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Palestra para os pais das turmas do Maternal, Nível 1 e Nível 2 do O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEMProjeto: Educar, uma ta...
08/03/2022

Palestra para os pais das turmas do Maternal, Nível 1 e Nível 2 do

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

Projeto: Educar, uma tarefa cheia
de significados! 🥰

Data: 15/03
Horário: 19h
Local: Auditório Bárbara Maix

Família + escola = parceria de sucesso.

✨ Feliz 2022 ✨
01/01/2022

✨ Feliz 2022 ✨

25/12/2021

🎄🎅❤️

12/10/2021
Em Agosto realizamos a formação para um grupo jovem e decidido a fazer a diferença na vida de nossas crianças.Curso Assi...
01/09/2021

Em Agosto realizamos a formação para um grupo jovem e decidido a fazer a diferença na vida de nossas crianças.

Curso Assistente Terapêutico - Grupo 3

Na série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA", chegou a hora de conhecer a história da Maria Clara. 💙 Acompanhe..."Meu sonh...
18/04/2021

Na série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA", chegou a hora de conhecer a história da Maria Clara. 💙 Acompanhe...

"Meu sonho sempre foi ser mãe, então, em 2008 engravidei e em abril de 2009 nasceu nossa tão sonhada menina, Isabella, linda, cheia de vida, amorosa, esperta e de uma personalidade forte. Até então, achávamos que nossa família estava "completa"...

Mas...Como a vida é cheia de surpresas, às vezes, boas e outras infelizmente não, em 2016 perdemos minha sogra, uma perda inestimável, a tristeza e o vazio eram grandes, com isso, veio os pedidos da Bella por um irmãozinho (a), então, começamos a pensar na hipótese. O Charles sempre quis ter outro filho e a oportunidade estava ali, nós merecíamos e a Bella, principalmente, preencher e alegrar nossas vidas novamente...

Foi então, que em 2017 engravidei, e eu, ah, eu queria outra menina, e assim foi, esperava nossa tão planejada e amada Maria Clara, uma gravidez tranquila, cheia de amor, expectativas e felicidades. O interessante é que o assunto Autismo já me chamava a atenção nessa época, acredito que foi instinto de mãe. Nossa pequena veio ao mundo em janeiro de 2018, numa cesárea perfeita, tão linda, perfeitinha, cheia de saúde, chegou nos trazendo uma grande felicidade.

Maria Clara alcançou todos os marcos até 1 ano e 6 meses. Sorria para nós, balbuciava, interagia, fazia bichinho, cantava parabéns, batia palminhas, mandava beijinhos, mas nunca deu o famoso "tchauzinho" (até hoje ela não sabe dar), caminhou no tempo certo, sentou...tudo que um bebê "típico faz".

A partir daí, ela começou a se fechar no mundinho dela, chamávamos, ela não atendia, não nos olhava nos olhos, não se comunicava...

Porém, aos 2 anos já sabia todas as cores, formas geométricas, reconhecia todas as letras do alfabeto e os números, (em português e inglês). Nunca teve birra, sensibilidade ao som, seletividade alimentar, mudança de rotina também não a incomoda.
Os primeiros sintomas, citados acima, começaram a nos preocupar, foi aí que começamos a "saga".

Primeira consulta com o neuro, já veio o baque: - Tua filha têm atraso no desenvolvimento e sinais que apontam para o autismo. Saímos do consultório sem chão, arrasados, coração em pedaços...encaminhamento para terapias, exames e APAE.

Foi aí que entrei no mundo "Autista", eu precisava aprender e entender sobre o assunto, para poder ajudar minha filha, olhei e li tudo que se tratava do TEA. (Até hoje eu faço isso).

Sem rumo, começamos nossa caminhada, sem dinheiro, porque a pandemia recém tinha começado e nós trabalhamos com eventos. Minha amiga deu a ideia de uma rifa, e assim fizemos, arrecadamos fundos para alguns meses de tratamento. Tivemos e ainda temos muita ajuda da nossa família e amigos.

Precisávamos de terapia e como minha sobrinha é paciente da Andréa, minha cunhada falou com ela (a Fono da Clarinha), que com todo carinho conseguiu nos encaixar em seus tão disputados horários. A bandeira era preta, não tinha atendimento presencial, mas nossa pequena precisava o quanto antes começar as estimulações. A Andrea então, teve a ideia de fazer os atendimentos via chamada de vídeo e assim foi, acredito que uns dois meses, ela me passava tudo que eu tinha que fazer e nós fazíamos, e os resultados foram vindo, mesmo pela "telinha".

Em meio a isso tudo, resolvemos trocar de neuro, ficamos com ele 5 meses, porém, saíamos de lá mais angustiados do que quando entravámos. Fizemos vários exames, de sangue, eletroencefalograma, bera e audiometria, todos normais, aliás, o eletro, segundo ele, aparecia algo que não deveria aparecer para a idade dela, mas ele não nos dizia o que ela tinha, apenas nos deu um remédio controlado, para darmos a ela, no qual, resolvemos não dar, pois não concordávamos com que ele dizia que ela tinha...

Ela continuava com a fono (que já tinha me dito que ela estava dentro do TEA) e na escolinha. Clarinha já era outra criança...

Por decisão, partimos para a terceira e última neuro, que nos disse o mesmo que a Andréa, nossa princesa é Autista leve. Me senti aliviada. Aceitei, pois já tinha passado pela negação e pelo luto, sim sofremos, a gente sofre, mas depois arregaçamos as mangas e lutamos por eles.

A jornada não é fácil, mas também não é impossível, nossos Anjos azuis podem ser o que eles quiserem ser, com amor de uma família, (e que família temos, eu não vou citar nomes, eles sabem quem são, são nossos anjos na terra) e com as terapias (terapeuta essa, que nós tiramos o chapéu, que faz o que faz por amor e com esplendor. Que nos acalma e nos dá esperança sempre).
Graças a trabalho dela, nossa Clarinha voou, e vai voar longe, no tempo dela...O desenvolvimento é notório, todos os dias.

Hoje, ela já atende pelo nome, atende comandos simples, olha mais nos olhos, fala tudo, sabe tudo, é muito inteligente, amorosa, um doce de criança, adora um colinho e um carinho. Ainda não sabe contar coisas passadas, mas eu sei e acredito que ela vai chegar lá.

E sabe porque? Porque ela teve uma estimulação precoce e tem todo o amor e apoio de uma família que acredita nela. Não desistiremos nunca, pois quem mais ganha com isso é nossa amada filha.

Maria Clara, 3 anos 3 meses💙"

*O texto e a foto foram autorizados pela mãe da criança.

No segundo relato da série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA", vamos conhecer um pouquinho da história no Miguel.💙"Meu no...
12/04/2021

No segundo relato da série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA", vamos conhecer um pouquinho da história no Miguel.💙

"Meu nome é Jéssica, mãe do Miguel, um menino autista de 6 anos. E aqui vai um pouquinho da nossa história. Vou resumir ao máximo porque é muito grande.
O Miguel era muito desejado, eu já tinha um filho de criação de 5 anos e sonhava em passar pela experiência da gravidez. Muito inexperiente, não sabia nada sobre bebês, possíveis complicações, etc. Então nunca passou pela minha cabeça o que estava por vir.

O Sr. Miguel chegou ao mundo causando já alvoroço, quando com 34 semanas literalmente decidiu nascer da noite pro dia (minha bolsa estourou dormindo). Embora tenha nascido com pouco peso, era completamente saudável!

O fato de ter nascido prematuro, atrasou muito seu diagnóstico, porque todos “esperavam” que ele fosse aprender tudo mais tarde. Mas meu instinto de mãe falou muito cedo. Quando era bebê, ele não procurava o meu colo. Me lembro brevemente de quando eu era criança, como era gostoso adormecer no colo da minha mãe, não importando onde estivermos. Miguel só chorava, eu tentava nanar ele no colo por horas, e quanto mais eu tentava acalmar, mais difícil era para ele dormir. Até que um dia, resolvi deixá-lo no berço sozinho, ele brincou um pouco só, e ali adormeceu. E assim foi durante os próximos meses de vida dele, nunca dormia na minha cama, nunca adoecia, com 1 ano e alguns meses queria fazer o próprio Nescau, acordava e seguia sua vida, sem procurar ajuda ou conforto. Até então ninguém entendia porque eu me preocupava, diziam: “Jéh, mas isso é uma benção”. E como poderiam, entender? Isso só uma mãe poderia saber. Eu comentava com pediatras, como quem não quer nada, e ninguém via problema nisso, aceitei então que meu instinto de mãe era falho, e que talvez fosse só jeito dele.

Com 2 anos, Miguel andava, sorria, br**cava, e era super independente. Mas ele não falava uma palavra, ele não atendia aos meus chamados, como se não soubesse o próprio nome e parecia não entender metade do que eu lhe falava. Não dava oi, não batia palmas... E quanto aos médicos só diziam que devesse esperar até os 3 anos, que ele teria o tempo dele. Que ele era completamente “normal”. Foi nessa época que eu comecei a pesquisar por conta própria o que podia ter de “errado” com o meu filho, e tudo levava ao autismo, que até então, vergonhosamente eu admito, que desconhecia.

Foi nessa época que comecei a falar sobre o autismo, para o meu marido, para a minha família. Eles ouviam, mas de início não davam muita bola. O tempo foi passando, o meu bebê foi crescendo e se tornando cada vez mais atípico.

Com 3 anos ele ainda não falava, muitas vezes parecia ser surdo, começou a ter fixação por ventiladores, som alto, luzes fortes, tudo isso deixava ele hipnotizado. Começou a escolher a cor do seu copo, a cor do seu prato, o lugar onde iria sentar, e em pouco tempo quem mandava na casa era ele, porque se qualquer um ousasse tirar ele do ciclo repetitivo dele, ele se auto-agredia.

Apesar de todas as “evidências”, o Miguel olhava em nossos olhos, interagia com a gente, br**cava com outras crianças, e por conta disso, não importava o médico que eu fosse, eles me olhavam como se eu fosse louca, diziam que estavam olhando pra uma criança completamente normal, por vezes cheguei a ouvir coisas como se eu fosse a culpada de tudo aquilo, que eu estava INVENTANDO. Porque infelizmente para muitos médicos, ainda, autista é aquela criança que não te olha, que não br**ca, que não sorri, que vive só no mundo dele. E o Miguel tinha com certeza o mundinho dele, mas se tu tentasse, ele te deixava entrar.

Eu não dormia mais, eu implorava pra Deus todas as noites que alguém me ouvisse, minha família já acreditava que meu filho fosse autista (já era óbvio por conta da convivência). Eu só precisava de UM médico que estivesse disposto a de fato conhecê-lo e não diagnosticá-lo depois de uma consulta de 10 min. E foi quando, chamei atenção de 2 amigas, que já tinham passado por algo parecido com seus filhos e me indicaram um anjo, a fonoaudióloga , que eu não tinha como pagar. Então, assim como estou fazendo hoje, abri a história do Miguel para os meus amigos, fizemos uma vaquinha e recebemos muitas doações para ajudar o Miguel. Foi graças a amigos, parentes, todos que nos ajudaram, que fomos conhecer ela. E ela, assim como outros, não viu o autismo estampado na cara do meu filho, mas diferente de todos, se dispôs a me ouvir e a conhecer ele, como eu conhecia. Foram 3 meses depois disso, pro Miguel receber seu primeiro diagnóstico.

Se eu chorei? Sim, de alegria! De alegria? Sim! Porque eu finalmente sabia com toda certeza, que não tinha nada de errado com o meu filho, ele era autista! E agora eu sabia como ajudá-lo e como me conectar com ele. Hoje, ele é meu melhor amigo! Temos uma conexão de outro mundo."

*O texto e a foto foram autorizados pela mãe da criança.

Iniciamos o primeiro relato da série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA" com a história do Otávio. 💙"Sempre desejei ser mã...
08/04/2021

Iniciamos o primeiro relato da série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA" com a história do Otávio. 💙

"Sempre desejei ser mãe e após 5 anos de casados fomos então, abençoados com uma linda menina, uma verdadeira princesa meiga e carinhosa que sempre atraiu atenção de todos por sua inteligência e carisma. Com dois anos Alice já pedia o irmãozinho ou uma irmãzinha, na verdade ela queria “os dois” como ela bem mesmo dizia. Começamos então, quando ela estava com 3 anos a tentar engravidar, o que não foi nada fácil. Foram anos tentando anos de frustrações, de te**es negativos até que em novembro de 2015 veio o feliz positivo.
Com quase cinco meses descobrimos que viria um garotão desta vez, o Otávio que nasceu lindo e forte, com quase 4kg e uma personalidade totalmente diferente de sua irmã.

Porém, desde os 6 meses meu coração dizia que algo estava MUITO diferente mas só aos oito meses comecei a questionar o pediatra sobre, a possibilidade do autismo. Pois eu tinha casos na família por parte paterna mas, por mais que questionasse OS pediatras estes me jogavam para os 3 anos de idade. Pois diziam que seu marco de desenvolvimento estava dentro do normal e mais em alguns itens estava até além. Com o passar dos meses as suspeitas já não mais eram, apenas minha meu marido e os avós dele também suspeitavam que algo estava fora do padrão, ele não ligava para outras crianças, não atendia quando chamávamos, não se interessava por br**car ou qualquer brinquedo E mesmo eu sempre questionando os médicos, recebia uma negativa onde, ainda afirmavam do ótimo desenvolvimento dele e que mesmo assim, em casos de autismo somente com três anos poderia se ter qualquer diagnóstico. Não foram apenas pediatras, mas também neuropediatras.

Como não me dou por vencida e por conta própria e ignorando as negações da classe médica fomos procurar ajuda em outro caminho e encontramos anjos em nossa jornada, a psicopedagoga, uma fonoaudióloga e uma psicóloga, além de coloca-lo na escolinha. Nunca conseguiu compreender, COMO uma comunidade médica não conseguia observar o que eu observava nele. Além de se fazer de surdo, eu sabendo que ele escutava, ele não falava, sequer balbuciava, também não costuma fazer as coisas que todo bebê faz como: dar tchau, mandaram “Oi” ou beijo, e mesmo muito cedo ele caminhando, com 10 meses já era um avião corria por tudo, não br**cava só gostava de desenhos na televisão, chegando repetir muitas vezes o mesmo.

Com um ano ele ganhou um carrinho de aniversário e mostrou seu primeiro interesse restrito, adorava carros e como foi a primeira vez que ele brincou com algo, enchemos eles de carrinhos mas, ele não br**cava de uma maneira convencional ele enfileirava todos ou colocava eles alinhados, como se estacionados um ao lado do outro e isso me chamava muito atenção e mesmo relatando aos médicos, eles perguntavam: o que que ele fazia depois? Eu dizia “br**cava” fazia da janela de Estrada, as paredes de estrada e, os médicos diziam: “Viu, ele tem imaginação! Ele cria, ele não é um autista”. Chegou ao ponto de um médico me dizer que, se alguém dissesse que ele era autista, que ocorresse dessa pessoa, pois ele olhava nos olhos...Esse médico não ficou mais do que 30 minutos com ele no consultório e, mesmo assim, foi categórico em dizer que ele não era.

Somente como o relatório depois de muitas terapias da psicopedagoga, da psicóloga, fonoaudióloga e parecer descritivo da escola, quando fez três anos a neurologista então, deu o laudo de autismo. Eu lembro que, na época não chorei, eu até fiquei aliviada, pois eu sempre soube! Eu só queria que, alguém “atestasse” que EU não estava louca. Que não estava colocando nenhuma “doença” no meu filho como muitos sugeriram que eu estava fazendo ou vendo “chifre em cabeça de cavalo”. Levantei minhas mãos aos céus e agradeci por não ter dado ouvidos, aqueles que me desacreditaram e ter recorrido, mesmo após tantas negativas que ganhei, ter ido em busca da estimulação precoce.

Meu Otávio tem hoje 4 anos, ainda não fala totalmente, mas...eu já escuto MAMÃE e isso, ."

*O texto e a foto foram autorizados pela mãe da criança.

Feliz Páscoa! ♥️🙏
04/04/2021

Feliz Páscoa! ♥️🙏

💙 02 de Abril - Dia Internacional da Conscientização do Autismo  💙Para comemorar e contribuir com o processo de conscien...
03/04/2021

💙 02 de Abril - Dia Internacional da Conscientização do Autismo 💙

Para comemorar e contribuir com o processo de conscientização, o COMPARTILHAR lançará nesta semana a série "HISTÓRIAS E VIVÊNCIAS COM O TEA".

Venha você também dividir sua história conosco e auxiliar na trajetória de outras famílias.

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