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Como descrever um período de trabalho informal ou “freela” no currículo?Muita gente apaga essa experiência do currículo ...
26/09/2026

Como descrever um período de trabalho informal ou “freela” no currículo?

Muita gente apaga essa experiência do currículo porque pensa:

Não tive carteira assinada, então não conta. Conta, sim, desde que você saiba apresentar.

O recrutador não precisa apenas saber se havia vínculo formal. Ele precisa entender o que você fazia, quais responsabilidades assumia e que tipo de contribuição entregava.

Você pode estruturar essa experiência no currículo assim:

Cargo: Consultor de Marketing Autônomo | Freelancer | Prestador de Serviços
Período: mês/ano a mês/ano
Descrição: o que fazia, para quem prestava o serviço e, principalmente, quais resultados ou contribuições entregava.

Você não está “maquiando” a experiência.

Está traduzindo o trabalho que realmente realizou para uma linguagem profissional.

Trabalhar como autônomo, fazer trabalhos temporários, atuar por projeto ou realizar freelas recorrentes também faz parte da trajetória profissional.

A diferença está em dar contexto a esse período, em vez de simplesmente apagá-lo.

Seu currículo precisa contar sua trajetória com clareza, não esconder partes dela.

Antes de excluir uma experiência, pergunte:

O que eu desenvolvi, entreguei ou resolvi nesse período que pode ser relevante para a vaga que estou buscando?

É daí que começa uma apresentação profissional mais estratégica.

VA Consultoria | Currículo estratégico para transformar experiência em posicionamento profissional.

Tem feedback que incomoda porque toca exatamente no ponto que a gente ainda não tinha percebido.Em uma devolutiva de pro...
25/09/2026

Tem feedback que incomoda porque toca exatamente no ponto que a gente ainda não tinha percebido.

Em uma devolutiva de processo seletivo, ouvi uma frase que ficou na minha cabeça:

“Seu currículo conta o que você fez. Não conta o que você resolveu.”

Na hora, doeu.

Eu tinha passado anos construindo minha trajetória e acreditava que apresentar cargos, responsabilidades e experiências já seria suficiente para mostrar meu valor profissional.

Mas, quando reli meu currículo com aquela frase em mente, percebi algo importante:

Eu estava descrevendo funções.

Não estava mostrando impacto.

Não aparecia com clareza o que eu havia melhorado, solucionado, organizado, desenvolvido ou contribuído ao longo da minha experiência.

Foi aí que entendi uma diferença que mudou minha forma de olhar para currículos:

Ter experiência é uma coisa.
Saber comunicar essa experiência é outra.

Um currículo estratégico não precisa apenas responder:

“O que você fazia?”

Ele também precisa ajudar o recrutador a compreender:

▪︎O que você entregava?
▪︎Que problemas você ajudava a resolver?
▪︎Qual foi a sua contribuição?

Hoje, essa é uma das primeiras coisas que observo quando analiso o currículo de um profissional.

Porque, muitas vezes, o problema não está na falta de experiência.

Está na forma como essa experiência está sendo apresentada.

E o seu currículo: conta apenas o que você fez ou também mostra o valor que você entregou?

Quando o recrutador pergunta:Por que você quer trabalhar aqui?É comum ouvir:▪︎Porque admiro a empresa.▪︎Porque quero cre...
25/09/2026

Quando o recrutador pergunta:

Por que você quer trabalhar aqui?

É comum ouvir:

▪︎Porque admiro a empresa.
▪︎Porque quero crescer profissionalmente.
▪︎Porque me identifico com os valores.

Mas essas respostas, sozinhas, dizem pouco.

Essa pergunta pode ser uma oportunidade para você mostrar por que aquela vaga faz sentido para o momento da sua carreira.

Uma resposta consistente conecta:

a oportunidade + sua trajetória + o próximo passo que você busca.

Você pode falar sobre o que encontrou naquela posição, relacionar com experiências que já possui e explicar por que aquela oportunidade conversa com o caminho que deseja construir.

Não precisa inventar que a empresa é o seu “sonho de vida”.

Também não precisa decorar um discurso, precisa existir coerência .

A entrevista que eu não devia ter feito.Antes mesmo de aceitar o convite, eu sabia que aquela vaga não fazia sentido par...
23/09/2026

A entrevista que eu não devia ter feito.

Antes mesmo de aceitar o convite, eu sabia que aquela vaga não fazia sentido para mim.

O salário estava abaixo do que eu buscava.
A função não conversava com o momento da minha carreira.

Mas eu estava há meses sem retorno.

E, quando a gente está cansado de esperar, qualquer oportunidade começa a parecer uma boia.

Eu aceitei.
Me preparei.
Passei por três etapas.

Até que veio a proposta.

E eu descobri que aquilo que eu já sabia no início continuava sendo verdade: eu não queria aquela vaga.

Recusei.

Por alguns dias, me senti péssima. Parecia que eu tinha jogado fora a única oportunidade que havia aparecido em semanas.

Mas depois entendi uma coisa:

aceitar por desespero poderia ter me custado muito mais do que recusar por clareza.

Hoje, quando oriento alguém em um processo seletivo, não penso apenas em “conseguir a vaga”.

Também é preciso perguntar:

Essa oportunidade realmente faz sentido para a sua trajetória?

Porque recolocação não é aceitar qualquer oportunidade.

É encontrar uma oportunidade que faça sentido para o próximo passo.

Eu já estive do outro lado de um processo seletivo.E, naquela época, entrevista de emprego era sinônimo de ansiedade par...
23/09/2026

Eu já estive do outro lado de um processo seletivo.

E, naquela época, entrevista de emprego era sinônimo de ansiedade para mim.

Eu passava mal, meu coração acelerava, minhas mãos tremiam e, muitas vezes, eu esquecia até aquilo que sabia.

Não era falta de experiência ou de capacidade.

Eu simplesmente não sabia como me preparar.

Naquele período, eu não tinha a orientação que existe hoje.

Não entendia a importância de apresentar minha trajetória de forma estratégica, adaptar o currículo ao meu objetivo, construir um LinkedIn coerente ou me preparar para uma entrevista pensando nas experiências que precisava demonstrar.

Eu apenas ia.

E, muitas vezes, saía de uma entrevista pensando:

“Eu poderia ter feito muito melhor.”

Hoje, olhando para essa trajetória, percebo o quanto essa experiência também contribuiu para a profissional que me tornei.

Foi justamente por conhecer esse processo de dentro que encontrei meu propósito na recolocação profissional.

Hoje, trabalho para ajudar profissionais a apresentarem melhor aquilo que já construíram.

Transformo currículos genéricos em currículos estratégicos, estruturo perfis no LinkedIn, preparo profissionais para entrevistas e acompanho a recolocação de forma mais direcionada.

Porque recolocação não é apenas enviar currículo para várias vagas.

É saber como apresentar sua trajetória, comunicar seu valor e se posicionar diante das oportunidades.

Eu sei o que é entrar em uma entrevista com o coração acelerado.

E talvez seja justamente por isso que eu valorize tanto o preparo que hoje posso oferecer a outras pessoas.

O que um dia foi insegurança para mim, hoje se transformou em propósito profissional.

Vandevan Azevedo
Consultora de Recolocação Profissional

Golpe da entrevista falsa: sua vaga dos sonhos pode estar caçando seu rosto, não seu currículoEm Vitória e em Goiânia, c...
22/09/2026

Golpe da entrevista falsa: sua vaga dos sonhos pode estar caçando seu rosto, não seu currículo

Em Vitória e em Goiânia, candidatos foram atraídos por vagas com salários chamativos. Na entrevista, pediam reconhecimento facial, supostamente para cadastro de acesso ou verificação de identidade. Um candidato a motorista, por exemplo, fez a verificação sob a justificativa de que seria para o cadastro de acesso ao condomínio, e pouco depois recebeu um e-mail avisando sobre o financiamento não autorizado de um carro de R$230 mil em seu nome.

O motivo é simples: hoje, a biometria facial tem o mesmo peso de validação que uma assinatura física para operações financeiras, como abertura de contas e concessão de empréstimos. Quem controla seu rosto pode assinar por você.

Três sinais para desconfiar antes de fornecer qualquer biometria em processo seletivo:

▪︎Pressa: promessas de contratação imediata e exigência de reconhecimento facial logo no início do processo são sinais de alerta.

▪︎Justificativa esquisita: nenhuma vaga precisa do seu rosto para cadastro de condomínio ou correção técnica.

▪︎Empresa não confirmada: antes de comparecer a qualquer seleção, procure a vaga nos canais oficiais da empresa.

Currículo bom se defende com experiência. Golpe se disfarça de processo seletivo.

Se uma entrevista pedir reconhecimento facial antes de qualquer contrato assinado, pare e confirme com a empresa por outro canal.

Você já deixou de colocar uma experiência no currículo porque ela não foi registrada?Se sim, atenção: uma experiência se...
21/09/2026

Você já deixou de colocar uma experiência no currículo porque ela não foi registrada?

Se sim, atenção: uma experiência sem registro não deixa de ser uma experiência profissional.

É claro que uma experiência formal, registrada em carteira, tem importância e deve ser informada corretamente no currículo.

Mas, na prática, o recrutador também quer entender o que você realmente fez, o que aprendeu, quais atividades desenvolveu e quais competências construiu naquela experiência.

Porque o currículo apresenta a sua trajetória.
A entrevista permite aprofundá-la.

Se você trabalhou como autônomo, freelancer, prestador de serviço, teve um negócio próprio, atuou informalmente ou desenvolveu atividades sem registro, isso também pode fazer parte da sua trajetória profissional — desde que seja apresentado com clareza e honestidade.

No fim, não é apenas sobre o que está escrito no papel.

É sobre o que você sabe fazer e como consegue demonstrar isso.

E é justamente por isso que saber contar a sua trajetória profissional na entrevista faz tanta diferença.

Seu currículo mostra a experiência.
Sua entrevista mostra o profissional por trás dela.

Você tem alguma experiência que deixou de colocar no currículo porque não era registrada?

Seu currículo não precisa dar o mesmo peso para todas as suas experiências.Um erro comum é tentar colocar tudo no curríc...
20/09/2026

Seu currículo não precisa dar o mesmo peso para todas as suas experiências.

Um erro comum é tentar colocar tudo no currículo com a mesma importância.

A pessoa detalha cada experiência, acrescenta todas as atividades e tenta mostrar tudo o que já fez.

Mas currículo não é inventário profissional.

Quando uma experiência tem relação direta com o cargo que você busca hoje, ela pode precisar de mais destaque.

Outra pode ser resumida.
Uma experiência mais antiga pode continuar no currículo, mas ocupar menos espaço.

Não se trata de esconder sua trajetória.

Trata-se de criar hierarquia para que quem leia consiga identificar rapidamente aquilo que é mais relevante para o seu próximo passo profissional.

Na minha visão, reestruturar um currículo não é simplesmente melhorar a escrita.

É tomar decisões sobre o que destacar, o que contextualizar e o que resumir, considerando o objetivo profissional.

Seu currículo mostra tudo o que você já fez ou deixa claro o que da sua trajetória é mais importante para a oportunidade que você busca hoje?

Até o almoço, ela já tinha sido cinco pessoas diferentes.1. A detetive 🔎Ela não lê apenas o que está escrito.Lê o que es...
20/09/2026

Até o almoço, ela já tinha sido cinco pessoas diferentes.

1. A detetive 🔎

Ela não lê apenas o que está escrito.
Lê o que está faltando: o intervalo sem explicação, o cargo que mudou de nome, a conquista sem número.

2. A tradutora

O gestor pediu: “Alguém proativo, com perfil de dono.”

Ela precisou transformar isso em critérios reais, que pudessem ser identificados e avaliados em um currículo.

3. A ouvinte

Na entrevista, o candidato disse:

“Foi uma decisão mútua.”

Ela ficou em silêncio por três segundos.

Ele completou a história sozinho.

Foi ali que ela descobriu o que precisava saber.

4. A negociadora

Faixa salarial, prazo, modelo de trabalho, expectativas do gestor.

Ela alinha tudo isso antes que alguém se decepcione lá na frente.

5. A advogada

Depois da entrevista, ela senta com o gestor e defende o candidato que o currículo não conseguiu mostrar tão bem.

Mas só faz isso por quem se preparou.

Quando o candidato entende que existem cinco pessoas do outro lado, ele para de tentar apenas “passar no filtro” e começa a conversar com quem realmente participa da decisão.

Se você estivesse diante dessas cinco versões de uma recrutadora, qual delas mais te deixaria inseguro?

🔎 A detetive
👂 A ouvinte
🤝 A negociadora
⚖️ A advogada

Duas pessoas podem ter trabalhado como Assistente Administrativo e, ainda assim, terem experiências profissionais comple...
18/09/2026

Duas pessoas podem ter trabalhado como Assistente Administrativo e, ainda assim, terem experiências profissionais completamente diferentes.

Quando o currículo descreve apenas:

“Rotinas administrativas, atendimento ao cliente, organização de documentos e controle de planilhas.”

A informação está correta.

Mas ela não mostra como aquele profissional realmente atuava.

Um pode ter trabalhado principalmente com atendimento e suporte comercial. Outro pode ter sido responsável por controles financeiros, relatórios e acompanhamento de indicadores.

O cargo é o mesmo. A atuação não.

Por isso, ao estruturar um currículo, não basta listar tarefas.

É importante entender o que o profissional fazia, em qual contexto, quais eram suas responsabilidades e quais conhecimentos desenvolveu naquela função.

Quando a descrição é genérica demais, experiências diferentes acabam parecendo iguais.

E o recrutador pode não conseguir enxergar aquilo que diferencia aquele profissional.

Cargo identifica uma posição.
A descrição da experiência mostra a atuação.

Endereço

Goiânia, GO

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