Ordem Franciscana Anglicana

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"A Assunção de Maria: esperança que se faz serviço"Celebrar a Assunção de Maria de Nazaré é contemplar, com os olhos da ...
16/08/2026

"A Assunção de Maria: esperança que se faz serviço"

Celebrar a Assunção de Maria de Nazaré é contemplar, com os olhos da fé, a promessa de Deus de que a vida, o amor e a dignidade humana têm a última palavra sobre a morte. Maria, a humilde serva do Senhor, é elevada à plenitude da vida não como privilégio distante, mas como sinal da vocação de toda a humanidade à comunhão com Deus.

No ethos anglicano, Maria é reconhecida como mulher de fé, discípula e mãe do Salvador, cuja vida nos conduz ao centro do Evangelho: Cristo. Sua grandeza não está em afastá-la do povo, mas em aproximá-la ainda mais do mistério da encarnação, da esperança e do serviço.

No carisma franciscano, contemplamos em Maria a mulher da simplicidade, da humildade e do *sim* generoso. Ela nos ensina que a verdadeira grandeza nasce quando colocamos nossa vida a serviço do Reino, dos pobres, dos pequenos, dos excluídos e de toda a criação.

A Assunção, portanto, não nos convida a fugir do mundo, mas a transformá-lo. Maria, plenamente vivificada por Deus, aponta para uma humanidade reconciliada, para uma criação cuidada com ternura e para uma Igreja servidora, fraterna, inclusiva e comprometida com a justiça e a paz.

Que Maria de Nazaré nos ensine a dizer “sim” à vida, à esperança e ao Evangelho. E que, seguindo seus passos, sejamos peregrinos da fraternidade, instrumentos da paz e testemunhas de que Deus continua a elevar os humildes e a fazer novas todas as coisas.

+ Frei Leão de Jesus

"Onde Deus está, a esperança sempre vence o mal."Amados irmãos e irmãs, a Palavra de Deus deste 16º Domingo do Tempo Com...
19/07/2026

"Onde Deus está, a esperança sempre vence o mal."

Amados irmãos e irmãs, a Palavra de Deus deste 16º Domingo do Tempo Comum (ou 8º Domingo após Pentecostes) convida-nos a contemplar um dos maiores mistérios da vida cristã: a convivência entre o bem e o mal enquanto aguardamos a plenitude do Reino de Deus.

Em Gênesis, Jacó, cansado e fugitivo, deita-se sobre uma pedra e sonha com uma escada que liga a terra ao céu. Ao despertar, exclama: "Na verdade, o Senhor está neste lugar, e eu não sabia." Deus revela que sua presença não está limitada aos templos ou aos momentos de glória; Ele também se manifesta nas noites escuras da existência, quando tudo parece perdido. A espiritualidade anglicana sempre recorda que a graça de Deus santifica o cotidiano. Como ensinava Lancelot Andrewes, Deus fala por meio das Escrituras, dos sacramentos, da oração e da vida da Igreja, fazendo do mundo um lugar onde o céu toca a terra.

O Salmo 139 reforça essa certeza: não existe lugar onde possamos fugir da presença divina. Deus conhece nossos passos, nossas lágrimas e nossas esperanças. Essa verdade nos consola, mas também nos responsabiliza: viver na presença de Deus exige integridade, humildade e misericórdia.

São Paulo, na Carta aos Romanos, afirma que toda a criação geme aguardando sua libertação. Não apenas os seres humanos, mas toda a criação sofre e espera pela redenção. Aqui encontramos um profundo ponto de encontro entre o ethos anglicano e o carisma franciscano. O anglicanismo reconhece a responsabilidade da Igreja em cooperar com Deus na renovação da sociedade. O franciscanismo contempla toda criatura como irmã, dom precioso do Criador. Cuidar da justiça, da paz e da criação não é um projeto político; é uma consequência do Evangelho.

O Evangelho apresenta a parábola do joio e do trigo. Os servos desejam arrancar imediatamente o joio, mas o Senhor responde: "Deixai crescer um e outro até a colheita."

Vivemos numa cultura marcada pelo julgamento rápido. Queremos separar imediatamente os bons dos maus, os dignos dos indignos. Entretanto, Cristo ensina a paciência divina. Deus conhece aquilo que nós desconhecemos. Quantas vezes o joio que enxergamos no outro revela apenas nossa incapacidade de compreender sua história? Quantas vezes Deus transforma corações que nós já havíamos condenado?

O Arcebispo anglicano William Temple afirmava que a Igreja existe para aqueles que ainda estão fora dela. Essa afirmação nos recorda que nossa missão não é eliminar pessoas, mas anunciar o Reino; não é condenar, mas reconciliar; não é destruir, mas cultivar a esperança.

Da mesma forma, o Arcebispo anglicano Desmond Tutu, cuja vida testemunhou a reconciliação em meio às feridas do apartheid, ensinava que não há futuro sem perdão. O trigo cresce não porque o joio desapareceu, mas porque Deus continua derramando sua graça sobre a terra.

São Francisco de Assis compreendeu isso profundamente. Ele não combatia pessoas; combatia o orgulho, a violência e a indiferença. Via em cada criatura a possibilidade de refletir a bondade do Criador. O verdadeiro discípulo de Cristo não mede forças para vencer os outros, mas oferece a própria vida para que o amor de Deus floresça onde parecia existir apenas esterilidade.

Que aprendamos, portanto, a reconhecer Deus nas pedras do caminho, como Jacó; a confiar em sua presença constante, como canta o salmista; a esperar com perseverança, como ensina São Paulo; e a cultivar o trigo do Reino com paciência, como nos ordena Cristo.

Que nossas comunidades sejam campos onde floresçam a justiça, a misericórdia, a acolhida e a esperança. Afinal, o Reino de Deus cresce silenciosamente, muitas vezes sem que percebamos, até o dia em que Cristo reunirá sua colheita.

Bênção

O Senhor vos abençoe e vos guarde.
Cristo, o verdadeiro Semeador, fortaleça vossa fé, faça crescer em vós o trigo da esperança e preserve vosso coração da tentação de julgar antes do tempo.

O Espírito Santo vos conceda paciência para amar, coragem para servir, sabedoria para discernir e alegria para testemunhar o Evangelho em toda a criação.

E a bênção de Deus Todo-Poderoso, ✠ Pai, Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça convosco hoje e para sempre.
Amém.

Frei Leão de Jesus
Reverendo Luciano Campelo
Padre eleito Bispo da IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA Igreja Católica Apostólica Anglicana

"A Palavra que floresce em terra boa"*Frei Leão de Jesus*Amados irmãos e irmãs, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai,...
12/07/2026

"A Palavra que floresce em terra boa"
*Frei Leão de Jesus*

Amados irmãos e irmãs, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo.

A liturgia deste 15º Domingo do Tempo Comum nos conduz ao coração da missão cristã: "Deus continua semeando." Ele não desiste da humanidade, ainda que encontre pedras, espinhos e caminhos endurecidos. A semente da Palavra é lançada com abundância, porque o amor de Deus nunca é econômico; é generoso, extravagante e universal.

O profeta Isaías nos recorda que a Palavra do Senhor é como a chuva que fecunda a terra. Ela nunca retorna vazia, mas produz frutos de justiça e esperança. Em tempos marcados pela desesperança, pelas guerras, pela violência, pela intolerância religiosa, pela destruição ambiental e pela desigualdade social, esta promessa permanece viva: "Deus continua agindo na história."

O Evangelho nos apresenta a conhecida Parábola do Semeador. A questão principal não é a qualidade da semente, pois ela é perfeita. A pergunta é: "como está o nosso coração?"

Há corações endurecidos pela indiferença. Há corações rasos, seduzidos pela superficialidade das redes sociais, pelo consumismo e pela busca incessante de sucesso individual. Há corações sufocados pelos espinhos da ganância, do medo e da idolatria do dinheiro. Mas também existem corações férteis, que acolhem a Palavra e produzem frutos de solidariedade, misericórdia e paz.

Como anglicanos, afirmamos que a Palavra de Deus deve ser lida à luz da tradição da Igreja, iluminada pela razão e vivida no compromisso concreto com o Reino de Deus. Não basta ouvir o Evangelho; é preciso permitir que ele transforme nossa maneira de viver, de fazer política, de administrar a economia, de cuidar da criação e de tratar o próximo.

São Francisco de Assis compreendeu profundamente esta verdade. Ele não apenas ouviu a Palavra: deixou-se transformar por ela. Ao abraçar os pobres, reconciliar-se com a criação e viver uma vida simples, tornou-se terra boa onde Deus fez germinar frutos abundantes.

O carisma franciscano nos ensina que a verdadeira riqueza não está na acumulação, mas na comunhão. Num mundo onde milhões passam fome enquanto poucos concentram riquezas inimagináveis, o Evangelho denuncia toda estrutura que transforma pessoas em mercadorias e a criação em objeto de exploração.

O Brasil conhece bem essa realidade. Ainda convivemos com comunidades sem saneamento básico, famílias privadas de moradia digna, povos indígenas ameaçados, trabalhadores explorados e jovens sem oportunidades. A Palavra de Deus não nos permite permanecer indiferentes diante dessas feridas.

Da mesma forma, contemplamos com preocupação os conflitos armados que continuam devastando nações inteiras, obrigando milhões de pessoas a abandonar suas casas. A guerra nunca é caminho de Deus. Onde há violência, Cristo continua semeando reconciliação. Onde há ódio, Ele continua lançando sementes de perdão.

São Paulo afirma que toda a criação geme em dores de parto, aguardando a manifestação dos filhos e filhas de Deus. A crise climática, os incêndios florestais, a contaminação das águas e a perda da biodiversidade são sinais desse gemido da criação. Cuidar da Casa Comum não é uma pauta ideológica; é uma exigência do Evangelho. Quem ama o Criador também protege a obra de suas mãos.

Por isso, cada comunidade cristã é chamada a tornar-se um campo fértil: lugar onde os pobres sejam acolhidos, os excluídos encontrem dignidade, as diferenças sejam respeitadas e a justiça floresça. Nossa missão não consiste apenas em esperar o céu, mas em antecipar seus sinais aqui e agora, vivendo como instrumentos da paz de Cristo.

Perguntemo-nos, então: que tipo de solo somos? Permitiremos que os preconceitos endureçam nosso coração? Deixaremos que as preocupações do mundo sufoquem a esperança? Ou abriremos espaço para que a Palavra produza frutos de amor, justiça e fraternidade?

Que o Espírito Santo prepare nosso coração para receber a semente do Reino e faça de nossa vida um testemunho vivo do Evangelho.

Oremos.

Senhor Jesus Cristo, divino Semeador, lança novamente tua Palavra em nossos corações. Remove de nós as pedras da dureza, os espinhos do egoísmo e a superficialidade que impede teu Reino de crescer. Faz-nos terra fértil para produzir frutos de justiça, misericórdia e paz. Dá-nos coragem para servir aos pobres, proteger tua criação e anunciar teu Evangelho com alegria. Amém.

Bênção Final

Que o Deus de toda bondade faça chover sobre vós sua graça, fortaleça vossa fé, confirme vossa esperança e multiplique em vós os frutos do amor.

E a bênção de Deus Todo-Poderoso, Pai, Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça convosco hoje e para sempre.

Amém.

Exortação Final

Ide em paz para serdes boa terra onde o Evangelho floresça. Semeai reconciliação onde houver divisão; justiça onde houver opressão; esperança onde houver desalento; e paz onde houver violência. Que cada gesto vosso anuncie que o Reino de Deus já começou entre nós.

Ide em paz para amar e servir ao Senhor. Amém.

As leituras deste 14º Domingo do Tempo Comum (Ano A) nos convidam a despojamento radical. O profeta Zacarias (Zc 9,9-10)...
05/07/2026

As leituras deste 14º Domingo do Tempo Comum (Ano A) nos convidam a despojamento radical. O profeta Zacarias (Zc 9,9-10) anuncia um Rei que “justo e salvador, mas humilde, m***a num jumentinho”. Não vem em carros de guerra, mas na fragilidade de um a**o. Não vem para dominar, mas para “desarmar os arcos” – imagem de uma paz que nasce da renúncia ao poder.

É neste Rei que Jesus se revela no Evangelho de Mateus (Mt 11,25-30). Ele ergue uma ação de graças ao Pai por ter escondido estas coisas “dos sábios e entendidos” e as ter revelado “aos pequeninos”. Esta é a chave franciscana do texto: Deus prefere os simples, os “pobres do Senhor”. São Francisco de Assis viveu esta verdade ao abraçar a pobreza não como ideologia, mas como condição para receber a graça.

Jesus então pronuncia o convite mais terno de todo o Novo Testamento: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mt 11,28-30).

Do ponto de vista anglicano, este jugo é a "via média" da disciplina amorosa. A tradição anglicana valoriza a razão, a tradição e a Escritura, mas jamais como instrumentos de orgulho. O “jugo suave” é o compromisso com a fé que se vive em comunidade, com alegria e moderação, sem rigidez farisaica. O descanso prometido não é a ausência de luta, mas a paz de saber que o fardo é carregado com Cristo.

Do carisma franciscano, ecoa a "Irmã Pobreza". O jugo de Cristo é leve porque é o jugo do amor que não acumula, não controla, não se impõe. Francisco entendeu que o verdadeiro poder está em ser servo, em ser “pequeno”. A nossa grandeza não está em saber muito, mas em amar muito.

São Paulo (Rm 8,9.11-13) nos lembra que “se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”. A “carne” aqui é todo impulso de poder, autossuficiência e dominação. O Espírito, ao contrário, é a vida que nos faz imitar a mansidão de Cristo.

Irmãs e irmãos, Deus nos chama a abandonar a ilusão do controle. O jugo suave nos liberta do peso de ter que ser “sábios” ou “fortes” pelos nossos próprios méritos. Somos convidados a subir no jumento do Reino: desarmados, despojados, confiando que o Rei humilde nos guia para pastos de descanso. Que nossa vida seja um eco do Salmo 144, proclamando a cada dia a bondade de um Deus que se revela aos pequeninos e oferece descanso aos cansados. Amém.

+ Frei Leão de Jesus
Sacerdote eleito Bispo da Igreja Católica Apostólica Anglicana
Ministro Geral da Ordem Franciscana Anglicana

Hoje a Igreja celebra dois gigantes da fé: São Pedro e São Paulo. Homens de histórias, temperamentos e caminhos diferent...
28/06/2026

Hoje a Igreja celebra dois gigantes da fé: São Pedro e São Paulo. Homens de histórias, temperamentos e caminhos diferentes, mas unidos pelo mesmo chamado de Cristo e pela mesma entrega ao anúncio do Reino de Deus.

Pedro, o pescador da Galileia, reconhece Jesus como "o Cristo, o Filho do Deus vivo". Sua profissão de fé torna-se o fundamento visível da comunidade cristã, lembrando-nos que a Igreja permanece firme quando está alicerçada em Cristo. Paulo, o antigo perseguidor transformado em missionário, testemunha que ninguém está distante da graça de Deus. Sua vida revela que o Evangelho rompe barreiras, alcança todas as culturas e convida todas as pessoas à comunhão com o Senhor.

A libertação milagrosa de Pedro narrada nos Atos dos Apóstolos e o testemunho sereno de Paulo, que afirma ter combatido o bom combate e guardado a fé, recordam-nos que Deus nunca abandona aqueles que permanecem fiéis à sua vocação. As dificuldades existem, mas a esperança sempre triunfa quando confiamos na providência divina.

Como anglicanos, professamos a fé da Igreja una, santa, católica e apostólica, permanecendo fiéis às Sagradas Escrituras, à Tradição e à missão recebida dos Apóstolos. Inspirados pelo testemunho de Pedro e Paulo, somos enviados a anunciar o Evangelho com coragem, diálogo, acolhimento e compromisso com a justiça.

À luz do carisma franciscano, aprendemos que a verdadeira autoridade nasce do serviço humilde. Evangelizar é caminhar ao lado dos pobres, promover a paz, cuidar da criação e reconhecer em cada pessoa a imagem do Criador. Assim, seguimos anunciando Cristo com simplicidade, alegria e amor.

💙 Ajude-nos a continuar esta missão! Sua contribuição fortalece nossos projetos missionários, sociais e de evangelização, permitindo que o amor de Deus alcance cada vez mais pessoas.

Chave PIX (CNPJ): 66.599.639/0001-43

Que São Pedro e São Paulo intercedam por nós. Que o Espírito Santo fortaleça nossa fé e renove nosso compromisso com o Evangelho.

Que o Senhor vos abençoe e vos guarde. Que faça resplandecer sobre vós a sua face, vos conceda a sua graça, fortaleça vossa esperança e vos conduza pelos caminhos da paz. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Neste 11º Domingo do Tempo Comum (14/06/2026), Frei Leão de Jesus (Reverendo Padre Luciano Campelo, reflete conosco.As l...
15/06/2026

Neste 11º Domingo do Tempo Comum (14/06/2026), Frei Leão de Jesus (Reverendo Padre Luciano Campelo, reflete conosco.

As leituras deste domingo nos recordam que Deus não escolhe seu povo para privilégios, mas para a missão. No Sinai, o Senhor chama Israel a ser uma nação santa e um reino de sacerdotes. No Evangelho, Jesus contempla a multidão cansada e abatida e, movido de profunda compaixão, envia os discípulos para anunciar o Reino, curar os enfermos e levar esperança aos que sofrem.

A espiritualidade franciscana nos ensina que a missão nasce do olhar misericordioso. São Francisco de Assis não viu apenas pessoas; viu irmãos e irmãs amados por Deus. Da mesma forma, Cristo nos convida a enxergar além das aparências e reconhecer a dignidade sagrada presente em cada ser humano, especialmente nos pobres, esquecidos e feridos pela vida.

O ethos anglicano nos recorda que a Igreja é chamada a viver o Evangelho de forma encarnada, unindo oração, serviço e testemunho público da fé. Não somos discípulos apenas dentro dos templos, mas também nas ruas, nas famílias, nos ambientes de trabalho e em todos os lugares onde a justiça, a paz e a reconciliação precisam florescer.

São Paulo nos lembra que Cristo nos amou quando ainda éramos frágeis e pecadores. A iniciativa da salvação é sempre de Deus. Não servimos porque somos perfeitos; servimos porque fomos alcançados pela graça.

Neste domingo, Jesus continua a dizer: “A messe é grande”. O mundo necessita de pessoas que anunciem o amor com palavras sinceras e gestos concretos. Necessita de cristãos que construam pontes em vez de muros, que promovam a paz em vez da divisão e que cuidem da criação como um dom do Criador.

Que o Senhor nos conceda um coração compassivo, semelhante ao de Cristo, para que sejamos instrumentos de sua paz. E que, à maneira de São Francisco, possamos proclamar com a própria vida que o Reino de Deus já está entre nós.

Paz e Bem!

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07/06/2026

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05/06/2026

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