Centro Pedagógico Brincando e Aprendendo - CPBA

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Fone: (047) 3349-8802 Desde 1996 ensinando com amor!

07/02/2022

Aberto processo seletivo para auxiliar de sala. Venha fazer parte da nossa Equipe! Contato 996682352

11/11/2017

Estamos realizando MATRÍCULAS para 2018. Venham nos fazer uma visita e conhecer nosso ESPAÇO! !!

11/11/2017

Matrículas Abertas para 2018.

Photos 06/04/2017

*** ATENÇÃO ***

Gostaríamos de comunicar que no mês de abril estará acontecendo aqui no CPBA uma triagem fonoaudiológica.

O QUE É TRIAGEM FONOAUDIOLÓGICA?

Triagem fonoaudiológica é uma varredura/observação e intervenção que o profissional fonoaudiólogo realiza na instituição para verif**ar se os alunos necessitam de acompanhamento específico na área.

QUAL O OBJETIVO DA TRIAGEM??

Os objetivos englobarão a prevenção, identif**ação e auxílio no tratamento das alterações de desenvolvimento de linguagem oral, escrita, respiração, audição, hábitos orais e toda parte de alimentação.

POR QUE MEU FILHO DEVE PARTICIPAR?

É de extrema importância que qualquer alteração seja identif**ada precocemente. Quanto antes iniciar a intervenção fonoaudiológica mais rápido será a sua evolução.
Estudos apontam que 70% dos casos detectados na educação infantil se resolvem antes de chegar ao ensino fundamental.

O QUE SERÁ AVALIADO?

Avaliação Global motora; avaliação da percepção visual; Avaliação da percepção auditiva; avaliação da memória e atenção; avaliação do padrão motor da fala; desenvolvimento da fala e consciência fonológica; estruturação de discurso e linguagem; observação sobre hábitos orais e alimentação.

QUANDO E ONDE??

Dia 17/04/2017 às 14h00m no CPBA.
Na agenda do seu filho tem um bilhete de autorização que deverá retornar para a escola até dia 10/04.

QUEM VAI REALIZAR AS TRIAGENS?

Fonoaudióloga Luana Viola da Cruz
CRFA 3.10316

CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!!!

Photos 25/11/2016

Cuidando do futuro...

Photos 22/11/2016

Comunique a escola, não pergunte “ao” whatsapp!

A nossa realidade até pouquíssimo tempo atrás era de conversas casuais entre pais no portão e pátio das escolas (as que dão espaço para a sua entrada e saída) uma ou duas vezes por semana para tratar de assuntos como desempenho escolar dos filhos, combinar um encontro no final da semana, pedir sugestões de bons lugares para o passeio do final de semana com as crianças e por aí vai…

O movimento que se vê atualmente é a substituição ou complementação instantânea dessas conversas pelos grupos de whatsapp dos pais das turmas da escola dos filhos.

Indiscutíveis os benefícios gerados pela tecnologia para a educação e instituições escolares, não é mesmo? No entanto temos que discutir os limites de seu uso em prol dessa mesma educação. Quero hoje falar especialmente desse aplicativo whatsapp, tão em evidência e um dos mais utilizados pelos usuários de telefones móveis.

Um moderador toma o cuidado de colocar em contato todos os pais dos alunos da turma… E para quê isso? Já se perguntaram quanto ao objetivo de fazer parte desse modelo de relacionamento virtual?

Faça esse exercício, uma breve reflexão: “Qual o meu papel no grupo do whatsapp da turma do meu filho? Para que estou aqui?”

Tem sentido quando o assunto é organizar uma confraternização com todos da turma (ou talvez nem isso), no entanto pouco sentido quando o grupo torna-se local de dúvidas de lições de casa ou até mesmo espaço de desabafo de situações que desagradaram na escola durante a semana.

Infelizmente a situação vivenciada no universo escolar, em vez de fortalecer o vínculo entre escola e pais, tem andado pelo caminho contrário. Incrível como essa pequena ferramenta tem conseguido abalar e desconstruir a relação família-escola, tão essencial para o desenvolvimento das crianças. O diálogo com a escola para resolução dos problemas que ocorrem na própria escola são quase o último artifício utilizado, pois antes dele vêm as perguntas e certif**ações “para” o whatsapp.

As relações sociais se tornam cada vez mais virtuais. Os problemas nem sempre são resolvidos. A tríade aluno-família-escola f**a fragilizada. E seguimos com a problemática: Que modelo de comunicação e relação estamos oferecendo a nossos filhos?

Não pretendo aqui destituir a função do aplicativo,de forma alguma, mas vale algumas dicas para um uso moderado a seu respeito, especialmente no âmbito escolar:

Não pergunte ao whatsapp, pergunte ao professor (recado pela agenda, reuniões com o professor ou com a orientação).

Os filhos levam interpretações dos fatos para casa, não leve ‘ao pé da letra’ tudo o que ele fala, são crianças e estão em formação. Busque outras interpretações conversando com a escola ou diretamente com o professor.

Evite confrontar versões dos fatos entre os pais, comunique à escola a sua angústia.

Não tente resolver conflitos entre seu filho e um colega com os pais dele. A escola media as situações e faz o melhor tratamento a cada caso.

Procure usar este aplicativo de forma produtiva para a educação do seu filho, não deixe que ele fragilize a relação entre a tríade aluno-família-escola. Vamos criar pontes e não muros na formação das crianças.Sempre que necessário procure a escola, ela precisa e deve estar aberta para atendê-los.

Equipe Gestora Anjos da Terra.
Texto de Danielle Gross de Freitas- Psicopedagoga e Proprietária do Espaço Mediação - Pedagogia e Psicopedagogia e colaboração de Marcela Roncelli Pahl- Pedagoga, Pós Graduada em Gestão Escolar e Diretora e Proprietária da Escola Infantil Anjos da Terra de Blumenau.

21/11/2016

ARTIGO DA SEMANA ! ATENÇÃO PAPAIS !!

Mordidas... Uma fase passageira.

A criança em desenvolvimento passa por várias fases e morder é uma delas. É uma forma de se expressar e para felicidade dos pais e professores, ela passa! Mordidas dadas pelas crianças pequenas, com até 2 ou 3 anos de idade, são uma forma de comunicação e de expressar os sentimentos. Nesta idade a criança ainda não domina a linguagem, então a forma que ela tem para se comunicar e interagir com os outros é pelos meios físicos, como morder, bater ou empurrar.
Fase oral: A fase oral, descrita por Freud, é uma fase do desenvolvimento que vai até os dois anos de idade onde as necessidades, percepções e modo de expressão da criança estão concentrados na boca. Este é um dos mais primitivos estágios do desenvolvimento infantil, quando a criança ainda é egocêntrica e acredita que o mundo funciona por sua causa. Dessa forma, tudo o que deseja deve ser prontamente atendido e quando isso não acontece ela morde.
As crianças menores de 3 anos ainda não se comunicam com fluência e a linguagem do corpo acaba sendo mais ef**az. Nessa fase em que ainda não têm o domínio da fala, as manifestações corporais são usadas para demonstrar descontentamento e alegria. O que a criança deseja ao morder um amigo na escola, não é agredi-lo, mas sim obter de forma rápida o que deseja. A criança acaba reagindo com a parte do corpo que tem mais coordenação, que é a boca, região que usa intensamente desde o nascimento. Com o tempo, a criança aprende outras formas de comunicação e deixa as mordidas de lado.
O papel dos pais/ professor: Os pais ou professores devem mostrar à criança que há outros meios de expressar-se ou de conseguir o que se quer. Pode-se dizer: você quer o brinquedo? Então vamos pedir o brinquedo.
É importante conter esse comportamento sempre, impedindo que ele morda, pontuando para a criança que isso machuca, calmamente, mas com firmeza. O papel do adulto é transformar a atitude corporal em uma atitude mediada pela linguagem. Esse é um grande objetivo da educação, tanto na escola quanto em casa.

Meu filho foi mordido e agora?
A mordida é sempre uma situação difícil para os pais de ambas as crianças. Os pais da criança mordedora sentem-se envergonhados e os pais da criança mordida f**am chateados pelo machucado do filho. Devemos mediar às relações entre as crianças e seus familiares para minimizar os sentimentos negativos e na escola, devem-se criar situações para estabelecer limites, mostrando a importância do respeito e de tratar bem o amigo que ficou triste por ter sido machucado.

Luana Viola da Cruz
Fonoaudióloga
CRFa 3.10316
Contato: (47) 99659-7308
[email protected]

Photos from Centro Pedagógico Brincando e Aprendendo - CPBA's post 18/11/2016

ACONTECERÁ NESTA NOITE O PRIMEIRO ACAMPAMENTO DO CENTRO PEDAGÓGICO BRINCANDO E APRENDENDO.

Obs: MAMÃES!
Trazer o que foi pedido para essa noite,quando vierem pegar as crianças no final da tarde,para organizarmos tudo antes!
Vai ser demais.. .

Photos 07/11/2016

Bom dia. Que a nossa semana seja cheia DE COISAS BOAS!!

04/11/2016

Assunto da vez: Gagueira!!

Seu filho tropica para falar uma palavra? Os pais, com o objetivo de ajudar a criança a falar, geralmente falam as seguintes frases: Pare e respire, fale devagar etc... Sabia que essa "ajuda" pode piorar o caso? Crianças de até quatro anos podem "gaguejar" sem que isso seja uma alteração que preocupe.
Essas recomendações dos pais podem acabar pressionando a criança, podendo deixar ainda mais aflita, motivo que dificultará ainda mais o caso.
Quando a criança está no processo de desenvolvimento da fala e linguagem pode acontecer a disfluência fisiológica, isto é, a gagueira que é natural desse período. Acontece normalmente por volta dos três ou quatro anos e pode durar até seis meses, desaparecendo naturalmente. O nervosismo e a ansiedade são fatores que podem aumentar a disfluência.
E o que os pais devem fazer?
Nós pais somos os modelos para nossos filhos, por isso fale devagar, demonstre interesse pelo que a criança conta e se necessário fique na mesma altura, para ter uma troca de olhar. Estas atitudes encorajam a criança a dialogar mais.
Fique ligado!!!! Se você perceber que essa disfluência não desaparece com o passar do tempo, é muito importante que você procure um fonoaudiólogo para intervenção.

Luana Viola da Cruz
Fonoaudióloga
47- 9659-7308
CRFa 3-10316

Photos 03/11/2016

Aulas de Inglês inclusas na mensalidade!!
Nosso teacher Léo é demais.

Agende uma visita: 3349-8802

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