🔥 Quem pensa que trabalhar com georreferenciamento é apenas coletar coordenadas e produzir uma planta vê apenas parte do serviço.
👉🏻 Siga: TGR Treinamentos | Cursos Geo e se capacite em Gestão Territorial com quem é referência no assunto!
📢 Hoje, o profissional precisa conduzir o imóvel do diagnóstico documental à certificação e ao registro. Isso envolve analisar matrícula, área, limites, titularidade, confrontações e divergências cadastrais.
👨🏻💻 Na etapa técnica, é necessário reconhecer os limites no terreno, escolher o método de posicionamento, controlar a precisão e produzir planta, memorial descritivo e documentação de responsabilidade técnica.
Também é indispensável dominar o SIGEF, desde o envio dos dados até a correção de inconsistências, sobreposições, desmembramentos, remembramentos e retificações.
▶️ Outra demanda é entender a relação entre SIGEF, CCIR, CNIR, ITR, CAR e Registro de Imóveis. Cada sistema tem uma finalidade. Certificar não é registrar a propriedade.
🌍 Na gestão territorial, o profissional precisa organizar bases geográficas, cruzar dados fundiários, ambientais e fiscais, apoiar a regularização fundiária e diagnosticar conflitos de limites.
📍 O Decreto nº 12.689/2025 fixou 21 de outubro de 2029 para a exigência da identificação georreferenciada em desmembramentos, parcelamentos, remembramentos e transferências de imóveis rurais.
💻 Você está preparado para atender o processo completo ou ainda domina apenas a etapa do mapa?
✍🏻 Inclusive nós da ClickGeo temos em parceria com a Faculdade Anhanguera a Pós-Graduação em Georreferenciamento de Imóveis, Gestão Territorial e Geoprocessamento. Ela é totalmente on-line e tem diploma reconhecido pelo MEC.
✅ A ementa desta Pós-graduação foi elaborada de acordo com a Decisão Normativa Nº 116, 21/12/2021 do CONFEA e Decisão Plenária PL-2087/2004, que tratam dos profissionais habilitados a desenvolverem atividades definidas pela Lei 10.267, de 28 de agosto de 2001, no tocante à regularização de propriedades rurais junto ao INCRA.
📢 Se você quer mais informações sobre a Pós-Gradu
Anderson Medeiros - ClickGeo
Cursos e Pós-Graduações em Ciência de Dados Geográficos e Geotecnologias Cursos de Produção de Mapas e Geoprocessamento
💻 Você está no primeiro semestre da faculdade e ainda nem teve uma disciplina de Geoprocessamento. Mesmo assim, já deveria começar a aprender QGIS?
🌍 Na minha opinião, sim.
👨🏻💻 Não porque você precisa dominar todas as ferramentas agora, mas porque o conhecimento técnico leva tempo para amadurecer. Quanto mais cedo você começar, mais tempo terá para errar, testar, refazer projetos e entender como o Geoprocessamento funciona na prática.
🗺️ Quando surgir uma oportunidade de estágio, muitos candidatos estarão começando a descobrir o que é um SIG. Você poderá chegar sabendo organizar dados, elaborar mapas, realizar análises espaciais e apresentar alguns projetos que já desenvolveu. Isso faz diferença! Concorda?
🤩 Para estudantes de Geografia, Biologia, Engenharia, Gestão Ambiental, Agronomia, Arquitetura e outras áreas que trabalham com o território, aprender geotecnologias pode ampliar bastante as possibilidades profissionais.
👉🏻 Comece pelo QGIS. Aprenda os fundamentos, trabalhe com dados reais e desenvolva pequenos projetos. Depois, avance para ferramentas como Google Earth Engine e Linguagem de programação Python para Geotecnologias.
❌ Você não precisa aprender tudo ao mesmo tempo. Precisa apenas começar antes de a oportunidade aparecer. Porque, quando ela chegar, não haverá tempo para construir do zero a preparação que você poderia ter iniciado durante a graduação.
🔥 Se você quer conhecer as capacitações e Pós-graduações com certificado reconhecido pelo MEC da ClickGeo, digite nesse post a palavra “GEO”
👨🏻💻 Quem trabalha com Geoprocessamento sabe que a rotina nem sempre colabora.
🛰️ O QGIS trava justamente quando o projeto está quase pronto. A imagem de satélite que parecia perfeita vem cheia de nuvens. As camadas não se encaixam, o sistema de coordenadas está errado e ainda aparece aquela mensagem de erro que ninguém pediu.
🌎 Dá vontade de reclamar? Dá.
⚠️ Mas também é justamente enfrentando esses problemas que você aprende a trabalhar melhor com dados geográficos, desenvolve raciocínio espacial e ganha segurança para resolver situações reais.
💻 Geoprocessamento não é apenas apertar botões e produzir mapas bonitos. É investigar erros, testar ferramentas, conferir dados, interpretar resultados e tomar decisões com responsabilidade.
📍 No fim, cada projeto que dá trabalho também ensina alguma coisa.
✍🏻 Se você quer conhecer as capacitações e Pós-graduações com certificado reconhecido pelo MEC da ClickGeo e dominar de vez o Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, digite nesse post a palavra “GEO”.
🛰️ Quando pensamos em monitoramento ambiental por satélite, é comum lembrar apenas das imagens. Nos esquecemos de que o verdadeiro avanço aconteceu quando essas imagens passaram a se transformar em informação para orientar decisões.
🌳 Cada marco apresentado no vídeo representa um passo na construção de uma infraestrutura nacional de monitoramento. Além do lançamento de satélites, nós desenvolvemos a capacidade de acompanhar, quase em tempo real, as transformações de um país com dimensões continentais.
📡 O Brasil tornou-se uma referência internacional ao integrar programas como o PRODES e o DETER para monitoramento do desmatamento na Amazônia. Além disso, se destaca com missões espaciais nacionais, como o CBERS e o Amazônia-1. Essa combinação permitiu unir pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e aplicações práticas para a gestão ambiental.
🌎 Outro aspecto que muitas vezes passa despercebido é a democratização dos dados. Hoje, estudantes, pesquisadores, empresas e órgãos públicos podem acessar gratuitamente imagens de satélite e construir soluções que antes dependiam de grandes investimentos em infraestrutura e aquisição de dados.
🚀 Esse cenário também mudou o perfil dos profissionais da área. Se antes o desafio era conseguir imagens, hoje o diferencial está em saber interpretá-las, integrá-las com outras fontes de dados e transformá-las em conhecimento para responder a problemas ambientais cada vez mais complexos.
💬 Na sua opinião, qual foi o marco mais importante para o monitoramento ambiental brasileiro? Existe algum acontecimento que você acrescentaria a essa linha do tempo?
👉 Digite aqui no post “Parte 2”, se você gostaria de ver mais conteúdos dessa série!
Fontes utilizadas nesse reels:
- NASA | Landsat - From the Archives - NASA
- INPE - Vídeo Institucional (Português) - INPE
- Lançamento do CBERS 4A - Brasil com Ciência
⚠️ Para representar uma superfície curva em uma tela plana, a projeção precisa deformar alguma característica da realidade. No caso da Web Mercator, as formas e os ângulos locais são relativamente bem representados, mas as áreas e distâncias sofrem distorções.
🌍 Quanto mais distante da Linha do Equador, maior tende a ser essa deformação. Isso significa que um polígono desenhado sobre a imagem pode gerar uma área maior do que a área real, principalmente quando o cálculo é feito diretamente usando este sistema Pseudo-Mercator.
❌ E a projeção não é o único problema. As imagens do Google também podem apresentar deslocamentos, diferenças de resolução em uma mesma cena, mosaicos produzidos em datas distintas, efeitos do relevo e erros na interpretação dos limites do terreno.
🚨 Por isso, as imagens do Google Earth são úteis apenas para visualização, reconhecimento da área e estimativas preliminares. Mas não devem substituir dados georreferenciados, levantamento topográfico, imagens de satélite reais ou uma projeção adequada ao cálculo de áreas.
✍🏻 Se você quer conhecer as capacitações e Pós-graduações com certificado reconhecido pelo MEC da ClickGeo e dominar de vez o Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, digite nesse post a palavra “GEO”.
Antes de tudo, me responde uma coisa: você quer aprender a utilizar o QGIS, o principal software gratuito para Geoprocessamento, Produção de Mapas e Análise Espacial?
💻 Pensando em ajudar quem está começando ou deseja aprimorar seus conhecimentos, preparei uma coletânea com dezenas de tutoriais em vídeo abordando ferramentas, técnicas e aplicações práticas do QGIS.
🎁 E tem um presente para você! Se quiser receber gratuitamente o acesso a todos esses materiais, basta escrever a palavra “QGIS” nos comentários deste post. Eu enviarei o conteúdo diretamente no seu direct.
📚 Confira alguns dos temas que fazem parte dessa coletânea:
✅ Produção de mapas no Layout de Impressão do QGIS.
✅ Como acessar a Base de Dados Georreferenciados do INCRA.
✅ Conhecendo a interface do software QGIS.
✅ Como unir camadas vetoriais utilizando a ferramenta Merge.
✅ Download de dados vetoriais do OpenStreetMap diretamente no QGIS.
✅ Extração de vértices de polígonos e obtenção de coordenadas.
✅ Geração de Modelos Digitais de Elevação (MDE) a partir de curvas de nível.
✅ Importação e manipulação de dados GPS.
✅ Edição da estrutura da tabela de atributos.
✅ Agregação de feições utilizando a ferramenta Dissolve.
✅ Consulta de atributos associados a dados raster.
✅ Extração de bandas espectrais com a Calculadora Raster.
✅ Criação de polígonos a partir de ângulos e distâncias.
✅ Cópia de feições entre camadas vetoriais.
✅ Divisão de camadas vetoriais.
✅ Exibição das dimensões dos lados de polígonos.
✅ Utilização do plugin HCMGIS para acesso a dados da COVID-19 no QGIS.
🚀 Esses são apenas alguns dos diversos tutoriais disponíveis. O objetivo é ajudar você a desenvolver habilidades práticas para aplicar o QGIS em projetos de Geoprocessamento, Sensoriamento Remoto, Cartografia e Análise Espacial.
✍🏼 Então, se você quer receber gratuitamente essa coletânea, comente “QGIS” e eu enviarei o acesso pelo direct.
🗺️ Aproveite também para seguir a ClickGeo e continuar aprendendo sobre QGIS, Geoprocessamento, Produção de Mapas e Ciência de Dados Geográficos.
🛰️ Se você trabalha com sensoriamento remoto, você precisa conhecer as diferenças entre os dados ópticos e radares.
🧐 Apesar de ambos serem utilizados para observar a superfície terrestre, sensores ópticos e sensores de radar funcionam de formas completamente diferentes. Entender essas diferenças é fundamental para escolher a melhor imagem para cada aplicação.
1️⃣ Fonte de energia
🛰️ Óptico: registra a luz solar refletida pelos alvos.
📡 Radar: emite sua própria energia (micro-ondas) e registra o sinal que retorna ao sensor.
2️⃣ Dependência das condições atmosféricas
🛰️ Óptico: nuvens, fumaça e neblina podem impedir a aquisição de imagens úteis.
📡 Radar: as micro-ondas atravessam as nuvens, permitindo aquisições mesmo em dias nublados ou chuvosos.
3️⃣ Aquisição noturna
🛰️ Óptico: depende da iluminação solar.
📡 Radar: pode adquirir imagens durante o dia ou à noite.
4️⃣ Tipo de informação
🛰️ Óptico: fornece informações relacionadas à cor e à resposta espectral dos alvos, sendo excelente para análises de vegetação, uso e cobertura da terra.
📡 Radar: é sensível à estrutura da superfície, rugosidade, geometria e umidade, revelando características que muitas vezes não são visíveis em imagens ópticas.
5️⃣Interpretação
🛰️ Óptico: as imagens costumam ser mais intuitivas e se assemelham ao que enxergamos a olho nu, facilitando a interpretação visual.
📡 Radar: a interpretação exige conhecimento sobre o comportamento das micro-ondas e dos mecanismos de espalhamento, tornando a leitura das imagens mais desafiadora.
⚠️ Se você quer aprender mais sobre como utilizar o radar, digite “SAR” nesse post e receba todas as informações sobre a nossa capacitação completa em Sensoriamento Remoto por Radar, que tem certificado reconhecido pelo MEC.
🌎 Você já parou para pensar em quantas áreas podem utilizar o Geoprocessamento e a Ciência de Dados Geográficos? A resposta pode surpreender: são muito mais do que a maioria das pessoas imagina.
📖 Como afirmaram Câmara e Davis (2001):
**”Se o ‘onde’ é importante para o seu negócio, então o Geoprocessamento é sua ferramenta de trabalho.”**
💡 Isso significa que praticamente qualquer atividade que envolva localização, análise espacial ou tomada de decisão baseada em mapas pode se beneficiar do Geoprocessamento.
👨🏻💻 E existe um detalhe importante: mesmo que sua profissão não esteja na lista abaixo, você pode atuar prestando serviços de Geoprocessamento para empresas e profissionais dessas áreas. Afinal, muitos especialistas dominam seus respectivos setores, mas não possuem conhecimentos em QGIS, Sensoriamento Remoto, SIG ou Ciência de Dados Geográficos.
📌 Algumas áreas onde essas tecnologias já são amplamente aplicadas:
• Agricultura de Precisão
• Arqueologia
• Arquitetura
• Biologia
• Cartografia
• Ciências Ambientais
• Ciências Sociais
• Economia
• Engenharia Agrícola
• Engenharia Ambiental
• Engenharia Cartográfica
• Engenharia Civil
• Engenharia de Agrimensura
• Engenharia de Minas
• Engenharia de Pesca
• Engenharia de Petróleo
• Engenharia Florestal
• Engenharia Hídrica
• Geografia
• Geologia
• Meteorologia
• Oceanografia
• Silvicultura
• Transportes e Logística
• Turismo
🚀 E a verdade é que essa relação está longe de ser completa. Todos os dias surgem novas aplicações para o Geoprocessamento, o QGIS, o Sensoriamento Remoto e a Ciência de Dados Geográficos em diferentes segmentos do mercado.
✍🏼 Agora quero saber de você: qual outra profissão ou área de atuação merece fazer parte dessa lista? Escreva nos comentários!
🚨 O Esri Shapefile continua sendo o formato de dados geográficos mais utilizado no mundo. Porém, apesar de sua popularidade, ele já não acompanha as necessidades dos projetos atuais e apresenta diversas limitações técnicas.
💾 Pensando nisso, em 2014 foi lançado o **GeoPackage (GPKG)**, um formato moderno, aberto e desenvolvido para substituir o Shapefile em diversas aplicações de Geoprocessamento.
📊 Neste post preparei um comparativo visual para mostrar as principais diferenças entre o **GeoPackage** e o **Shapefile**, destacando as vantagens e limitações de cada um.
🎁 E tem mais! Há algum tempo publiquei uma aula completa que funciona como um verdadeiro **Guia Definitivo** para quem deseja migrar do Shapefile para o GeoPackage.
👨🏻💻 Nessa aula você vai entender o que é o GeoPackage, como esse formato funciona, quais são as principais limitações do Shapefile e por que o GPKG vem sendo adotado cada vez mais por profissionais e instituições. Além disso, mostro na prática como utilizar esse banco de dados geográfico no software QGIS.
📢 Quer assistir a essa aula gratuitamente? Escreva **”Guia”** nos comentários e eu enviarei o vídeo diretamente para o seu direct!
😡 Existem certos te**es de paciência que todo profissional de Geoprocessamento conhece muito bem. 🌎
😫 O primeiro é quando o QGIS ou o ArcGIS trava justamente no momento em que você estava terminando o projeto. E, claro, você não lembra quando salvou pela última vez. 💻
🙄 O segundo é ouvir alguém dizer: “Ah, então você trabalha fazendo mapinha?” ou “O trabalho é simples de fazer, é só um mapinha!” 🗺️
😒 Sim. Só um “mapinha” com dezenas de camadas, banco de dados, análises espaciais, coordenadas, projeções, imagens de satélite e algumas horas tentando descobrir por que aquela geometria está inválida. 👨🏻💻
😩 E o terceiro é passar um tempão procurando a imagem de satélite perfeita, da área certa, na data certa, com a resolução certa... Quando finalmente encontra, a imagem parece uma fotografia oficial das nuvens. ☁️
🙂↕️ Já aconteceu de você pegar uma imagem que tanto procurou e ela estar cheia de nuvens? 🛰️
😳 Quem trabalha com Geoprocessamento não perde a paciência. A gente apenas reprojeta a raiva para outro sistema de coordenadas. 😂
🔥 Não se você sabe, mas nós temos uma Capacitação completa em Sensoriamento Remoto por Radar, que é uma técnica de obtenção de imagens de satélite que são pouco afetadas por Nuvens. ⤵️
⚠️ Se você tem interesse em saber mais sobre esse treinamento que tem certificado reconhecido pelo MEC, digite nesse post a palavra “SAR”. Combinado?
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