NEAP - Núcleo de Antropologia, Patrimônio, Memória e Expressões Museais

NEAP - Núcleo de Antropologia, Patrimônio, Memória e Expressões Museais

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Núcleo de Estudos de Antropologia, Patrimônio, Memória e Expressões Museais vinculado ao Museu Antropológico, PPGAS e ao PPGS - UFG.

O Neap se propõe a ser um grupo de estudos e de pesquisas na área da antropologia com ênfase nos temas do patrimônio cultural, memória e museus, a fim de concatenar projetos de pesquisas e atividades acadêmicas de professores e técnico-adminstrativos da Faculdade de Ciências Sociais e do Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás. Igualmente, o núcleo estará aberto para interfaces no pla

30/03/2019

Convite aberto para tod@s.
I Colóquio do NEAP. Inscrevam-se:

15/02/2019

Hoje o Arquivo Nacional celebra o nascimento de Nise da Silveira, psiquiatra que revolucionou a saúde mental no Brasil. Nise Magalhães da Silveira nasceu em Maceió, Alagoas, no ano de 1905. Aos 16 anos, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, sendo a única mulher de uma turma com 157 estudantes.
Nas décadas de 1940 e 1950, Nise se destacou por adotar métodos terapêuticos humanizados no tratamento de pessoas com problemas mentais, em oposição às formas agressivas de tratamento adotadas no período, como o confinamento em hospitais, eletrochoque, choque de insulina e lobotomia.
Guiando-se pelos valores de respeito aos pacientes, afeto, liberdade e criatividade, Nise idealizou, em 1946, a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Pedro II do Engenho de Dentro (atual Instituto Municipal Nise Da Silveira, no Rio de Janeiro). Nesse espaço, introduziu a arte-terapia, trabalho pioneiro que foi reconhecido internacionalmente.

Fundou o Museu de Imagens do Inconsciente, em 1952, e a Casa das Palmeiras, em 1956. Autora de livros e ganhadora de diversas condecorações, títulos e prêmios, Nise da Silveira inspirou, com seu trabalho, a criação de centros culturais, museus e instituições de terapia no Brasil e no mundo.

Em 2017, seu arquivo pessoal foi reconhecido como Memória do Mundo pela UNESCO.

Na imagem, Nise da Silveira, julho de 1970. Arquivo Nacional. Fundo Correio da Manhã. BR_RJANRIO_PH_0_FOT_43116_003.

O racismo sob olho crítico de Lélia González 15/02/2019

O racismo sob olho crítico de Lélia González   “De cútis preta, usa, frequentemente, peruca black, cor de cobre, e os óculos com lentes escuras”. Essa referência encontra-se em um documento, de 1979, do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) do Rio de Janeiro e descrevia Lélia de Almeida González (1935-1994), antropó

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