19/02/2025
No dia internacional da língua materna, o GT Nacional para a Década das Línguas Indígenas realizará uma live para falarmos da importância das nossas línguas indígenas!
Convidamos vocês para participarem às 19:30 - Canal Youtube da Década.
Convidados especiais:
Edilson Paumari
David Pataxó Hãhãhãe
Maria de Jesus Tukano
Mediação: Karina Kambeba
"Os espíritos ancestrais dos nossos antigos, que são a vida no planeta, despertam e falam por meio das línguas"
26/01/2024
O Núcleo Takinahakƴ está de luto e lamenta, com muita tristeza o falecimento do aluno , Noberto Tseredawa Tseredze Tsare.
Norberto ingressou no curso de licenciatura em educação intercultural na turma de 2019. Era querido e admirado pelos seus colegas. Na sua aldeia, trabalhava como professor da aldeia São Felipe, na Terra Indígena Parabubure, no município de Campinápolis, no estado do Mato Grosso.
Neste momento, a família Takinahaky seguirá em luto com o comitê A'uwē Aputabi.
Comunicamos que nossa etapa será interrompida a partir de amanhã, 26 de janeiro.
Posteriormente, planejaremos a melhor maneira para retomada de nossas atividades.
Pedimos a todos os comitês que orientem uns aos outros na atenção aos sintomas gripais. É extremamente importante fazer a testagem de Covid antes da viagem de retorno para as aldeias.
Orientamos ainda que aqueles que manifestarem sintomas gripais ou que testaram positivo para Covid-19, que permaneçam na cidade, cuidando-se e buscando formas para interromper a transmissão para as aldeias.
Os serviços do R.U continuarão a ser oferecidos.
Em caso de sintomas graves, busquem os serviços de saúde e comuniquem os professores/as orientadores.
15/04/2023
MASP Professores | 15.4.2023
O MASP Professores é um programa de encontros sobre arte, educação e esfera pública, voltado para a formação de educadores e interessados em geral. Cada edição procura aprofundar os temas propostos pelos ciclos expositivos do museu, tendo em vista os debates do campo pedagógico.
O primeiro encontro do programa MASP Professores em 2023 tem como assunto os modos indígenas de ver, estar e sentir o mundo, abrangendo as diferentes formas de construção dos conhecimentos e das relações estabelecidas com as pessoas e a natureza. Esse diálogo com indígenas é essencial para que a voz desses povos chegue a diferentes espaços, especialmente os museus, as salas de aula e os demais territórios da educação.
CRONOGRAMA
10h30 – 13h30: mesa redonda
13h30 – 15h: intervalo
15h – 17h: conferência
CONVIDADOS
Mesa redonda: Gersem Baniwa, Marcos Tupã e Susilene Kaingang.
Conferência: Alberto Alvares.
Vagas limitadas. Inscreva-se: https://masp.org.br/masp-professores/ver-estar-e-sentir-o-mundo
06/04/2023
https://www.youtube.com/live/88rSEorUMLw?feature=share
UFG INDÍGENA: ingresso de candidatos indígenas na universidade
O objetivo desta atividade é incentivar, orientar e esclarecer dúvidas quanto ao edital do vestibular do curso de educação intercultural e UFG Inclui. * PROG...
20/03/2023
Logo mais embarco para São Paulo, a convite da Tv Cultura para participar do Roda Viva.
Participam da bancada de entrevistadores Luana Genot, diretora executiva do ID_BR, Rubens Valente, jornalista da Agência Pública, Gustavo Faleiros, editor de investigações ambientais do Pulitzer Center, Helena Corezomaé, repórter do portal Primeira Página (MT), e Leticia Leite, repórter colaboradora em SUMAÚMA: Jornalismo do centro do mundo.
A edição contará com a participação da quadrinista Carol Ito.
Com apresentação de Vera Magalhães, a entrevista vai ao ar ao vivo, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora, YouTube, Tik Tok, Twitter e Facebook.
03/12/2022
Em ordem inversa das fotos entendo a escola indígena como o espaço de troca de saberes e de misturar conhecimentos. Subir um nível na escala a escola em seu prédio físico é o local de segurança onde a comunidade confia suas crianças e onde a discussão é fortalecida. Nesse espaço temos nomes em números e em necessidades. Se ampliarmos a visão a escola é parte do território, um território complexo onde cada espaço tem um significado e uma importância. Não tem hierarquia nessa escalas, elas precisam se mesclar ao longo de nossas vidas.
Temos que valorizar nossos territórios, nossos espaços e nossos saberes... E quando digo nossos ele envolve toda a diversidade nessas escalas.
Texto e fotografias: .bispo