Professor Maluco Beleza Anderson Bueno

Professor Maluco Beleza Anderson Bueno Esta página é o diário de bordo do "Instituto Maluco de Ensino", nela os interessados poderão s

Lindeza!!!!
24/02/2022

Lindeza!!!!

24/08/2021

O Dia Nacional de Zumbi e da , celebrado anualmente em 20 de novembro, poderá se tornar feriado nacional. O PLS 472/2017 foi aprovado pela Comissão de Educação e deve ser enviado para a Câmara dos Deputados se não houver pedido de votação em Plenário https://bit.ly/3Dhg48e

21/08/2021
Bom dia, a "Carta de Pero Vaz de Caminha" é o documento que registra o nascimento de nosso país. Nós do Instituto Maluco...
22/04/2021

Bom dia, a "Carta de Pero Vaz de Caminha" é o documento que registra o nascimento de nosso país. Nós do Instituto Maluco de Ensino, compilamos o texto (de domínio público) do original da biblioteca do senado e compartilhamos com vocês, caso queiram usar em suas aulas de História ou apenas compartilhar como curiosidade com colegas historiadores ou estudantes em geral.

Clique no link e baixe o pdf com o documento: https://drive.google.com/file/d/1O7AF_oRaoRxxQfy1Vrcg-3JFlfViriAp/view?usp=sharing

21 DE ABRIL... ...A INVENÇÃO DO BRASIL“Joaquim José da Silva Xavier, o nosso Tiradentes, herói nacional a partir da data...
21/04/2021

21 DE ABRIL... ...
A INVENÇÃO DO BRASIL
“Joaquim José da Silva Xavier, o nosso Tiradentes, herói nacional a partir da data da proclamação da República era considerado um vilão até 15 de Novembro de 1889. Tiradentes foi apenas um bode expiatório de uma revolução que estava mais preocupada com o quinto do ouro das Minas Gerais que era enviado à Portugal. Tiradentes nasceu na Vila de São Jose Del Rei (atual cidade mineira de Tiradentes) em 1746, porém foi criado na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto). Tiradentes era alferes, na hierarquia militar antiga, a patente de oficial abaixo de tenente. Participaram da tentativa de derrubar o governo português, por exemplo, dois coronéis, Domingos de Abreu Vieira e Francisco Antônio de Oliveira Lopes, e dois poetas famosos até hoje, Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.
A clássica imagem de Tiradentes (de barba e cabelo comprido) é fictícia. Ele nunca possuiu cabelos compridos, nem barba. Seja em sua época de militar (posto em que os membros do exército devem moderar sua quantidade de pelugem pelo rosto), seja em seu período na prisão (os pelos eram cortados a fim de evitar piolhos), ou mesmo no momento de sua execução (todos os condenados à forca deveriam ter a cabeça e a barba raspadas). A lembrança de Tiradentes e de seu movimento se tornaram importantes, a ponto de receberem interesse nacional, a partir da Proclamação da República (15/11/1889). Nesse momento, os novos governantes (Marechal Deodoro e Marechal Floriano) necessitavam criar um novo país, com novos valores, novas idéias e, especialmente, uma nova história e novos heróis, dos quais todas as pessoas deveriam se orgulhar e se submeter. A imagem cabeluda se construiu, para se assemelhar a figura do condenado à de Jesus Cristo, aumentando seu tom de mártir, vítima e herói bondoso. Para fazer com que as pessoas tivessem o seguinte pensamento: "da mesma forma que Cristo morreu pela humanidade, Tiradentes morreu para salvar o Brasil" E todos se orgulhariam do sujeito, da terra que ele supostamente defendeu, e procurariam espelhar-se em seu caráter heróico.” historiador Clério José Borges de Sabt Anna.
“Novos estudos históricos apresentam uma inconfidência mineira diferente daquela que nos narram os livros didáticos.
Embora a historiografia oficial considere a inconfidência mineira (1789) como uma grande luta para a libertação do Brasil, o historiador inglês Kenneth Maxwell, autor de "A devassa da devassa" (Rio de Janeiro, Terra e Paz, 2ª ed. 1978.) que esteve recentemente no Brasil, diz que "a conspiração dos mineiros era, basicamente, um movimento de oligarquias, no interesse da oligarquia, sendo o nome do povo invocado apenas como justificativa", e que objetivava, não a independência do Brasil, mas a de Minas Gerais.
Esses novos estudos apresentam um Tiradentes bem mudado: sem barba, sem liderança e sem glória. Segundo Maxwell, Joaquim José da Silva Xavier não foi senão o "bode expiatório" da conspiração. (op.cit., p. 222) "Na verdade, o alferes provavelmente nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos mais amplos do movimento." (p.216) O que é natural acreditar. Como um simples alferes (o equivalente a tenente, hoje) lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores?
A Folha de S. Paulo publicou um artigo (21-04-98) no qual se comentam os estudos do historiador carioca Marcos Antônio Correa. Correa defende que Tiradentes não morreu enforcado em 21 de abril de 1792. Ele começou a suspeitar disso quando viu uma lista de presença da Assembléia Nacional francesa de 1793, onde constava a assinatura de um tal Joaquim José da Silva Xavier, cujo estudo grafotécnico permitiu concluir que se tratava da assinatura de Tiradentes. Segundo Correa, um ladrão condenado morreu no lugar de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida pela maçonaria. Testemunhas da morte de Tiradentes se diziam surpresas, porque o executado aparentava ter menos de 45 anos. Sustenta Correa que Tiradentes teria sido salvo pelo poeta Cruz e Silva (maçom, amigo dos inconfidentes e um dos juízes da Devassa) e embarcado incógnito para Lisboa em agosto de 1792.
Isso confirma o que havia dito Martim Francisco (irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva): que não fora Tiradentes quem morrera enforcado, mas outra pessoa, e que, após o esquartejamento do cadáver, desapareceram com a cabeça, para que não se pudesse identificar o corpo.
"Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria pelo Brasil". Como só tinha uma, talvez Tiradentes tenha preferido ficar com ela.

Bom dia, entrevista especial com o Rabino Marco e o pastor Mayck, além do professor Anderson falando da celebração pagã ...
02/04/2021

Bom dia, entrevista especial com o Rabino Marco e o pastor Mayck, além do professor Anderson falando da celebração pagã da "Passagem" as origens da celebração pascal em nossa cultura:

Abertura da aula especial de Páscoa.Vamos conhecer a cultura Judaica com a entrevista com os líderes da Sinagoga Beit Shalom de Franca.

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