Simplesmente História 2.0

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Alguns dos nomes mais conhecidos da Era Vitoriana em fotografias colorizadas.Obs: Abram as fotos para observá-las com ma...
20/02/2023

Alguns dos nomes mais conhecidos da Era Vitoriana em fotografias colorizadas.

Obs: Abram as fotos para observá-las com mais cuidado e ter acesso as suas respectivas legendas.

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Como seriam as selfies tiradas pelas antigas civilizações ao longo da História?É assim que diferentes tribos e culturas ...
29/01/2023

Como seriam as selfies tiradas pelas antigas civilizações ao longo da História?

É assim que diferentes tribos e culturas humanas seriam de acordo com a Inteligência Artificial.

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Uma mãe desesperada mostra uma foto de seu filho, que ainda não voltou da guerra, para um soldado que acaba de retornar,...
16/02/2022

Uma mãe desesperada mostra uma foto de seu filho, que ainda não voltou da guerra, para um soldado que acaba de retornar, em 1956.

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As Mensagens Ocultas de Johannes von EyckDiversos artistas incluíram objetos simbólicos em suas obras. Um símbolo é aqui...
22/01/2022

As Mensagens Ocultas de Johannes von Eyck

Diversos artistas incluíram objetos simbólicos em suas obras. Um símbolo é aquilo que, por convenção ou por princípio de analogia formal ou de outra natureza, substitui ou sugere algo que, na maioria das vezes, se encontra oculto. Qualquer objeto pode ser um símbolo. Uma rosa vermelha pode simbolizar a paixão; uma pomba branca, a paz ou o Espírito Santo.

Alguns símbolos empregados em pinturas, com o passar dos séculos, perderam seu significado original, o que nos limita ao campo das suposições e hipóteses quanto ao que os pintores queriam dizer quando os incluíram em suas obras.

Um bom exemplo deste fenômeno se encontra na tela "Retrato de Giovanni Arnolfini e sua esposa", datada de 1434, na qual o pintor flamengo Johannes van Eyck empregou um grande número de símbolos, que foram interpretados das mais variadas formas durante os séculos posteriores.

O homem retratado na pintura é Giovanni Arnolfini, um rico mercador italiano que vivia em Bruges, na Flandres Ocidental, atual Bélgica. Segundo estudiosos, a obra representa um "documento" do casamento dele com Jeanne Cenami, cuja família não deu aprovação para que se casassem. O casamento oficial só ocorreu 14 anos depois da obra ter sido confeccionada.

Abaixo encontra-se um conjunto de imagens que elucidam os detalhes simbólicos expostos na obra de Eyck. Clique nelas para ler as suas respectivas legendas.

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O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, juntamente da principal liderança militar britânica na Frente Oc...
08/01/2022

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, juntamente da principal liderança militar britânica na Frente Ocidental, general Bernard Montgomery, em revista às tropas inglesas em Caen, em 22 de julho de 1944.

Em certa ocasião, o general Bernard Montgomery estava sendo homenageado por derrotar Rommel na batalha da África, durante a Segunda Guerra Mundial. Monty discursou dizendo as seguintes palavras:
"Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói ."
Churchill ouviu o discurso e com ciúme, retrucou:
"Eu fumo, bebo, prevarico e sou chefe dele."

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Anel de ouro romano com cruzes e folhas de hera, com datação de cerca dos séculos III e IV d.C.A cruz cristã é o mais co...
24/11/2021

Anel de ouro romano com cruzes e folhas de hera, com datação de cerca dos séculos III e IV d.C.

A cruz cristã é o mais conhecido símbolo religioso do Cristianismo. É a representação do instrumento da crucificação de Jesus Cristo, e está relacionada ao crucifixo (cruz que inclui uma representação do corpo de Jesus) e à família mais ampla dos símbolos em forma de cruzes.

A cruz representou em diversas sociedades a interseção do plano material e do transcendental em seus eixos perpendiculares. Ao ser apropriado pelo Cristianismo, este símbolo enriqueceu e sintetizou a história da salvação e paixão de Jesus, significando também a ressurreição.

Na Era do Bronze encontrava-se em diversas partes da Europa uma representação mais precisa da cruz, tal como concebida pela arte cristã, e foi neste formato que ela acabou por ser mais amplamente difundida. Esta caracterização mais precisa coincide com uma mudança geral correspondente nos costumes e crenças; a cruz passou a ornamentar os mais diferentes objetos (como o anel da imagem abaixo), ser encontrada em fragmentos de terracota e no fundo de recipientes usados para bebidas e afins. Já se especulou que tal uso do símbolo não seria apenas ornamental, mas também um sinal de consagração, especialmente no caso de objetos pertencentes a enterros.

No cemitério proto-etrusco de Golasecca, cada tumba contém um vaso com uma cruz entalhada. Cruzes legítimas, de maior ou menor design artístico, foram encontradas em Tirinte, Micenas, Creta e em uma fivela de Vulcos.

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Uma jovem atiradora de dardos alemã em treinamento para as Olimpíadas de 1936.Em linha com a teoria racial nazista, o go...
18/11/2021

Uma jovem atiradora de dardos alemã em treinamento para as Olimpíadas de 1936.

Em linha com a teoria racial nazista, o governo promoveu o arquétipo ar**no como a aparência física ideal: as mulheres deviam ser louras, altas, magras e robustas ao mesmo tempo. Esta imagem foi publicitada o mais possível através da arte clássica (muito apreciada pelos nazistas), mas especificamente pelas estátuas greco-romanas.

A historiadora Monique Moser-Verrey nota: "Um revivalismo, durante o curso dos anos de 1930, de temas mitológicos, tal como o 'Julgamento de Páris'".

Contudo, Moser-Verrey refere: "No entanto, é impressionante que a imagem das mulheres projetada pela literatura feminina da década de 1930 seja claramente contrária às visões tradicionais da dona-de-casa doce divulgadas por Rosenberg e Goebbels. As heroínas dos romances femininos durante este período são muitas vezes um tipo de mulher forte e tenaz, enquanto os filhos e os maridos são rapidamente entregues à morte. Tudo acontece como se alguém percebesse através destas ficções um verdadeiro antagonismo entre os sexos gerados pela constante mobilização destes dois grupos independentes uns dos outros."

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Rainha Genepil, a última das rainhas da Mongólia, anos 1920.Bogd Khan foi o primeiro e único Khan da Mongólia após a dec...
03/11/2021

Rainha Genepil, a última das rainhas da Mongólia, anos 1920.

Bogd Khan foi o primeiro e único Khan da Mongólia após a declaração de independência do país da dinastia Qing, em 29 de dezembro de 1911.

Bogd também era o líder espiritual do Budismo tibetano na Mongólia. Apesar de ser um lama ele se casou com uma mulher chamada Dondogulam, que ficaria conhecida como Ekh Dagina, por quem, segundo a tradição, ele era perdidamente apaixonado. A rainha porém, morreu em 1923, deixando o Khan sozinho.

Imediatamente o concelho real começou a pressionar o Khan para que se casasse novamente, objetivando manter a imagem de uma monarquia completa, com uma união conjugal e política sólida. Os cortesãos do Khan então decidiram escolher uma nova noiva para seu soberano, mesmo que fosse por mera formalidade burocrática.

No verão de 1923, começaram a procurar uma noiva adequada. A escolhida foi uma jovem de 19 anos de uma família nobre de Baldan Bereeven, no norte da Mongólia, chamada Genepil. Porém a escolhida Genepil já era casada, mas os cortesãos não mencionaram isto ao Khan. Segundo uma filha de Genepil relatou anos mais tarde: "Eles a levaram embora durante a noite. Ela não nos acordou, apenas deixou pedaços de açúcar em nossos travesseiros. Ainda me lembro da alegria de uma descoberta repentina daquela iguaria rara pela manhã."

Genepil foi, como relatou a filha, levada à noite para o Palácio Khan, onde soube pela primeira vez qual era o seu destino. No entanto, quando foi apresentada ao Khan, Genepil recusou formalmente a proposta de casamento e pediu para voltar para a casa dos pais (isto estava de acordo com o costume mongol e o Khan não teve escolha a não ser concordar).

Meses depois, o Khan estava doente, o que fez com que os cortesãos fossem ao encontro de Genepil em apelação para que ela voltasse ao palácio. Segundo os cortesãos, o país e seu monarca precisavam dela, o que a obrigada a retornar.

Genepil viveu com Bogd Khan até sua morte, quando a monarquia foi abolida na Mongólia. Após isto, voltou para sua família, embora não se saiba se ela voltou para seu primeiro marido ou se casou com outra pessoa.

Com a proclamação da República se instituiu uma repressão cruel contra todos os lembretes do antigo regime. Por causa de seu antigo status, a rainha Genepil foi presa em 1937, juntamente com membros de sua família, e foi executada em 1938. Genepil foi uma das inspirações para o visual da personagem Padmé Amidala, da franquia de filmes "Star Wars".

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Artemísia Gentileschi e a Vingança por sua ViolaçãoA pintura apresentada acima intitula-se "Judite decapitando Holoferne...
08/10/2021

Artemísia Gentileschi e a Vingança por sua Violação

A pintura apresentada acima intitula-se "Judite decapitando Holofernes", e foi produzida pela artista italiana Artemísia Gentileschi entre 1614 e 1620.

A obra representa a cena de Judite degolando Holofernes, tema comum na arte renascentista. O tema remete ao livro bíblico de Judite, presente no Antigo Testamento (exceto nas bíblias protestantes), que narra o assassinato do general Holofernes por Judite. A pintura mostra o momento em que Judite, apoiada por sua serva, degola o general, depois de ele ter adormecido sob efeito do álcool.

Apesar de a pintura retratar uma cena clássica da Bíblia, Gentileschi desenhou a si mesma como Judite e seu mentor, Agostino Tassi, que foi julgado por estuprá-la, como Holofernes.

Tassi foi condenado pela violação da artista, mas não só por isto. Tassi também foi condenado por planejar matar a sua esposa, cometer incesto com sua cunhada e tentar roubar as obras do pai de Artemísia. Por fim, Tassi foi condenado à prisão durante um ano, mas nunca cumpriu a pena, pois o caso foi revisto e sua sentença anulada.

Embora esta visão não seja totalmente aceita pelos estudiosos da Arte, a biógrafa de Gentileschi, Mary Garrard, propôs uma leitura autobiográfica da pintura, afirmando que ela funciona como uma catarse de expressão da raiva reprimida da artista.

Gentileschi pintou duas versões deste trabalho: a primeira encontra-se no Museo Nazionale di Capodimonte, em Nápoles, e a segunda está na Galeria Uffizi, em Florença.

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Ânfora romana repleta de moedas de ouro datadas de cerca do século V d.C. encontradas em um antigo cinema italiano, em 2...
23/09/2021

Ânfora romana repleta de moedas de ouro datadas de cerca do século V d.C. encontradas em um antigo cinema italiano, em 2018.

Durante o início do processo de demolição de um antigo cinema abandonado na cidade de Como, no norte da Itália, foram descobertas cerca de 300 moedas de ouro de 1.500 anos, que datam de uma época em que parte do Império Romano foi destruído.

Todas as moedas de ouro foram encontradas em ânforas, um tipo de recipiente usado pelos romanos para transportar líquidos como vinho e azeite.

Depois que a equipe de demolição do cinema encontrou as moedas, uma equipe de arqueólogos do Ministério Italiano do Patrimônio Cultural desenterrou as moedas e as levou para um laboratório em Milão.

Moedas coletivas como estas da foto já foram anteriormente encontradas em muitas partes do antigo Mediterrâneo, incluindo um tesouro de 1.500 anos encontrado na antiga cidade de Corinto. No entanto, estoques contendo moedas de ouro abundantes são raros, e o ministério descreveu a descoberta como "extraordinária" em uma de suas declarações.

O Império Romano foi dividido no século V d.C. Durante este período, enquanto o Império Romano Oriental estava se desenvolvendo, o Império Romano Ocidental estava se desintegrando.

Roma foi saqueada pelos Godos em 410 d.C. e pelos Vândalos em 455 d.C. Na mesma época, o Império Romano do Oriente recapturou a maior parte da Itália durante uma série de campanhas militares durante o governo de Justiniano I. Além de toda esta crise política e territorial assombrando o Império Ocidental, ainda houve uma grande crise sanitária, pois o mundo antigo foi abalado, em 541, pela "Praga de Justiniano", que matou milhões de pessoas.

Não está claro se o enterro das moedas teve algo a ver com o caos que engolfou o Império Romano cerca de 1.500 anos atrás. No entanto, a pesquisa atual pode responder a esta e muitas outras perguntas.

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Senhora Velada, de Raffaelo Monti, datada de 1845. Atualmente a escultura encontra-se exposta na Galleria di Eolo do Cas...
18/09/2021

Senhora Velada, de Raffaelo Monti, datada de 1845. Atualmente a escultura encontra-se exposta na Galleria di Eolo do Castello Reale di Racconigi, na Itália. Uma cópia criada por cerca de 1860 está no Minneapolis Institute of Arts, nos EUA.

Raffaelo criou a impressão de que podemos ver através da pedra, tudo graças a truques de luz e polimento.

Em sua Senhora Velada, o topo da cabeça e os ombros são polidos e lisos, para refletir a luz, mas onde o véu cai sobre o rosto, o mármore é menos polido, refletindo menos luz, sugerindo a textura do tecido.

As esculturas de figuras veladas atingiram o pico de popularidade durante o século XVIII na Itália, uma oportunidade para os escultores mostrarem seu domínio técnico sobre o mármore. Cerca de um século depois, Raffaelo Monti e outros artistas reviveram esta tradição tecnicamente exigente.

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