Ars-Goetia Salomonica, Magia Planetaria, Angelical E Necromancia

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29/09/2025

ARQUÉTIPO LÚCIFER


A figura de Lúcifer é uma das mais controversas e multifacetadas da história da religião, da teologia e da cultura popular. Longe de ser uma entidade unívoca, Lúcifer se apresenta sob diversas facetas, cada uma carregada de simbolismo e interpretações distintas. Este texto busca reunir as principais informações sobre Lúcifer, explorando suas origens etimológicas, suas representações teológicas, suas associações com outras figuras mitológicas e, finalmente, sua compreensão como um arquétipo ou egrégora.

Origens e Etimologia:

O termo "Lúcifer" deriva do latim "lux fero", que significa "portador da luz". Originalmente, o termo se referia ao planeta Vênus, a estrela da manhã que anuncia o amanhecer. Essa associação com a luz e o brilho é fundamental para compreender as primeiras representações de Lúcifer, que o associavam a um ser celestial de grande beleza e poder.

Interpretações Teológicas:

Na tradição cristã, a figura de Lúcifer se tornou associada a Satanás, o anjo caído que se rebelou contra Deus e foi expulso do céu. Essa associação se baseia principalmente em uma interpretação da profecia de Isaías (14:12-15), que fala sobre a queda de um rei da Babilônia, identificado como "Lúcifer" devido ao seu brilho e poder. No entanto, essa interpretação é controversa, uma vez que o texto original se refere a um rei humano e não a um ser angelical.

No Novo Testamento, a figura de Satanás é apresentada de forma mais direta, sem menção à profecia de Isaías. Em Lucas 10:18, Jesus afirma ter visto "Satanás caindo do céu como um raio", o que reforça a ideia de uma queda primordial, mas sem associá-la ao nome de Lúcifer.

A teologia católica, ao longo dos séculos, consolidou a visão de Lúcifer como o nome do anjo que, em sua soberba, se rebelou contra Deus e se tornou Satanás, o diabo. Essa visão, no entanto, é considerada um erro teológico por alguns estudiosos, que argumentam que ela mistura elementos do Antigo e do Novo Testamento de forma equivocada.

Outras Perspectivas:

Além da visão cristã tradicional, a figura de Lúcifer também é abordada em outras tradições e sistemas de crenças. No Livro de Enoque, por exemplo, o líder dos anjos rebeldes é Az**el, e não Lúcifer. Na mitologia romana, Dianus Lucifero é um deus associado à luz, à fertilidade e à natureza selvagem.

No luciferianismo, Lúcifer é visto como um símbolo de liberdade, conhecimento e autoaperfeiçoamento. Para alguns luciferianos, Lúcifer é uma entidade real, enquanto para outros ele é apenas um arquétipo ou um sistema filosófico.

Lúcifer como Egrégora:

Uma perspectiva interessante sobre a figura de Lúcifer é a de que ele se tornou uma egrégora, ou seja, uma entidade criada pela força do pensamento coletivo. Ao longo dos séculos, a imagem de Lúcifer foi sendo moldada e alimentada pelas crenças, medos e desejos de milhões de pessoas, o que lhe conferiu uma força e uma autonomia próprias.

Nessa visão, Lúcifer não é necessariamente um anjo caído ou um demônio, mas sim uma manifestação do inconsciente coletivo, um símbolo dos aspectos sombrios da natureza humana, como a ambição, a rebeldia e a busca pelo conhecimento proibido.

Conclusão:

A figura de Lúcifer é complexa e multifacetada, passível de diversas interpretações. Seja como um anjo caído, um símbolo de rebeldia ou uma egrégora, Lúcifer continua a exercer um fascínio sobre a imaginação humana, desafiando nossas crenças e nos convidando a explorar os recantos mais obscuros de nossa psique.
E não adianta achar ruim estudem.

Photos from Ars-Goetia Salomonica, Magia Planetaria, Angelical E Necromancia's post 26/09/2025

SCHEVA O DEMONIO DA VINGANÇA

Origem: Scheva é uma entidade única no Grande Grimoire, um grimório francês do século XVIII (publicado pela Bibliothèque bleue, com influências de textos medievais como o Grimorium Verum). Diferente da Ars Goetia (com 72 demônios), o Grande Grimoire foca em uma hierarquia infernal liderada por Lúcifer, Belzebu, Astaroth e Lucifuge Rofocale, onde Scheva aparece como uma figura singular.
Hierarquia e Papel: Scheva é descrita como a única demônio fêmea da corte infernal, com o título de "cantineira" (quartermaster), ou seja, uma serva de baixo escalão que fornece suprimentos ou apoio ao "exército infernal". Além disso, é mencionada como "concubina dos demônios", sugerindo um papel de sedução e influência emocional. Scheva tem um poder único: manipular emoções intensas.
Aparência: O grimório a descreve como uma mulher de beleza sobrenatural, com traços sedutores, mas com elementos demoníacos sutis (ex.: olhos brilhantes, chifres pequenos, ou uma aura de fogo). Em visões modernas, ocultistas relatam-na com vestes escuras ou armadura leve, simbolizando sua função militar e feminilidade poderosa. Sua voz é "doce, mas cortante", evocando respeito e cautela.

Poderes e Características

Scheva não é apenas uma figura de vingança (como mencionado na sua descrição de punir traições), mas uma entidade versátil com habilidades emocionais e manipulativas, conforme descrito no Grande Grimoire. Seus poderes incluem: Manipulação de Emoções: Scheva pode influenciar sentimentos alheios, seja para revelar segredos do coração, intensificar paixões ou expor fraquezas emocionais. Ela é especialista em "ler" intenções ocultas, útil para casos onde você quer entender os sentimentos de alguém.
Revelação de Segredos: Como "concubina", ela tem acesso a informações íntimas e pode expor verdades sobre relacionamentos, como infidelidade ou intenções escondidas. Isso a torna valiosa para esclarecer dinâmicas amorosas complexas.
Proteção Emocional: Embora associada a punição, Scheva pode ser evocada para proteger contra traições futuras, criando uma barreira energética que afasta pessoas desleais.
O grande grimorio versão mais comum descreve assim. Em toda corte infernal nao figura mais do que um demonio femea, que se chama scheva. No exercito infernal desempenha o cargo de cantineira e concubina. A este gênio se evoca somente em casos de perfidia, amor mentiroso, vaidade, fraude e roubo. Eis aqui sua verdadeira imagem e assinatura diabolica.
Mas só deve ser chamada em casos de perfidia e traições.

Photos from Ars-Goetia Salomonica, Magia Planetaria, Angelical E Necromancia's post 26/09/2025

NAMATH O ESPÍRITO GUARDIÃO E FAMILIAR

Em Latim:

Ego sum Namath. Spiritus avertens mala inimicis, retrocedens scuta et tela emissa sibi ipsi; nec cedi possit a maligno inimico qui me invocaverit: ecce assum quid vocasti me.

Em Português:

"Eu sou Namath, o espírito que afasta os males dos inimigos, que faz recuar os escudos e as lanças lançadas contra si; aquele que me invoca não pode ser derrubado pelo inimigo maligno: eis que estou aqui, pois me chamaste."

Local: Um espaço limpo e silencioso, preferencialmente ao ar livre ou num quarto com uma janela aberta, para permitir a entrada do espírito. Coloque um pano branco sobre uma mesa como altar.

Momento Ideal: Realize o ritual numa quinta-feira, sob a influência de Júpiter (planeta de expansão proteção e benevolência), preferencialmente durante a lua crescente (para amplificar intenções positivas), ao amanhecer ou para máxima potência, mas o ritual pode ser feito com intenções claras.

Jejum Prévio: Jejue por um dia (ou pelo menos 12 horas, tomando apenas água), para purificar o corpo e a mente. Isso reflete a prática tudor de preparação espiritual.
Materiais:

Pergaminho virgem ou papel branco limpo para desenhar o selo de Namath (descreverei abaixo).
Tinta preta (de preferência à base de carvão ou natural, como no século XVI) ou caneta para traçar o selo.

Óleo de oliva para ungir o selo.
Uma ou tres velas azuis.

Incenso de mirra ou olíbano (usado em rituais cristãos tudores para purificação).
Um pequeno braseiro ou recipiente seguro para queimar o selo como oferenda.

Local: Um espaço limpo e silencioso
preferencialmente ao ar livre ou num quarto com uma janela aberta, para permitir a entrada do espírito. Coloque um pano branco sobre uma mesa como altar.

A Evocação Completa de Namath.

Passo 1: Preparação do Altar
Acenda a vela azul e o incenso, dizendo:
"Pelo fogo da verdade e pelo fumo da purificação, preparo este espaço sagrado."

Coloque o pergaminho com o selo no centro do altar. Unja-o com algumas gotas de óleo de oliva, traçando uma cruz sobre o selo enquanto diz:

"Que este selo seja consagrado ao serviço de Namath, espírito protetor."

A Evocação Completa de Namath

Passo 1: Preparação do Altar

Acenda a vela azul e o incenso, dizendo:

"Pelo fogo da verdade e pelo fumo da purificação, preparo este espaço sagrado."

Coloque o pergaminho com o selo no centro do altar. Unja-o com algumas gotas de óleo de oliva, traçando uma cruz sobre o selo enquanto diz:

"Que este selo seja consagrado ao serviço de Namath, espírito protetor."

Passo 2: A evocação Principal (em Latim e Português)

Fique de pé, voltado para o leste (direção do amanhecer, associada a novos começos). Erga as mãos (ou segure o selo) e recite a evocação principal com voz firme e clara. O texto original do grimório, com tradução adaptada para fluidez, é:

Repita a evocação três vezes, visualizando uma luz branca ou dourada envolvendo você, enquanto imagina lanças e flechas inimigas se quebrando ao tocar essa luz.

Em Latim (reconstruído com base no contexto tudor):

Veni, Namath, per virtutem Dei vivi et veri, et protege me ab omni malo visibili et invisibili. Per nomen sanctum et potentiam Creatoris, esto meus custos et defensor, et fidelis meus socius in aeternum.

Em Português:

"Venha, Namath, pelo poder de Deus vivo e verdadeiro, e proteja-me de todo mal visível e invisível. Pelo nome santo e pelo poder do Criador, seja meu guardião e defensor, e meu fiel companheiro para sempre."
Enquanto recita, visualize Namath como uma forma luminosa (talvez uma figura etérea com armadura sutil ou uma voz sussurrante em sua mente), prometendo fidelidade. Sinta a presença dele como um escudo quente e protetor ao seu redor.

Passo 4: Selo da Aliança

Pegue o selo ungido e dobre-o cuidadosamente. Acenda-o na chama da vela azul e deixe-o queimar completamente no braseiro ou recipiente seguro,

dizendo:

"Que esta oferenda sele nossa aliança, ó Namath. Que tua proteção seja eterna."
As cinzas devem ser espalhadas ao vento (se ao ar livre) ou guardadas num saquinho branco como talismã de proteção.
Passo 5: Agradecimento e Encerramento

Agradeça a Namath com suas próprias palavras, por exemplo: "Namath, espírito guardião, agradeço tua presença e proteção. Que estejas sempre ao meu lado quando te chamar."
Apague a vela (ou deixe-a queimar até o fim, se seguro) e finalize o ritual com uma prece silenciosa ou um momento de meditação, sentindo a paz da proteção estabelecida.
Namath e um demônio mais age sobre a ordem Deus, ele seria um Agathodaimon não citei o grimório mas a anos não vejo ninguém procurar evoluir em conhecimento diferente.
Ritual simples de Proteção para leigos.
Azi Dahak Magista Constantino

24/03/2025

PENTACLE DA AURORA DOURADA

Pantacle "pentacle" o pentagrama é um disco de cera, ouro, prata dourada ou Electrum Magicum, com oito polegadas de diâmetro e meia polegada de espessura; o Neófito deve "por sua compreensão e engenhosidade elaborar um símbolo para representar o Universo". -As formas mais externas são dois círculos. Dentro disso está definido um endekagram (hendecagram), que é uma estrela de 11 pontas. Na Ordem Hermética da Aurora Dourada, esta forma é usada para representar os 11 Duques de Edom e as 11 Esferas das Qliphoth. Dentro disso está um hexagrama, uma estrela de 6 pontas, que pode representar os 6 planetas clássicos, com o Sol em seu centro. Os planetas são cercados pelos 12 signos do Zodíaco. -Finalmente, há um pentagrama (estrela de 5 pontas) dentro disso. É marcado com os símbolos dos 4 elementos (terra, água, fogo e ar) e o quinto elemento, a quintessência, Espírito (Akasha). - Outros nomes (por exemplo, deuses egípcios) aparecem, assim como letras do alfabeto hebraico. Cada letra desse alfabeto corresponde a um número específico. As letras ao redor da borda da imagem dizem Hadith e Nuith, que aparecem em Liber AL vel Legis, o Livro da Lei (1904 e.v.). As letras combinadas de seus nomes somam 11.

14/01/2025

BELZEBU NO GRIMÓRIO LIVRE DOS ESPIRITZ

Belzebu (nome derivado de Baal Zebul ou Baalzebub, também referido por Belzebuth; em hebraico: בַּעַל זְבוּב‎‎, Baʿal Zəvûv.
Belzebu, um espírito grande e malévolo, era chamado de Anthaon antes da época de Salomão. Ele é o maior do Inferno depois de Lúcifer. É sabido que ele reina nas partes orientais, e quem o chama deverá ficar voltado para o leste, e ele aparecerá em uma bela forma e semelhança. Ele ensina todas as ciências, dá ouro e prata àqueles que o obrigam a vir, dá respostas verdadeiras ao que lhe é pedido, revela os segredos do Inferno se solicitado, e verdadeiramente ensina as coisas escondidas na terra e no mar. Ele manifesta todos os tesouros que repousam na terra, protege contra outros espíritos e deve ser convocado quando o tempo está bom.

O Livro dos Espíritos é um dos grimórios que deram origem à Goétia Salomônica, sendo talvez o mais antigo. Nele, descobrimos que Belzebu, Satanás e Lúcifer fazem parte da Goétia. Outros grimórios citam os três como líderes dos assentos infernais. Pessoalmente, considero Lúcifer e Satanás como uma única entidade. O mais importante é que "e" mostrado que Belzebu e Satanás podem ser evocados através da Goétia. Não citarei todos os grimórios, pois isso poderia desestimular estudos aprofundados.

SATANÁS

Satanás é o terceiro espírito, criado depois de Lúcifer, e habita no ar perto de nós. Ele aparece de forma graciosa e reside no norte. Quem o chamar deve ficar voltado para o norte. Ele aparece e tem o poder de deformar todos os homens e mulheres se for comandado, e está pronto para fazer todo o mal se for comandado.
Nota: belzebu e bael são apresentados como sendo dois espíritos diferentes, ou seja o daemon bael na Goetia não é o mesmo belzebu.

13/01/2025

DAEMON BUNE PARA RIQUEZA


DESCRIÇÃO BUNE NO LIVRE DOS ESPIRITZ

Bune é um grande duque que faz os corpos se moverem e irem de um lugar para outro, e enriquece um homem e fala com sabedoria diante de todas as pessoas, e dá respostas verdadeiras ao que lhe é pedido; e tem trinta e cinco legiões.

DAEMON BUNE

Outros nomes: Bime, Bim;
Rank: Duque;
Especialidades: Conhecimento, Dinheiro, Necromancia;
Carta do Tarot: 5 de Paus;
Cor da vela: Verde;
Incenso: Sândalo;
Planeta: Vênus;
Metal: Cobre;
Horário: Livremente evocado, do amanhecer até anoitecer;
Posição Zodíaca: 5-9 graus de Leão • Julho 28 - Agosto 01;
Grande Governante: Corson (Egyn);
Elemento: Terra;
Direção: Norte;

O vigésimo sexto espírito é Bune, Bime ou Bim. É um forte duque, grande e poderoso. Ele aparece na forma de um dragão com três cabeças, uma como um cão, uma como um Grifo, e uma como um homem. Ele fala com uma voz elevada e comedida. Ele altera o lugar onde estão os mortos, e faz os espíritos que estejam sob seu comando ascender acima dos sepulcros. Ele torna o homem rico, e o faz sábio e eloqüente. Ele responde corretamente qualquer coisa que lhe for requisitado. Governa 30 legiões de espíritos.
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Do “Dictionnaire Infernal” (edição de 1863) Escrito por Jacques Auguste Simon Collin de Plancy
Texto Original: Bune, demônio poderoso, grão-duque do submundo. Tem a forma de um dragão com três cabeças, das quais apenas a terceira é de homem. Ele só fala por meio de sinais; ele move cadáveres, assombra cemitérios e reúne demônios em tumbas. Ele se orgulha de enriquecer e tornar eloquentes aqueles que o servem. Trinta legiões lhe obedecem.

Os demônios sujeitos a Bune, chamados Bunis, são temidos pelos tártaros, que os dizem ser muito maus.Você deve ter a consciência limpa para estar a salvo da malícia deles; pois seu poder é grande e seu número é imenso. Porém, os feiticeiros do país os domesticam e é através dos Bunis que eles se vangloriam de ter descoberto o futuro.

Do "Pseudomonarchia Daemonum" (1583) Escrito por Johann Weyer (Johann Wier)
Bune é um grande e forte duque, ele aparece como um dragão com três cabeças, a terceira das quais é semelhante a um homem; ele fala com uma voz divina, ele faz os mortos mudarem de lugar e se reúnem sobre os sepulcros dos mortos: ele enriquece grandemente um homem e o torna eloquente e sábio, respondendo verdadeiramente a todas as demandas, e trinta legiões o obedecem.

Texto original:

O bom líder, grande e forte, parece um dragão com três cabeças, mas a terceira lembra um homem. Ele fala com voz muda: faz com que os mortos mudem de lugar e os demônios se ajuntem sobre os túmulos dos mortos: enriquece o homem em todos os sentidos e torna-o eloquente e sábio: responde às perguntas com verdade. Trinta legiões são atribuídas a ele.

De “A Goécia: A Chave Menor do Rei Salomão” (1904) Escrito por SL MacGregor Mathers
BUNE, ou BIME.-O Vigésimo Sexto Espírito é Bune (ou Bim). Ele é um Duque Forte, Grande e Poderoso. Ele aparece na forma de um Dragão com três cabeças, uma como um Cão, uma como um Grifo e uma como um Homem. Ele fala com uma Voz alta e graciosa. Ele muda o Lugar dos Mortos e faz com que os Espíritos que estão sob ele se reúnam sobre seus Sepulcros. Ele dá Riquezas a um Homem e o torna Sábio e Eloquente. Ele dá Respostas verdadeiras às Demandas. E ele governa 30 Legiões de Espíritos. Seu Selo é este, ao qual ele deve Obediência. Ele tem outro Selo (que é o primeiro destes, mas o último é o melhor).
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13/01/2025

DEMONIO TUDIRAS HOHO

ANDREAPHUS

Outros nomes: Andreafos;
Rank: Marquês;
Especialidades: Conhecimento, Astrologia;
Carta do Tarot: 7 de Espadas;
Cor da vela: Violeta;
Incenso: Jasmin;
Planeta: Lua;
Metal: Prata;
Horário: Das 15 as 21h e daí até amanhecer;
Posição Zodíaca: 20-24 graus de Aquário • Fevereiro 09-13;
Grande Governante: Amaymon (Oriens);
Elemento: Ar;
Direção: Leste;
O 65º espírito é Andrealphus ou Andreafos. É um Marques poderoso aparecendo primeiramente dentro na forma de um Pavão, e fazendo muito barulho. Mas após um momento ele toma na forma humana. Pode ensinar a geometria perfeitamente. Ele torna os homens muito sutis nisso, e também em todas as coisas que pertencem a Mensuração ou Astronomia. Pode tornar um homem semelhante a um pássaro. Governa 30 legiões.

TUDIRAS HOHO

Outros nomes rei brial, Andrealphus (também Androalphus) aparece como o 54º demônio no tomo de Johann Weyer sobre demonologia Pseudomonarchia Daemonum e é descrito como um grande Marquês com a aparência de um pavão que faz grandes barulhos e ensina astúcia em astronomia, e quando em forma humana também ensina geometria de maneira perfeita. Ele também é descrito como governando trinta legiões e como tendo a habilidade de transformar qualquer homem em um pássaro. Andrealphus também aparece como o 65º demônio na Goetia , onde é descrito com características semelhantes, mas também incluindo a habilidade de tornar os homens sutis em todas as coisas relativas à Mensuração , entre outras coisas.
Aqui está um texto descrevendo tudo sobre Tudiras Hoho:

Tudiras Hoho, também conhecido como Rei Brial, é um demônio mencionado no Livre des Esperitz, um grimório francês medieval. Ele é descrito como um Grande Marquês dos Infernos, com a aparência de uma jovem donzela.

De acordo com o Livre des Esperitz, Tudiras Hoho tem o poder de conceder sabedoria em todas as ciências e transformar alguém em um pássaro. Ele governa trinta e uma legiões de demônios e é considerado um dos mais poderosos demônios dos Infernos.

Tudiras Hoho também é associado a Andrealphus, um demônio mencionado no Pseudomonarchia Daemonum de Johann Weyer e na Goetia. Andrealphus é descrito como um Grande Marquês com a aparência de um pavão, que ensina astúcia em astronomia e geometria.

Embora as descrições de Tudiras Hoho e Andrealphus sejam ligeiramente diferentes, é claro que eles estão relacionados a um mesmo demônio. A conexão entre esses dois nomes mostra que os demônios podem ter múltiplos nomes e descrições em diferentes textos e tradições.

Em resumo, Tudiras Hoho é um demônio poderoso e sábio, capaz de conceder conhecimento e transformar as pessoas de acordo com sua vontade. Sua associação com Andrealphus e sua menção em diferentes textos de demonologia o tornam um dos mais interessantes e complexos demônios da goetia.

13/01/2025

DEMONIO BITRU

Bitru, outros nomes sitri, bitur no livre dos espiritz.

Bitur é um grande marquês que aparece na forma de um belo jovem e dá o amor às mulheres de qualquer lugar que elas estejam, e destrói cidades e castelos se o mestre ordenar, e faz as pessoas perderem suas grandes honras e dignidades deste mundo se o mestre comandar; e tem trinta e seis legiões.

O Demônio Sitri é um Anjo Caído e 12º dos 72 Espíritos de Salomão.
Sitri é um grande príncipe que aparece primeiro com o rosto de um leopardo e asas de grifo. Ele então assume a forma de um belo ser humano. Ele incentiva homens e mulheres a se apaixonarem e a tirarem todas as roupas.
Ele comanda 60 Legiões de Demônios.

De “A Goetia: A Chave Menor do Rei Salomão” (1904) Escrito por SL MacGregor Mathers
O décimo segundo espírito é Sitri. Ele é um Grande Príncipe e aparece a princípio com uma cabeça de Leopardo e as Asas de um Grifo, mas após o comando do Mestre do Exorcismo ele assume uma forma humana, e muito bonita. Ele inflama os homens com o amor das Mulheres e as Mulheres com o amor dos Homens; e faz com que também se mostrem nus, se assim o desejar. Ele governa 60 Legiões de Espíritos. Seu selo é este, para ser usado como um Lamen diante de ti, etc.

Do “Pseudomonarchia Daemonum” (1583) Escrito por Johann Weyer (Johann Wier)

Sitri, aliás Bitru, é um grande príncipe, aparentando rosto de leopardo e tendo asas como um griffen: quando toma forma humana, é muito bonito, inflama o homem com o amor de uma mulher e também desperta as mulheres amar os homens, sendo ordenado, ele está disposto a desvendar os segredos das mulheres, rindo deles e zombando deles, para torná-los luxuosamente nus, e ali obedecê-lo por sessenta legiões.

Texto original: Sytry, aliás Bitru, magnus Princeps, leopardi facie apparens, habensque alas velut gryphi. Quando autem humanam assumit formam, mire pulcher videtur. Incendit virum mulieris amore, mulierem vicissim alterius desiderio incitat. Jussus secreta libenter detegit feminarum, eas ridens ludificansque, ut se luxuriose nudent. Huic sexaginta legiones obsequuntur.
Extraído do “Dictionnaire Infernal” (edição de 1863) Escrito por Jacques Auguste Simon Collin de Plancy

Texto Original: Sytry ou Bitru, grand prince aux enfers; il apparaît sous la forme d'un léopard, avec des ailes de griffon. Mais lorsqu'il prend la forme humaine, il est d'une grande beauté. C'est lui qui enflamme les passions. Il découvre, quand on le lui commande, les secrets des femmes, qu'il, tourne; volontiers en ridicule. Soixante-dix légions lui obéissent.

12-Sitri
Rank: Príncipe;
Especialidades: Amor;
Carta do Tarot: 7 de Ouros;
Cor da vela: Azul;
Incenso: Cedro;
Planeta: Júpiter;
Metal: Estanho;
Horário: Qualquer hora do dia;
Posição Zodíaca: 25-29 graus de Touro • Maio 15-20;
Grande Governante: Corson (Egyn);
Elemento: Terra;
Direção: Norte;

O décimo segundo espírito é Sitri ou Bitru. É um príncipe e manifesta-se no início com asas de Grifo e cabeça de leopardo, mas após o comando do mestre e do Exorcismo ele toma forma humana, até mesmo agradável. Ele inflama homens e mulheres em amor; e os obriga a mostrarem-se despidos se assim for desejado. Ele comanda 60 legiões de espíritos.
Eu poderia ter acrescentado a descriçao do livro dos espirito mais creio que e o suficiente ja, la cita uma diferença sitri destroi cidade, ou seja tambem pode ser usado em trabalho de destruiçao.
Quanto mais estudo a goetia percebo que não existem magos de goetia salomonica de verdade.
Existem muitos outros segredos de goetia.

18/11/2024

OS 12 DIAS DE NATAL OS DIAS DE MAIOR PODER NA MAGIA

Os 12 dias do Natal, conhecidos como "Dias Não Batizados" no servo-croata, eram um período considerado mágico e perigoso. Acreditava-se que durante esse tempo, os limites entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos eram mais tênues.

*Tradição e crenças:*

1. Demônios e espíritos: Acreditava-se que demônios, como o "Bies" (espírito do mal) e o "Vila" (espírito da floresta), eram mais ativos durante esse período.
2. Criaturas míticas: Outras criaturas, como o "Leshy" (espírito da floresta), o "Vodyanoy" (espírito da água) e o "Domovoi" (espírito do lar), eram também consideradas mais ativas.
3. Magia e feitiçaria: As pessoas acreditavam que a magia e a feitiçaria eram mais eficazes durante esse período.
4. Rituais e cerimônias: As comunidades eslavas realizavam rituais e cerimônias para proteger-se contra os espíritos malignos e garantir a fertilidade e a prosperidade.

*Início da primavera:*

Com o início da primavera, as tradições eslavas também incluíam:

1. Celebrações da fertilidade: Rituais para garantir a fertilidade da terra e das mulheres.
2. Purificação: Cerimônias para purificar as casas e as almas.
3. Proteção: Rituais para proteger as comunidades contra doenças e desastres.

*Influência cristã:*

Com a cristianização dos eslavos, muitas dessas tradições foram incorporadas ao calendário cristão. Os 12 dias do Natal passaram a ser conhecidos como "Dias de Natal" e as celebrações foram adaptadas para incluir elementos cristãos.

*Legado:*

As tradições eslavas pré-cristãs ainda influenciam a cultura e a folclore dos países eslavos, como:

1. Rituais de primavera: Continuam sendo celebrados em muitos países eslavos.
2. Folclore: Histórias e lendas sobre criaturas míticas ainda são contadas e celebradas.
3. Cultura popular: Elementos das tradições eslavas pré-cristãs aparecem em música, arte e literatura.

QUAIS SÃO OS 12 DIAS DE NATAL

Os 12 dias do Natal, também conhecidos como "Dias Não Batizados" no servo-croata, são um período de celebração que começa no dia 25 de dezembro (Natal) e termina no dia 6 de janeiro (Epifania). Aqui estão os 12 dias:

1. 25 de dezembro - Natal (Dia de Jesus)
2. 26 de dezembro - Dia de São Estêvão (protetor dos cavaleiros)
3. 27 de dezembro - Dia de São João Apóstolo (um dos 12 apóstolos de Jesus)
4. 28 de dezembro - Dia dos Santos Inocentes (comemoração dos martíres inocentes)
5. 29 de dezembro - Dia de São Tomás Becket (mártir e arcebispo)
6. 30 de dezembro - Dia de São Egídio (protetor dos doentes)
7. 31 de dezembro - Dia de São Silvestre (papa e protetor dos animais)
8. 1º de janeiro - Dia de São Basílio Magno (bispo e teólogo)
9. 2 de janeiro - Dia de São Gregório Nazianzeno (bispo e teólogo)
10. 3 de janeiro - Dia de São Genebra (protetora das mulheres)
11. 4 de janeiro - Dia de São Elisabete Ana Seton (primeira santa americana)
12. 5 de janeiro - Véspera da Epifania (preparação para a chegada dos Reis Magos)
13. 6 de janeiro - Epifania (Dia dos Reis Magos, comemoração da visita dos Reis Magos a Jesus)

Nas tradições eslavas pré-cristãs, esses dias eram considerados mágicos e perigosos, com celebrações e rituais para proteger-se contra espíritos malignos e garantir a fertilidade e prosperidade.
No islamismo os seus dias sagrados também são dias de poder, são proibidos qualquer prática de magia nesses períodos.
Se querem magia poderosas ou aprender podem me buscar para livros meus que vendo ou fazer mentoria que está semana irei iniciar pois pude me recuperar de um problema grave.
Não se contente com as mesmas narrativas baratas e argumento de pessoas que se diz magistas e MESTRES com um conhecimento medíocre.
Nos procure para evoluir pois assim como vocês eu evoluo a cada dia.
AZI DAHAK.

24/10/2024

IARA A SEREIA BRASILEIRA

As Iara são espíritos do Rio Amazonas. Seu nome pode derivar de uma palavra tupi que significa "Governante das Águas". A Iara se manifesta mais tipicamente como uma bela mulher sentada em uma grande pedra perto do rio, cantando e penteando sedutoramente seus longos cabelos. Sua voz é irresistível. As Iara são paqueradoras. Os homens são apaixonados e se sentem compelidos a abandonar tudo e qualquer um para se juntar às Iara, possivelmente com resultados fatais. Iara simboliza o magneticamente irresistível e carismático e é um nome popular para mulheres brasileiras.
AZI DAHAK.

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