026

Tem uma coisa que eu gostaria que mais mulheres percebessem:

às vezes você não perdeu o desejo. Você foi se diminuindo dentro da relação.

Começa com pequenas coisas.

“Essa roupa é muito curta.”

“Pra que se arrumar desse jeito?”

“Você quer chamar atenção de quem?”

“Não precisa usar isso.”

E você vai cedendo.

Uma roupa aqui.
Uma vontade ali.
Um jeito de se expressar acolá.

Até começar a ocupar cada vez menos espaço.

E cuidado: quando você se coloca cada vez mais para baixo, o outro pode acabar ocupando cada vez mais espaço na relação.

Ele se sente grande.
Você se sente pequena.

E isso também mexe com a vida sexual.

Porque é difícil sentir desejo quando você não está se sentindo livre, interessante, desejante e dona das próprias escolhas.

Seu parceiro pode ter opinião.

Mas opinião dele não precisa virar regra para você.

Não se diminua para caber no conforto de ninguém.

E se você percebeu que sua sexualidade também foi f**ando para trás nesse processo, o Laboratório do Prazer pode te ajudar a entender o que aconteceu e começar a reconstruir essa conexão com você mesma.

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22/08/2026

“Agora você vai preferir isso a mim?”

Essa pergunta parece ser sobre um vi****or. Mas, muitas vezes, ela revela outra coisa: o medo de não ser suficiente.

O vi****or não conhece o seu corpo.
Não conversa com você.
Não constrói intimidade.
Ele pode ser simplesmente uma ferramenta para você descobrir o que gosta, como seu corpo responde e quais estímulos despertam seu prazer.

E aqui está o ponto:

o prazer dela não deveria ser uma ameaça à autoestima dele.

Um parceiro seguro pode ter curiosidade, perguntar, aprender e até participar dessa descoberta.

Porque uma mulher conhecer melhor o próprio corpo não diminui ninguém.

Pelo contrário: quanto mais ela entende o próprio prazer, mais consciência ela tem sobre sua sexualidade. 🔥

E você, já ouviu alguma frase parecida quando falou sobre vi****or?

21/08/2026

Tem conversa que precisa acontecer, mas o casal f**a adiando porque não sabe nem por onde começar.

E quando finalmente fala, sai em forma de cobrança:

“Você nunca me procura.”

“Você só pensa em $&xo.”

“Eu já falei mil vezes.”

E pronto. A conversa que poderia aproximar vira mais um motivo para se afastar.

Uma coisa que pode ajudar muito é mudar a forma de falar.

Em vez de acusar, fale a partir de você:

❤️ “Eu tenho sentido falta da nossa intimidade.”

❤️ “Eu fico triste quando percebo que estamos distantes.”

❤️ “Eu sinto falta de me sentir desejada por você.”

❤️ “Eu gostaria que a gente encontrasse uma forma de se reconectar.”

E depois, escute.

Pergunte:

“Como você está se sentindo?”

“O que você sente falta?”

“O que te aproxima de mim?”

“O que te afasta?”

“Tem alguma coisa que você gostaria que eu entendesse?”

E se falar olhando nos olhos for difícil, escreva.

Uma mensagem, uma carta, um bilhete… às vezes colocar as palavras no papel diminui a tensão e ajuda a dizer aquilo que a boca trava.

Comunicação não é falar tudo de qualquer jeito.

É criar um espaço onde os dois consigam falar sem precisar se defender o tempo inteiro.

✨ Para aprender mais sobre Comunicação Não Violenta, siga a Laura Capello.

Ela traz conteúdos incríveis para ajudar você a melhorar a forma como se comunica e se relaciona.

21/08/2026

Vocês não precisam tr***ar mais.

Vocês precisam voltar a se sentir um casal. ❤️

Quando a rotina toma conta, é fácil o relacionamento virar uma sociedade: casa, filhos, trabalho, contas, compromissos…

E o casal vai f**ando para depois.

Aí o s**o diminui, vem a cobrança, a cobrança aumenta a distância e, quando percebem, estão tentando resolver na cama um problema que começou muito antes dela.

Por isso, experimente uma coisa:

Durante uma semana, em vez de conversar sobre quantas vezes vocês estão transando, conversem sobre:

“O que faz você se sentir mais próximo de mim?”

E cada um escolha uma coisa para colocar em prática.

Um beijo demorado.
Um encontro.
Uma conversa sem celular.
Um carinho sem expectativa de s**o.
Um momento só de vocês.

Porque intimidade não começa na cama.

🔥 E se vocês sentem que se perderam um pouco no caminho, o Desafio 30 Dias Melhor A2 foi criado justamente para ajudar o casal a reconstruir conexão, intimidade e desejo através de pequenas experiências ao longo dos dias.

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21/08/2026

E se você parasse de olhar para o vi****or apenas como um objeto para chegar ao orgasmo?

Ele também pode ser uma ferramenta de autoconhecimento sexual.

Experimentar diferentes estímulos pode ajudar você a perceber:

🌶️ o que seu corpo gosta
🌶️ qual intensidade é confortável
🌶️ quais regiões respondem melhor
🌶️ o que aumenta sua excitação
🌶️ o que faz seu prazer diminuir

E existe pesquisa sobre isso.

Um estudo com 70 mulheres que apresentavam dificuldades de excitação e/ou orgasmo observou melhora em medidas de função sexual, excitação e orgasmo após o uso de estimulação vibratória. (PubMed⁠)

Outro estudo, com uma amostra nacional de mais de 2 mil mulheres nos Estados Unidos, encontrou associação entre uso de vi****ores e aspectos mais positivos da função sexual. Os próprios pesquisadores destacam que esse tipo de estudo mostra associação, não prova que o vi****or seja a causa da melhora. (PubMed⁠)

Então talvez a pergunta mais interessante não seja:

“Eu preciso de um (ou de mais um 😅) vi****or?”

Mas:

“Eu conheço o suficiente do meu corpo para saber o que me dá prazer?”

Porque autoconhecimento muda a forma como você vive sua sexualidade. ❤️‍🔥

Se você quer entender melhor seu corpo, seu desejo e sua resposta sexual, conheça o Laboratório do Prazer.

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20/08/2026

Talvez o problema não seja a lingerie. Talvez seja você ter começado a acreditar que, se ele não se interessa, não vale a pena se sentir bonita, sensual e desejável.

Mas a sua sensualidade não precisa da autorização de ninguém.

Se arrume para você. Se olhe. Se permita experimentar. Cuide do seu corpo e da mulher que existe aí dentro.

E, principalmente, não deixe o desinteresse de alguém fazer você perder o interesse por si mesma. ❤️‍🔥

20/08/2026

Quando o desejo diminui, a primeira coisa que muitas mulheres pensam é:

“Deve ser meus hormônios.”

E sim, a parte fisiológica importa. Hormônios, medicamentos, sono, saúde e outras condições do corpo podem interferir na resposta sexual.

Mas eles não contam a história inteira.

Uma revisão sobre prazer sexual feminino analisou 76 artigos e encontrou influência de fatores individuais, comportamentais, relacionais e sociais. Entre os fatores associados ao prazer estão autoestima corporal, autonomia sexual e assertividade. (PubMed Central (PMC))

E aqui está uma reflexão importante:

Como está o seu corpo?
Como está o seu relacionamento?
E como estão os seus comportamentos dentro da sua própria sexualidade?

Porque algumas coisas podem precisar de cuidado médico.

Mas outras podem ser aprendidas, desenvolvidas e transformadas.

Aprender a conhecer seu corpo.
Aprender a identif**ar seus estímulos.
Aprender a comunicar o que gosta.
Aprender a criar espaço para o desejo.

É justamente aí que entra o Laboratório do Prazer: não para procurar um único culpado pela falta de desejo, mas para ajudar você a entender o seu próprio funcionamento e construir novas possibilidades para sua sexualidade. 🔥

E se você quer começar de forma gratuita, vem participar das minhas Rapidinhas com a Sexóloga, às terças às 12h e quintas às 19h30.

São encontros gratuitos para falar de desejo, prazer, relacionamento e sexualidade feminina de um jeito leve, direto e sem tabu.

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20/08/2026

Tem casal que fala sobre dinheiro, filhos, trabalho, viagem, futuro…

Mas quando o assunto é $&X0, parece que alguém apertou o botão do silêncio. 🤐

E olha que interessante: uma meta-análise com 93 estudos e quase 38.500 pessoas encontrou uma associação positiva entre comunicação $&xual e satisfação sexual e no relacionamento.

E não é simplesmente falar mais.

A qualidade da conversa importa.

Por isso, talvez a conversa que seu relacionamento precisa não seja:

“Por que você não quer mais tr***ar comigo?”

Mas:

“Como você está se sentindo na nossa vida sexual?”

Essa pergunta abre uma porta. A cobrança fecha.

E uma coisa importante: conversar sobre s**o não é uma garantia contra traição. Cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas.

Mas uma relação em que ninguém consegue falar sobre desejo, necessidades e dificuldades f**a muito mais difícil de cuidar.

❤️‍🔥 $&XO também se constrói fora da cama.

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19/08/2026

Quem disse que depois dos 50 a vida íntima precisa f**ar menor?

O corpo muda, sim. Mas isso não signif**a que o prazer precisa desaparecer.

Talvez você precise de mais tempo para se excitar. Mais estímulo. Mais lubrif**ação. Mais presença. Talvez aquilo que funcionava antes já não funcione do mesmo jeito.

E tudo bem.

A sexualidade também amadurece.

O problema é quando você interpreta essas mudanças como sinal de que “acabou”.

Você não precisa voltar a ter 20 anos. Precisa descobrir o que faz sentido para o seu corpo hoje. ❤️‍🔥

Se você quer entender melhor seu desejo e aprender a despertar uma vida sexual mais prazerosa depois dos 40, conheça o Laboratório do Prazer.

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Joinville, SC
89216284

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