Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc

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Liga Acadêmica de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica (LAAHCC) da UFJF-GV.

23/08/2018

Boa noite, pessoal!

Segue a classif**ação do processo seletivo da LAHCC realizado ontem!

Parabéns aos aprovados e novos ligantes!!! Sejam muito bem-vindos ao que há de melhor no ciclo básico dos cursos da saúde, a Anatomia Humana!

23/08/2018

Boa noite, inscritos!

Segue o gabarito oficial da prova de seleção de novos ligantes da LAHCC!

O resultado sairá em breve!!! Fiquem atentos!

22/08/2018

Hoje é dia de processo seletivo da LAHCC!!! Aos inscritos, viemos ressaltar que acontecerá às 18h na UAB (Polo de Educação a Distancia UAB).

Sejam pontuais, porque a prova irá se iniciar exatamente às 18h, impedindo a realização do processo seletivo àqueles que chegarem atrasados!

Agradecemos as inscrições e desejamos “boa sorte” antecipada!

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 13/08/2018

Você ainda não fez a sua inscrição para o processo seletivo de novos ligantes da LAHCC? Ainda há tempo, não perca essa oportunidade!!!

Inscrições até o dia 21 de agosto!

Leia o edital e venha fazer parte do nosso time! 💀💀

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 06/08/2018

Boa noite, anatomistas!

💀💀O edital para a seleção de novos integrantes da LAHCC está no ar!!! Faça sua inscrição e venha fazer parte do nosso time! 💀💀

Lembrando que todos os cursos da área da saúde podem e devem participar, uma vez que os pré-requisitos para isso estão descritos no item 1.4.

Aguardamos vocês!

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 23/07/2018

Post do dia: Artéria meníngea média e herniação do úncus

A Artéria Meníngea Média é um ramo da artéria maxilar, que possui trajeto vertical para cima, penetra no forame espinhoso e adentra o crânio para irrigar a dura-máter. A superfície interna dos ossos do neurocrânio possui impressões dos ramos dessa artéria (sulcos arteriais).

Os hematomas epidurais ou extradurais (entre o osso e a dura-máter) ocorrem mais comumente por fratura da porção escamosa do osso temporal, em cuja face interna corre (em um sulco) a artéria meníngea média. Uma lesão desta causa um hematoma entre o osso e a dura-máter, de formação rápida, porque a pressão no vaso é arterial. Como a dura-máter está aderida aos ossos do neurocrânio, a onda de choque é transferida para ela e, consequentemente para a artéria, causando seu rompimento.

Com o extravasamento sanguíneo, o lobo temporal é empurrado medialmente, provocando a herniação do úncus. Tal fato ocorre quando um aumento de volume do andar supratentorial, unilateral ou bilateral, força o cérebro para baixo através da incisura da tenda do cerebelo. A herniação pode causar um sulco deixado pela borda livre da tenda, compressão do nervo oculomotor e da artéria cerebral posterior, e distorção do mesencéfalo.

Diante disso, segue uma questão simples relacionada à estrutura cerebral aludida: das divisões cerebrais listadas abaixo, qual forma o úncus?
a) Giro temporal inferior
b) Giro do cíngulo
c) Giro parahipocampal
d) Giro occipto-temporal medial
e) Giro occipto-temporal lateral

18/07/2018

Post do dia: O pâncreas e a pancreatite aguda

O pâncreas é um órgão retroperitonizado que possui várias porções como a cauda, o corpo, o colo, a cabeça e o seu processo uncinado. O pâncreas é responsável pela produção do suco pancreático, secretado no ducto pancreático principal (e no ducto pancreático acessório, quando presente). O ducto pancreático principal forma a ampola hepatopancreática (ampola de Vater) a partir da união com o ducto colédoco. Essa ampola desemboca na 2ª porção do duodeno por meio da papila maior do duodeno. Dentre as artérias que irrigam o pâncreas, alguns exemplos são as artérias pancreático-duodenais superiores anterior e posterior e as artérias pancreático-duodenais inferiores anterior e posterior.

A pancreatite aguda é uma doença inflamatória que pode provocar vários sintomas como dor abdominal, náuseas e vômitos. A partir das náuseas e dos vômitos, o paciente pode sofrer um quadro de desidratação. Em relação a dor abdominal, caso ela seja de alta intensidade, ela pode evoluir para um quadro de choque que acomete o epigástrio e o hipocôndrio esquerdo onde se irradia em direção ao dorso. A pancreatite aguda pode ser diagnosticada a partir da dosagem de amilase e lipase séricas, sendo que a primeira é altamente sensível, porém pouco específ**a, e a segunda tem elevadas sensibilidade e especificidade. Desse modo, a dosagem de lipase sérica é considerada o exame laboratorial primário para o diagnóstico de pancreatite aguda. Além disso, outras formas de diagnóstico da pancreatite aguda são a tomografia computadorizada e a ultrassonografia.

Pergunta: Qual órgão não possui contato com o pâncreas?
a) Baço;
b) Rim direito;
c) Flexura cólica esquerda;
d) 2ª porção do duodeno;

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 12/07/2018

Post do dia: Nervo facial e Paralisia de Bell

O nervo facial é classif**ado como o sétimo (VII) par de nervos cranianos, sendo ele um nervo misto (contem fibras sensitivas e motoras). As fibras sensitivas transmitem informações sobre tato, dor e pressão originadas na língua e faringe, além de informações produzidas nos quimiorreceptores dos brotamentos gustativos, situados na parte anterior da língua, que são levadas para o núcleo do trato solitário. Já as fibras motoras inervam os músculos da expressão facial, sendo essas fibras componentes do nervo facial propriamente dito.

Anatomicamente, o nervo facial origina-se no núcleo facial situado na ponte e emerge da parte lateral do sulco bulbopontino, próximo ao cerebelo (ângulo pontocerebelar). A seguir, penetra no osso temporal pelo meato acústico interno e se exterioriza do crânio pelo forame estilomastóideo, para se distribuir, através de seus ramos, aos músculos mímicos/da expressão facial, estilo-hióideo, estapédio e ventre posterior do músculo digástrico, após trajeto dentro da glândula parótida. As fibras destinadas a esses músculos são ditas eferentes viscerais especiais, constituindo o componente funcional mais importante do VII nervo craniano.

A paralisia de Bell é uma paralisia facial periférica, que consiste no acometimento do sétimo nervo craniano, de forma aguda, podendo ser precedida por dor na região mastoidiana e resultando em paralisia completa ou parcial da mímica facial em um lado da face. Podem estar associados distúrbios da gustação, salivação e lacrimejamento.

Baseado nas imagens e no texto, em relação à Paralisia de Bell, é INCORRETO afirmar que:

a) É uma paralisia facial de início agudo do tipo periférico.
b) Ocorre perda da função envolvendo um lado da face.
c) Ocorre paralisia que predomina no quadrante inferior
d) As alterações patológicas consistem em inflamação e edema do nervo facial no canal fácil.

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 07/07/2018

Post do dia: Síndrome de Nutcracker ou do Quebra-Nozes

A artéria mesentérica superior emerge da artéria aorta abdominal cerca de 1 cm abaixo do tronco celíaco, sendo responsável por irrigar todo o intestino delgado (com exceção da parte superior do duodeno), o ceco, o cólon ascendente e a maior parte do cólon transverso. De sua origem, prossegue para baixo e para frente, anterior ao processo uncinado do pâncreas e à parte horizontal (3ª porção) do duodeno, descendo obliquamente entre as lâminas do mesentério em direção à fossa ilíaca direita.

É importante ressaltar que a artéria mesentérica superior é separada posteriormente da aorta abdominal pela veia renal esquerda. Com quase três vezes o comprimento da direita, a veia renal esquerda cruza a parede posterior do abdome atrás da veia esplênica e do corpo do pâncreas, recebendo em sua parte inferior a veia testicular ou ovárica esquerda (veia gonadal esquerda).

A Síndrome de Nutcracker ou do Quebra-Nozes é uma condição de diagnóstico difícil e geralmente tardio, consistindo na compressão da veia renal esquerda pela artéria mesentérica superior contra a artéria aorta abdominal. Ela pode ser causada por alguns fatores particulares como a nefroptose (rim flutuante), o que alonga o comprimento da veia renal, ou a escassez de gordura retroperitoneal, que diminui o ângulo entre a aorta e a mesentérica superior (ângulo aortomesentérico) e promove a compressão da veia renal. Na síndrome, ocorre hipertensão da veia renal esquerda e são percebidos alguns sinais e sintomas relativamente comuns a outros acometimentos (como na nefrolitíase): hematúria, dor no flanco esquerdo, varicocele esquerda, congestão pélvica, proteinúria ortostática e fadiga crônica.

Agora é sua vez: dos ramos listados abaixo, qual deles NÃO pertence à artéria mesentérica superior?
a) Artéria ileocólica
b) Artéria cólica direita
c) Artéria cólica média
d) Artéria cólica esquerda
e) Artéria pancreaticoduodenal inferior

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 03/07/2018

Post do dia: Anatomia do Tórax

O tórax consiste em um arcabouço osteocartilaginoso que aloja o coração, os pulmões e outras estruturas do mediastino. No adulto, ele tem forma elíptica, sendo mais amplo no sentido laterolateral do que no anteroposterior. É separado da cavidade abdominal pelo músculo diafragma.

O arcabouço ósseo do tórax é composto por 12 vértebras torácicas e seus discos intervertebrais, 12 pares de costelas com suas cartilagens costais e o esterno. Além de proteger as estruturas da cavidade torácica, o tórax também proporciona proteção para algumas vísceras abdominais, considerando que a maior parte do fígado se encontra sob a cúpula diafragmática direita, e parte do estômago e todo o baço se encontram sob a cúpula diafragmática esquerda.

É sabido que podem ocorrer alterações ósseas na coluna vertebral, costelas e esterno, sendo estas modif**ações típicas de algumas doenças. Assim, temos vários tipos de tórax: chato, em tonel, cifótico, infundibiliforme e cariniforme.

Sabendo que alguns formatos torácicos são característicos de determinadas doenças, indivíduos que apresentam as doenças pulmonares obstrutivas crônicas, bronquites ou enfisema, geralmente, têm tórax em formato:

a) Cariniforme
b) Infundibiliforme
c) De tonel
d) Chato

Photos from Liga de Anatomia Humana Clínica e Cirúrgica - Lahcc's post 29/06/2018

Post do dia: Pulmões e Pneumotórax

Os pulmões, dotados de formato piramidal, encontram-se na cavidade torácica, tendo um ápice arredondado e uma base côncava sobre o m. diafragma. Além disso, eles possuem três margens: anterior (mais aguda), inferior, e posterior (romba e localizada no sulco pulmonar). O pulmão, ainda, apresenta quatro faces: a face costal, que é extensa e acompanha a face interna da região torácica; a face medial, detentora de uma parte mediastinal (onde se localiza o hilo pulmonar) e de uma parte vertebral (em contato com as vértebras no sulco pulmonar); a face diafragmática; e as faces interlobares.

O pulmão é revestido por duas membranas contínuas: as pleuras visceral e parietal. A primeira reveste toda a superfície pulmonar, enquanto que a segunda reveste as cavidades pulmonares. Além disso, a pleura parietal possui quatro porções definidas pela posição em que está inserida dentro da cavidade torácica, sendo elas as partes costal, diafragmática, mediastinal e cervical (cúpula pleural). Entre as pleuras parietal e visceral, existe um espaço virtual conhecido como cavidade pleural, sendo ele hermeticamente fechado e com uma pressão negativa que cria contato íntimo entre essas membranas pleurais, e permite o deslizamento necessário para o processo respiratório.

Em traumas com perfuração da parede torácica, por exemplo, pode ocorrer a perfuração da pleura parietal, o que promove a entrada de ar e um consequente aumento de pressão da cavidade pleural. Devido à característica elástica do pulmão, ele acaba sofrendo retração e se colapsa em torno do hilo, aumentando o espaço da cavidade pleural que vai ser preenchido por ar. Como a respiração depende da pressão negativa nessa cavidade, a inspiração do pulmão no lado afetado f**a comprometida.

Baseado nas imagens e no texto, qual das estruturas abaixo acompanhará o pulmão no momento do colapso?
A) Pleura parietal
B) Parede torácica
C) Pleura visceral
D) Veia ázigos
E) Cúpula pleural

28/06/2018

Aos que participaram da II Jornada de Anatomia Clínica e Cirúrgica, os certif**ados já se encontram disponíveis na sala 301 do bloco A (principal) da Faculdade Pitágoras. Solicitar o certif**ado à Sheila ou ao Pedro, dependendo do horário em que você for buscar.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco!

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