31/08/2022
Alguns dos muitos momentos do projeto trabalhado durante o mês de agosto e os livros que nos acompanharam durante esse tempo. 🌱
PROJETO DA ANCESTRALIDADE; DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO
A temática trabalhada auxilia a promover a socialização entre a comunidade escolar, a possibilitar à criança a manifestação de suas habilidades e competências, resgatar valores familiares (históricos, culturais, antecedentes e descendentes) e sociais, como também nos conhecimentos relativos às relações de gênero, étnico-raciais, geracionais e de classe.
31/08/2022
Alguns dos muitos momentos do projeto trabalhado durante o mês de agosto e os livros que nos acompanharam durante esse tempo. 🌱
PROJETO DA ANCESTRALIDADE; DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO
“A temática trabalhada auxilia a promover a socialização entre a comunidade escolar, a possibilitar à criança a manifestação de suas habilidades e competências, resgatar valores familiares (históricos, culturais, antecedentes e descendentes) e sociais, como também nos conhecimentos relativos às relações de gênero, étnico-raciais, geracionais e de classe.”
01/08/2022
O retorno à escola é sempre um momento de muita alegria.
Alegria por receber de volta nossas crianças, por ter a casa cheia de muito amor e aconchego novamente.
Esperamos que todas tenham uma boa volta e que esta jornada inicie com muita felicidade. Esta é a hora de rever as colegas, os colegas, as educadoras e os educadores e se focar para ter um semestre de muitas descobertas, criatividades e conhecimento.
Sejam bem-vindes, crianças, famílias e equipe tenham um bom retorno.💚
07/07/2022
COMUNICADO
Estamos de férias!
Iniciaremos as atividades do segundo semestre no dia 01 de agosto de 2022.
Agendamentos de visitas para matrícula devem ser feitos exclusivamente através do nosso WhatsApp (link na bio). Agradecemos a compreensão!
Comunidade Nativa
16/05/2022
Na última sexta-feira, dia 13 foi nossa comemoração do dia da família!
Tivemos a oportunidade de passar mais momentos juntos para confraternizar,
refletir e conversar sobre nosso papel social e político dentro da família nas diferentes configurações de família e sobre os privilégios de ter uma família e uma rede de apoio para chamar de nossa. ✨
27/04/2022
O veganismo que a gente acredita luta por justiça social e contra a concentração de renda pelo domínio de grandes marcas.
É fundamental frear as práticas de dominação das grandes empresas sobre os pequenos produtores comunitários na disputa de mercado imposta pelo capitalismo.
No próximo domingo dia 01 de maio a partir das 14h a Nativa retornará com as feiras culturais no espaço pelo incentivo à economia local e no apoio a iniciativa das empreendedoras pela manutenção independente das feiras colaborativas com uma programação lindíssima na edição especial de abertura do mês das mães ❤
O convite está feito, esperamos vocês!
peritavegana
eco
japamalas
lima
20/04/2022
Dica de receita da Nativa para fazer em casa: Um delicioso bolo nutritivo de banana sem glúten.
23/03/2022
"Você tem que se comportar direito, já é uma mocinha!"
A maioria das pessoas que nasceram com útero já teve que ouvir durante a infância frases assim por causa de uma brincadeira, um movimento, uma expressão considerada inadequada. Por outro lado, muitas já foram elogiadas por usar o batom da mãe por já estar "virando uma mocinha", e promovidas a obrigação de cuidar do irmão mais novo pelo mesmo motivo.
O patriarcado nos educa e nos faz educar as crianças nascidas meninas para que assumam maior parte das responsabilidades sociais e afetivas numa família, nos ensinam a assumir a responsabilidade por tudo, mesmo do que não é nossa culpa. A imposição do amadurecimento precoce em crianças meninas resulta no fracasso cultural de homens adultos serem considerados imaturos por qualquer escolha feita e meninas crianças e adolescente serem responsabilizadas por tudo e pior, enquanto vítimas.
E o mais doloroso nesse processo todo é que, também na maioria das vezes, a responsabilidade de proteger-se e de "evitar" ser alvo desse tipo de crime, é jogada nas costas das próprias crianças. Afinal, "Já tá bem grandinha para saber o que faz ". Quanto mais naturalizamos esse processo, menos reforçamos socialmente que crianças meninas não são disponíveis por seus corpos, que não tem esse fator como possibilidade dentro de seu mundo, e que seus comportamentos não podem ser de maneira alguma compreendidos como tendo esse objetivo como fim. E quando menos reafirmarmos que crianças meninas, são crianças, mais alimentamos a perpetuação de uma cultura cheia de infinidades de abuso infantil.
Infelizmente ainda temos muito o que caminhar coletivamente. Precisamos garantir que a infância das crianças meninas são seja roubada e que seus corpos não sejam objetificados desde muito cedo.
📸 Mamãe sempre conectada com a Educação que acreditamos e promovemos em nossa escola, empoderando sua cria 😍