05/06/2026
Tem livro novo publicado!
“Introdução às travessias feministas nas Artes da Cena: uma reunião de textos de Maria Brígida de Miranda”
Autoria: Maria Brígida de Miranda
Organização: Daiani Brum
Este livro reúne textos de Maria Brígida de Miranda, atriz, diretora, tradutora, docente e pesquisadora. Os escritos percorrem os Teatros Feministas, articulando reflexões teóricas, práticas pedagógicas e processos criativos de forma indissociável. A obra oferece uma introdução estruturante para estudantes, pesquisadoras/es e artistas, ao evidenciar genealogias, práticas e epistemologias feministas historicamente marginalizadas. Ao reunir trajetórias e debates, mostra como os estudos de gênero vêm transformando a pesquisa e a prática teatral, consolidando um campo plural e em expansão. Esta obra resulta do Projeto de Pesquisa Curarte – Práticas Cênicas para o Bem-Viver: Estudos de Gênero e Feminismos nas Artes da Cena (Processo CNPq nº 407191/2023-2), financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Chamada CNPq/MCTI nº 10/2023 – Universal, Faixa A – Grupos Emergentes. A pesquisa também contou com financiamento institucional da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio da Bolsa de Estágio Pós-Doutoral (PROEPD/PPGAC), conforme Edital PROPPG nº 02/2025, concedida à organizadora. Livro digital gratuito disponível para download em : https://praxilaeditoracoes.com/ebooks/
14/05/2026
🎭✨ O projeto CurArte – Práticas Cênicas para o Bem Viver, vinculado ao Grupo de Pesquisa Imagens Políticas (Udesc/CNPq) convida você para a apresentação de Conversas de Coxia, uma peça de Lúcia Sander que mistura humor, crítica e metateatro ao reunir personagens do universo de William Shakespeare nos bastidores da cena. A apresentação compõe a programação do evento da .ceart
Na peça, Cordélia, Desdêmona, Rainha Gertrudes, Anne Hathaway e o próprio Shakespeare atravessam os limites entre ficção e realidade em diálogos irônicos e contemporâneos sobre amor, poder, destino e o papel das mulheres nas grandes tragédias. Entre desabafos, conflitos e tentativas de escapar dos finais já escritos, as personagens questionam o autor e suas próprias histórias.
📍 CEART/UDESC – DAC – Espaço 1
📅 16/05
🕐 13h00
🎟️ Entrada gratuita
✨ Ficha técnica:
Elenco: Geane Salasário Albino, Juliana Aizza, Marina Silvério, Raquel Pereira, Ricky Neto e Scarlett Silveira
Coordenação e direção: Profa. Dra. Maria Brígida de Miranda
Direção musical e sonoridades da cena: Majux
Direção de luz: Méllanie Brick
Figurinos: Programa de Extensão MODARTE – Economia Criativa / Projeto Arte Vestível
Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Martinez Montanheiro
Bolsistas: Emilly Francine e Estela Ferrari
Realização: CurArte: Práticas Cênicas para o Bem Viver
Financiamento: CNPq – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Governo do Brasil
Apoio: PPGAC, Imagens Políticas, UDESC, CEART e OCTA
https://www.instagram.com/p/DYUnJV1KFPk/?igsh=MWI4NTJtMnozYml2bA==
20/03/2026
Dia 23/03/2026 lança o documentário “Sarau da Memória- mulheres de Camacã” no evento Ecoar, do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da .oficial, resultado da pesquisa de pós-doutorado realizada entre 2023 e 2024 no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da .ceart .oficial sob supervisão da professora . Parabéns Meran e mulheres de Camacã pelo lindo trabalho realizado em parceria com o grupo de pesquisa Imagens Políticas 🌹
24/12/2025
Comunicado de alerta da rede de pesquisa latinoamericana REAL sobre a situação da Venezuela.
21/03/2024
Dia 1 de abril é dia de lembrarmos dos 60 anos do golpe militar no Brasil que pôs fim a liberdades individuais, prendeu, torturou e matou milhares de brasileiros. Em defesa da democracia, convidamos para a exibição do filme Audácia de Chico Pereira Filho. O documentário aborda a Operação Barriga Verde. No ano de 1975 a Operação Barriga Verde, sequestrou, torturou e prendeu 42 catarinenses sob a acusação de comunismo, maior operação repressiva da Ditadura Militar em SC.
Após a exibição do filme teremos uma roda de conversa com Gerônimo Machado, professor aposentado da UFSC, militante da geração de 75, tendo sido obrigado a se exilar, fugindo da repressão.
Chico Pereira Filho, cineasta, viveu sua infância no exílio. Seu pai Chico Pereira militante do Partido Comunista Brasileiro foi preso em 1964, mesmo ano de seu nascimento.
A atividade tem organização do Laboratório de Estudos da Contemporaneidade - LEC e linha Imagens Políticas - CEART, com apoio do Núcleo de Diversidade, Direitos Humanos e Ações Afirmativas - NUDHA
Convidamos você a se juntar a nós
EM DEFESA DA DEMOCRACIA
PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA!
10/05/2022
Algumas imagens da conversa com Déba Tacana (.tacana), que ocorreu na última sexta-feira, dia que encerramos a última atividade aberta ao público do projeto Artes Indígenas em Diálogo.
Déba é uma artista e pesquisadora intensa, comprometida e extremamente didática. Quem esteve ao vivo conosco viu quão profunda é a sua pesquisa acerca da responsabilidade da educação no processo de mitigação da injustiça social, do racismo, do preconceito e de tantas outras violências coloniais que vivemos no Brasil.
Teve um momento de realizamos um esforço coletivo de lembrar quantas pessoas indígenas atuam como docentes no ensino superior. Foi assustador conseguir lembrar de quase todos os nomes e de reconhecer que esse número dá pra contar nos dedos. Temos que caminhar e lutar MUITO para a universidade ser democrática não só em termos de conteúdo, mas sobretudo na circulação dos corpos que ocupam posições de poder. Sem a democratização dos espaços de poder e a inclusão de corpos indígenas e pretos, nunca haverá democracia, e isso não vale apenas para as Universidades, obviamente.
Déba também nos fez uma provocação: pediu para imaginarmos a udesc há uns 250 anos atrás. Depois pediu para pensarmos onde estaríamos posicionadas nesse ambiente. Ela disse que estaria fora da universidade, apontando sua flecha e lutando para esse espaço deixar de ser uma oligarquia. E você? Onde estaria nessa situação?
Se você perdeu a FUNDAMENTAL Déba Tacana, acesse o linktree do imagens políticas e veja o registro desse encontro tão provocador e urgente: https://linktr.ee/imagenspoliticas
Esta ação conta com fomento do Edital Campus de Cultura – UDESC
08/05/2022
Quinta-feira se encerrou o último intercâmbio do Artes Indígenas em Diálogo. Ao longo de dois estivemos com a artista Dayana Molina .ela sobre a função social e política da Moda.
Nesse encontro, Dayana nos contou que a ação mais sustentável na Moda é a sustentabilidade social; é dar emprego e salário digno a pessoas historicamente excluídas da área. Dayana falou também que quando era jovem não se via representada na Moda, e por isso considerava que a Moda não era espaço para corpos como o dela, mesmo sendo neta de uma das maiores costureiras da região do agreste pernambucano.
Para a artista, Moda é ação política de inclusão, representatividade e descolonização. Uma das frases marcantes do intercâmbio foi: "Gente importa mais que roupa.", parece óbvio, mas as vezes não é isso que vemos nesse campo industrial que é o segundo maior poluidor do ambiente.
Aprendemos MUITO com Dayana. Tomara que venham mais encontros como esse!
Esta ação conta com fomento do Edital Campus de Cultura – UDESC
06/05/2022
É hoje! As 19h no Canal do You Tube do Imagens Políticas.
Link disponível no linktree na bio.
É só chegar
04/05/2022
Mais um intercâmbio lindo aconteceu no Artes Indígenas em Diálogo: o da Juma Pariri, Juma Pariri . Juma trouxe conteúdos sobre nudez, menstruativismo, dissidência de gênero e sexual, tudo isso a partir de seu trabalho performático em Artes Cênicas, e das relações e imbricações da perspectiva das Lutas Indígenas.
Juma é nossa parceira e membra do Imagens Políticas, então é sempre um prazer e uma honra ter ela conosco, sempre com dignidade rebelde pela justa causa amorosa. Com a Juma a justa causa é sempre amorosa e rebelde.
Vale mencionar que com ela estava um monte de gente pesquisadora e artista de vários estados do Brasil e da América Latina. Que maravilha poder dar acesso a tanta preciosidade para pessoas de muitos lugares diferentes.
Que venham mais oportunidades como essa de descolonizar a Udesc!
Esta ação conta com fomento do Edital Campus de Cultura – UDESC