31/05/2026
✨ Hoje acontece o 1º Encontro de Mães da X-Napsis! ✨
A convite de .viabrasil e terei a alegria de participar deste momento tão especial ao lado da Psicóloga .psico compartilhando um pouco da minha prática psicopedagógica e também da minha vivência como mãe de gêmeos com Altas Habilidades/Superdotação.
Será um espaço de acolhimento, escuta e troca entre mães que vivenciam os desafios, as descobertas e as singularidades de criar crianças com AH/SD, fortalecendo redes de apoio e ampliando a compreensão sobre suas necessidades e potencialidades.
As vagas foram esgotadas, demonstrando o quanto esses espaços de conversa e acolhimento são necessários e desejados pelas famílias.
Meu carinho e agradecimento à equipe da X-Napsis pela confiança e pelo convite para fazer parte deste encontro tão signif**ativo. 💜
🌷 Que seja uma tarde de muitas trocas, aprendizados e conexões.
20/05/2026
Hoje é dia de celebrar quem escolheu transformar o mundo através da educação. 🤍
Ser pedagogo é muito mais do que ensinar conteúdos.
É acolher, observar, incentivar, adaptar caminhos e acreditar no potencial de cada criança, mesmo quando ela ainda não acredita em si.
A Pedagogia foi minha primeira formação…
e foi ela que construiu a base do olhar que levo hoje para a psicopedagogia, para a inclusão e para o desenvolvimento humano.
Parabéns a todos os pedagogos que ensinam com conhecimento, sensibilidade e coração. ✨
09/05/2026
Conhecimento técnico não anula o coração de mãe.
Antes mesmo de ser mãe, eu já trabalhava orientando famílias sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, comportamento e rotina.
Eu já falava sobre acolher as singularidades das crianças, sobre respeitar os tempos, sobre o quanto o olhar emocional influencia no desenvolvimento.
E hoje, vivendo a maternidade, especialmente a maternidade atípica e intensa, eu entendo tudo isso de uma forma ainda mais profunda.
Estudo Altas Habilidades/Superdotação há algum tempo, antes dos diagnósticos dos meus filhos, esse tema já fazia parte da minha trajetória profissional. Hoje sigo acompanhando famílias, realizando orientação parental, avaliação e intervenção psicopedagógica.
Mas existe algo que a experiência me ensinou com ainda mais força:
quando os filhos são nossos, o coração participa junto.
E isso não diminui nossa capacidade profissional.
Pelo contrário.
Reconhecer que mães também precisam de suporte, escuta e orientação é uma postura de responsabilidade e consciência emocional.
Porque desenvolvimento infantil não acontece em fórmulas prontas.
Acontece em relações reais, atravessadas por afeto, dúvidas, ajustes e presença.
Talvez uma das maiores maturidades da maternidade seja compreender que pedir ajuda não nos faz menos capazes.🤍
06/05/2026
Quando falamos em aprendizagem, muitas pessoas pensam apenas em conteúdo escolar.
Mas antes da leitura, da escrita e da matemática, existe um conjunto de habilidades que sustenta tudo isso: as funções executivas.
São elas que ajudam a criança a:
✔ organizar pensamentos
✔ controlar impulsos
✔ manter atenção
✔ planejar ações
✔ lidar com frustrações
✔ persistir diante das dificuldades
E essas habilidades impactam diretamente:
– na vida escolar
– nas relações sociais
– na autonomia
– e na forma como a criança aprende e se relaciona com o mundo.
A boa notícia?
Elas podem ser estimuladas desde cedo, e principalmente através do brincar.
Porque brincar também é treino cerebral.
30/04/2026
A gente pediu tanto por isso… .danieli
E hoje vive, por inteiro.
Nem todos os dias são leves.
Tem cansaço, tem intensidade, tem entrega…
dias longos, noites curtas, uma rotina que desafia.
Mas, no meio de tudo, existe um amor que não cabe em palavras.
Um amor que cresce, que transforma, que se multiplica.
Não é leve o tempo todo.
Mas é real. É profundo. É nosso.
E, no fim…
entre o cansaço e tudo o que a gente vive,
o que sempre f**a, é a gratidão. 🩵🩵
28/04/2026
Sabe aquela criança que entende quando você explica…
mas na hora de fazer, se perde, se distrai ou não termina?
Muitas vezes, a dificuldade não está no conteúdo.
Está nas habilidades necessárias para sustentar a aprendizagem.
Para aprender, não basta querer ou entender.
O cérebro precisa de um conjunto de funções trabalhando juntas, como:
– atenção
– memória de trabalho
– planejamento
– controle inibitório
– flexibilidade cognitiva
Quando essas habilidades não estão bem desenvolvidas, ou quando o ambiente não favorece, o comportamento aparece.
Agitação.
Distração.
Desinteresse.
E rapidamente isso é visto como “falta de atenção” ou até como um transtorno.
Mas nem sempre é.
Pode ser falta de mediação.
Falta de estímulo adequado.
Ou até um cérebro que precisa de mais desafio para engajar.
Por isso, antes de rotular, é preciso investigar.
Olhar para além do comportamento.
Porque muitas vezes, o que parece dificuldade…
é só um potencial mal compreendido.
27/04/2026
Nem sempre conseguimos mudar tudo o que está ao redor da criança.
Nem a história.
Nem o contexto familiar.
Nem as dificuldades que ela carrega.
Mas dentro da sala de aula…
existe algo poderoso:
👉 o olhar do professor.
É esse olhar que pode transformar um comportamento em compreensão.
Que pode enxergar além da “desatenção”, da “agitação” ou do “desinteresse”.
Porque, muitas vezes, a criança não precisa de mais cobrança.
Ela precisa de um adulto que:
– compreenda como ela aprende
– ajuste a forma de ensinar
– ofereça mediação
– respeite seu tempo e seu funcionamento
Um professor não precisa dar conta de tudo.
Mas pode ser o ponto de virada.
Pode ser abrigo.
Pode ser segurança.
Pode ser aquele que faz a criança acreditar que é capaz.
E isso… muda caminhos.
Porque quando a criança se sente vista,
ela consegue aprender.
23/04/2026
Nem sempre os sinais são claros.
E nem sempre o problema é o que parece.
A psicopedagogia investiga o processo de aprendizagem — não apenas o resultado.
👉 Se você já se questionou sobre isso, talvez seja o momento de olhar com mais atenção.
💛 Estou por aqui.
22/04/2026
A inclusão escolar vai muito além de cumprir uma lei.
Ela exige movimento.
Exige revisão de práticas.
Exige olhar atento para aquilo que, muitas vezes, a própria escola constrói sem perceber.
Quando uma criança não aprende, não se engaja ou não participa, a pergunta não deve ser apenas sobre ela.
Precisa ser também sobre o contexto:
📌 As estratégias estão adequadas?
📌 Há flexibilização real?
📌 Existe espaço para diferentes formas de aprender?
Nem toda dificuldade é um transtorno.
Nem toda desatenção é TDAH.
Nem todo desinteresse é falta de vontade.
Muitas vezes, estamos diante de barreiras pedagógicas, emocionais e ambientais que precisam ser revistas.
Incluir é assumir responsabilidade.
É sair do discurso e ir para a prática.
É construir caminhos possíveis para cada aluno — respeitando sua singularidade, seu ritmo e seu potencial.
E isso não é favor.
É direito.