26/08/2021
A Versão de Almeida.
João Ferreira d’Almeida foi ministro do Evangelho da Igreja Reformada Holandesa, em Batávia, então capital da ilha de Java, na Oceania. (Batávia é agora a moderna Djakarta, capital da Indonésia), Java era então domínio holandês, conquistada aos portugueses. Almeida traduziu primeiro o Novo Testamento,
terminou-o em 1670; em 1681 foi ele impresso em Amsterdam, Holanda, isto é, 100 anos antes da primeira edição católica da Bíblia, a do Padre Figueiredo (1781) ! Almeida traduziu o Antigo Testamento até Ezequiel 48.21, qundo então faleceu em 1691. Missionários seus amigos completaram a tradução, especialmente Jacob Opden Akker. Almeida
fez sua tradução utilizando-se dos Originais Grego e Hebraico, linguas que estudou depois de abraçar o Evangelho. Utilizou também as
versões, holandesa de (1637) e a espanhola (de valera, 1602). Seu Antigo Testamento foi publicado em 1753 em Amsterdam. A Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira (SBBE) começou a publicar o texto de Almeida
em 1809, publicando a Bíblia completa pela primeira vez, em 1819. Pelo fato de o texto de Almeida não ser muito bom, pois ele havia saído de Portugual ainda quando criança, não se aprofundando na cultura de seu paíz, houve a necessidade de se revisar o texto. O que ocorreu em 1894 e 1925. Em 1951, a Imprensa Bíblica Brasileira (Organização Batista Independente) publicou a “Edição Revista e Corrigida”,abreviadamente ARC. Depois, uma comissão de especilaistas brasileiros trabalhou de 1945 a 1955 para apresentar a “Edição Revista e Atualizada” de Almeida (ARA). Esta é uma tradução magnífica e de Linguagem qualificada. O NT foi publicado em 1951 e o AT em 1958. A publicação é da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), sendo a comissão composta de 30 elementos abalizados de várias denominações, como Sinésio Lira, A.C Gonçalves, Crabtree, R.G. Bratcher, W. C. Taylor. Foi usado o texto grego de Nestle (versão grega mais fomosa) para o NT e o hebraico de Letteris, para o AT, sendo feito o melhor possível na tradução. Há ainda uma comissão revisora, acompanhando constantemente os progressos da crítica textual.