16/08/2021
CONVITE
O Eixo de pesquisa Filosofias da Diferença, Tecnocultura e Educação da FACED/UFC convida para a palestra Uma filosofia da inclusão a partir de Nietzsche?, ministrada pelo professor da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Dr. Gustavo Costa, no dia 19 de agosto de 2021 às 14:30h.
Sobre a atividade:
A apresentação pretende pensar o problema da inclusão em Nietzsche, a partir das discussões em torno da relação entre cultura e educação presentes no período intermediário de seu pensamento. Em particular, a partir da necessidade antevista em Humano, demasiado humano, especialmente os aforismos 24 e 25, de se traçarem objetivos ecumênicos para a cultura, a partir conhecimento de suas condições de gestação – implicando com isso uma contraposição, manifesta principalmente no aforismo 224, às teorias sócio-darwinistas pautadas no desenvolvimento social a partir da sobrevivência dos indivíduos mais bem adaptados.
Aos interessados, solicitamos que preencham o formulário abaixo para que seja enviado o link de participação da atividade:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSchLsXGjV4QWqjau8T3boVz3MJtNalNFzzhFPwC52eUXdtS4w/viewform
29/07/2021
Convite Palestra com o Dra. Lirian Mascarenhas - Uma genealogia do poder manicomial: o caso do Manicômio Judiciário Stênio Gomes
O Eixo de pesquisa Filosofias da Diferença, Tecnocultura e Educação da FACED/UFC convida para a palestra Uma genealogia do poder manicomial: o caso do Manicômio Judiciário Stênio Gomes, ministrada pela professora do Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7), Dra. Lirian Mascarenhas, no dia 29 de julho de 2021 às 14:30h.
Sobre a atividade:
A apresentação pretende problematizar a utilização da genealogia do poder como metodologia de pesquisa a partir da experiência da pesquisadora na escrita da tese Entre a loucura e o crime: a periculosidade em questão no Manicômio Judiciário Stênio Gomes. O tema da pesquisa implicou no estudo das relações entre a psiquiatria e a justiça penal, e alguns textos de Michel Foucault foram essenciais para situar esta importante questão: A vida dos homens infames; Os anormais; A evolução da noção do “indivíduo perigoso” na psiquiatria legal do século XIX; Eu, Pierre Rivière..., entre outros. Ao pensar na genealogia do poder como metodologia de pesquisa, uma questão fundamental fez-se presente: seria possível realizar uma pesquisa genealógica exclusivamente a partir de textos acadêmicos? No curso “Em defesa da sociedade”, Foucault escreveu “As genealogias são, muito exatamente, anticiências”, deixando claro que não se tratava de reivindicar o “direito lírico à ignorância e ao não-saber”. Ele defendeu a “reativação dos saberes locais...contra a hierarquização científica do conhecimento e seus efeitos de poder intrínsecos”. Os textos científicos foram fundamentais para o estudo desenvolvido, mas foram as pesquisas em jornais, nos prontuários médicos e jurídicos, nos relatórios de inspeção e a escuta dos homens infames que ainda estão encarcerados ilegalmente do MJ Stênio Gomes, que possibilitaram o contato real com os efeitos das lutas e enfrentamentos presentes na vida das pessoas com sofrimento mental que cometeram algum delito no Estado do Ceará.
Aos interessados, solicitamos que preencham o formulário abaixo para que seja enviado o link de participação da atividade:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeul3JKwuC8nlmQdSqw6ZYYHwhcZVU4fuKI_yIivGPUSdlvIQ/viewform?usp=sf_link
19/07/2021
CONVITE
O Eixo de Pesquisa Filosofias da Diferença, Tecnocultura e Educação da FACED/UFC convida para a palestra Dizer não ao poder: Foucault, an-arqueologia, neoliberalismo, ministrada pelo professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Dr. Nildo Avelino, no dia 22 de julho de 2021 às 14:30 h. Sobre a atividade:
A apresentação aborda a crítica de Michel Foucault ao neoliberalismo, buscando situá-la no projeto mais amplo da sua “ontologia histórica do presente”, com o propósito de enfatizar a importância que a dimensão ontológica neoliberal assume para o filósofo. A partir de algumas formas da resistência descritas por Foucault, procuro mostrar como a prática an-arqueológica desenha um movimento subjetivo totalmente contrário à subjetividade neoliberal. Como conclusão, apresenta-se a an-arqueologia como resistência possível e necessária contra o neoliberalismo. Aos interessados, solicitamos que preencham o formulário abaixo para que seja enviado o link de participação da atividade: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqjrIRLA12_XeeUw74Jdrvp5iYKQRJCUEYiZP85bjmx9DP4w/viewform?usp=sf_link