19/04/2016
Confesso: Apesar de sempre gostar de lutas – pratiquei capoeira e Karate por alguns anos – eu tinha um certo preconceito com o Kung fu. Achava que era violento demais, rápido demais e difícil demais para mim. Na real, não era bem preconceito. Era medo mesmo. Mas em um momento de inspiração, resolvi parar de ser cagão, resolvi me matricular na Escola Ryu gi e ver qual que era da modalidade. Foi paixão a primeira vista.
Descobri na prática que o Kung Fu não só é uma atividade física que queima uma porrada de calorias, como também ensina disciplina, respeito e superação.
Muita gente acha que vai chegar em um treino de Kung Fu, tirar o tênis, camiseta e sair na mão. Não vai. Quanto mais séria a academia e o treinador com que você treina, mas sério e menos violento será o seu treino. Ninguém vai te colocar para fazer sparring (um exercício de simulação de luta) ou para lutar se você não estiver pronto e – acima de tudo – disposto para isso. Só vira lutador profissional quem quer. Logo, vale a penar dizer que o treino de Kung Fui não é sobre machucar o outro, mas sim sobre aperfeiçoar uma técnica. O que por consequência vai te fazer entrar em forma e colaborar um tanto para fazer com que você se sinta melhor consigo mesmo.
Como qualquer outra atividade física, é normal você sentir incômodo em alguns músculos após o primeiro treino. Mas com o tempo passa. Quanto mais você treina, se dedica e descansa corretamente, o seu corpo vai se tornando mais forte. O mesmo vale para o sparring e acredito que para lutadores profissionais também. Na hora ou no dia depois, pode até doer, mas é só continuar treinando que seu corpo se torna mais forte. É a fraqueza indo embora de você. O mesmo princípio vale para a vida.
e hoje sou Professor Faixa preta 1ª Grau, onde tenho varios títulos entre eles, campeão cearense, campeão interestadual, bi campeão norte nordeste, campeão nacional, campeão interno, e hoje tenho minha escola onde dou aulas a quase 4 anos na Escola Fong Sai Yuk, onde ja formei varios campeões.
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