18/08/2026
Polo Cetep Indaiatuba
Curso de Formação em Psicanálise e Terapia Familiar.
18/08/2026
26/06/2026
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O CETEP – Polo Indaiatuba está com uma nova turma de Psicanálise Clínica.
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03/06/2026
Há sofrimentos que não pedem respostas rápidas. Pedem cuidado.
Mas o que significa cuidar?
Para Luiz Cláudio Figueiredo, cuidar não é apenas acolher. Também não é apenas interpretar.
É sustentar sem sufocar.
Reconhecer sem capturar.
Convocar sem violentar.
E permanecer presente para que algo da experiência possa ganhar forma, continuidade e sentido.
Na clínica, assim como na vida, não nos constituímos sozinhos. Precisamos de encontros capazes de nos conter quando estamos dispersos, de nos reconhecer quando nos perdemos de nós mesmos e de nos ajudar a transformar o excesso de sofrimento em algo que possa ser pensado, sonhado e vivido.
Nesta noite, percorreremos alguns dos conceitos mais fecundos da psicanálise contemporânea a partir do artigo A Metapsicologia do Cuidado, refletindo sobre as funções do cuidado na constituição do sujeito e no trabalho clínico.
"Fazer sentido equivale a constituir para o sujeito uma experiência integrada."
— Luiz Cláudio Figueiredo
📚 Caminhos da Psicanálise Contemporânea
A Metapsicologia do Cuidado
📅 03 de junho | ⏰ 19h00
03/06/2026
❤️ No mês dos namorados, uma pergunta para refletir:
O amor romântico é mito ou realidade?
Quantas das nossas expectativas sobre o amor foram construídas por filmes, músicas e histórias românticas?
O CETEP Indaiatuba e Sorocaba convidam você para um seminário online com o Sexólogo e Psicanalista Bruno Raupp, que irá discutir como essas narrativas influenciam nossos relacionamentos sob uma perspectiva psicanalítica.
📅 10/06
🕗 20h às 21h30
💻 Online
✨ Investimento: R$ 27,00
Incluso:
✔️ Gravação do encontro
✔️ Material complementar
✔️ Declaração de participação
📲 Inscrições pelo Whatsapp (link na Bio)
(19) 98930-2542
⚠️ Após a inscrição, você receberá um formulário para sugerir músicas e filmes de romance que poderão ser selecionados para discussão durante o seminário.
Garanta sua participação!
28/05/2026
Em 1932, Albert Einstein recorreu a Sigmund Freud em busca de uma resposta para conter a violência humana. O físico acreditava que o avanço da razão, da educação e das instituições poderia impedir as guerras. A resposta de Freud, porém, foi menos otimista e muito mais inquietante.
Como destaca a pesquisadora Dalva de Andrade Monteiro, Freud afirma que a violência humana não pode ser explicada apenas pela política, economia ou disputas de poder. Para a psicanálise, existe um conflito interno presente em todo ser humano entre Eros, a Pulsão de Vida, e Tanatos, a Pulsão de Morte.
Para Freud, a pulsão é uma força psíquica inconsciente que movimenta o sujeito por dentro. Ela busca satisfação e pode aparecer tanto em gestos de amor, criação e vínculo quanto em comportamentos agressivos, destrutivos e repetitivos. Por isso, muitas vezes o ser humano continua repetindo atitudes que produzem sofrimento, mesmo sabendo das consequências.
Enquanto Eros nos aproxima do amor, da construção e da preservação da vida, Tanatos aparece na agressividade, no desejo de destruição e na compulsão à repetição daquilo que machuca o outro — e muitas vezes o próprio sujeito.
As leis e a civilização ajudam a organizar a sociedade e limitar a violência, mas não conseguem eliminar completamente a agressividade humana. É por isso que, mesmo após tantos avanços científicos e sociais, a humanidade continua produzindo guerras, discursos de ódio e polarizações.
A psicanálise permanece atual justamente porque não oferece soluções rápidas ou frases motivacionais. Ela convida o sujeito a reconhecer aquilo que também existe dentro de si: seus conflitos, contradições e formas inconscientes de sofrimento.
CETEP Indaiatuba | Centro de Estudos Teóricos e Práticos em Psicanálise
28/05/2026
Em 1932, Albert Einstein recorreu a Sigmund Freud em busca de uma resposta para conter a violência humana. O físico acreditava que o avanço da razão, da educação e das instituições poderia impedir as guerras. A resposta de Freud, porém, foi menos otimista e muito mais inquietante.
Freud afirma que a violência humana não pode ser explicada apenas pela política, economia ou disputas de poder. Para a psicanálise, existe um conflito interno presente em todo ser humano entre Eros, a Pulsão de Vida, e Tanatos, a Pulsão de Morte.
Para Freud, a pulsão é uma força psíquica inconsciente que movimenta o sujeito por dentro. Ela busca satisfação e pode aparecer tanto em gestos de amor, criação e vínculo quanto em comportamentos agressivos, destrutivos e repetitivos. Por isso, muitas vezes o ser humano continua repetindo atitudes que produzem sofrimento, mesmo sabendo das consequências.
Enquanto Eros nos aproxima do amor, da construção e da preservação da vida, Tanatos aparece na agressividade, no desejo de destruição e na compulsão à repetição daquilo que machuca o outro — e muitas vezes o próprio sujeito.
As leis e a civilização ajudam a organizar a sociedade e limitar a violência, mas não conseguem eliminar completamente a agressividade humana. É por isso que, mesmo após tantos avanços científicos e sociais, a humanidade continua produzindo guerras, discursos de ódio e polarizações.
A psicanálise permanece atual justamente porque não oferece soluções rápidas ou frases motivacionais. Ela convida o sujeito a reconhecer aquilo que também existe dentro de si: seus conflitos, contradições e formas inconscientes de sofrimento.
CETEP Indaiatuba | Centro de Estudos Teóricos e Práticos em Psicanálise.
26/05/2026
05/05/2026
A verdade é que ninguém se enxerga sozinho.
A gente só começa a existir quando alguém olha para a gente.
Antes de qualquer espelho de vidro, o que nos funda é o rosto de quem nos cuidou. É naquele olhar que o bebê busca uma resposta para a pergunta que ele ainda nem sabe fazer: "Eu existo? Eu sou amado?". Quando esse olhar é generoso, a gente ganha contorno, ganha corpo, ganha um lugar.
Mas e quando esse espelho falha?
Quando o olhar é frio, instável ou só enxerga o que quer, o reflexo vira um buraco. A vida adulta passa a ser essa busca exaustiva e silenciosa por aprovação. Você não vive, você performa. Tenta, de novo e de novo, ser visto por qualquer um, só para sentir que não sumiu.
Vivemos tempos de muita exposição e pouco reconhecimento. Muita imagem, mas quase nenhum encontro que sustente a alma.
No fim das contas, a questão não é o que você vê quando se olha.
É: que olhar foi esse que te convenceu de que você é só isso que está vendo?
—
Caminhos da psicanálise contemporânea
🗓 06 de maio | 19h
📍 Indaiatuba – SP
Nem todo reflexo mostra quem você é.
Alguns são apenas a cicatriz do jeito que te olharam.
19/04/2026
A partir das reflexões de Contardo Calligaris, é possível reconhecer que o sofrimento nem sempre se apresenta como dor evidente. Em muitos casos, ele se manifesta como perda de interesse pela vida. Ao tentar evitar o que dói, reduz-se também a capacidade de se afetar — e, com isso, enfraquece-se o laço com o mundo, com os outros e com o próprio desejo.
A psicanálise não propõe uma vida sem sofrimento, mas uma vida que possa ser vivida com implicação. O risco maior não é sofrer, mas deixar de se interessar. Sustentar o interesse pela vida é sustentar o próprio laço com o viver.
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