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27/09/2025

Empresário diz que não contrata mais funcionário com menos de 30 anos.

📜 Minha Opinião

Nos dias atuais, expressar opinião política parece quase um ato de coragem, visto que a livre expressão tem sido, em muitos momentos, questionada ou até mesmo cerceada. Porém, como operadora do Direito, não posso me calar diante de situações que afrontam os princípios que regem a nossa Constituição Federal, e como teóloga e missióloga, também não posso deixar de trazer à luz o que a Palavra de Deus ensina.

O livre-arbítrio e a livre expressão são dons e garantias. Contudo, esses direitos devem estar sempre acompanhados de respeito ao próximo, respeito ao coletivo e respeito à dignidade da pessoa humana, que é princípio fundamental do nosso ordenamento jurídico (art. 1º, III, da Constituição Federal).

A Bíblia também nos orienta:

“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.”
(Romanos 13:1)

Isso nos ensina que o caminho não é por meio de xingamentos, radicalismos ou ofensas, mas sim pelo respeito, diálogo e firmeza de valores. A democracia se fortalece quando se permite a pluralidade de ideias, mas enfraquece quando se instala a intolerância e o cerceamento da opinião contrária.

Infelizmente, o que temos visto em nossos dias tem sido, em muitos aspectos, antidemocrático. E ainda assim, lembro que na história cristã, homens e mulheres muito mais justos do que nossos atuais líderes políticos — servos do Senhor, ministros e embaixadores de Cristo — também foram perseguidos e presos, não por crimes, mas porque anunciavam o Reino de Deus.

A verdade é que a nossa luta não é contra carne nem sangue, mas contra as hostes espirituais da maldade (Efésios 6:12). E essa batalha não se vence apenas em debates, mas sim em oração, em postura, em unidade. Os debates podem existir, desde que sejam justos, respeitosos e conscientes de que o outro é extensão de nós mesmos.

O que mais importa, hoje e sempre, é que a nação brasileira — e não só ela, mas o mundo — esteja de joelhos diante do verdadeiro Senhor, a maior de todas as autoridades. 27/09/2025

📜 Minha Opinião Nos dias atuais, expressar opinião política parece quase um ato de coragem, visto que a livre expressão tem sido, em muitos momentos, questionada ou até mesmo cerceada. Porém, como operadora do Direito, não posso me calar diante de situações que afrontam os princípios que regem a nossa Constituição Federal, e como teóloga e missióloga, também não posso deixar de trazer à luz o que a Palavra de Deus ensina. O livre-arbítrio e a livre expressão são dons e garantias. Contudo, esses direitos devem estar sempre acompanhados de respeito ao próximo, respeito ao coletivo e respeito à dignidade da pessoa humana, que é princípio fundamental do nosso ordenamento jurídico (art. 1º, III, da Constituição Federal). A Bíblia também nos orienta: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.” (Romanos 13:1) Isso nos ensina que o caminho não é por meio de xingamentos, radicalismos ou ofensas, mas sim pelo respeito, diálogo e firmeza de valores. A democracia se fortalece quando se permite a pluralidade de ideias, mas enfraquece quando se instala a intolerância e o cerceamento da opinião contrária. Infelizmente, o que temos visto em nossos dias tem sido, em muitos aspectos, antidemocrático. E ainda assim, lembro que na história cristã, homens e mulheres muito mais justos do que nossos atuais líderes políticos — servos do Senhor, ministros e embaixadores de Cristo — também foram perseguidos e presos, não por crimes, mas porque anunciavam o Reino de Deus. A verdade é que a nossa luta não é contra carne nem sangue, mas contra as hostes espirituais da maldade (Efésios 6:12). E essa batalha não se vence apenas em debates, mas sim em oração, em postura, em unidade. Os debates podem existir, desde que sejam justos, respeitosos e conscientes de que o outro é extensão de nós mesmos. O que mais importa, hoje e sempre, é que a nação brasileira — e não só ela, mas o mundo — esteja de joelhos diante do verdadeiro Senhor, a maior de todas as autoridades.

Um fato inesperado sacudiu o meio jurídico e político nesta segunda-feira (8): o advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha, conhecido por enfrentar de frente decisões do ministro Alexandre de Moraes e por levar denúncias de violações de direitos humanos à OEA, foi encontrado morto em sua residência. A primeira versão aponta para um mal súbito, possivelmente um infarto, mas o corpo foi encaminhado ao IML para confirmação da causa.

A morte de Cunha, justamente no auge de sua projeção, levanta inevitáveis questionamentos. Foi apenas uma fatalidade ou há mais por trás desse desfecho repentino? Afinal, não se tratava de um nome qualquer: ele foi voz ativa contra o que classificava como abusos nas prisões dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, conquistando até mesmo a prisão domiciliar de sua cliente Adalgiza Dourado após pressão internacional.

Nas redes sociais, a notícia repercutiu de forma imediata. De um lado, homenagens emocionadas o descrevem como defensor da liberdade e do devido processo legal. De outro, críticos não escondem a polêmica de sua atuação em casos ligados ao golpismo. Mas uma coisa é incontestável: sua morte repentina adiciona ainda mais combustível a um debate já inflamado sobre justiça, política e direitos fundamentais no Brasil.

Coincidência ou não, o desaparecimento de uma das vozes mais incômodas ao sistema chega em um momento delicado. Resta saber se a investigação confirmará a versão oficial de morte natural ou se novas revelações colocarão ainda mais dúvidas no ar.
@ofederaldomito 
#deputadopetercosta 27/09/2025

Um fato inesperado sacudiu o meio jurídico e político nesta segunda-feira (8): o advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha, conhecido por enfrentar de frente decisões do ministro Alexandre de Moraes e por levar denúncias de violações de direitos humanos à OEA, foi encontrado morto em sua residência. A primeira versão aponta para um mal súbito, possivelmente um infarto, mas o corpo foi encaminhado ao IML para confirmação da causa. A morte de Cunha, justamente no auge de sua projeção, levanta inevitáveis questionamentos. Foi apenas uma fatalidade ou há mais por trás desse desfecho repentino? Afinal, não se tratava de um nome qualquer: ele foi voz ativa contra o que classificava como abusos nas prisões dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, conquistando até mesmo a prisão domiciliar de sua cliente Adalgiza Dourado após pressão internacional. Nas redes sociais, a notícia repercutiu de forma imediata. De um lado, homenagens emocionadas o descrevem como defensor da liberdade e do devido processo legal. De outro, críticos não escondem a polêmica de sua atuação em casos ligados ao golpismo. Mas uma coisa é incontestável: sua morte repentina adiciona ainda mais combustível a um debate já inflamado sobre justiça, política e direitos fundamentais no Brasil. Coincidência ou não, o desaparecimento de uma das vozes mais incômodas ao sistema chega em um momento delicado. Resta saber se a investigação confirmará a versão oficial de morte natural ou se novas revelações colocarão ainda mais dúvidas no ar. @ofederaldomito #deputadopetercosta

27/09/2025

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