15/02/2021
A vacina estimula respostas imunológicas protetoras do hospedeiro para combater o patógeno invasor.
A vacinação é uma medida de proteção coletiva. Então, nós precisamos ter o máximo de pessoas vacinadas para que o vírus não tenha mais ninguém para atingir.
A segurança de uma vacina é medida pela capacidade que ela tem de não colocar em risco a saúde da população.
A eficácia é a capacidade de induzir uma proteção (resposta imunogênica).
A CoronaVac, por exemplo, foi testada em um ensaio com mais de 13 mil pessoas. Uma taxa de 50% signif**a que ela é capaz de proteger 50% das pessoas que a tomaram para qualquer forma da doença, desde a assintomática até a grave. E 78% não desenvolveram nenhuma forma grave ou moderada. Nenhuma evoluiu para o óbito ou precisou do atendimento especializado.
A vacina não altera o DNA! Este boato pode ter começado porque as vacinas Pfizer e Moderna usam material genético. Mas eles não mudam o DNA. Eles usam RNA, que não f**a passeando pelo corpo.
A vacina não é mais perigosa que o vírus! A vacina é muito mais segura, com apenas pequenos efeitos colaterais temporários. Nos te**es de vacinas da Pfizer e da Moderna, nenhum efeito colateral preocupante foi observado.
É verdade que as vacinas produzidas contra o novo coronavírus foram criadas em tempo recorde. Mas não é porque elas foram apressadas. A tecnologia por trás das vacinas da Pfizer e da Moderna, por exemplo, está em estudos há mais de uma década e foi feita exatamente para uma situação de pandemia.
Essa tecnologia de encaixe e funcionamento precisa apenas do código genético de um novo vírus, que, no caso do coronavírus ou Sars-CoV-2, estava disponível poucos dias depois de ele ser identif**ado e isolado.
Por fim, NINGUÉM virou jacaré até agora! Não se preocupe, não será justamente você!