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VINHO DE AÇAÍ Com propriedades sensoriais e físico-químicas de vinho tinto de uva, a bebida apresentou aceitação sensori...
15/08/2023

VINHO DE AÇAÍ

Com propriedades sensoriais e físico-químicas de vinho tinto de uva, a bebida apresentou aceitação sensorial de 74%, passando o nível exigido para ser lançado no mercado.
Além disso, o fermentado possui aroma de fruta e adstringência típica de vinhos tintos secos. A faixa de acidez do fermentado de açaí é a mesma dos vinhos feitos com as uvas Touriga Nacional, Tempranillo e Petit Verdot. Na composição mineral, a bebida apresentou semelhança com fermentados de uvas Chardonnay.

Fonte: Embrapa

https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/82051916/fermentado-de-acai-tem-propriedades-similares-as-do-vinho-tinto?fbclid=IwAR1tYNM1maE09dU9CLd6nCS5me-1uPj5dS9x60BB_-NY6Qv6XNZm-LA7M58

Análise da Embrapa com bebida do Amapá concluiu que o produto está apto a ser comercializado

PITANGA (Eugenia uniflora)Fruta nativa da Mata Atlântica apresenta boa adaptabilidade a diferentes tipos de solo e clima...
08/08/2023

PITANGA (Eugenia uniflora)

Fruta nativa da Mata Atlântica apresenta boa adaptabilidade a diferentes tipos de solo e clima, sendo considerada uma opção para o produtor que deseja diversificar sua produção.

Fonte: Embrapa

Saiba mais em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/43254011/pitanga-e-uma-opcao-para-o-produtor-que-deseja-diversificar-a-sua-renda

A fruteira, que pode ser cultivada em todo o país, produz frutos apreciados in natura e na composição de diversos produtos

PALMITO PUPUNHA (Bactris gasipaes)A planta de origem amazônica ganha cada vez mais espaço nas terras dos litorais de São...
24/03/2023

PALMITO PUPUNHA (Bactris gasipaes)

A planta de origem amazônica ganha cada vez mais espaço nas terras dos litorais de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A cultura se adaptou bem ao clima quente e úmido do litoral e tem se mostrado um bom negócio para as pequenas propriedades, além de ser uma alternativa a extração do palmito de Juçara, espécie ameaçada de extinção.
A pupunha tem a vantagem de entouceirar e rebrotar após a colheita, não necessitando o replantio. Além disso, o palmito não oxida após o corte e é mais saboroso.
A cultura é uma boa opção para sistemas agroflorestais e agroecológicos por produzir bastante matéria orgânica, responder bem a adubação verde e ter poucos problemas com pragas e doenças.

Fonte: Embrapa

Uma agricultura sustentável, com geração de renda e conservação ambiental, que contribui para o alcance de três dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela ONU: ODS 1, erradicação da pobreza; ODS 2, fome zero e agricultura sustentável e ODS 15, proteger, recuperar e ...

JABUTICABA  (Plinia cauliflora)A jabuticabeira é uma árvore frutífera brasileira da família das mirtáceas, nativa da Mat...
16/03/2023

JABUTICABA (Plinia cauliflora)

A jabuticabeira é uma árvore frutífera brasileira da família das mirtáceas, nativa da Mata Atlântica. Seu fruto possui elevado valor nutritivo, sendo uma fonte considerável de fibras alimentares e minerais, além de ter diferentes compostos fenólicos que lhe conferem uma elevada capacidade antioxidante.

Sua produção tem crescido e, além da pequena escala, começa a haver produção em escala industrial, tanto para o consumo in natura quanto para a elaboração de diferentes produtos processados.

Um estudo da Embrapa para aproveitamento integral da jabuticaba, incluindo polpa, casca e caroço, resultou em produtos de interesse para as indústrias de alimentos, fármacos e cosméticos.

Destacam-se produtos alimentícios inéditos no mercado brasileiro, como mistura para shake proteico, leite fermentado, mix de cereais e fruta laminada.

O trabalho aproveita todas as partes da fruta, incluindo a casca, que contém substâncias benéficas à saúde humana.

Foram desenvolvidos também insumos e processos agroindustriais, como um preparado inédito de polpa de jabuticaba, extrato da casca da fruta e o processo de extração.

Estudos comprovam que o consumo regular da farinha da casca de jabuticaba contribui para o melhor funcionamento do intestino.

Fonte: Embrapa

Shake proteico, mix de cereais, fruta laminada e leite fermentado podem contribuir para mercados para essa espécie nativa do Brasil

MELIPONICULTURA - ABELHAS SEM FERRÃOMeliponicultura é a atividade de criação de Meliponíneos, popularmente conhecidas co...
23/02/2023

MELIPONICULTURA - ABELHAS SEM FERRÃO

Meliponicultura é a atividade de criação de Meliponíneos, popularmente conhecidas como Abelhas Sem Ferrão (ASFs). O Brasil conta com aproximadamente 250 espécies de abelhas pertencentes à tribo Meliponini.

A meliponicultura proporciona a produção de pólen, resinas, própolis e méis de relevância gastronômica e medicinal únicas. A produção e multiplicação de colmeias para conservação das espécies, polinização de culturas e venda de enxames (pet) também gera bons rendimentos ao meliponicultor.

As abelhas nativas cumprem serviços ambientais muito importantes na polinização dos ecossistemas naturais e agrícolas, melhorando a qualidade e maximizando a produção (frutas, grãos, etc). Sem a colaboração dessas abelhas, muitas plantas deixam de produzir frutos e sementes, podendo inclusive chegar à extinção.

A meliponicultura é uma atividade milenar, praticada pelos povos indígenas da América Latina, principalmente em países como Brasil e México, onde já utilizavam o mel das ASF como alimento e medicina.

Hoje em dia, os meliponários podem ser instalados tanto em áreas urbanas quanto em áreas rurais, e representam um papel fundamental dentro de cultivos agroecológicos e sistemas agroflorestais.

COMO COMEÇAR NA MELIPONICULTURA

A meliponicultura é uma atividade muito prazerosa e gratificante, porém seu êxito exige estudo e dedicação. Assim, indicamos o curso da Embrapa de "Meliponicultura" (online e gratuito) para iniciar ou aprofundar seus estudos nesse doce universo das ASFs. Link do curso abaixo.
https://www.embrapa.br/e-campo/meliponicultura

Fonte: CriarAbelhas, Embrapa.

BAMBUPlanta rústica e de rápido crescimento, suporta sucessivos cortes, sem replantio, e sem necessidade de agroquímicos...
21/02/2023

BAMBU

Planta rústica e de rápido crescimento, suporta sucessivos cortes, sem replantio, e sem necessidade de agroquímicos. Em geral, o bambu tem um cultivo simples e sem segredos.
Com 1001 utilidades e um mercado em expansão, o bambu se destaca como matéria-prima sustentável para construção civil, celulose, movelaria, artesanato e culinária.

As especies mais cultivadas são:
- BAMBU IMPERIAL "BAMBUSA VULGARIS" (artesanato, laminado, papel)
- BAMBU TAQUARA "BAMBUSA TULDOIDES" (móveis, artesanatos, cercas)
- BAMBU GIGANTE "DENDROCALAMUS GIGANTEUS" (construção, laminado, papel, alimento)
- BAMBU GIGANTE ÁSPERO "DENDROCALAMUS AESPER" (construção, laminado, papel, alimento)
- BAMBU GUADUA "GUADUA AUGUSTIFOLIA" (construção, móveis, artesanato)
- BAMBU MOSSÔ "PHYLLOSTACHYS PUBESCENS" (construção, móveis, alimento)

São plantas prodigiosas que, em várias regiões do mundo, crescem espontaneamente. O Brasil dispõe de mais de 250 espécies nativas, clima favorável e grande extensão de áreas degradadas inaptas para outros cultivos, mas adequadas ao plantio de diversas variedades de bambu de valor comercial. Porém, mesmo com todas as vantagens e benefícios, ainda engatinhamos em relação a pesquisas, cultivo, utilização e mercado de bambus.

Fonte: Embrapa

Com técnicas adequadas, o vegetal rebrota com facilidade e pode produzir por muito tempo

Consórcio MILPAHá aproximadamente 5 mil anos milho, abóboras e feijões são cultivados juntos pelos povos nativos latino-...
16/02/2023

Consórcio MILPA

Há aproximadamente 5 mil anos milho, abóboras e feijões são cultivados juntos pelos povos nativos latino-americanos. Plantadas no mesmo espaço, o milho fornece a haste para os feijões escalarem; os feijões fornecem o nitrogênio ao solo para nutrir o milho; a abóbora impede a competição da vegetação não desejada e protege as raízes rasas do milho.
Baseados no "círculo da vida," ou na idéia que todas as coisas vivas interagem para a sobrevivência, muitos povos latino-americanos nativos incluem referências às "Três Irmãs" em histórias de sua cultura, considerando as três espécies como presentes sagrados.
Nutricionalmente milho, feijão e abóbora se complementam: o milho fornece carboidratos, o feijão a proteína e a abóbora vitaminas e carotenóides.

Fonte: Embrapa

Saiba mais sobre este consórcio em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/organicos/fichas-agroecologicas/arquivos-producao-vegetal/9-consorcio-de-milho-feijao-e-abobora-ou-moranga-milpa.pdf?fbclid=IwAR0JPz_Be4_yxY17k41HpzOuoRPUJnORbKzmzX4_vyHRS4m4rZ8OW-O1KR0

https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/37364/1/panfleto-milpa.pdf?fbclid=IwAR3GDQh-5cJg2ivURzHyNE6cfYTR2B753ctJPXXFGqDhwbMHbF6Yp7NEKcc

PANCs - PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAISPANCs em outras palavras, quer dizer “todas as plantas que poderíamos cons...
13/02/2023

PANCs - PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS

PANCs em outras palavras, quer dizer “todas as plantas que poderíamos consumir, mas não consumimos”.

Muitas plantas estão esquecidas e já não são mais vistas como alimento. Voltar a consumi-las é uma forma de evitar que desapareçam do nosso cotidiano, ajudando a valorizar as culturas alimentares nas quais essas plantas estão presentes. Contribui ainda para aprendermos com os agricultores e todos aqueles que trazem essa sabedoria da roça e de antigamente, como muitos de nossos pais e avós que as utilizavam, embora esse conhecimento esteja se perdendo.

As PANC, quando cultivadas pelos agricultores, ajudam a aproveitar áreas antes improdutivas; por possuírem exigências sazonais distintas, trazem uma oferta maior de alimentos ao longo do ano. Ao optar por espécies mais resistentes, essa oferta é menos afetada por excesso de chuvas ou por ondas de calor ou frio.

Variar o cardápio significa, antes de tudo, provar coisas novas e se surpreender com os sabores deliciosos que estavam se perdendo. Utilizar as plantas não convencionais amplia nosso repertório de gustação e ajuda a criar receitas novas.

Uma alimentação diversa e variada traz todos os nutrientes que nosso organismo precisa, e as PANC são um ótimo caminho para uma alimentação adequada, saudável e responsável.

Para o ambiente, produzir uma PANC significa reconhecer espécies nativas cujo uso está desaparecendo e valorizar a nossa biodiversidade, porque muitas delas ainda são subutilizadas como alimento. Muitas plantas não convencionais, por sua resistência e produção variada, garantem um alimento saudável, disponível o ano todo e sem grande custo.

Como consumir as PANCs?

Cada planta é um ingrediente com sua peculiaridade e forma de consumo. Em geral, classificamos as plantas de três maneiras de preparo:
• Plantas que são consumidas in natura, na forma de suco ou salada. Consumo similar ao do mamão, do alface e do pepino.
• Plantas que podem ser consumidas tanto in natura quanto processadas, mas ficam mais agradáveis e saborosas quando cozidas ou refogadas. Mesma forma de preparo da couve, da abobrinha e da escarola.
• Plantas que precisam obrigatoriamente passar por cozimento. Essa exigência é similar à da mandioca, do espinafre e da batata-doce, que devem ser consumidas cozidas.

Conheça mais sobre as PANCs no "Guia Prático de PANC" do Instituto Kairos:https://institutokairos.net/wp-content/uploads/2017/08/Cartilha-Guia-Pr%C3%A1tico-de-PANC-Plantas-Alimenticias-Nao-Convencionais.pdf

Fonte: Instituto Kairos

EXÓTICAS INVASORASPor definição, espécie exótica é aquela que está fora de sua área de distribuição original, geralmente...
09/02/2023

EXÓTICAS INVASORAS

Por definição, espécie exótica é aquela que está fora de sua área de distribuição original, geralmente após sua introdução no ambiente pelo Homem. Essa espécie pode se tornar invasora quando sua introdução, reprodução e dispersão se tornam uma ameaça à diversidade biológica nativa. Portanto, nem toda espécie exótica é invasora.

A invasão biológica ameaça a sobrevivência de espécies nativas e o funcionamento dos ambientes naturais. Além disso, esses riscos podem afetar até mesmo a saúde e o bem estar das pessoas, uma vez que:

• Afetam serviços ambientais;
• Podem prejudicar a economia;
• Comprometem o patrimônio natural e genético.

No Brasil, já foram identificadas pelo menos 365 espécies exóticas potencialmente invasoras segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Entre elas, 46% são plantas e 54% são animais.

Devemos agir para combater espécies invasoras, e isso geralmente requer um grande investimento de recursos. A falta de ações pode significar a extinção de espécies nativas, desequilíbrio nos ambientes naturais e até repercussões negativas para a economia.

Saiba mais em:https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/biodiversidade/especies-exoticas-invasoras/arquivos/2020/2020-10-29-Folder_Especies_Exoticas_Invasoras.pdf

Fonte: genomaflorestal, Ibama, TG

ADUBOS VERDESAdubos verdes são plantas utilizadas para melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo. O u...
06/02/2023

ADUBOS VERDES

Adubos verdes são plantas utilizadas para melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo. O uso regular de adubação verde geram benefícios, como:

• Aumentar matéria orgânica e atividade biológica no solo;
• Reciclar e fixar nutrientes no solo: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, entre outros;
• Descompactar e oxigenar o solo;
• Proteger contra erosão;
• Isolante térmico;
• Melhorar a infiltração da água e conservar a umidade;
• Controle biológico de pragas e doenças;
• Herbicida natural;

Saiba mais sobre Adubos Verdes em: https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/123456789/3718/1/cartilha-adubacao-verde-compostagem.pdf?fbclid=IwAR3oDlBheGnoi1cNbXtUous_1Jvgu3MVijwykYEr8TK2g3j2Xrxwk0a2fTY

Fonte: Incaper, Embrapa

Plantas Adaptadas a SOLOS ÚMIDOSOs solos úmidos ou áreas alagadiças possuem características delicadas, como baixo nível ...
03/02/2023

Plantas Adaptadas a SOLOS ÚMIDOS

Os solos úmidos ou áreas alagadiças possuem características delicadas, como baixo nível de oxigênio, devido ao encharcamento, portanto não é qualquer planta que irá sobreviver nessas condições.

Algumas espécies ocorrem apenas em solos moderadamente úmidos, como beira de rios, alagadas somente durante enchentes. Outras, conseguem vegetar sob condições mais úmidas, como os terrenos de várzeas periodicamente inundadas. Todas essas plantas crescem regularmente em terrenos normais.

Áreas de Preservação Permanente (APP) como beira de rios e nascentes devem ser compostas de matas ciliares, uma vegetação com função de preservar os recursos hídricos, solos e a biodiversidade.

Abaixo, seguem algumas plantas adaptadas a solos úmidos:

Fonte: Ibflorestas Ibf, Embrapa

̧ara

02 de Fevereiro - Dia Mundial das Zonas Úmidas e Dia de Yemanjá (Odoyá!)O Dia Mundial das Zonas Úmidas é uma data para c...
02/02/2023

02 de Fevereiro - Dia Mundial das Zonas Úmidas e Dia de Yemanjá (Odoyá!)

O Dia Mundial das Zonas Úmidas é uma data para chamar atenção sobre a importância de promover a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos naturais nesses ecossistemas vitais para os seres humanos, para outros ecossistemas e para o nosso clima, pois fornecem diversos serviços como o controle de inundações, a purificação da água, absorção de CO2, alimentação e renda.

Em São Paulo, o Lagamar Iguape-Cananéia-Ilha Comprida é uma área úmida (Ramsar e Reserva da Biosfera da UNESCO) considerada o maior berçário marinho do Atlântico Sul. Possui manguezais, estuários, rios, canais lagunares, planícies costeiras, cachoeiras e ilhas marinhas e costeiras, matas de restinga, dunas e o mais extenso e conservado trecho de Mata Atlântica do país; lar de espécies ameaçadas como onças, mico-leão-da-cara-preta, papagaio-de-cara-roxa e boto-cinza.

Porém, este mosaico de grande diversidade natural e notável beleza cênica vem enfrentando problemas com a especulação imobiliária, poluição, desmatamento e pesca ilegal. Mas o grande vilão do Lagamar de Iguape é o chamado .

A abertura do Canal do Valo Grande remonta ao século XIX, em 1827. O objetivo era encurtar a navegação do continente pelo Rio Ribeira de Iguape até o porto no Mar Pequeno e, assim, facilitar o escoamento de produtos agrícolas. A abertura da passagem, no entanto, alterou a dinâmica natural do complexo estuarino-lagunar, condenando manguezais, pesca, moradias, porto e consequentemente o turismo, com reflexos desastrosos para a questão socio-economica regional.

A solução apontada por especialistas seria a contrução de uma barragem que controle o fluxo de água, reestabeleça o ecossistema do lagamar e evite enchentes Ribeira acima. Cabe ao poder público colocar em prática..

Mais que oferendas, para proteger as Zonas Úmidas precisamos de pesquisas, conservação e educação ambiental - a Rainha das Águas agradece.

Fonte: Ramsar, SIMA, Mar Sem Fim, Jornal Tribuna.

Endereço

RodoVia Prefeito Casemiro Teixeira, Km 44
Iguape, SP
11920-000

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