21/11/2025
13º salário deve colocar R$ 369,4 bilhões na economia do país
Cerca de 95,3 milhões de brasileiros serão favorecidos com rendimento adicional do 13º, em média, de R$ 3.512,00 (fonte: TVT com adaptações)
Até 20 de dezembro de 2025, o pagamento do 13º salário tem potencial de injetar na economia brasileira cerca de R$ 369,4 bilhões, segundo estimativas do Dieese, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. O montante representa aproximadamente 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos; aos beneficiários da Previdência Social; e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios.
Desse total, 59,5 milhões (62,5%) são trabalhadores no mercado formal, entre eles, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada, que somam 1,5 milhão de pessoas, equivalendo a 1,5% do conjunto de beneficiários.
Os aposentados ou pensionistas da Previdência Social (INSS) correspondem a 34,8 milhões de beneficiários, ou 36,6% do total. Além desses, aproximadamente 915,5 mil pessoas (1,0%) são aposentadas e beneficiárias de pensão da União (Regime Próprio).
Há ainda um grupo constituído por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regimes próprios) que vai receber o 13º e que não pode ser quantif**ado. Do montante a ser pago como 13º, cerca de R$ 260 bilhões, ou 70,4% do total, irão para os empregados formais, incluindo os trabalhadores domésticos. Outros 29,6% dos R$ 369,4 bilhões, equivalentes a R$ 109,5 bilhões, serão pagos aos aposentados e pensionistas.
Para o cálculo do impacto do pagamento do 13º salário, o Dieese reúne dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego. Também foram consideradas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Previdência Social e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
11/10/2025
Muito boa esta explicação que compartilho! Há muito tenho dito que é fundamental saber no que está investindo, estudar, não confiar cegamente na sugestão do gerente do banco ou do assessor de investimento, que na maioria das vezes não respeitam seus propósitos, perfil de investidor e momento de vida, desconfie sempre, não se precipite, estude a sugestão antes de efetivar o investimento, na dúvida, seja sempre conservador até se sentir conhecedor e seguro para diversif**ar.
Perdas com COEs: como a falta de informação pode jogar contra o investidor
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07/09/2025
Quanto rende R$ 1 mil em 1 ano?
É uma pergunta que recebo com certa frequência. Vou simular o investimento em 04 ativos, todos de renda fixa.
Poupança (4º lugar) é um investimento em renda fixa com taxa prefixada, rende 6% ao ano + TR, com base nos últimos 12 meses rende 8,41% ao ano. As principais vantagens são a isenção de IR e a facilidade em depositar. As principais desvantagens são: o dinheiro rende a cada 30 dias e a rentabilidade é menor comparada a outros ativos com a mesma segurança, como veremos a seguir.
CDB (3º lugar) com rentabilidade de 100% do CDI (atualmente 14,90% ao ano). É um título de emissão bancária (você empresta para o banco), no exemplo, considerado pós-fixado, uma vez que a taxa CDI pode variar no período, considerei uma taxa fixa no período de 1 ano. Tem incidência de IR regressivo sobre o rendimento, considerei a alíquota para 1 ano e 1 dia (17,5%) Ele tem garantia do FGC-Fundo Garantidor de Crédito (garante até R$ 250 mil por CPF por instituição limitado a R$ 1 milhão).
Tesouro Direto - Tesouro Selic 2028 (2º lugar). É título de emissão do Tesouro Nacional (você empresta para o Tesouro), ele rende 15% ao ano + 0,05 (na data que escrevo). Tem incidência de IR regressivo sobre o rendimento, considerei a alíquota para 1 ano e 1 dia (17,5%). É considerado o investimento de renda fixa mais garantido do mercado, uma vez que a garantia é do próprio Tesouro Nacional.
LCA e LCI (1º lugar). São títulos de emissão bancária que possuem como principal atrativo a isenção de IR, uma vez que os recursos captados pelos bancos devem ser investidos em atividades do Agronegócio e do setor Imobiliário, setores que o governo tem interesse em fomentar. Também contam com a garantia do FGC. No exemplo simulei uma rentabilidade de 100% do CDI (hoje 14,9%); mas é uma rentabilidade difícil de conseguir, principalmente nos grandes bancos.
07/09/2025
O Brasil comemora neste dia 07 de setembro de 2025, 203 anos de independência num momento especial de defesa da soberania nacional e da democracia. E aquele grito às margens do rio Ipiranga significou a concretização da vontade do povo em formar uma nação livre para se desenvolver, crescer e se destacar no mundo.
Devemos aproveitar este momento de valorização da soberania nacional para refletirmos sobre outra independência igualmente importante, a independência financeira de cada um de nós.
O que é ser independente financeiramente? Não signif**a necessariamente parar de trabalhar, mas sim trabalhar naquilo que te dá prazer, sem se preocupar com jornada e com o salário. É poder ter uma renda que te permita colocar em prática um sonho ou uma vocação ou um projeto que tinha deixado para depois.
Para entender como conquistar a independência financeira, antes precisamos entender os conceitos de renda ativa e renda passiva. Especialistas defendem que não é possível se tornar independente financeiramente somente com a renda ativa.
Renda ativa, o próprio nome define, é a renda que depende de uma atividade, de uma ação, por exemplo, a resultante do trabalho, seja de assalariado, autônomo, profissional liberal ou empresário.
Renda passiva, ao contrário, ela não depende de uma atividade, ela é gerada dos rendimentos de um patrimônio acumulado ao longo do tempo que se obteve renda ativa, o que os especialistas chamam de “período de acumulação”, quando se deve reinvestir os rendimentos.
Complemento reforçando que a efetiva independência financeira vai acontecer quando você investir em conhecimento. Educar-se financeiramente é fundamental para entender no que está investindo, buscar a harmonia entre rentabilidade, risco, garantia e liquidez, exigirá tanto saber exatamente sua realidade financeira e quais são seus propósitos financeiros, respeitando seu perfil de investidor e momento de vida.
Quanto mais cedo começar a acumular e quanto maior for a capacidade de aportes, mais cedo será também a conquista da independência financeira. Em que momento você está? De acumulação? De usufruto da renda passiva? Ou intermediário? Comente!
05/09/2025
Recomendo a leitura, mas complemento reforçando que a efetiva independência financeira vai acontecer quando você investir em conhecimento.
Educar-se financeiramente é fundamental para entender no que está investindo, buscar a harmonia entre rentabilidade, risco, garantia e liquidez, exigirá tanto saber exatamente sua realidade financeira e quais são seu propósitos financeiros.
Eu criei uma metodologia simples, um tripé, a Metodologia PID (propósito, informação e disciplina), os três precisam estar bem consolidados para que a independência financeira aconteça. Quer saber mais? Pergunte nos comentários.
A propósito, não sou patrocinado pela Rico, mas sou cliente dela, desde antes da compra dela pela XP, e de outras, busco sempre o que cada uma tem de melhor de acordo com meus propósitos financeiros, meu perfil de investidor e meu momento de vida.
Grito de Independência Financeira: O caminho para abandonar a poupança
Do 7 de Setembro à sua carteira: por que a poupança limita e quais caminhos levam à independência financeira. Confira a análise.
09/08/2025
Selic mantida em 15%! Será que f**a assim até o final de 2025?
Surpresa nenhuma, o COPOM confirma a expectativa do mercado e em linha com a ata da reunião anterior e os boletins FOCUS. Teremos ainda 03 reuniões em 2025, 16 e 17 de setembro, 4 e 5 de novembro, e 9 e 10 de dezembro.
A maioria dos analistas do mercado avaliam que o início do ciclo de corte se dará em janeiro/2026.
Logicamente a manutenção da Selic alta por bastante tempo favorece os investimentos em renda fixa, deixar o dinheiro no Tesouro Selic, por exemplo, o valor dobra em 5 anos, mas devemos considerar o rendimento real, ou seja, descontada a inflação.
É certo que um ciclo de queda está próximo, mas quem tiver aportes para fazer até o final do ano encontrará boas oportunidades de garantir uma rentabilidade em médio e longo prazo com Tesouro Direto, CDBs, LCAs, LCIs e fundos que acompanham a Selic e o CDI.
Mas a regra de ouro continua sendo respeitar seu perfil de investidor, seu momento de vida e seus propósitos financeiros.
27/07/2025
É com orgulho e satisfação que compartilho que fui designado, após processo seletivo, representante institucional do CRASP na minha cidade. Será uma honra representar o CRA e fortalecer a profissão de administrador na cidade de Itatiba, principalmente na valorização da profissão nos setores privado e público, além de incentivar a formação acadêmica.
24/06/2025
Selic chega a 15% em 18/06/2025.
O COPOM, confirma projeções de janeiro de 2025, promoveu um aumento de 0,25% na Selic, o que já era amplamente esperado pelo mercado. Os motivos também são praticamente os mesmos elencados nas reuniões anteriores. A taxa básica de juros da economia brasileira bate os 15% ao ano, maior nível desde 2006, equivale a uma taxa de 1,1715% ao mês (brutos).
O Brasil passou a ter o segundo maior juro real do mundo, 9,53%, f**ando atrás apenas da Turquia (relatório da MoneYou). O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. No Boletim Focus do dia 20 divulgado hoje pelo Banco Central, aparece a Selic mantida nos atuais 15% aa até o final de 2025 e projetada para 12,5% aa em 2026. Enquanto o mercado financeiro projeta um IPCA de 5,24% em 2025 e de 4,50% em 2026.
Para os investimentos, a manutenção da Selic alta por mais tempo fortalece a renda fixa, mas as movimentações dependem da composição da sua carteira; do seu perfil de investidor (a); do seu momento de vida; dos seus objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo; e se estamos falando de novos aportes ou de reinvestir rendimentos recebidos.
A estratégia que deve prevalecer, tanto em cenário de taxa de juros e inflação altas como no contrário, sempre será a da diversif**ação. Também vale muito a regra do rebalanceamento das posições. Para tanto é mais do que necessário estar atento a todos os movimentos do mercado financeiro e conhecer os ativos.
O conhecimento será seu maior aliado nas decisões de investimento. Estar bem informado é essencial e o acesso a informação nunca foi tão disponível como nos dias de hoje, tem muito conteúdo bom gratuito nas redes sociais e nos sites de Bancos e Corretoras e mesmo nos pagos, existem boas séries baratas em algumas Casas de Análise, prefira as independentes. Seja qual for o seu perfil e realidade financeira, precisa filtrar bem, as carteiras recomendadas podem ser uma opção para quem está iniciando.