Mamãe que Fez

Mamãe que Fez Para mamães e professoras que querem ajudar no desenvolvimento de seus filhos e alunos, mas tem pou

12/09/2021
09/09/2021
04/09/2021
11/04/2021

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Uma importante pesquisa, realizada em 2017, diz que o autismo em meninas pode ser manifestado de forma distinta em relação aos meninos. 📚

Como assim? Vou te explicar com mais detalhes! 📝

Um estudo feito nos Estados Unidos pelo Children’s National Health System – NHS – mostra alguns detalhes que evidenciam essa diferença acerca das características observadas, veja só:
🔹 As meninas se comunicam melhor com seus interlocutores;
🔹 As pacientes estabelecem uma interação social mais eficiente;
🔹 As garotas apresentam menos prejuízo intelectual;
🔹 O autismo em meninas prejudica a realização de tarefas básicas do cotidiano (vestir-se, escovar os dentes, etc.).

Você sabia disso? 😊

10/04/2021
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=275394047403944&id=109710737305610
10/04/2021

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=275394047403944&id=109710737305610

Iniciamos o primeiro relato da série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA" com a história do Otávio. 💙

"Sempre desejei ser mãe e após 5 anos de casados fomos então, abençoados com uma linda menina, uma verdadeira princesa meiga e carinhosa que sempre atraiu atenção de todos por sua inteligência e carisma. Com dois anos Alice já pedia o irmãozinho ou uma irmãzinha, na verdade ela queria “os dois” como ela bem mesmo dizia. Começamos então, quando ela estava com 3 anos a tentar engravidar, o que não foi nada fácil. Foram anos tentando anos de frustrações, de te**es negativos até que em novembro de 2015 veio o feliz positivo.
Com quase cinco meses descobrimos que viria um garotão desta vez, o Otávio que nasceu lindo e forte, com quase 4kg e uma personalidade totalmente diferente de sua irmã.

Porém, desde os 6 meses meu coração dizia que algo estava MUITO diferente mas só aos oito meses comecei a questionar o pediatra sobre, a possibilidade do autismo. Pois eu tinha casos na família por parte paterna mas, por mais que questionasse OS pediatras estes me jogavam para os 3 anos de idade. Pois diziam que seu marco de desenvolvimento estava dentro do normal e mais em alguns itens estava até além. Com o passar dos meses as suspeitas já não mais eram, apenas minha meu marido e os avós dele também suspeitavam que algo estava fora do padrão, ele não ligava para outras crianças, não atendia quando chamávamos, não se interessava por brincar ou qualquer brinquedo E mesmo eu sempre questionando os médicos, recebia uma negativa onde, ainda afirmavam do ótimo desenvolvimento dele e que mesmo assim, em casos de autismo somente com três anos poderia se ter qualquer diagnóstico. Não foram apenas pediatras, mas também neuropediatras.

Como não me dou por vencida e por conta própria e ignorando as negações da classe médica fomos procurar ajuda em outro caminho e encontramos anjos em nossa jornada, a psicopedagoga, uma fonoaudióloga e uma psicóloga, além de coloca-lo na escolinha. Nunca conseguiu compreender, COMO uma comunidade médica não conseguia observar o que eu observava nele. Além de se fazer de surdo, eu sabendo que ele escutava, ele não falava, sequer balbuciava, também não costuma fazer as coisas que todo bebê faz como: dar tchau, mandaram “Oi” ou beijo, e mesmo muito cedo ele caminhando, com 10 meses já era um avião corria por tudo, não brincava só gostava de desenhos na televisão, chegando repetir muitas vezes o mesmo.

Com um ano ele ganhou um carrinho de aniversário e mostrou seu primeiro interesse restrito, adorava carros e como foi a primeira vez que ele brincou com algo, enchemos eles de carrinhos mas, ele não brincava de uma maneira convencional ele enfileirava todos ou colocava eles alinhados, como se estacionados um ao lado do outro e isso me chamava muito atenção e mesmo relatando aos médicos, eles perguntavam: o que que ele fazia depois? Eu dizia “brincava” fazia da janela de Estrada, as paredes de estrada e, os médicos diziam: “Viu, ele tem imaginação! Ele cria, ele não é um autista”. Chegou ao ponto de um médico me dizer que, se alguém dissesse que ele era autista, que ocorresse dessa pessoa, pois ele olhava nos olhos...Esse médico não ficou mais do que 30 minutos com ele no consultório e, mesmo assim, foi categórico em dizer que ele não era.

Somente como o relatório depois de muitas terapias da psicopedagoga, da psicóloga, fonoaudióloga e parecer descritivo da escola, quando fez três anos a neurologista então, deu o laudo de autismo. Eu lembro que, na época não chorei, eu até fiquei aliviada, pois eu sempre soube! Eu só queria que, alguém “atestasse” que EU não estava louca. Que não estava colocando nenhuma “doença” no meu filho como muitos sugeriram que eu estava fazendo ou vendo “chifre em cabeça de cavalo”. Levantei minhas mãos aos céus e agradeci por não ter dado ouvidos, aqueles que me desacreditaram e ter recorrido, mesmo após tantas negativas que ganhei, ter ido em busca da estimulação precoce.

Meu Otávio tem hoje 4 anos, ainda não fala totalmente, mas...eu já escuto MAMÃE e isso, ."

*O texto e a foto foram autorizados pela mãe da criança.

Você está por dentro da nova alteração? A nova versão da classificação une todos esses diagnósticos no Transtorno do Esp...
07/03/2021

Você está por dentro da nova alteração?
A nova versão da classificação une todos esses diagnósticos no Transtorno do Espectro do Autismo (código 6A02), as subdivisões passaram a ser apenas relacionadas a prejuízos na linguagem funcional e deficiência intelectual.
A antiga CID-10 trazia vários diagnósticos dentro dos Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD — sob o código F84), como: Autismo Infantil (F84.0), Autismo Atípico (F84.1), Síndrome de Rett (F84.2), Transtorno Desintegrativo da Infância (F84.3), Transtorno com Hipercinesia Associada a Retardo Mental e a Movimentos Estereotipados (F84.4), Síndrome de Asperger (F84.5), Outros TGD (F84.8) e TGD sem Outra Especificação (F84.9).

Endereço

Gravatahy, RS

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