Anderson Macena

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08/04/2012

GEnte vamos divulgar... O Marconi tem que ser investigado também.... Nao podemos pensar na possibilidade de sermos mais uma vez enganados. Segundo a Revista CARTA CAPITAL ele tem relações muito forte com o caso Cachoeira.

13/03/2012

VELOCIDADE A TODA PROVA

Microorganismo é ser vivo mais rápido do mundo, dizem cientistas
Arqueia percorre em um segundo distância que é 500 vezes o seu tamanho.
Grupo de arqueobactérias é encontrado próximo a emissões vulcânicas.
Formas de vida complexas teriam surgido há 2,1 bilhões de anos
Cientistas da Universidade de Regensburg, na Alemanha, anunciaram nesta segunda-feira (12) que descobriram que o ser vivo proporcionalmente mais rápido do mundo é a arqueia, um tipo de microorganismo unicelular capaz de percorrer em um segundo uma distância 500 vezes superior ao seu tamanho.
O guepardo, capaz de alcançar a velocidade de até 110 km/h, é considerado o animal mais rápido do planeta. Mas em relação com seu tamanho o ser vivo mais veloz é este grupo de arqueobactérias, com uma medida de apenas 0,0001 milímetro, afirmaram os biólogos.
Assim, as arqueias mais rápidas são capazes de percorrer uma distância de até 500 bps (bodies per second ou corpos por segundo). Segundo estes cálculos, para superar estes microorganismos unicelulares, o guepardo teria que alcançar uma velocidade de mais de 3 mil km/h, já que seus 110 km/h correspondem somente a cerca de 15 bps.
Habitat
A exorbitante velocidade não é o único fato excepcional sobre as arqueias, mas também seu exótico habitat, afirmam os cientistas. Estes microorganismos se encontram principalmente próximos de emissões vulcânicas, ou seja, fontes de até 400 graus celsius no leito oceânico.
As arqueias dependem precisamente de sua velocidade para poder se manter de forma permanente nas águas a uma temperatura de cerca de cem graus, já que se fossem mais lentas, poderiam ser arremessadas pelo jato de água das emissões até a superfície do oceano, com temperaturas mortais de apenas dois graus.
Os cientistas fizeram outro surpreendente descobrimento: as arqueias não se caracterizam apenas por sua inigualável velocidade, mas também por variar seu movimento, já que são capazes de se movimentar tanto em linha reta como em ziguezague.
Para o professor Reinhard Wirth, do Centro para o estudo das arqueias da Universidade de Regensburg, esta capacidade de variar a forma de deslocamento permite a estes velozes microorganismos detectar as condições de água ideais.

Ervas aumentam apetite sexual 27/02/2012

Interessante.... sempre digo... somos aquilo que comemos

Ervas aumentam apetite sexual Você sabia que uma colher de sobremesa de limão pode ajudar a incendiar a vida entre quatro paredes? E que um punhado de nozes pode ser suficiente para...

13/02/2012

Para além dos ossos
Distintas formas de preservação de tecidos moles são encontradas com cada vez mais frequência em estudos paleontológicos. Em sua coluna de fevereiro, Alexander Kellner aborda algumas dessas descobertas – e também alguns equívocos relacionados.

Por: Alexander Kellner

Publicado em 10/02/2012 | Atualizado em 10/02/2012


Exemplar de dinossauro herbívoro com impressão do couro em exposição no Museu de História Natural Americano. Trata-se de um dos primeiros achados de tecidos moles fossilizados. (foto: Ryan Somma/ CC BY-SA 2.0)
“Pode remover.” Esta foi a ordem dada por um pesquisador nos anos 1970 a seu preparador de fósseis, que trabalhava em um exemplar coletado na Bacia do Araripe, no nordeste do país.

“Mas, professor, esse material esbranquiçado é diferente da matriz sedimentar...” De nada adiantou a lamentação do técnico; o pesquisador se manteve firme na sua orientação.

Hoje se sabe que aquela substância não era uma simples variação da rocha sedimentar, algo que às vezes ocorre em exemplares contendo fósseis. Tratava-se de fosfato de cálcio, cujo estudo detalhado provou representar uma rara forma de preservação de músculos fossilizados com milhões de anos.

Esse não foi o único engano do tipo registrado na história da paleontologia. Diversos exemplares do famoso depósito de Solnhofen, na região sul da Alemanha, tiveram o tecido mole 'arrancado’ durante a sua preparação, muitas realizadas no final do século 18 e no início do século 19. Verdadeiras raridades que passaram despercebidas por dezenas de anos de pesquisa...

Couro e músculos
Como podemos encontrar em praticamente todos os livros que abordam os fósseis, o que se costuma preservar são as partes duras do organismo. No caso dos vertebrados, estas são compostas por ossos e dentes. Tal limitação está relacionada à própria natureza da formação de um fóssil, em que as partes moles – ou seja, couro, músculos, vasos sanguíneos e órgãos internos – são decompostas facilmente.

Algumas vezes é possível perceber que não apenas os ossos estão presentes nos fósseis
No entanto, algumas vezes é possível perceber que não apenas os ossos estão presentes. Um dos primeiros achados de tecidos moles fossilizados, que chamou muita atenção na época, foi feito pelo lendário coletor de fósseis, Charles Sternberg (1850-1943), em Wyoming, Estados Unidos, no início do século 20.

Ele encontrou um dinossauro herbívoro com parte do couro preservada, material que se encontra em exposição no Museu de História Natural Americano. Outros exemplares desses dinossauros com essa mesma preservação têm sido encontrados na América do Norte, muitos dos quais noticiados com bastante entusiasmo .

Em todas essas descobertas, foi registrada a impressão do couro do animal, resultante do contato entre o seu corpo e o sedimento que o recobriu.

Outra descoberta de destaque foi a do nosso dinossauro Santanaraptor placidus, procedente justamente da Bacia do Araripe, do mesmo depósito (denominado Formação Romualdo) daquele fóssil mencionado no início da coluna. Essa região é tão importante do ponto de vista paleontológico que está sendo desenvolvido ali o primeiro geoparque da América do Sul.

Reconstituição do dinossauro brasileiro 'Santanaraptor placidus'. Além dos ossos, vasos sanguíneos, couro e fibras musculares foram preservados em seu fóssil. No detalhe, fotos realizadas no microscópio eletrônico de varredura revelam parte dessas estruturas. (imagens: Kabacchi/ Flickr – CC BY 2.0 | A. Kellner/ Nature)
Diferente do material da América do Norte, esse nosso dinossauro possui estruturas preservadas em três dimensões, que resultaram não apenas da impressão de sua parte externa, mas também da substituição da matéria orgânica por minerais. Isso possibilitou a preservação de fibras musculares e vasos sanguíneos, além do couro do animal. Fato realmente espetacular, que também pode ser verificado em peixes, pterossauros e crocodilomorfos daquele depósito.

Aliás, apenas como nota, vale a pena ressaltar que fósseis com tecido mole nesse depósito são encontrados em escala bem maior do que em outros depósitos pelo mundo.

Novas técnicas
Uma vez estabelecido que partes moles dos organismos podem ser preservadas nos fósseis, pesquisadores começaram a não só prestar mais atenção nos seus exemplares, mas também a desenvolver técnicas mais refinadas que pudessem evidenciar essas estruturas.

Entre elas destaca-se a análise com microscópio eletrônico de varredura, muito usada em organismos recentes. Pode-se dizer que hoje é também comum a sua utilização em fósseis – como ocorreu no Santanaraptor –, o que permite a identificação de detalhes anatômicos que não podem ser observados com as lupas binoculares tradicionais.

Outro avanço importante foi a utilização da luz ultravioleta (UV). Essa ferramenta, além de revelar a preservação de tecido mole, permite a distinção de diferentes tipos de tecido. Um exemplo é o do pterossauro Jeholopterus encontrado no famoso depósito de Liaoning, na China, onde o emprego de luz UV revelou diferentes partes da asa do animal e fibras (as picnofibras) recobrindo o seu corpo.

Réptil voador 'Jeholopterus' encontrado na China. Imagens com UV possibilitaram evidenciar diversas estruturas diferentes de tecido mole, incluindo fibras que recobriam o corpo do animal (linhas menores e mais escuras). (imagem: Helmut Tischlinger/ Proc. Royal Society B)
Também no dinossauro Scipionyx, encontrado na Itália, a luz UV ajudou na diferenciação de órgãos internos.

Alguns equívocos
Porém, a pesquisa de tecidos moles não é fácil e algumas identificações já foram contestadas. Um dos casos mais discutidos é o do famoso ‘coração de dinossauro’, supostamente encontrado em um indivíduo de Tecelosaurus, que há 66 milhões de anos vagava pela América do Norte.

Pesquisadores observaram uma grande massa de coloração distinta abaixo das costelas, justamente na região onde deveria estar localizado o coração do animal. No entanto, estudos posteriores utilizando a tomografia computadorizada revelaram que o suposto coração trata-se, na realidade, de uma concreção que coincidentemente se formou naquele local.

Apesar dos equívocos, os pesquisadores são unânimes em afirmar que a possibilidade de preservação nos fósseis vai bem além de conchas, ossos e dentes
Outra controvérsia está na presença de vasos sanguíneos em um exemplar de Tyrannosaurus rex. Estudos preliminares apresentados no ano passado sugerem que os supostos vasos sanguíneos seriam, na realidade, o produto da ação de bactérias e não estariam relacionados a qualquer estrutura biológica do animal.

De qualquer forma, os pesquisadores são unânimes em afirmar que a possibilidade de preservação nos fósseis vai bem além de conchas, ossos e dentes. O desafio é desenvolver técnicas que possam comprovar esses achados de potencial maravilhoso para entendermos um pouco mais a fauna e flora que há milhões de anos, bem antes de nós, dominou o planeta.

Alexander Kellner
Museu Nacional/UFRJ
Academia Brasileira de Ciências

07/02/2012

Esperança ambiental: fungo amazônico que come plástico pode solucionar problemas de lixo

Se você não está convencido da importância de proteger a biodiversidade de florestas tropicais, aqui vai mais um argumento a favor: estudantes da Universidade de Yale, EUA, descobriram um fungo amazônico que pode comer os resíduos mais duráveis de nossos aterros: o poliuretano.
Durante uma expedição ao Equador, os universitários perceberam que o fungo tinha a capacidade de decompor o plástico. Este plástico é um dos compostos químicos encontrados em muitos, mas muitos mesmo produtos modernos – de mangueiras de jardim a fantasias.
Ele é valorizado por sua flexibilidade e rigidez ao mesmo tempo. O problema é que, como muitos outros polímeros, ele não se quebra facilmente. Isso significa que persiste em aterros e lixões de todo mundo por muito tempo.
O plástico até queima muito bem, mas esse processo libera monóxido de carbono e outros gases na atmosfera, por isso é uma impossibilidade ambiental. Nem precisamos destacar que algo que pode degradá-lo naturalmente seria uma solução muito melhor.
O fungo, chamado Pestalotiopsis microspore, consegue sobreviver com uma dieta de apenas poliuretano, em um ambiente anaeróbico.
A equipe de Yale isolou a enzima que permite que este fungo faça esse trabalho e que poderia ser usada para biorremediação.
Para nós, é estranho pensar em um microorganismo que coma material sintético durável, mas acredite, esse não é sequer o primeiro a fazer isso. Bactérias e fungos são capazes de quebrar muitos materiais. Uma espécie bacteriana – Halomonas titanicae – está comendo o Titanic no fundo do mar, por exemplo. Sorte nossa que podemos contar com tais criaturas incríveis

Fonte: HypeScience

28/01/2012

Galera como foi a primeira semana de aula??? bjos e abraços

23/01/2012

Pessoal, aqui é a administradora da página que por sinal está deixando o cargo agora. A partir deste momento, a página é de total responsabilidade do Anderson Macena, e tudo que for postado aqui ou comentado é de responsa dele. Foi muito bom este tempo com vocês, e espero que continuem participando de tudo como sempre tem feito. É isso ai, valeu STIGADUS!

22/01/2012

GOIÁS ÊOOOH...
Goleada 5x0 .
Só o começo, em 2012 teremos muitas vitorias!

Photos 21/01/2012

Não desista!

Photos 20/01/2012

O Anderson Macena não teve mais o que fazer nas férias, ai resolveu brincar de lata velha igual o Luciano no caldeirão do Huck, a diferença é que o carro é dele e o mecânico também é ele, e o Daniel. E eu só quero é ver o que isso vai dar no final, si é que vai chegar no final né, porque no segundo dia de serviço o Daniel, parceiro do Anderson já perdeu um pedaço do dedo...
Enfim... Entrem depois no album de fotos no perfil pessoal do Anderson Macena, e deixem suas sugestões, ele está pediindo!

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