11/08/2025
O Coletivo Rosa Parks ( ) marcou bela e potente presença na XV Reunião de Antropologia do Mercosul, a , acontecida entre os dias 04 e 08 de agosto de 2025, na .oficial , em Salvador.
Dentre as atividades destacamos a participação de:
na MR15 - Aportes dos feminismos negros para antropologia: miradas diversas e desafios futuros.
Título da exposição de Luciana: Pensamento Feminista Negro: saberes emergentes e mulheres negras.
e .costass no GT 135: Mulheres negras : trajetórias de ser, saber e poder.
Título da exposição de Sara e Érika: Rosas Que Ecoam no Tempo: A Trajetória de Luciana de Oliveira Dias e a Construção Coletiva de Saberes.
.sb .guimaraes no GT 091: Entre a vida e a morte negra.
Título da exposição de Raphaella, Rodrigo, Douglas, Stefane e Luciana: Por um delineamento de uma Antropologia Negra ou Afrodiaspórica.
0 no GT: 108: Formação em Educação Intercultural: desafios atuais para o fortalecimento e práticas educativas para o reconhecimento da diversidade humana.
Título do Trabalho de Lurdinha: Encontro de Identidades no Processo de Educação Não Formal: Mulheres Negras no Protagonismo Coletivo.
no GT 119: Imagens em transe: desafios e perspectivas do trabalho com imagens.
Título do trabalho de Katianne: Desenhar para conhecer: Experimentações como Fissuras Epistêmicas na Antropologia.
07/03/2025
💥💯La Asociación Latinoamericana de Antropología (ALA) se complace en abrir la convocatoria a propuestas de Grupos de Trabajo.
👉Puede consultar el reglamento y los GT ALA en el siguiente link https://asociacionlatinoamericanadeantropologia.net/portal/grupos-de-trabajo-2/👈
📅La convocatoria estará abierta hasta el día 30 de marzo de 2025.
❓Si tiene preguntas o requiere información adicional, pueden remitirse a nuestra dirección de correo electrónico: [email protected]
Página no encontrada – Asociación Latinoamericana de Antropología ALA
02/02/2025
*90 ANOS DE LÉLIA GONZÁLEZ*
Hoje celebramos a existência e a enorme contribuição dessa grande mulher!
Nascida em Belo Horizonte/MG, no dia 1 de fevereiro de 1935, Lélia de Almeida era filha de operário e empregada doméstica.
Aos 8 anos de idade mudou-se, junto com sua família, para o Rio de Janeiro, onde viveu até junho de 1994, ano de seu falecimento.
Em sua infância e adolescência trabalhou como babá e empregada. Mesmo com as dificuldades, concluiu seus estudos e se formou em História e Geografia. Em 1962, tornou-se bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Como professora universitária, lecionou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Gama Filho.
Publicou os livros “Lugar de Negro”, em 1982 (em coautoria com Carlos Hasenbalg), e “Festas Populares no Brasil”, lançado em 1987
Fundou, em 1978, na cidade de São Paulo, o Movimento Negro Unificado contra Discriminação Racial (MNU), que teve como objetivo denunciar a falácia do mito da democracia racial e o fim da discriminação sofrida pela população negra.
Lélia Gonzalez foi pioneira ao questionar o caráter classista e ra***ta do feminismo hegemônico. Defendia a descolonização do feminismo e a fundação de um “Feminismo Afrolatinoamericano”, protagonizado por negras e indígenas.
A filósofa e ativista negra Angela Davis refere-se a Lélia Gonzalez e a Beatriz Nascimento como "fundadoras" do feminismo negro no Brasil.
_Fonte: literafro - O portal da literatura Afro-Brasileira_
_Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais_
https://www.instagram.com/p/DFh8yCTul74/?igsh=MWN6N28ycG5vMzQ4eQ==
90 ANOS DE LÉLIA GONZÁLEZ
Hoje celebramos a existência e a enorme contribuição dessa grande mulher!
Nascida em Belo Horizonte/MG, no dia 1 de fevereiro de 1935, Lélia de Almeida era filha de operário e empregada doméstica.
Aos 8 anos de idade mudou-se, junto com sua família, para o Rio de Janeiro, onde viveu até junho de 1994, ano de seu falecimento.
Em sua infância e adolescência trabalhou como babá e empregada. Mesmo com as dificuldades, concluiu seus estudos e se formou em História e Geografia. Em 1962, tornou-se bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Como professora universitária, lecionou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Gama Filho.
Publicou os livros “Lugar de Negro”, em 1982 (em coautoria com Carlos Hasenbalg), e “Festas Populares no Brasil”, lançado em 1987
Fundou, em 1978, na cidade de São Paulo, o Movimento Negro Unificado contra Discriminação Racial (MNU), que teve como objetivo denunciar a falácia do mito da democracia racial e o fim da discriminação sofrida pela população negra.
Lélia Gonzalez foi pioneira ao questionar o caráter classista e ra***ta do feminismo hegemônico. Defendia a descolonização do feminismo e a fundação de um “Feminismo Afrolatinoamericano”, protagonizado por negras e indígenas.
A filósofa e ativista negra Angela Davis refere-se a Lélia Gonzalez e a Beatriz Nascimento como "fundadoras" do feminismo negro no Brasil.
Fonte: literafro - O portal da literatura Afro-Brasileira
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
#leliagonzalez
23/12/2024
https://youtu.be/vxhfLbqAH_k?si=s8E-9aLumDoYrk1s
Coletivo Rosa Parks - Enfretamento de preconceitos de raça, gênero, etnia e sexualidade | MUNDO UFG
O Mundo UFG é um programa diário que busca promover, divulgar, difundir e democratizar o acesso às informações sobre as políticas e ações institucionais, aca...
14/12/2024
Direitos humanos em perspectiva antirra***ta
Autoria
Luciana de Oliveira Dias
Flavia Medeiros
Palavras-chave:
antirracismo, antropologia social, direitos humanos, relações étnico-raciais
Sinopse
A presente obra reúne manuscritos de autoria de antropólogas e antropólogos que descrevem e analisam processos articulados em torno da demanda por direitos e reconhecimento da diversidade e da luta antirra***ta em contextos diversos. As temáticas mobilizadas gravitam em torno da organização política de populações indígenas e quilombolas; encarceramento e violência de Estado; ações humanitárias; migração e refúgio; subjetivação, trabalho e organização política de mulheres negras. Inicialmente, o livro reflete sobre a associação entre os processos de formação de uma estrutura de poder que se baseia na hierarquização racial e social entre os sujeitos e a constituição de um complexo e duradouro sistema de exploração baseado no racismo que precariza e desumaniza vidas, sequestra dignidades e impede o reconhecimento e efetivação de direitos a segmentos e populações precarizadas. Este livro contribui para um posicionamento inevitável no debate na disciplina antropológica diante do reconhecimento de direitos na diferença, tanto quanto da valorização e explicitação da posição epistemológica de antropólogas negras e antropólogos negros que historicamente foram invisibilizados, apagados e subjugados à condição de saber marginalizado, minoritário e, pejorativamente, militante. Assim, ora processo, ora resultado, esta coletânea se configura como uma ferramenta fundamental para demarcar a presença negra, com agência e autoria, na antropologia brasileira comprometida com a luta por direitos e com a inovação teórica e metodológica da disciplina.
Link: https://portaldelivros.ufg.br/index.php/cegrafufg/catalog/book/621
01/07/2024
Que semana de bons resultados hein professora Luciana Dias...
🥰
06/01/2024
Quando Retorno à Escola (Curta metragem Ludmyla Marques e Mad Ana Castro) - EJA
Curta-metragem: Quando retorno à escola Quatro estudantes da EJA se veem impedidas de continuar com os estudos quando suas vidas mudam completamente por um c...