Marina Osório

Marina Osório Te ajudo a viver as ondas da vida de forma leve, autêntica e prazerosa
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Ser uma mulher desejante também é transformar os medos em desejos.Por muito tempo, o desejo e a libido feminina foram as...
18/08/2026

Ser uma mulher desejante também é transformar os medos em desejos.

Por muito tempo, o desejo e a libido feminina foram associados ao perigo. Perigo de sofrer, da violência, rejeição, da má fama ou até do abandono.

E quando eu falo de libido aqui, não estou falando apenas de s3xo. Estou falando dessa força que nos movimenta em direção à vida. Daquilo que desejamos, sonhamos, criamos e escolhemos viver.

E tenho me perguntado muito: Os passos que estou dando hoje são movidos pelo meu desejo ou pelo meu medo?

Porque percebi o quanto essas duas coisas podem estar fusionadas dentro de nós. Às vezes existe um desejo — e eu analiso tanto, questiono tanto, que começo a ter medo de que ele seja apenas medo. Outras vezes existe um medo — e eu o confundo com aquilo que realmente quero para mim.

Por isso, tenho feito um exercício muito importante: ancorar os meus desejos.

Dar espaço para aquilo que eu sonho. Para aquilo que prospecto para a minha vida. E, pouco a pouco, experimentar fazer escolhas mais orientadas pelo desejo e pelo amor do que pelo medo da sobrevivência, do sofrimento, do abandono ou da rejeição.

Não significa deixar de sentir medo (ele é importante). Mas começar a perguntar: o que existe por trás desse medo?

Se o medo não estivesse escolhendo por você, para onde o seu desejo te levaria?

Ser uma mulher desejante também é transformar os medos em desejos.Por muito tempo, o desejo e a libido feminina foram as...
18/08/2026

Ser uma mulher desejante também é transformar os medos em desejos.

Por muito tempo, o desejo e a libido feminina foram associados ao perigo. Perigo de sofrer, da violência, rejeição, da má fama ou até do abandono.

E quando eu falo de libido aqui, não estou falando apenas de s3xo. Estou falando dessa força que nos movimenta em direção à vida. Daquilo que desejamos, sonhamos, criamos e escolhemos viver.

E tenho me perguntado muito: Os passos que estou dando hoje são movidos pelo meu desejo ou pelo meu medo?

Porque percebi o quanto essas duas coisas podem estar fusionadas dentro de nós. Às vezes existe um desejo — e eu analiso tanto, questiono tanto, que começo a ter medo de que ele seja apenas medo. Outras vezes existe um medo — e eu o confundo com aquilo que realmente quero para mim.

Por isso, tenho feito um exercício muito importante: ancorar os meus desejos.

Dar espaço para aquilo que eu sonho. Para aquilo que prospecto para a minha vida. E, pouco a pouco, experimentar fazer escolhas mais orientadas pelo desejo e pelo amor do que pelo medo da sobrevivência, do sofrimento, do abandono ou da rejeição.

Não significa deixar de sentir medo (ele é importante). Mas começar a perguntar: o que existe por trás desse medo?

Se o medo não estivesse escolhendo por você, para onde o seu desejo te levaria?

SENSITIVA — uma experiência sensorial, corporal e ancestral para mulheres.Um convite para desacelerar o mundo de fora e ...
14/08/2026

SENSITIVA — uma experiência sensorial, corporal e ancestral para mulheres.

Um convite para desacelerar o mundo de fora e criar espaço para aquilo que existe dentro.

Eu e a Marina Martins estamos preparando uma travessia por diferentes experiências de presença, corpo, cacau, sentidos, movimento e encontro entre mulheres.

Uma experiência para nutrir a sensibilidade, fortalecer a escuta de si e lembrar que é possível sentir profundamente sem se perder de si.

No dia 22 de agosto, nos encontramos em Barão Geraldo, Campinas, para viver a primeira edição da Sensitiva. 🌹

Toque em “Saiba mais” para conhecer a experiência completa.

Descobertas sobre o amor após 2 anos de casados: 1) Por amar demais o outro, muitas vezes, quero ser exatamente o que el...
21/07/2026

Descobertas sobre o amor após 2 anos de casados:

1) Por amar demais o outro, muitas vezes, quero ser exatamente o que ele espera de mim. Mas, por de trás disso, existe uma necessidade do outro ser o que eu espero dele.
O Alison não vai ser quem eu espero que ele seja e eu não preciso ser quem ele espera que eu seja.

2) A mulher visualiza o caminho e o homem sustenta esse caminho. A mulher é a iniciadora, a visionária - mas precisa aprender a usar isso pelo bem dos dois, sem manipulações. O homem é o sustentador, o centro - mas precisa aprender a estar presente para escutar e agir com sabedoria.
O homem que supera os seus egoísmos e aprende a escutar a mulher é um homem afortunado. Uma mulher que supera suas carências e aprende a falar com a voz da alma é uma mulher afortunada - a confiança começa a nascer nesse momento.

3) Espiritualidade para ambos - lembrando que todas as religiões são místicas e que espiritualidade é o contato com o seu próprio caminho e autoconhecimento.
Encontre o pai e a mãe primodial, conecte com sua fonte primordial, supere sua família carnal. Vá voar por esse mundo e descubra quem você é, o que você gosta, descubra a sua força.
Individuar-se do mundo para assim amar inteira.

Obrigada xuxu por tantos estudos juntos e por tanto amor, te amo muito 🤍

Às vezes, a vida nos chama para um movimento diferente. O movimento de sentir mais, voltar para o corpo, respirar com pr...
15/07/2026

Às vezes, a vida nos chama para um movimento diferente.

O movimento de sentir mais, voltar para o corpo, respirar com presença…

Criar contorno entre o mundo de fora e o mundo de dentro.

O território mulher nasceu desse chamado.

Um encontro pra mulheres, bruxas, curandeiras, mães que desejam aprofundar sua relação consigo mesma através do movimento pélvico, da respiração, da dança, da arte e da conversa.

Um caminho pra quem já sabe que o corpo também é um caminho espiritual.

Entre no grupo do WhatsApp para mais informações

souza

24/06/2026

Durante muito tempo eu achei que espiritualidade e misticismo eram a mesma coisa.

Recentemente, durante uma viagem ao Peru, ouvi uma reflexão que me marcou profundamente.

Um dos guias dizia que o problema do misticismo é que ele sempre tem uma resposta pronta.

“Isso aconteceu porque…”
“Seu sintoma significa…”
“Você está vivendo isso por causa daquilo…”

E percebi o quanto isso acontece quando falamos sobre saúde da mulher.

Uma mulher sente uma coceira íntima e logo alguém aparece para dizer que ela está reprimida, irritada, presa a alguma situação ou vivendo algum conflito emocional.

Pode ser? Pode.

Mas quem pode afirmar isso?
Quem tem a evidência?
Quem vive nesse corpo?
Quem sente essa experiência?

Ela.

Por isso eu acredito que o papel do cuidado não é entregar interpretações prontas.

É ajudar cada mulher a desenvolver a capacidade de escutar a si mesma.

Escutar o próprio corpo.
Escutar a própria pelve.
Escutar aquilo que está tentando emergir.

As plantas medicinais fazem parte desse caminho não porque são mágicas.

Mas porque podem aliviar, acolher, regular e criar espaço para essa escuta acontecer.

No vídeo de hoje compartilho uma receita simples da ginecologia natural para momentos de coceira e alergia íntima.

E junto com ela deixo também um convite:

Ao invés de perguntar apenas “como faço essa coceira passar?”, experimente perguntar:

“O que meu corpo está tentando me mostrar neste momento?”

Carta para todas as mulheres que sentem dorAmada, eu sei que você não aguenta mais sentir isso.Eu sei que você já tentou...
25/05/2026

Carta para todas as mulheres que sentem dor

Amada, eu sei que você não aguenta mais sentir isso.

Eu sei que você já tentou explicar essa dor de todas as formas possíveis.

Já passou por exames, profissionais, tratamentos.
Já pesquisou de madrugada.
Já tentou “relaxar”.
Já tentou ignorar.
Já tentou ser forte.

E muitas vezes você chega até mim cansada.
Em estado de alerta.
Querendo arrancar essa dor o mais rápido possível.

E eu entendo.

Porque quando sentimos dor, tudo em nós entra em urgência.

O corpo quer fugir, a mente acelera e o sistema nervoso entra em defesa.

Mas existe uma parte difícil — e profundamente humana — no processo: a dor não costuma desaparecer na velocidade da nossa ansiedade.

Não porque sua dor é “emocional”.
Mas porque nenhum corpo consegue sair do estado de ameaça enquanto está sendo pressionado a melhorar o tempo inteiro.

Por isso eu escolhi trabalhar com saúde pélvica.

Porque eu acredito que mulheres com dor não precisam apenas de protocolos, mas sim de acolhimento.

Precisam entender o que o corpo está tentando comunicar. Precisam parar de se sentir erradas, exageradas ou quebradas.

E eu sei…
não é um caminho linear.

Surgem emoções, memórias, medos, raiva...

Quando começamos a tocar a pelve, muitas camadas começam a aparecer junto.

Mas eu quero que você saiba:
você não precisa atravessar isso sozinha.

Eu estou aqui para caminhar com você: com profundidade, paciência e sem violência contra o seu corpo.

Com carinho,
Marina Osório Martinez
Fisioterapeuta Pélvica 🤍

19/05/2026

Muitas mulheres acreditam que a dor pélvica está apenas na musculatura ou apenas nos órgãos da pelve.

Mas o corpo é um grande sistema vivo!

O assoalho pélvico participa diretamente das nossas respostas de proteção, defesa e sobrevivência.

Quando o organismo percebe ameaça, estresse, insegurança ou vive longos períodos em estado de alerta, o sistema nervoso simpático permanece ativado — e a pelve acompanha esse estado.

A musculatura passa a permanecer constantemente contraída, vigilante e responsiva.

Por isso muitas mulheres vivem dores na relação, sensação de peso, cólicas intensas, tensão no quadril, dificuldade de relaxamento e desconexão corporal.

E muitas vezes essa pelve está ao mesmo tempo:
tensa e fraca.

A dor pélvica não é “coisa da sua cabeça”.
Mas também não é apenas local.

É um corpo inteiro tentando se proteger.

05/05/2026

Eu vejo mulheres vivendo um desespero quando o assunto é gestar…
Como se o corpo fosse um mistério difícil de acessar.

Mas se a gente volta um pouco para a história… acompanhar o ciclo menstrual sempre foi uma grande aliada da mulher.

Desde a menarca, passando pela gestação, até a menopausa - cada fase pede um ritmo, um olhar, um cuidado.

Quando a mulher passa a se afinar com essas fases, organizar a vida a partir delas, tudo muda.

Facilita o processo de gestação e pós-parto.

E mais do que entender “os hormônios”, é sobre conhecer como seu corpo funciona.

Então começa hoje.
Observa o seu ciclo.
Se escuta.

Endereço

Garopaba, SC

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