26/05/2024
Pessoal!
Aos poucos as empresas já começam a enxergar que precisam sair do discurso raso sobre a Reforma Tributária do Consumo, e mergulhar na operação, no "chão de Fábrica", criar o seu check-list de análise da Reforma com o negócio, e responder as perguntas que o investidor, que o head, que o sócio quer ou precisa saber. Talvez ele ainda não saiba que existe uma informação que pode ou deve mudar todo o seu planejamento de investimentos.
A Reforma Tributária do Consumo mudou a forma como a empresa olha, enxerga, analisa e aprova o seu fornecedor, não importando a posição que ele ocupe, meio ou fim de cadeia, afinal; nem todas as empresas estão preocupadas com o Regime Tributário, com a nota de Conformidade, sem falar nas mudanças regionais que devem acontecer. Além disso, as empresas serão aquinhoadas com novos créditos, mas, para que isso seja possível, é necessário revisar os cadastros de materiais, em especial os intermediários, que hoje, em muitas empresas sofrem de "complexo de personalidade", porque estão classificados como materiais de uso e/ou consumo. E, o que falar do setor elétrico e telecom? Você faria um investimento pesado em ativo imobilizado às portas de 2033, sabendo que após a virada, o crédito será autorizado, sic, em 60 dias, enquanto hoje, isto não é uma realidade? ou Replanejaria este processo, com cuidado, porque, esta estratégia afeta a tarifação dos serviços?
E, olhe que nem citei o fato da apuração passar usar o cnpj 8 posições? Isto não é impacto? Se a sua empresa tem poucas filiais, você tem razão....agora, eu conheço empresas com 2.000, 3.540 e 5.000 filiais...., salvo se você for surfar na onda da pré-apuração do fisco, sem conferir o número apresentado por eles. ah!...e ainda tem a questão da MD-e Manifestação do Destinatário, mas, isto é outro capítulo. abs
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