16/12/2025
A comissão organizadora agradece a todos que estiveram conosco, presencialmente na Unifesp ou online.
As conferências e as comunicações estão disponíveis no canal oficial do CENBRA no YouTube.
👉 https://www.youtube.com/watch?v=pYYjkdxUZUM
Atenciosamente,
Comissão Organizadora.
12/12/2025
O CENBRA - Centro de Estudos Nietzsche: Recepção no Brasil convida a todos a participar do evento "A Recepção da Filosofia de Nietzsche: nas artes, na ciência e na cultura popular brasileira", presencial e online (transmissão pelo canal do CENBRA no Youtube: (www.youtube.com/-nietzsche).
25/11/2025
O CENBRA - Centro de Estudos Nietzsche: Recepção no Brasil está organizando o evento "A Recepção da Filosofia de Nietzsche: nas artes, na ciência e na cultura popular brasileira". Evento presencial e online (transmissão pelo canal do CENBRA no Youtube: (www.youtube.com/-nietzsche). Haverá emissão de certificado para ouvintes. Inscrições no link: https://forms.gle/NC8uptvtzqT8biYM6
10/05/2024
Recepção e antropofagia: Nietzsche na Escola de Recife
Este trabalho tem o objetivo de examinar a primeira recepção de Nietzsche no Brasil, a partir das leituras que alguns intelectuais da Faculdade de Direito de Pernambuco fizeram de seus textos. A Escola de Recife surge de um movimento intelectual dentro da faculdade pernambucana que, entre seus objetivos, busca construir uma identidade cultural nacional que se distancie do predomínio europeu. Se apropriando dos escritos de uma forma que chamaremos de antropofagia e modernismo avant la lettre. Em meio a esse movimento, encontramos a menção mais antiga ao filósofo alemão num texto de Tobias Barreto, de 1876. Juntamente com o escrito do professor brasileiro, há um grupo de estudiosos germanistas que, além de terem trazido obras alemãs para a faculdade, acreditaram que elas poderiam fornecer as bases para aperfeiçoar a cultura brasileira. Essa pesquisa se desenvolve em cinco capítulos: no primeiro trataremos da metodologia antropofágica que será usada para analisar como os textos foram digeridos e transformados pelos membros que buscavam romper com a relação luso-franco brasileira das outras faculdades; no segundo, analisaremos mais detalhadamente o pensamento de Tobias Barreto; no terceiro, nos dedicaremos à relação de Barreto com Sílvio Romero; no quarto, a influência exercida sobre o professor anarquista José Oiticica; por fim, veremos como Nietzsche influenciou os alunos vindouros, destacando o poeta e escritor Gilberto Amado.
Tese de Tiago Lemes Pantuzzi [UNIFESP]
https://repositorio.unifesp.br/11600/68746
09/05/2024
A recepção do pensamento de Nietzsche na obra literária de Dalcídio Jurandir
Defende-se a tese de que, nos escritos literários de Dalcídio Jurandir, há um diagnóstico da Amazônia moderna, no qual é possível identificar um elemento de interseção com a crítica de Nietzsche à Europa da modernidade. Tal elemento, identificado nesta pesquisa pelo estudo da recepção, é o niilismo. Para tanto, logo de início, busca-se compreender esta recepção como um processo de ressignificação estética e “antropofágica” da filosofia nietzschiana nas narrativas romanescas do escritor amazônico. E, utilizando este tipo de recepção como um pressuposto metodológico, a pesquisa analisa as obras escritas, investigando, num primeiro momento, o niilismo tanto na Europa quanto no Brasil. Perscruta, na sequência a manifestação dos signos deste fenômeno na ficção romanesca de Jurandir e também seus sintomas nas personagens literárias, Eutanázio, Missunga e Alfredo, protagonistas dos três romances em análise, Chove nos Campos de Cachoeira, Marajó e Belém do Grão Pará. Investiga, por fim, como Jurandir visa a encontrar meios para ultrapassar o niilismo, identificando nas metáforas e nas personagens populares desses romances analisados, uma ressignificação daquele niilismo nietzschiano com tendência à transvaloração.
Tese de Oclecio Lacerda das Chagas
https://repositorio.unifesp.br/11600/67541
03/04/2024
A recepção de Nietzsche é um capítulo relevante da formação cultural brasileira. Revelando o impacto da sua filosofia entre o final do século XIX e o início do XX, este livro reúne as primeiras traduções de textos de Nietzsche e os primeiros artigos e poemas dedicados a ele, publicados na imprensa nacional. Reúne materiais que colocaram em circulação não somente ideias filosóficas novas no país, mas também vocabulário filosófico novo na língua portuguesa brasileira. Está dividido em duas partes, a primeira se concentra nas traduções de trechos dos escritos de Nietzsche, mostrando como expressões e conceitos de sua filosofia foram incorporados e transformados no português brasileiro.
A segunda parte oferece uma perspectiva histórica panorâmica, recuperando artigos e poemas que discutem a filosofia de Nietzsche, refletindo sobre como as suas ideias foram recebidas, aproveitadas e, em alguns casos, rejeitadas no contexto cultural brasileiro. Assim, este livro não apenas ilumina aspectos da recepção de Nietzsche no Brasil entre 1892 e 1945, mas também evidencia a evolução do pensamento filosófico no país, revelando como algumas compreensões de suas obras continuam a ressoar, enquanto outras foram esquecidas. É uma leitura essencial para quem se interessa pelo influxo do pensador alemão na formação cultural do Brasil contemporâneo.
https://www.editoracrv.com.br/produtos/detalhes/38526-nietzsche-no-brasil-1892-1945-brtraducoes-de-textos-do-filosofo-alemao-artigos-e-poemas-a-seu-respeito-publicados-na-imprensa
07/12/2023
Tendo como recorte preciso certa produção da intelligentsia brasileira, Nietzsche no Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País, de Geraldo Dias, analisa de forma precisa a recepção da filosofia nietzschiana nesse período, de 1922 a 1945, trazendo à luz um aspecto para o qual poucos pesquisadores atentam. Na literatura, modernistas como Mário de Andrade e Manuel Bandeira, bem estudados no livro, e no registro ensaístico-sociológico, sobretudo Paulo Prado, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, teriam recorrido ao pensamento de Nietzsche, em maior ou menor escala, nas suas produções. Eis a originalidade e a pertinência desse trabalho de recepção filosófica.
Conhecedor do pensamento de Nietzsche, Geraldo Dias não deixa de afirmar, mais de uma vez, que Nietzsche do Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País não é sobre o pensamento do filósofo alemão, não é um trabalho em História da Filosofia; é, isto sim, um trabalho de recepção. Nessa seara, sistematizando todo um período, ele abre de forma consistente uma via inédita de pesquisa, que certamente não apenas mudará o olhar dos especialistas da filosofia nietzschiana, mas também, ao iluminar a procedência de certas ideias, contribuirá para o adensamento dos estudos culturais e sociais num país que, pela sua condição periférica, custa a se firmar (Prefácio de Ivo da Silva Júnior).
SOBRE AUTOR
Geraldo Dias é doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo, com estágio pela Université Paris I Panthéon-Sorbonne. Publicou diversos dossiês e artigos sobre a filosofia de Nietzsche e a respeito de sua recepção no Brasil.
12/07/2023
Tendo como recorte preciso certa produção da intelligentsia brasileira, Nietzsche no Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País, de Geraldo Dias, analisa de forma precisa a recepção da filosofia nietzschiana nesse período, de 1922 a 1945, trazendo à luz um aspecto para o qual poucos pesquisadores atentam. Na literatura, modernistas como Mário de Andrade e Manuel Bandeira, bem estudados no livro, e no registro ensaístico-sociológico, sobretudo Paulo Prado, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, teriam recorrido ao pensamento de Nietzsche, em maior ou menor escala, nas suas produções. Eis a originalidade e a pertinência desse trabalho de recepção filosófica.
Conhecedor do pensamento de Nietzsche, Geraldo Dias não deixa de afirmar, mais de uma vez, que Nietzsche do Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País não é sobre o pensamento do filósofo alemão, não é um trabalho em História da Filosofia; é, isto sim, um trabalho de recepção. Nessa seara, sistematizando todo um período, ele abre de forma consistente uma via inédita de pesquisa, que certamente não apenas mudará o olhar dos especialistas da filosofia nietzschiana, mas também, ao iluminar a procedência de certas ideias, contribuirá para o adensamento dos estudos culturais e sociais num país que, pela sua condição periférica, custa a se firmar (Prefácio de Ivo da Silva Júnior).
SOBRE AUTOR
Geraldo Dias é doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo, com estágio pela Université Paris I Panthéon-Sorbonne. Publicou diversos dossiês e artigos sobre a filosofia de Nietzsche e a respeito de sua recepção no Brasil.
Disponível para comprar com desconto em
https://www.amazon.com.br/Nietzsche-Brasil-1922-1945-Modernismo-Int%C3%A9rpretes/dp/6556321699/ref=mp_s_a_1_1?crid=10MKGDXTWER61&keywords=Nietzsche+no+Brasil&qid=1689159374&s=books&sprefix=nietzsche+no+brasil+%2Caps%2C228&sr=1-1
02/07/2023
Está disponível no canal Gap Filosófico a live de lançamento do livro "Nietzsche no Brasil (1922-1945): modernistas e intérpretes do país". Quero agradecer a Alberto Kelevra e a José Gabriel R Freitas pela iniciativa da live!
Acesso no link abaixo:
https://www.youtube.com/live/lC0E-mHPgfw?feature=share
30/06/2023
No dia 1° de julho de 2023 às 19h20 acontece a live de lançamento do livro "Nietzsche no Brasil (1922-1945): modernistas e intérpretes do país",
no canal Gap Filosófico, com José Gabriel R Freitas https://www.youtube.com/live/lC0E-mHPgfw?feature=share
06/06/2023
Tendo como recorte preciso certa produção da intelligentsia brasileira, Nietzsche no Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País, de Geraldo Dias, analisa de forma precisa a recepção da filosofia nietzschiana nesse período, de 1922 a 1945, trazendo à luz um aspecto para o qual poucos pesquisadores atentam. Na literatura, modernistas como Mário de Andrade e Manuel Bandeira, bem estudados no livro, e no registro ensaístico-sociológico, sobretudo Paulo Prado, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, teriam recorrido ao pensamento de Nietzsche, em maior ou menor escala, nas suas produções. Eis a originalidade e a pertinência desse trabalho de recepção filosófica.
Conhecedor do pensamento de Nietzsche, Geraldo Dias não deixa de afirmar, mais de uma vez, que Nietzsche do Brasil (1922-1945): Modernistas e Intérpretes do País não é sobre o pensamento do filósofo alemão, não é um trabalho em História da Filosofia; é, isto sim, um trabalho de recepção. Nessa seara, sistematizando todo um período, ele abre de forma consistente uma via inédita de pesquisa, que certamente não apenas mudará o olhar dos especialistas da filosofia nietzschiana, mas também, ao iluminar a procedência de certas ideias, contribuirá para o adensamento dos estudos culturais e sociais num país que, pela sua condição periférica, custa a se firmar (Prefácio de Ivo da Silva Júnior).
SOBRE AUTOR
Geraldo Dias é doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo, com estágio pela Université Paris I Panthéon-Sorbonne. Publicou diversos dossiês e artigos sobre a filosofia de Nietzsche e a respeito de sua recepção no Brasil.
No link para mais detalhes: https://www.livrariaunifesp.com.br/nietzsche-no-brasil-1922-1945