10/09/2026
O filho do rico tem uma rotina bem diferente do filho do pobre.
Sim, é difícil admitir. Mas é a verdade que vemos todos os dias nos atendimentos às famílias.
E não: não é dinheiro. Jamais foi. É questão cultural.
Enquanto um passa horas no celular, entre uma dancinha e outra, o outro aprende a seguir padrões e constrói uma rotina que prepara para a vida.
Acesso às telas? Só depois dos 12 anos. Antes disso, a infância precisa de tédio — é nele que nascem a criatividade e a autodescoberta.
E mais: criança precisa de ambientes que exigem repertório. Luta, esporte, biblioteca, instrumento musical.
Mas a frase mais forte do vídeo é também a mais dura: quando o pai não ocupa o lugar de liderança, a tela ocupa.
Então, antes de apontar o problema para o seu filho, olhe para o que está na direção dele: padrões de rotina, ambiente e dinâmica familiar.
O problema pode não estar nele. Pode estar no que ele absorve todos os dias.
O que você pensa sobre isso? Vamos trazer essa discussão para cá — comenta abaixo 👇🎥
Créditos: Dra Paula Campozan Dória | Maternidade
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