Agressão ou Falha de Comunicação? 🚨
O vídeo que está viralizando sobre a diretora e o manejo com crianças com TEA acende um alerta que vai muito além de um “comentário infeliz”. É um posicionamento que “autoriza” o manejo errado justamente quando a situação aperta.
Como profissional, não posso deixar de pontuar três falhas graves nessa linha de raciocínio:
1️⃣ A pergunta que ninguém fez: Em vez de focar no “limite”, a pergunta clínica central deveria ser: POR QUE essa criança está se comunicando desta forma? Ignorar a função e o contexto do comportamento é ignorar a ciência.
2️⃣ Habilidade vs. Punição: Se a criança recorre à agressão, ela está sinalizando um déficit de habilidade comunicativa e de autorregulação. O papel da escola é ENSINAR o que ela não sabe, e não punir um sintoma.
3️⃣ Cultura de Gestão: Quando uma liderança rotula o autismo como “transtorno da moda”, ela imprime uma cultura de intolerância em toda a equipe. Onde a punição é a primeira ferramenta, o ensino e a inclusão deixam de existir.
Inclusão não é “passar pano” para agressão. É ter preparo técnico para interpretar comportamentos e construir repertório. O recado que passamos para as crianças típicas ao excluir as atípicas é o da intolerância.
Precisamos de estratégias de intervenção, não de imposição.
Deixe sua opinião aqui nos comentários. 👇
Psicóloga Caissa Ramos
Olá! Sou Caissa Ramos, psicóloga especializada em desenvolvimento infantil.
Meu objetivo é oferecer suporte e orientação para famílias e profissionais que buscam promover o bem-estar e a autonomia de crianças neurodivergentes.
07/06/2025
O desenvolvimento de uma criança não depende só do afeto — embora o afeto seja essencial.
Depende também de quem escuta, observa, planeja e intervém com base, critério e responsabilidade clínica.
🧠 Porque escutar não é só estar presente.
É saber o que observar.
É entender o que aquele comportamento pode estar dizendo.
É agir com método, e não com suposição.
E por isso, a formação de quem acompanha importa tanto.
Importa pra evitar danos.
Pra sustentar processos.
Pra não perder de vista o que realmente importa:
👉 a singularidade da criança,
👉 o contexto da família,
👉 e o cuidado que gera impacto real.
“A clínica não é lugar de achismo.
É lugar de precisão com presença.
E de profissionais que pensam com profundidade — e agem com ética.”
Se essa fala fez sentido pra você — como mãe, como profissional ou como alguém que se importa — compartilha com quem também precisa ouvir isso.
Porque quando a gente fala de formação, a gente fala do futuro das crianças. E isso não é detalhe.
Se você gostou desse conteúdo compartilha com oura pessoa que também precisa ler isto!
26/05/2025
Nem sempre o desafio está no conteúdo da lição.
Às vezes, o que trava o aprendizado é o ambiente onde ele acontece.
E aqui, não estou falando de ter uma escrivaninha perfeita ou materiais caríssimos.
Estou falando de algo mais sutil — e mais importante:
📍 Um espaço que sinalize pra criança: “aqui você pode focar.”
📍 Uma rotina que diga: “você sabe o que esperar.”
📍 E uma presença que não cobre perfeição, mas ofereça apoio real.
Porque quando o ambiente é caótico, desorganizado ou imprevisível… o cérebro da criança gasta energia só pra se manter ali.
E sobra pouco recurso pra realmente aprender.
Criar um ambiente favorável não é sobre controlar tudo.
É sobre cuidar das condições que sustentam o aprendizado.
Com leveza. Com direção. Com confiança mútua.
Aprender em casa não é repetir escola.
É criar um território onde o erro não é punição,
e o acerto não é a única medida de valor.
🟣 E isso também é cuidar do desenvolvimento.
Você já parou pra observar como o ambiente impacta no aprendizado aí na sua casa?
Me conta aqui nos comentários o que você já tentou — ou o que tem funcionado por aí.
24/05/2025
Muita gente escuta a palavra avaliação e já sente o peso:
👉 E se disserem que tem “algo errado”?
👉 E se colocarem meu filho numa caixinha da qual ele nunca mais sai?
Mas quando feita com critério, presença e escuta real, a avaliação não fecha portas — ela abre caminhos.
Porque entender o que está por trás de um comportamento, de uma dificuldade ou de uma reação…
é o primeiro passo pra cuidar com mais clareza, mais leveza e menos culpa.
Não é sobre rótulo.
É sobre direção.
E sobre uma pergunta que muda tudo:
🌀 “Será que a gente tá enxergando tudo que a criança tá tentando mostrar?”
Se essa fala te tocou, salva esse post.
Às vezes, a gente precisa reler quando o medo ou a dúvida apertam de novo.
17/05/2025
Talvez o seu filho esteja dizendo algo o tempo todo.
Mas entre o barulho da rotina, a dúvida constante e o medo de errar… f**a difícil escutar.
Avaliação não é sentença.
É presença técnica.
É cuidado que começa com entendimento.
E às vezes, tudo o que uma criança precisa é disso:
um adulto disposto a escutar o que ainda não foi colocado em palavras.
Com calma. Com critério. Com carinho.
Salva esse post se ele te tocou de algum jeito —
ou envia pra alguém que está nesse mesmo processo de querer entender mais, com mais presença.
Porque escutar, de verdade, também é um jeito de cuidar.
28/01/2025
🚨 A criança com TEA não quer trocar de atividade?
Aqui estão 4 dicas para lidar com essa situação:
1️⃣ Reduza a empolgação: Vá diminuindo a intensidade da brincadeira e a atenção social gradualmente.
2️⃣ Torne menos interessante: Retire peças do brinquedo aos poucos, sem que a criança perceba.
3️⃣ Introduza novos brinquedos: Coloque outros brinquedos no campo de visão e desperte o interesse da criança por eles.
4️⃣ Troque discretamente: Quando a criança se interessar pelo novo brinquedo, coloque o antigo de lado e continue a brincadeira.
Se gostou dessas dicas, compartilhe com outros terapeutas! 💡👶
25/01/2025
Quando pais, professores e terapeutas discordam sobre o desenvolvimento ou comportamento de uma criança, é normal surgir dúvida e até frustração. Mas essa divergência pode ser uma oportunidade de alinhar expectativas e criar um plano mais eficiente. Aqui estão 3 passos para lidar com essas situações:
1️⃣ **Escute todas as perspectivas:**
Cada pessoa vê a criança em um contexto diferente. Os pais conhecem a rotina em casa, os professores veem como ela interage na escola, e os terapeutas têm a visão técnica. Combine esses olhares para formar uma visão mais completa.
2️⃣ **Foque no bem-estar da criança:**
Mesmo com opiniões diferentes, lembre-se de que o objetivo final é ajudar a criança a se desenvolver. Pergunte: “O que podemos fazer juntos para apoiar melhor essa criança?”
3️⃣ **Promova diálogos frequentes e abertos:**
Estabeleça um espaço de comunicação constante, onde todos possam compartilhar observações e ajustar estratégias. Isso ajuda a reduzir conflitos e fortalece o trabalho em equipe.
💡 Dica bônus: registre pontos em comum e combine pequenos passos práticos que podem ser aplicados no dia a dia. Juntos, é possível transformar divergências em avanços!
👉 Compartilhe este post com colegas ou famílias que enfrentam situações parecidas. A união faz toda a diferença! ❤️
23/01/2025
Nem sempre os avanços na intervenção com crianças no espectro autista são rápidos ou lineares, mas ajustar sua abordagem pode fazer toda a diferença. Aqui estão 4 estratégias para potencializar o progresso da sua criança:
1️⃣ Revise os objetivos:
Será que o que você está esperando da criança é muito difícil ou muito fácil para ela nesse momento? Se for complicado demais, ela pode f**ar frustrada. Por exemplo, se você quer que ela peça água, pode ser melhor começar ensinando com gestos antes de exigir palavras.
2️⃣ Use reforços que funcionam de verdade:
Descubra o que a criança mais gosta – pode ser um brinquedo, música ou até um carinho – e use isso como incentivo. Assim, ela vai se sentir mais motivada a continuar tentando.
3️⃣ Torne o ambiente mais tranquilo:
Às vezes, o lugar onde a criança está pode atrapalhar. Muitas sons ou distrações podem deixar difícil para ela se concentrar. Experimente diminuir o barulho e simplif**ar o espaço.
4️⃣ Observe o que está funcionando:
Anote o que a criança consegue fazer com facilidade e o que ainda é um desafio. Assim, f**a mais fácil saber onde você pode mudar ou melhorar sua abordagem.
💡Lembre-se: cada criança é única e precisa de estratégias feitas sob medida. Com paciência e pequenas mudanças, os resultados aparecem!
👉 Marque aqui outros profissionais ou familiares que podem se beneficiar dessas dicas. Juntos, podemos fazer a diferença! ❤️
21/01/2025
Gerenciar procedimentos pode ser um grande desafio, mas você não precisa enfrentar isso sozinho! Aqui estão 3 estratégias práticas e comprovadas para ajudá-lo a lidar melhor com essas situações:
1️⃣ Identifique os gatilhos:
Observe o que antecede o comportamento solicitado é essencial. Pergunte-se: o que aconteceu antes? A criança estava cansada, com fome ou frustrada? Por exemplo, se sempre uma tarefa é muito longa ela se desorganiza, experimente dividir as atividades em etapas menores.
2️⃣ Seja claro e previsível:
As crianças tendem a responder melhor quando sabem o que esperar. Utilize quadros de rotinas, avisos avisos e reforços positivos. Exemplo: antes de encerrar a brincadeira, avise "mais dois minutos e vamos guardar os brinquedos".
3️⃣ Fortaleça comportamentos positivos:
Reforce comportamentos que você deseja ver mais vezes! Quando uma criança responde de forma adequada ou segue uma instrução, elogie ou apresente algo que ela goste. Por exemplo: "Que ótimo você me ouvir! Vamos brincar com seu brinquedo favorito agora."
👉 Salve este post para consultar quando precisar e compartilhe com quem também pode se beneficiar dessas dicas!
18/01/2025
"Você sabia que o cérebro é como um super centro de controle? 🧠 Ele processa tudo o que vemos, ouvimos e sentimos! No caso do TDAH, esse processamento pode ser diferente, impactando o controle dos impulsos e a atenção. É importante entender que esses Sinais precisam estar presentes desde a infância para caracterizar o transtorno. Vamos cuidar da saúde mental dos pequenos e entender mais sobre como o cérebro funciona?
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