18/04/2021
Ajudem a divulgar.
Um espaço de expressão!
18/04/2021
Ajudem a divulgar.
Questionamentos das razões que levaram o Estado a entregar o Colégio Estadual Elmar Arantes para a Polícia.
20/06/2020
Quem diria? Um encontro na noite paulistana, dois despretensiosos, um puxão no braço e desde então, não nós desgrudamos. Não somos iguais, ainda bem. Mas temos o bem querer e a vontade de um fazer parte da vida um do outro. Dos momentos impactantes do HotDog Company, na Augusta, a esquina Paulista com a Leôncio de Carvalho, quando tive que me despedir pela primeira vez, sem saber se te veria novamente, e também nesse lugar, temos a nossa primeira foto juntos. Me lembro do reencontro, na Praça da República, 401, e meu coração palpitando depois de 30 dias sem nós vermos. O Planejamento das nossos encontros em sampa, você saindo de São José e eu de Goiânia. Das brechas nas agendas, do encontro em Brasília, da primeira visita a sua casa, depois você aqui. Nossa viajem pra Paraty e Pirenópolis. De casa reencontro nós aeroportos da vida e dos abraços quentes e do Réveillon Maravilhoso e só nosso! Obrigado pelos 365 dias mais agitados, acalorados e tranquilos da minha vida. Valeu cada dia, cada lágrima, cada noite estendida, cada beijo longo e tudo que vem pela frente. Te amo!
#2019 #2020
Rádio Bandeirantes 820 Am
22/05/2020
TARDE DE MAIO
SeCarlos Drummond de Andrade
Como esses primitivos que carregam por toda parte o maxilar inferior de
seus mortos,
assim te levo comigo, tarde de maio,
quando, ao rubor dos incêndios que consumiam a terra,
outra chama, não-perceptível, e tão mais devastadora,
surdamente lavrava sob meus traços cômicos,
e uma a uma, disjecta membra, deixava ainda palpitantes
e condenadas, no solo ardente, porções de minh’alma
nunca antes nem nunca mais aferidas em sua nobreza sem fruto.
Mas os primitivos imploram à relíquia saúde e chuva,
colheita, fim do inimigo, não sei que portentos.
Eu nada te peço a ti, tarde de maio,
senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível,
sinal de derrota que se vai consumindo a ponto de
converter-se em sinal de beleza no rosto de alguém
que, precisamente, volve o rosto, e passa…
Outono é a estação em que ocorrem tais crises,
e em maio, tantas vezes, morremos.
Para renascer, eu sei, numa fictícia primavera,
já então espectrais sob o aveludado da casca,
trazendo na sombra a aderência das resinas fúnebres
com que nos ungiram, e nas vestes a poeira do carro
fúnebre, tarde de maio, em que desaparecemos,
sem que ninguém, o amor inclusive, pusesse reparo.
E os que o vissem não saberiam dizer: se era um préstito
lutuoso, arrastado, poeirento, ou um desfile carnavalesco.
Nem houve testemunha.
Não há nunca testemunhas. Há desatentos. Curiosos, muitos.
Quem reconhece o drama, quando se precipita sem máscaras?
Se morro de amor, todos o ignoram
e negam. O próprio amor se desconhece e maltrata.
O próprio amor se esconde, ao jeito dos bichos caçados;
não está certo de ser amor, há tanto lavou a memória
das impurezas de barro e folha em que repousava. E resta,
perdida no ar, por que melhor se conserve,
uma particular tristeza, a imprimir seu selo nas nuvens.
Eu amo muito minha família!
Sim, muito das vezes parecemos loucos....
18/05/2020
Nossos aniversários na cozinha! Cada um na sua... Más o espírito é o mesmo!!!!
🎂🎊
10/05/2020
Goiânia, Goiás, Brasil
Programa Opinião em Debate,
29/04/2020
Nesse período do isolamento social, as reuniões do se tornaram virtuais e se ampliaram. Em média 8 reuniões por semana. Processos, reclamações na ouvidoria, notas, resoluções, comissões. O trabalho não parou, pelo contrário, triplicou! Parabéns aos nossos e nossas conselheiras. Em especial, nosso presidente
!
Sessão da Câmara de Educação Profissional do Conselho Estadual de Educação. 23/04/20.