Escola Explicar Reforço Escolar

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30/03/2020
18/03/2020

Corona vìrus

11/05/2017

Uma excelente escola

01/03/2017

Educação do Brasil versus Japão
Japonesa conta diferenças da educação no Brasil e no Japão
Texto de Érika Tamura

Professor no Japão é uma profissão muito respeitada, e para os japoneses o professor é chamado de sensei, ou mestre em português, pois é considerado o sábio, o centrado e orientador das crianças. O Japão tem a exata noção de que o futuro do país depende das crianças, por isso a educação é muito valorizada, rigorosa, disciplinada.
E para que tudo isso dê certo na prática, são necessários professores competentes, que passaram por rigorosas seleções, que possuem um alto grau de conhecimento e em compensação são bem remunerados.

E no Brasil não preciso nem dizer como anda a educação… A impressão que dá é que o assunto educação não é prioridade, torna-se secundário em relação às Olimpíadas e Copa do Mundo de futebol!
Por isso, considero os professores brasileiros verdadeiros guerreiros, pois trabalham com amor à profissão, batalham com a falta de recursos e estruturas, sem contar o quesito salarial. Heróis! É a palavra ideal para defini-los.
Aqui no Japão, professores são admirados. Quando alguém diz que é professor, ganha a admiração de todos no ato. E no Brasil, quando falam que a sua profissão é a de professor, todos ficam com dó… É uma reação espontânea, que surge automaticamente.
Converso com vários professores universitários japoneses, e eles ficam admirados com o nível de conhecimento dos professores brasileiros, mas não entendem porque é tão difícil atingir educacionalmente 100% da população.
Os japoneses não entendem porque ainda tem um número muito alto de analfabetismo no Brasil. Ficam indignados quando falo que muitas crianças abandonam a escola para trabalhar e assim ajudar no sustento da família. E mesmo assim, quando tornam-se profissionais da educação, possuem currículos invejáveis e uma postura profissional ímpar.
Ninguém vai entender se não morar no Brasil.
Deu para perceber que o Brasil tem excelentes professores mas não os valoriza. Entendi também que a necessidade de investimento e cuidado com a educação do povo brasileiro é uma necessidade primordial, e que deveria estar acima de todas as outras.
Quando conversei com o senhor Osamu Iida, ex-presidente da Honda no Brasil, ele mesmo cantou a bola: “o Brasil é um ótimo país, deixou de ser subdesenvolvido há muito tempo, só falta melhorar um item para ser perfeito e continuar crescendo, é melhorar a estrutura educacional das crianças!”. Claro! Afinal, se melhorasse esse item, os benefícios viriam como consequência e a violência cairia e muito.
E na minha opinião o início de tudo seria na valorização do professor. E é um passo tão pequeno, mas tão significativo!
Professores, tanto no Brasil como no Japão, são pessoas que amam o que fazem porque senão não aguentariam o tranco, admiro muito quem tem esse dom, pois eu defino como um dom, a arte de ensinar uma criança. Carga horárias puxadas, folgas sacrificadas, refeições puladas… essa é a rotina do professor brasileiro, japonês, mundial! Por isso admiro tanto essa profissão.
Muitos falam que é difícil tornar-se um médico competente, ou um advogado consagrado, mas se não fosse pelo professor nenhuma dessas profissões seriam desenvolvidas com tamanha maestria e competência.
Por isso que no Japão o professor é reverenciado como um mestre sábio e está num patamar acima de todas as outras profissões.
E a carga emocional que um professor deixa em uma criança é muito grande. Até hoje lembro-me de todos os meus professores, desde a pré-escola até a faculdade. Sei o nome de cada um deles, pois de alguma forma fizeram parte da minha vida, e se hoje sou assim, é porque cada um dos meus professores me ensinaram algo, e o mérito é deles!
Quero parabenizar a todos os profissionais da área, principalmente os brasileiros, pois admiro-os e considero-os verdadeiros heróis e pode parecer clichê tudo isso que escrevi, mas é a verdade no meu ponto de vista. Sem a pretensão da famosa felicidade utópica, mas com consciência da felicidade real e atingível para todos!
Erika Tamura, comerciária em Joso, no Japão, escreve quinzenalmente como colaboradora da Folha da Região.

01/03/2017

Tōru Kumon (公文 公)(くもん とおる) (26 de marzo 1914 - 25 de julio 1995) nació en Osaka en la provincia de Kōchi, Japón. Se graduó en la Universidad de Osaka donde obtuvo un título en Matemáticas. Fue profesor de matemáticas en un colegio de bachillerato de Osaka. En 1954, Kumon empezó a enseñar a su propio hijo quien estaba fallando en matemáticas en la escuela primaria, y con esta experiencia desarrolló el método que lleva su nombre.

El método se basa en la repetición de ejercicios básicos de matemáticas tales como la suma, la sustracción, la multiplicación y la división hasta que se adquiere destreza. Kumon definió destreza como la capacidad de obtener una alta puntuación en una materia en un tiempo determinado, la cual le brinda al estudiante beneficios en la presentación de exámenes estandarizados y cronometrados en el colegio.

Como resultado del método, el hijo mayor de Toru Komun fue capaz de hacer cálculo en el sexto grado y su hijo menor en el cuarto grado. Debido a esto otros padres se interesaron en las ideas de Toru Kumon, y en 1956, abrió su primer centro en Osaka, Japón. En 1958, Toru Kumon fundó el Instituto Kumon para la Educación, el cual estableció los estándares para otros centros Kumon que se empezaron a abrir en el resto del mundo. En sudamérica se inició en 1977 en Brasil, lugar de la Casa Matriz para América del Sur, y posteriormente en el resto de países latinoamericanos. Llegó a Europa a España donde comenzó en 1991. A Colombia llegó en 1992 gracias al señor Rafael Cuéllar quien fue el primer gerente de Kumon Colombia y posterior y actualmente es su hijo, Felipe Cuéllar.

Photos 01/03/2017

Confira esse jogo didático.
JOGO DIDÁTICO: Tabuada Divertida.
Você vai precisar de:
✔palitos de sorvete;
✔copos descartáveis;
✔Números de 1 a 9 impressos 2 vezes.
✔velcro (para os números da direita).
Esta atividade pode ser diária e usada para construir o conceito da multiplicação antes das atividades dirigidas

Photos 28/02/2017

Confira esse jogo didático.
JOGO DIDÁTICO: Tabuada Divertida.
Você vai precisar de:
✔palitos de sorvete;
✔copos descartáveis;
✔Números de 1 a 9 impressos 2 vezes.
✔velcro (para os números da direita).
Esta atividade pode ser diária e usada para construir o conceito da multiplicação antes das atividades dirigidas

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