Liberalismo UFG

Liberalismo UFG Defendemos o Liberalismo econômico/ político,o objetivo é dar espaço para o discente/docente Liberal.

Nascido em 1935, em Paramirim, na Bahia, Edgar Abreu Magalhães começou a ter acesso ao mundo dos transportes, com carro ...
04/10/2026

Nascido em 1935, em Paramirim, na Bahia, Edgar Abreu Magalhães começou a ter acesso ao mundo dos transportes, com carro de boi para carga, antes mesmo de sua mudança para Novo Horizonte, em 1955, onde não teve dúvidas de que o caminho da prosperidade não seria fácil, mas passaria pela mobilidade de pessoas. Formalmente, a Viação Novo Horizonte surge em 21 de julho de 1966.

Ao longo dos anos, a empresa se tornou referência principalmente no interior baiano, conectando pequenas cidades aos grandes centros do Sudeste brasileiro. Além da forte atuação na Bahia, a Novo Horizonte também passou a operar algumas linhas no estado do Mato Grosso, ligando Cuiabá a municípios do interior.

A história da Viação Novo Horizonte também se mistura com a própria transformação do transporte no interior da Bahia. A empresa teve papel importante na substituição dos antigos paus de arara, oferecendo mais conforto, segurança e dignidade para os passageiros que dependiam das viagens rodoviárias.

250 anos de liberdade e históriaNeste ano, os Estados Unidos da América celebram 250 anos desde a assinatura da Declaraç...
05/07/2026

250 anos de liberdade e história

Neste ano, os Estados Unidos da América celebram 250 anos desde a assinatura da Declaração de Independência, em 4 de julho de 1776. Ao longo de dois séculos e meio, a nação construiu uma trajetória marcada por grandes conquistas, desafios e transformações que influenciaram o mundo nos campos da democracia, da ciência, da tecnologia, da economia e da cultura.
A data representa não apenas a comemoração da independência, mas também uma oportunidade para refletir sobre a história, os valores e o futuro do país. Que este marco de 250 anos inspire as próximas gerações a continuar promovendo a liberdade, a inovação, a justiça e a busca por um mundo melhor.

Parabéns aos Estados Unidos da América pelos seus 250 anos de história! 🇺🇸

28 de Junho: O Dia Mundial do Orgulho LGBT+ e a Revolta de Stonewall​Os Levantes de Stonewall começaram na madrugada de ...
29/06/2026

28 de Junho: O Dia Mundial do Orgulho LGBT+ e a Revolta de Stonewall

​Os Levantes de Stonewall começaram na madrugada de 28 de junho de 1969, em Nova York, quando a comunidade LGBT reagiu a uma violenta batida policial no bar Stonewall. Esse confronto tornando-se o marco inicial do movimento LGBT moderno e transformando o 28 de junho no Dia Mundial do Orgulho LGBT.

​Marsha P. Johnson, mulher trans negra e ativista, foi uma das figuras centrais dessa resistência em 1969. Ao lado de Sylvia Rivera, ela transformou a revolta em ação política contínua, criando a STAR para acolher jovens LGBT+ marginalizados e mostrando que a luta por direitos civis nasceu da união das pessoas mais vulneráveis do movimento.

29/06/2026

A Igreja diz que a mulher tem que ser submissa ao marido e ao mesmo tempo que a mulher sábia edifica o seu lar.
Aí vira papo de lôko, porque se a responsabilidade de edificar o lar é da mulher, mas ela tem que ser submissa... Se ela tem que ser sábia e se submeter ao marido mesmo que ele seja um a**o... A conta simplesmente não fecha.
Nas igrejas, sempre que os pastores falam em prosperidade, o discurso é direcionado aos homens. Sempre que falam em casamento e família, é direcionado às mulheres.
Os maridos gostam que as suas mulheres e filhos frequentem as igrejas enquanto eles vão "quando podem". Homens se declaram evangélicos, mas quem vai para a doutrinação são as mulheres e crianças, majoritariamente as mulheres.
Abram o Google e vejam imagens de cultos nas igrejas evangélicas, e reparem no quanto o número de mulheres é arrasadoramente maior que o de homens.
Repito: As mulheres e crianças são as grandes vítimas desse movimento evangélico opressor e violento, que exige submissão, luta, humilhação e sofrimento das mulheres em defesa da família, que está tomando o Brasil.
O "apego" à família tradicional que pregam nessas igrejas, colocando a responsabilidade e culpa do fracasso todo sobre as mulheres, é simplesmente criminoso.
Quem trabalha com mulheres sabe a gravidade da situação.

ELE CONSTRUIU CAMINHOS PARA O BRASIL, MAS A  SUA HISTÓRIA AINDA É POUCO CONHECIDA.No Brasil do século XIX, em uma época ...
27/06/2026

ELE CONSTRUIU CAMINHOS PARA O BRASIL, MAS A SUA HISTÓRIA AINDA É POUCO CONHECIDA.

No Brasil do século XIX, em uma época em que a cor da pele ainda era usada como barreira para impedir sonhos, um homem negro conseguiu algo que parecia impossível.

Seu nome era André Rebouças.

Nascido em 1838, na Bahia, ele cresceu em uma família negra livre.

Seu pai, Antônio Pereira Rebouças, era um homem negro que chegou a ocupar um lugar de destaque na política do Império.

Mas André não queria apenas sobreviver em um país marcado pela escravidão.

Ele queria transformar o Brasil.

Ele estudou engenharia e se tornou um dos maiores engenheiros brasileiros do seu tempo.

Participou de projetos de ferrovias, portos, abastecimento de água e obras de infraestrutura que ajudaram a modernizar o país.

Uma das suas maiores preocupações era algo que ainda assusta pela atualidade: o acesso à água e ao saneamento.

Enquanto muitos pensavam apenas em riqueza e poder, André defendia que cidades precisavam de estrutura para melhorar a vida das pessoas.

Mas talvez sua luta mais poderosa não tenha sido feita com máquinas ou cálculos.

Foi feita contra a escravidão.

André Rebouças era abolicionista e defendia algo que muitos da época não queriam ouvir:

A liberdade não seria suficiente se pessoas negras fossem abandonadas sem terra, sem educação e sem oportunidades.

Para ele, acabar com a escravidão era apenas o começo.

Ele acreditava que os antigos escravizados precisavam receber condições reais para construir suas próprias vidas.

Um detalhe pouco conhecido:

André era próximo de Dom Pedro II e frequentava a corte brasileira algo extremamente incomum para um homem negro naquele período.

Mas quando a monarquia caiu em 1889, ele acompanhou a família imperial ao exílio.

Longe do Brasil, morreu em 1898, em Portugal.

Um dos homens que ajudaram a construir o país acabou morrendo distante da terra que tentou transformar.

Sua história prova que a inteligência, a coragem e a visão de futuro podem atravessar qualquer barreira.

Um engenheiro negro, filho de uma sociedade escravista, que sonhou com um Brasil mais justo e ajudou a abrir caminhos que ainda usamos hoje.

FONTE


Em 1792, uma inglesa chamada Mary Wollstonecraft sentou-se para escrever um livro.Ela levou apenas seis semanas.Tinha 32...
02/06/2026

Em 1792, uma inglesa chamada Mary Wollstonecraft sentou-se para escrever um livro.

Ela levou apenas seis semanas.

Tinha 32 anos, era uma escritora autodidata, havia sobrevivido a um pai violento, sustentado a si mesma como governanta e tradutora, e assistia, do outro lado do Canal da Mancha, uma revolução mudar o mundo.

Mary acreditava que o Iluminismo havia feito uma promessa grandiosa: todos os seres humanos possuíam razão, e a razão era a base da liberdade.

Então ela percebeu uma coisa.

Essa promessa havia deixado metade da humanidade de fora.

Seu livro se chamava Reivindicação dos Direitos da Mulher.

Foi um dos primeiros argumentos longos e sistemáticos, em inglês, defendendo que as mulheres não eram naturalmente inferiores aos homens. O que muitos chamavam de fraqueza, futilidade ou dependência, para ela, era resultado de uma educação criada justamente para produzir isso.

Eduque mulheres como crianças, ela dizia, e elas se comportarão como crianças.

Ensine que sua maior missão é agradar, e elas passarão a vida inteira encenando doçura, obediência e delicadeza.

Negue a elas o direito de pensar — e depois zombe delas por parecerem irracionais.

Mary não estava pedindo que as mulheres dominassem os homens.

Ela deixou isso claro.

O que queria era simples e profundo: que as mulheres fossem vistas como criaturas racionais. Como seres morais. Como pessoas com deveres consigo mesmas, e não apenas com os outros.

Foi isso que incomodou seus críticos.

Não era o medo de que as mulheres competissem com os homens.

Era o medo de que as mulheres pertencessem a si mesmas.

Porque, se uma mulher pertence a si mesma, sua obediência ao pai, ao marido, ao padre ou ao Estado deixa de parecer uma ordem natural das coisas.

Passa a ser uma escolha.

E escolhas, ao contrário do destino, podem ser questionadas.

A reação veio rápido.

Horace Walpole, um importante homem das letras, a chamou de “uma hiena de saias”. Críticos disseram que ela era antinatural, perigosa, sem feminilidade.

Depois de sua morte, em 1797, onze dias após dar à luz sua filha Mary — que anos depois escreveria Frankenstein — seu marido publicou uma biografia honesta sobre sua vida, incluindo seus romances e uma tentativa de suicídio.

Ele achou que estava homenageando Mary.

Mas a sociedade educada da época usou aquelas revelações para tentar enterrar suas ideias por quase cem anos.

Quando sua obra foi redescoberta por sufragistas e estudiosos no fim do século XIX, parecia uma profecia.

Mary havia entendido, dois séculos antes de muitos conseguirem nomear isso, que não se entrega dignidade em pedaços.

Não se pode dar educação a uma mulher e negar a ela propriedade.

Não se pode dar propriedade e negar o voto.

Não se pode dar o voto e negar autonomia sobre o próprio corpo.

Dignidade, ela entendeu, é indivisível.

E liberdade parcial é apenas uma coleira mais longa.

Sua exigência não era radical porque pedia demais.

Era radical porque se recusava a pedir menos.

E, desde então, toda vez que uma mulher é chamada de difícil, ingrata ou pouco feminina por desejar ser tratada como uma pessoa inteira, ela ouve o eco da mesma acusação feita contra uma escritora de 32 anos em 1792.

A crítica não melhorou com o tempo.

Mas a escritora estava certa.

"Existem provas dos efeitos da carga excessiva de trabalho na saúde das pessoas. As longas jornadas, demissões e falta d...
31/05/2026

"Existem provas dos efeitos da carga excessiva de trabalho na saúde das pessoas. As longas jornadas, demissões e falta de planos de saúde provocam uma enorme insegurança econômica, conflitos familiares e doenças", afirma Jeffrey Pfeffer: https://bbc.in/4tL9vUN

Sarah Breedlove nasceu em 1867.Dois anos depois do fim da escravidão nos Estados Unidos.Foi a primeira pessoa da família...
22/05/2026

Sarah Breedlove nasceu em 1867.

Dois anos depois do fim da escravidão nos Estados Unidos.

Foi a primeira pessoa da família a nascer livre.

Perdeu os pais aos 7 anos.

Aos 10, já trabalhava como doméstica para sobreviver.

O país em que ela cresceu não tinha espaço para ela.

Nem nas leis.

Nem no mercado.

Nem na sociedade.

Na vida adulta, começou a sofrer intensa queda de cabelo.

Uma condição comum entre mulheres negras da época, causada por estresse, má nutrição e falta de produtos adequados para o tipo de cabelo.

Foi tentando resolver o próprio problema que descobriu o negócio.

Começou a desenvolver fórmulas capilares voltadas especificamente para mulheres negras.

Um público que nenhuma empresa do setor considerava relevante.

Adotou o nome Madam C.J. Walker, em referência ao seu terceiro marido.

E foi de porta em porta, estado por estado, demonstrando os produtos ela mesma.

Treinou mais de 20 mil vendedoras em todo o país.

Criou uma rede de distribuição própria numa época em que isso era impensável para uma mulher negra.

O negócio cresceu.

A fortuna também.

Em 1919, quando morreu, era reconhecida pelo Guinness Book como a primeira mulher negra a se tornar milionária pelos próprios meios nos Estados Unidos.

Ela não esperou o mercado abrir espaço para ela.

Ela construiu o próprio mercado.

Fontes:

●Encyclopaedia Britannica — Smithsonian Magazine — History.com

●Negocializando para mais conteúdos de negócios.

Muita gente não quer ficar rica…só quer parar de viver cansada. 😔Talvez essa seja uma das frases que melhor explicam a n...
21/05/2026

Muita gente não quer ficar rica…
só quer parar de viver cansada. 😔

Talvez essa seja uma das frases que melhor explicam a nova geração.

Nos últimos meses, cresceu muito a quantidade de pessoas questionando a ideia de passar décadas vivendo apenas entre trabalho, contas e exaustão.

E não é preguiça.

É desgaste emocional.

Muita gente começou a perceber que trabalhar sem parar não garante mais sensação de segurança como antes.

O aluguel aumentou.
O custo de vida aumentou.
A pressão aumentou.
Mas a sensação de estabilidade diminuiu.

E isso mudou completamente a forma como as pessoas enxergam dinheiro e carreira.

Hoje, muita gente procura:
• renda extra
• trabalho remoto
• pequenos negócios
• liberdade de horário
• autonomia financeira
• formas de depender menos de um único salário

Porque existe uma sensação silenciosa crescendo:
a de que estabilidade pode desaparecer muito rápido.

Talvez por isso tanta gente esteja tentando construir algo paralelo.

Não necessariamente para ficar milionária…

Mas para respirar.

E isso explica o crescimento enorme de conteúdos sobre empreendedorismo, internet e novas formas de ganhar dinheiro.

As pessoas estão tentando recuperar controle da própria vida.

O problema é que durante muito tempo venderam a ideia de que sucesso significava apenas:
acordar cedo, trabalhar sem parar e aguentar tudo calado.

Só que emocionalmente muita gente chegou no limite.

E existe uma coisa importante nisso tudo:
a nova geração começou a valorizar tempo quase tanto quanto dinheiro.

Tempo para viver.
Tempo para descansar.
Tempo para a família.
Tempo para sentir que a vida não está passando apenas entre boletos e cansaço.

Talvez o grande sonho hoje não seja luxo.

Talvez seja paz.

E isso está mudando completamente o mercado, os negócios e a forma como as pessoas constroem renda.

Quem entende essa mudança começa a perceber por que tantos pequenos negócios, trabalhos digitais e rendas paralelas estão crescendo tão rápido.

No fundo, muita gente só está tentando construir uma vida que não machuque tanto emocionalmente.

Aqui a ideia é justamente falar sobre dinheiro, trabalho e oportunidades de forma mais real e humana.

Ribeirão Preto, 1982.Cristina Junqueira cresceu numa família comum do interior paulista.Formou-se em Engenharia de Produ...
19/05/2026

Ribeirão Preto, 1982.

Cristina Junqueira cresceu numa família comum do interior paulista.

Formou-se em Engenharia de Produção pela Poli-USP.

Fez mestrado.

Depois um MBA pela Kellogg School of Management, uma das mais respeitadas escolas de negócios dos Estados Unidos.

Voltou ao Brasil e foi trabalhar no sistema financeiro tradicional.

Itaú Unibanco.

Boston Consulting Group.

LuizaCred.

De volta ao Itaú, gerenciava o portfólio do Itaucard.

Era uma posição sólida.

Com uma visão clara do que estava errado no sistema.

Cinco grandes bancos controlavam 80% do mercado brasileiro.

Tarifas absurdas.

Juros altos.

Atendimento que humilhava o cliente.

Cristina propôs mudanças dentro do Itaú.

Cartão sem anuidade.

Melhor comunicação com o cliente.

Produtos mais simples.

O banco não quis.

Em 2013, Cristina pediu demissão.

Tinha sido apresentada ao colombiano David Vélez, que chegara ao Brasil pela Sequoia Capital e também saíra frustrado de uma agência bancária ao tentar abrir uma conta.

Com o engenheiro americano Edward Wible, os três fundaram o Nubank.

O nome era simbólico.

Nu como "new", novo em inglês.

Nu como "nu", transparente em português.

A proposta era exatamente o que Cristina havia sugerido no Itaú e fora recusada.

Todo mundo disse que era impossível.

Que os grandes bancos iriam esmagar qualquer concorrente.

Que brasileiro não abria conta em banco sem agência.

Em dezembro de 2021, o Nubank fez seu IPO na Bolsa de Nova York.

Valuation inicial: acima de 50 bilhões de dólares.

Com cerca de 2,9% das ações, Cristina se tornou bilionária.

Foi a segunda mulher brasileira a entrar na lista Forbes como bilionária por empreendimento próprio.

E a primeira a chegar lá por uma fintech.

Em 2026, sua fortuna é estimada em 8,7 bilhões de reais.

O Nubank tem mais de 100 milhões de clientes na América Latina.

O banco que todo mundo disse que não ia funcionar é hoje o maior banco digital independente do mundo.

E tudo começou com ideias que o Itaú rejeitou.

Fontes: Wikipedia — G4 Business — Investidor10 — ISTOÉ Dinheiro — Jornal Correio

Siga para mais conteúdos de negócios.

Endereço

Goiânia, GO
74843-100

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Liberalismo UFG publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria