Colégio Municipal Professora Didi Andrade

Colégio Municipal Professora Didi Andrade Colégio Municipal Professora Didi Andrade. Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental. Mais de 20 anos de histórias e ensinanças!

Em atendimento ao Preceito Constitucional e à Lei Orgânica do Município de Itabira/MG, o de universalizar a educação fundamental e erradicar o analfabetismo, este também um anseio da comunidade itabirana, a Câmara Municipal de Itabira aprovou e o prefeito sancionou a Lei nº 22.085, de 21 de maio de 1992, que cria o Colégio Municipal Professora Didi Andrade, de 1º grau em Itabira. Pelo Parecer CEE

nº 820, de 19 de novembro de 1993, f**a autorizado o funcionamento do Colégio Municipal Professora Didi Andrade - Ensino Fundamental II, conforme Portaria nº 004/94 - MG. 13/01/94 - Pag.11, Coluna 04. Nos termos do Art. 31 da resolução CEE nº 306 de 29/12/1983.

06/07/2021
27/05/2021
13/09/2015

Lição de casa, uniforme e 'livro x tablet': o que funciona melhor? Saiba o que estudos e estatísticas revelam sobre o assunto.

02/09/2015

A proposta de ampliação do tempo diário de permanência das crianças na escola merece análises de diferentes naturezas. Tanto aspectos relacionados à viabilidade econômica e administrativa quanto ao tipo de utilização pedagógica das horas adicionais são de grande importância. Neste artigo, vamos trat…

05/01/2015

Segundo estudo, a mídia cria uma imagem pejorativa do docente e alimenta o mito da “eterna desqualif**ação”

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28/09/2014

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Play and learn. 1500 words, 12 languages, 5 games.

21/09/2014

Crianças protegidas e inseguras — Contardo Calligaris. Folha SP 18/09/14

Durante a minha infância, quanto tempo eu passava sem a supervisão de um adulto?

Grosso modo, dos sete aos 12 anos, eu ia para escola sozinho, de “tramway”. Pegava o bondinho a três quadras de casa, e a escola era a segunda parada: digamos que o conjunto levasse meia hora.

A volta da escola era a pé, com os amigos, brincando e conversando. Não levava menos de uma hora; eu chegava sempre atrasado para o almoço, mas isso era tolerado. Nos dias em que a escola se estendia até a tarde, a volta era mais longa: parávamos para brincar nas quadras de escombros dos bombardeios de 1943.

Eram lugares proibidos e perigosos; havia bombas não explodidas (é o que diziam), estruturas periclitantes e ratos, muitos ratos. Duvido que meus pais não soubessem: afinal, a cidade não tinha recuperado seus parquinhos e gramados —no lugar desses, havia os escombros. Nestes dias, então, a volta durava duas horas.

Uma vez em casa, eu me instalava à minha mesa de trabalho e estudava, direto, até o jantar. Claro, havia adultos no apartamento, mas, até o fim do dia, ninguém sequer entrava no meu quarto, nunca —ninguém, por exemplo, tentava saber o que eu estava lendo. Só na hora do jantar, minha mãe aparecia para verif**ar (por cima) se eu tinha terminado meus deveres. Eu f**ava portanto sem adultos entre quatro e seis horas, a cada tarde.

No sábado, a partir dos oito anos, eu saía depois do almoço e voltava à noite —ia para o cineclube da escola, onde f**ava por duas sessões seguidas.

Conclusão, eu f**ava sem supervisão adulta sete horas por dia: uma média baixa, pois a maioria dos meus colegas dispunha do domingo (que eu passava obrigatoriamente com meus pais).

Claro, a diferença cultural entre Europa e Brasil se reflete na maneira de criar os filhos: na Europa, de qualquer criança, espera-se que, na medida do possível e antes de mais nada, ela “se vire”. Mas, além dessa diferença cultural, os tempos mudaram.

Num artigo na revista “The Atlantic” de abril, Hanna Rosin lembra que, nos EUA, em 1971, 80% das crianças de oito anos iam para escola sozinhos. Em 1990, só 9% pareciam ser considerados capazes dessa “ousadia”. Não temos os números de hoje, mas, se a tendência tiver continuado, não deve haver mais ninguém ou quase.

Agora, olhe ao seu redor e faça a conta: seus filhos, enteados, sobrinhos, quanto tempo eles passam efetivamente sem a supervisão de um adulto? Na classe média, entre motoristas, babás, professores particulares, repetidores, terapeutas, ortodontistas e bedéis onipresentes nos recreios, será que esse tempo existe?

A resposta tradicional a essa observação é que o mundo se tornou mais perigoso: haveria mais adultos mal intencionados, mais riscos —é preciso proteger as crianças. Pois é, Rosin lembra que, neste tempo, a taxa de acidentes sofridos por crianças não mudou.

Ou seja, o aumento do tempo de supervisão adulta e as novas regras de segurança (formais ou caseiras —nos equipamentos dos parquinhos, nas escolas, em casa etc.) certamente salvaram algumas vidas, mas não alteraram a estatística.

O que aumentou neste período, segundo Rosin, não foi a segurança, mas as fobias das crianças, que f**aram com medo dos comportamentos que lhes foram proibidos. Ou seja, as crianças não podem mais subir numa árvore; o número de acidentes em que uma criança cai de uma árvore não muda, mas aumenta o número de crianças que tem medo de alturas.

Não encorajo ninguém a, de repente, autorizar suas crianças a circular sozinhas e se aventurar por penhascos. Provavelmente, elas não saberiam o que fazer com essa liberdade inesperada.

Mas vale a pena se perguntar: se o mundo não é mais perigoso do que já foi, o que aconteceu? Por que nos tornamos supervisores compulsivos de nossas crianças?

Pois bem, o mundo não é mais hostil do que já foi, mas nossa confiança nele diminuiu, e talvez compensemos nossa falta de confiança protegendo nossas crianças da hostilidade que nós enxergamos no mundo.

Nota: como era previsível, proteger excessivamente nossas crianças as torna mais desconfiadas —não mais seguras. Se quiséssemos que nossas crianças fossem confiantes, seria preciso que elas fossem mais autônomas.

Regra sobre a qual valeria a pena voltar: a autonomia produz confiança, a proteção, ao contrário, produz insegurança.

A Unesp Aberta é um ambiente de aprendizagem on-line e gratuito que oferece a oportunidade de formação e aperfeiçoamento...
06/05/2014

A Unesp Aberta é um ambiente de aprendizagem on-line e gratuito que oferece a oportunidade de formação e aperfeiçoamento em diversas áreas do conhecimento para pessoas com acesso a Internet no Brasil e no mundo. É uma iniciativa da Reitoria da Unesp (no âmbito das Pró-Reitorias de Graduação, Pós-Graduação e Extensão), juntamente com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD/Unesp), que passa a disponibilizar gratuitamente os recursos pedagógicos digitais desenvolvidos para os cursos da Universidade. São cursos livres, sem assessoria pedagógica (tutoria), avaliação e certif**ação.

http://www.unesp.br/unespaberta

A Unesp Aberta é um ambiente de aprendizagem on-line e gratuito que oferece a oportunidade de formação e aperfeiçoamento em diversas áreas do conhecimento para pessoas com acesso a Internet no Brasil e no mundo. É uma iniciativa da Reitoria da Unesp (no âmbito das Pró-Reitorias de Graduação, Pós-Gra…

A quem quiser encarar o bicho de sete cabeças dos repasses federais à educaçãohttp://www.sul21.com.br/jornal/o-bicho-de-...
27/04/2014

A quem quiser encarar o bicho de sete cabeças dos repasses federais à educação

http://www.sul21.com.br/jornal/o-bicho-de-sete-cabecas-dos-repasses-federais-a-educacao/

Da Agência Pública Em janeiro, a Pública fez uma reportagem baseada em dados incompletos sobre repasses federais à educação nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Foi um erro. Entre outras coisas, nosso infográfico comparava os valores dos financiamentos a estádios aos repasses federais em educaçã…

... e Visita ao Memorial Carlos Drummond de Andrade.
20/03/2014

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