Núcleo Manacá

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Comunicação, educação e direitos humanos

01/02/2022

1º de fevereiro é aniversário de Lélia Gonzalez (1935-1994), autora mineira com produção significativa nas áreas da psicanálise e política e uma das principais referências femininas na produção intelectual sobre a cultura negra do Brasil contemporâneo. O trecho do post é do artigo "A democracia racial: Uma militância", que faz parte da coletânea "Por um feminismo afrolatinoamericano". Baixe a versão digital do livro na bio do perfil do Núcleo Manacá.

26/01/2022

A professora, filósofa socialista e militante pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial dos Estados Unidos Angela Yvonne Davis completa 78 anos neste 26 de janeiro.

26/04/2021

🌳 Nasceu mais uma flor na nossa árvore: o Podcast Manacá. A primeira edição fala sobre o Levante Feminista, uma campanha nacional lançada no final do mês de março como um grito de socorro em defesa das mulheres e pelo fim da violência. Nossa convidada para falar sobre o tema é a Clair Castilhos, integrante da Rede Feminista de Saúde e uma das articuladoras do movimento em Santa Catarina.
🎧 Ouça no Spotify
https://open.spotify.com/episode/5mDcDaaaVdcJL4G0c7VMEW?si=m-iX2px_QV2GPQjc-JSGEg&nd=1

🎧 Ou no Anchor
https://anchor.fm/dashboard/episode/evfk3q

07/04/2021

Saúde é direito de todas as pessoas e um dever do estado.

26/03/2021

A PLATAFORMA MANACÁ está na rede!👩🏻‍💻

🎯Contribuir para fortalecimento dos direitos humanos, promovendo equidade e justiça social a partir de conteúdo educativo, criativo e de qualidade. Esse é o objetivo da PLATAFORMA MANACÁ.

📍Por meio de iniciativas educacionais, como cursos e campanhas, e da produção de conteúdo, nossas ações são fundadas na coerência de ideias, na transparência e na construção colaborativa.

📚Nossa proposta pedagógica envolve a promoção dos direitos humanos como essenciais para a vida em sociedade. A partir de valores como equidade e justiça social, construímos estratégias de enfrentamento às desigualdades, com ações que fortaleçam populações vulnerabilizadas no mundo do trabalho e em espaços políticos.

📰Nossos projetos editoriais se pautam na reflexão ética sobre temas sociais emergentes. Atuam com responsabilidade no exercício crítico para promover direitos sociais, políticos e trabalhistas.

📲Conheça o nosso trabalho: www.plataformamanaca.com.br

03/03/2021

Começamos o mês empolgadas com um novo projeto: o Programa de Aulas de Língua Inglesa on-line para Mulheres de Baixa Renda. Por meio desta ação educacional afirmativa, vamos oferecer a mulheres periféricas e negras a oportunidade de aprender o idioma inglês.
Nosso curso deseja dialogar com os diversos espaços onde se encontram as mulheres e propiciar a oportunidade de estudo de uma segunda língua, ampliando suas habilidades e competências para uma melhor colocação profissional, entre outras possibilidades.
O projeto vem sendo desenvolvido desde 2020 pela professora Paula Schwerdt com apoio do Educador Popular Babyton dos Santos, sob a coordenação da Carmen Lucia Luiz e apoio da equipe Manacá. As alunas já foram selecionadas e iniciam as aulas neste mês.

Bem vindas, alunas!

03/11/2020

Embora haja eleição no Brasil desde 1532, faz menos de um século que as mulheres podem votar. Hoje é uma das datas em que se celebra esta conquista: há exatos 90 anos, em 3 de novembro de 1930, o então presidente Whashington Luiz teria instituído o direito ao voto feminino depois de anos de pressão das sufragistas. Nos anos seguintes, este direito seria incorporado à constituição.

Mas nem todas as mulheres podiam votar: apenas mulheres casadas (e com autorização dos maridos) e as viúvas e solteiras que tivessem renda própria. Ou seja: mulheres brancas e ricas (com posses). Apenas em 1965, o voto feminino foi igualado ao masculino.

No próximo dia 15 de novembro, o perfil majoritário do eleitor no Brasil é de uma eleitora, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE): mulher, com ensino médio e de 35 a 59 anos. Elas somam 77.649.569 (52,49%) do total de 147.918.483 pessoas estão aptas a votar.

Alcançar a plena representação ainda é um desafio para as mulheres. Por isso, é tão importante eleger mulheres com PROPOSTAS CLARAS em favor de TODAS AS MULHERES, especialmente as que são ainda mais sub-representadas: mulheres pobres e negras, alijadas de tantos direitos ao longo da história.

21/10/2020

Mulheres não são inimigas das mulheres, como tentam nos fazer acreditar. As mulheres se envolvem em campanhas de mulheres. Em geral, são elas que oferecem ajuda e apoiam as candidatas.

Este vídeo é parte do curso "Candidata 2020: Estruture a sua campanha", ação que integra a campanha no Núcleo Manacá.

E você? Já apoiou a sua candidata hoje? Tá valendo um like, comentário ou compartilhamento num post, contar pra todo mundo quem é a sua candidata, convidar a conhecer a campanha...

E pode marcar a sua candidata neste post pra ela saber que

19/10/2020

Nem todas as mulheres eleitas levam em conta as formas de opressão sofridas pelas mulheres.

Por isso, mais do que uma representação numérica, precisamos de mulheres eleitas dispostas a representar, de forma substantiva, os direitos das mulheres.

VOTE em mulheres comprometidas com os direitos das mulheres!

14/10/2020

Candidaturas conscientes podem encontrar oportunidade para intervir em favor das mulheres nos seus mandatos, sejam eles legislativos ou executivos. Por isso, dizemos que não basta ser mulher para merecer o voto das mulheres: é preciso eleger candidaturas que tenham o compromisso de fazer avançar os direitos das mulheres, que defendam e pratiquem a equidade salarial, o equilíbrio do trabalho doméstico, o fim do assédio e da cultura do estupro e de toda forma de violência contra as mulheres.

Este vídeo é parte do curso "Candidata 2020: Estruture a sua campanha", que integra a campanha do Núcleo Manacá.

12/10/2020

Que nos permita interferir nas decisões políticas com paridade e protagonizar a nossa própria vida. Queremos ser reconhecidas como sujeitas históricas.

Para que essa nova concepção de poder exista, precisamos de mudanças estruturais e profundas.

Precisamos subverter a ordem de poder patriarcal e criar mecanismos que transformem normas, crenças e práticas sociais, garantindo mais conquistas para as mulheres.

07/10/2020

Em uma cultura baseada nas desiguldades de gênero, as mulheres são menos incentivadas à ambição política. Os sistemas eleitoral e partidário refletem essa lacuna entre homens e mulheres. Nos espaços de decisão partidária, por exemplo, elas ainda são a minoria.

As mulheres também enfrentam dificuldades para construir suas campanhas eleitorais. Partidos optam por fortalecer candidaturas com viabilidade e, a maioria delas, são lideradas por homens.

As mulheres eleitas precisam ainda ultrapassar a barreira da permanência. Recai sobre elas uma maior exigência
política e pessoal ao longo dos seus mandatos.

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