CuriosaMente Espaço de Aprendizagem
A Curiosa Visão tem como missão contribuir com pais, mães e cuidadores nas fases importantes do d
16/02/2022
Maria Montessori (1870-1952) faria aniversário hoje (31/8)! Educadora, pedagoga e médica, Montessori foi a primeira mulher a se formar em medicina na Itália e foi pioneira no campo pedagógico ao dar mais ênfase à autoeducação do aluno do que ao papel do professor como fonte de conhecimento.
Conheça mais sobre esta pensadora no especial de NOVA ESCOLA: http://abr.ai/1MBsYjR
E mais! Veja artigos e outros materiais sobre Montessori encontrados na Superbusca da Educação: http://bit.ly/1fnPEFt
16/02/2022
A definição de dislexia leva em conta sua própria singularidade.
- Trata-se de uma dificuldade desproporcional de aprendizagem de leitura.
- Tem origem neuroboologica.
- É possível observar fatores de risco no período da educação infantil.
- Importante intervenção precosse quando identificado fatores de risco.
- Avaliação é realizada por uma equipe multidisciplinar e diagnóstico é conclusivo a partir de 9 anos de idade.
11/02/2022
- A brincadeira é uma atividade infantil importante no processo de desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças. É através dela que a criança se organiza e elabora conceitos relacionados as suas vivências.
- Pode-se dizer que a brincadeira é universal e que suas características dependem do período de desenvolvimento em que a criança se encontra.
- Primeiro a criança realiza a brincadeira funcional, onde cada elemento utilizado representa a sua função apropriada.
- A maturidade neurocognitiva possibilita a realização da brincadeira simbólica. Nesta fase ela é capaz de experimentar um mundo imaginário em que situações são elaboradas e diferentes objetos podem ser utilizados para representar aqueles que não estão presentes.
- A brincadeira é um importante aspecto que pode ser observado para avaliar o processo de desenvolvimento das crianças.
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09/02/2018
MOBILE OCTAEDRO
É o segundo móbile da Série Montessori.
Oferecido para crianças na idade de 5 a 8 semanas.
Neste período o bebê começa a distinguir cores mais escuras.
O Móbile Octaedro é composto pelas três cores primárias (azul, amarelo e vermelho), que são bem distintas umas das outras, permitindo o “trabalho” da percepção de suas diferenças.
Cada cor é apresentada no formato de octaedro, permitindo a visualização em duas e três dimensões.
Estes octaedros são feitos com poliéster e revestidos com papel holográfico especial, que cintila conforme o movimento sutil do ambiente e da luz natural refletida.
Ao direcionar seu olhar para as figuras apresentadas no móbile, este cumpre o seu objetivo de ajudar o bebê no seu desenvolvimento do foco. Além disso, promove a habilidade de atenção e concentração por períodos mais longos.
Professora Rosane Soethe
04/02/2018
"As crianças não dormem como adultos até os 6 anos. Até essa idade, os despertares noturnos são normais. Não há nada de errado com uma criança que acorda à noite. O problema é seu, não do seu bebê.
Você sabe que o seu filho está perfeitamente seguro no berço. Mas o seu filho não sabe que está a salvo. Para ele, a maior ameaça é não te ter por perto. Graças a este instinto (que está escrito no seu código genético desde que existe a espécie humana), é que conseguimos sobreviver. Imagina um bebê abandonado à sua sorte numa pradaria pré-histórica, presa fácil de qualquer predador. Sem o instinto de chorar ao sentir-se em perigo, e assim alertar a sua mãe, os seus minutos estariam contados. O seu bebê, no século XXI, partilha o mesmo código genético que o bebê pré-histórico. Para ele, a ameaça de estar às escuras, só num berço, continua a ser tão real como a do bebê exposto a ser devorado pelas feras.
Os bebês pedem o que precisam. Ele não está tentando te manipular, ou safar-se, é isso que os adultos fazem. A necessidade de contato para um bebê é tão importante e vital como a necessidade de alimento. Esperar que um bebê fique tranquilo no seu berço sem questionar porque ele não dorme a noite toda é um disparate.
Um bebê espera ser atendido quando chora. Se ninguém vier, compreenderá que nada pode fazer, que ele não é importante: que não é amado. E arrastará este condicionamento (e a consequente falta de auto-estima) até a vida adulta. Aprenderá que não vale a pena lutar, que a batalha está perdida de antemão. São muitos os adultos hoje em dia que veem a vida desta forma. E isto é trágico.
Uma criança é um ser humano e merece o mesmo respeito que um adulto. Isto inclui o respeito pelos seus próprios processos naturais.
Uma criança que sente medo e cujo choro não é atendido secreta adrenalina e outras substâncias que fazem com que todo o seu organismo seja ativado a um estado de alerta (tal como acontece com você em situações de perigo). Chega um momento em que a amígdala, uma parte do cérebro emocional, começa a secretar novas substâncias (endorfinas, serotonina) para combater esse estado de alerta, pois não pode ser mantido por demasiado tempo. É quando o pequeno, drogado pelo próprio organismo, adormece. Aprendeu a dormir? Não. Ele usou um mecanismo que não deveria ser forçado!
Por isso não os deixem chorar no berço!
Quanto menor é a criança, maior é o estado de choque a que se submete.
Uma exposição prolongada à adrenalina e outros hormônios do stress pode trazer muitas sequelas negativas, como uma desregulamentação duradoura da bioquímica cerebral, com consequências como depressão, distúrbios do apego, desamparo aprendido, ansiedade... pense com o coração, pergunte se você quer mesmo fazer isto.
Se todo o teu corpo está te pedindo para imediatamente abraçar o teu filho? Porque não fazer o que a natureza te programou para fazer?"
Texto de Márcia Tosin (Psicologia da Ansiedade - Colombo PR) psicóloga que trabalha diariamente com ansiedade infantil. Já realizou mais de 2000 atendimentos de crianças (0 a 12 anos) com quadros ansiosos graves e gravíssimos e acredita que os cuidados com o sono nos primeiros anos de vida poderiam ter contribuído MUITO para a diminuição e severidade desses quadros.
01/02/2018
Bola de Preensão de Mãos
Esta bola é formada por 12 gomos de tecidos coloridos e no tamanho que permite que as mãos pequenas do bebê consigam agarra-los.Ao explorar a bola, a criança fortalece sua musculatura das mãos e aprimora esta habilidade tão importante para agarrar. O ideal é oferecer este material no momento em que o bebê está preparado para engatinhar. Seu formato não permite que a bola role longe demais. Ao alcança-la será mais uma conquista atingida, estimulando o bebê a tentar novos desafios.
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