23/09/2023
Importunação Sexual | Roda de Mulheres | Com a apresentação de Lana Soraya, o programa Roda de Mulheres traz o tema "Importunação Sexual" para ser discutido em roda.
Kalina possui mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC). É profe
23/09/2023
Importunação Sexual | Roda de Mulheres | Com a apresentação de Lana Soraya, o programa Roda de Mulheres traz o tema "Importunação Sexual" para ser discutido em roda.
22/07/2023
Secretaria da Mulher lança campanha de combate à violência política contra a mulher Campanha nacional conta com parceria de diversas instituições, entre elas o Tribunal Superior Eleitoral.
10/03/2023
No dia das mulheres
Deputado federal faz críticas ao feminismo
A nível local a deputada estadual Silvana vestiu uma blusa na qual estava escrito " Feminina sim, feminista nunca "
07/03/2023
Fenômenos como Teto de vidro e efeito tesoura são obstáculos ao pleno desenvolvimento das mulheres nas organizações e na ciência.
" Ceará terá o 1°secretariado paritário do Brasil, com 16 homens e 16 mulheres " , destaca o líder do governo na assembléia, Romeu Aldigueri.
BRASIL NA UTI
Kalina Gondim
Doutora em educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
O nível de crescimento econômico e desenvolvimento social de um país é resultado da história dele, do papel que exerce dentro da divisão internacional do trabalho, da cultura e do seu sistema político. Desse modo, a realidade de cada país é única e irrepetível. No entanto, alguns parâmetros são utilizados para comparar o nível de progresso, estagnação ou retrocesso entre as nações. Nesse panorama, o Brasil vem trilhando um descaminho expresso na destruição das políticas públicas e na queda no ranking do índice de desenvolvimento humano (IDH).
A tentativa mais recente de rechaçar a política de cotas raciais nas universidades públicas também é sintoma do quadro regressivo e antidemocrático no qual o Brasil está imerso. A proximidade das eleições vem descortinando um quadro nada animador. A democracia Brasileira que nunca refletiu a pluralidade social e sempre foi constrangida por golpes e ditaduras é, atualmente, atacada de forma avassaladora. A intolerância e o fundamentalismo crescem à medida em que as eleições se aproximam e o discurso político se revela cada vez mais empobrecido e odioso. A linguagem beligerante, a misoginia e o casamento desastroso entre política e religião dão o tom no cenário político.
O nível de violência política sem precedentes nos questiona e nos mobiliza. Desse modo, é oportuno perguntar por que negamos reiteradamente o diálogo e a busca coletiva na resolução dos problemas brasileiros? Por que tornamos invisível e inaudível a maioria da população brasileira? A democracia clama por resposta.
09/09/2022
Vamos votar e eleger mulheres!
13/08/2022
O Brasil ocupa o 5° lugar no ranking de violência contra as mulheres.
É papel do Estado, das famílias, das igrejas e de todas as instituições erradicar esse grave problema .
O binômio machismo - racismo explica a maior incidência da violência em mulheres negras.
O mês de agosto abre esse alerta e conclama a sociedade a unir esforços para reverter esse quadro.
07/08/2022
No dia 07 de agosto de 2006, a Lei n. 11.340/2006, que ficou amplamente conhecida como Lei Maria da Penha, foi promulgada pelo Estado brasileiro. Essa data deve ser sempre lembrada, pois ela representa uma conquista para todas as brasileiras no enfrentamento à violência doméstica e familiar.
Mesmo com tantos avanços nos últimos 16 anos, ainda existem desafios para a implementação da Lei Maria da Penha em inúmeros lugares do Brasil, bem como faltam equipamentos de proteção às mulheres, sobretudo quando saímos do contexto das grandes cidades.
Por isso, a nossa mensagem hoje é direcionada às candidatas e aos candidatos que estão envolvidos no processo eleitoral de 2022, independentemente de partido ou ideologia.
Somente uma gestão pública comprometida pode atuar para garantir os direitos das mulheres.
Somente a responsabilidade ética é capaz de transformar promessas em políticas públicas efetivas contra o fim da violência de gênero.
E para nós, eleitoras e eleitores de todo o País, f**a o dever de conhecermos o histórico e as propostas de candidatas e candidatos no momento de decidir a quem confiaremos os nossos votos. Após mais de dois anos em um contexto de pandemia e diante do aumento da violência doméstica e familiar contra a mulher, essa pauta não pode mais ser ignorada por aquelas e aqueles que buscam ocupar cargos públicos e tomar importantes decisões quanto à dignidade de milhares de mulheres.
São 16 anos da Lei Maria da Penha. E nós seguimos.