11/09/2026
Ela já estava sendo medicado com fenobarbital e em infusão contínua de midazolam… e ainda assim continuava com movimentos. Crise epiléptica refratária ou algo completamente diferente? 👇🐾
O caso: Cadela, 7 anos, mestiça de Boxer, castrada. Chegou com crises epilépticas em cluster, foi medicada — e, mesmo sob terapia, passou a apresentar movimentos involuntários de orelha e musculatura facial do lado esquerdo.
No exame neurológico, neurolocalização multifocal entre cérebro e tronco encefálico, lateralizada à direita. Um achado que chamou atenção: afundamento importante do músculo temporal direito — e aqui está o detalhe que muda a leitura do caso: a hipotrofia era bilateral, mas fortemente assimétrica, pior à direita.📈 Evolução ao longo de 30 dias.
🎥 E é aqui que entra o EEG. A pergunta que precisávamos responder: aqueles movimentos involuntários eram crises epilépticas — mesmo frente à infusão contínua de midazolam — ou representavam outro diagnóstico diferencial? É exatamente esse o papel do eletroencefalograma na neurologia veterinária: não olhar só para o que o paciente faz, mas para o que o córtex está gerando por trás desse movimento.
💬 E você, colega: como conduziria esse caso?Midazolam é suficiente para controlar esse padrão? Você já usou EEG para diferenciar crise de movimento não epiléptico na rotina? Me conta nos comentários — esse debate interessa a todo mundo que faz neuro.
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