Foi ao ar mais um episódio da série “A arte de ser mulher” no YouTube. Se inscreva no canal e ative o sininho para assistir vídeo novo toda terça-feira às 12h.
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Larissa Fernandes Menegatti
Aqui você irá me encontrar em uma busca constante de desenvolvimento humano, presente nos textos, vídeos e imagens que irei compartilhar.
08/06/2026
O amadurecimento é um processo que começa com uma escolha pequena, tomada em um dia difícil, quando ninguém estava olhando.
É isso que divido aqui: o processo real, sem maquiagem, com tudo que custou.
07/06/2026
Fez uma semana que o Madrepérola Presencial aconteceu.
As semanas que antecedem um evento assim são intensas de um jeito que só quem organiza sabe descrever. Preparação, logística, imprevistos, ajustes de última hora — e tudo isso multiplicado quando você ainda carregava consigo o cansaço de um exame com biópsia, um processo que pede do corpo e da alma mais do que a gente gosta de admitir.
Mas o evento superou as expectativas. E isso não é o tipo de frase que eu uso levianamente.
Ontem o Rafael nos levou para um lugar com muito verde, muito espaço, muito sol. Exatamente o que a nossa família precisa depois de uma temporada assim — nós dois somos muito caseiros, e as crianças precisam de campo aberto para ser crianças. Foi revigorante.
Hoje, depois da missa, me peguei na cozinha com vontade de cozinhar de verdade. Fiz um bife à parmegiana — um dos pratos que o Rafael mais gosta.
Deu certo. Ficou delicioso. A gente descansou mais um pouco, e no fim da tarde decidimos ir até a praia para o mar e andar descalço sobre a areia da praia.
Nesses momentos, uma coisa me atravessa com clareza:
A vida que eu tenho é resultado de muita formação interior. Não de técnica, não de método — de formação. De ter aprendido a habitar a minha própria feminilidade com menos pressa e mais profundidade. De ter entendido que ser mulher não é um problema a resolver, é um mistério a viver.
É exatamente isso que eu quero trabalhar na A Arte de SER e FORMAR Mulheres: o que significa, concretamente, ser uma mulher formada — e o que isso muda na maneira como você se relaciona, cuida, cria, ensina e conduz outras mulheres.
Não começo pelo fazer.
Começo pelo ser.
Porque é daí que tudo o mais tem sentido.
O ser humano é uma unidade de corpo, alma e espírito. Não somos apenas emoção, nem apenas razão, nem apenas vontade. Somos tudo isso ao mesmo tempo, e é exatamente por isso que a virtude precisa ser cultivada em todas essas dimensões. O intelecto precisa conhecer o bem, entender o porquê de cada escolha. A vontade precisa ser treinada para escolher esse bem mesmo quando é custoso. E o corpo precisa ser disciplinado para que os hábitos se tornem naturais com o tempo.
A virtude funciona assim: no início exige esforço, porque vai contra o caminho mais fácil. Com a prática, ela se torna parte de quem você é. E é assim que a liderança ganha profundidade, atingindo lugares que a técnica não alcança.
Um líder precisa ser forte, e essa força se constrói numa vida virtuosa, cultivada nas escolhas e no caráter. As pessoas sentem quando estão diante de alguém que vive o que fala, que tem consistência interior, que foi sendo formado por dentro ao longo do tempo.
Uma formadora que nunca enfrentou sua própria interioridade com honestidade não tem como conduzir outra mulher nesse processo. A autoridade que forma não nasce apenas do conhecimento acumulado — ela nasce da coerência entre o que se ensina e o que se viveu.
Esse é o fundamento do evento online A Arte de Ser e Formar Mulheres: um dia inteiro de aprendizado para mulheres que desejam ser e atuar com profundidade real, construindo uma prática profissional que una maturidade humana, e visão integral da mulher.
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04/06/2026
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04/06/2026
Não foi devoção que me trouxe até a Eucaristia. Foi uma espécie de saudade, como se Cristo me atraísse e eu não soubesse explicar.
Aos doze anos, por conta própria, pedi para fazer a catequese. Recebi o batismo, a primeira confissão, a primeira comunhão. Ninguém me levou até ali. Algo dentro de mim simplesmente sabia que precisava ir.
E foi assim que começou.
Anos depois, conheci Rafael ao final de uma missa. E hoje, depois de tudo que a vida trouxe — as alegrias, os desafios, os recomeços — o que nos sustenta começa na missa diária que fazemos questão de viver juntos.
Com o tempo fui entendendo que tem algo muito particular na alma feminina — ela não se sustenta no vazio, ela precisa de fonte. E é exatamente isso que Cristo sacramentado é: uma presença que não abandona.
A feminilidade mais profunda sabe onde se abastecer. Uma mulher que encontra em Cristo a sua fonte não endurece diante da vida — ela suporta, ela acolhe, ela gera, porque está sendo alimentada de dentro.
Hoje vou tratar em uma única aula o mistério da Eucaristia e da feminilidade.
Esteja comigo na live às 12h.
O corpo que entrega: feminilidade e o mistério eucarístico
O amadurecimento é a capacidade de suportar o peso da própria vida sem perder a leveza de quem sabe em quem confia.
Esse processo é dolorido, mas traz um nível de consciência que nenhum atalho consegue entregar — e é exatamente por isso que ele vale cada etapa atravessada.
O primeiro passo para esse caminho está no link da bio.
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01/06/2026
Os relatos não param de chegar, e cada um deles aquece o coração.
As mulheres que estiveram na Formação Presencial Madrepérola saíram transformadas, com as ferramentas necessárias para conduzir a própria vida com direção e para acompanhar outras mulheres nesse mesmo caminho.
Se você não esteve lá, mas sente que é hora de dar o primeiro passo, comenta aqui 2006.
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