Quando pensamos em terapia, muitas vezes imaginamos atividades estruturadas, materiais específicos e objetivos bem definidos.
Mas, na prática, algumas das aprendizagens mais importantes acontecem nas experiências mais simples da vida.
Nesta sessão integrada entre Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia, as crianças participaram da preparação do próprio café da manhã.
E, enquanto quebravam ovos, organizavam os ingredientes, pegavam pratos, sentavam à mesa e compartilhavam esse momento, inúmeras habilidades estavam sendo trabalhadas ao mesmo tempo.
A Terapia Ocupacional atuou no desenvolvimento da autonomia, da coordenação motora, do planejamento das ações, da participação nas atividades do dia a dia e das habilidades necessárias para uma vida mais independente.
Já a Fonoaudiologia trabalhou aspectos relacionados à comunicação, interpretação da receita, interação social, linguagem, mastigação e deglutição, tudo inserido dentro de um contexto funcional e significativo para a criança.
Porque aprender não acontece apenas sentado em uma mesa. Também acontece quando a criança participa, experimenta, faz escolhas, compartilha experiências e se percebe capaz de realizar tarefas que fazem parte da vida real.
E é exatamente nesse encontro entre desenvolvimento e funcionalidade que a terapia ganha sentido.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍 Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍 Unidade Campeche: Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
Instituto Ana Malheiros - Ciar Psicomotricidade Relacional - Florianópolis
INSTITUTO ANA MALHEIROS
Desenvolvimento Humano Educação
22/06/2026
Dividir a rotina não diminui apenas a carga de quem cuida. Também fortalece o desenvolvimento da criança.
Quando falamos sobre crianças neurodivergentes, é comum que as famílias enfrentem uma rotina intensa com terapias, escola, consultas, adaptações, orientações profissionais e inúmeros desafios que surgem ao longo do dia fazem parte dessa caminhada.
O problema é que, muitas vezes, todas essas responsabilidades acabam ficando concentradas em apenas um dos responsáveis.
Com o tempo, isso gera sobrecarga física e emocional, impactando não apenas quem cuida, mas toda a dinâmica familiar.
A participação ativa de ambos os pais não significa apenas ajudar quando necessário. Significa compartilhar decisões, acompanhar o desenvolvimento da criança, conhecer os objetivos das terapias e participar da construção das estratégias utilizadas no dia a dia.
Isso faz diferença porque o desenvolvimento não acontece apenas durante os atendimentos, ele acontece na hora das refeições, nas brincadeiras, nos momentos de cuidado, na rotina da casa e nas experiências compartilhadas em família.
Quando os responsáveis caminham na mesma direção, a criança recebe mais oportunidades de praticar habilidades, mais consistência nas orientações e mais suporte para enfrentar desafios.
Além disso, ela cresce observando algo extremamente importante: cooperação.
As crianças aprendem através das relações. E um ambiente onde existe parceria, presença e responsabilidade compartilhada também ensina valores que serão levados para a vida.
Nenhuma mãe ou pai deveria trilhar esse caminho na solidão.
O desenvolvimento acontece melhor quando existe uma rede de apoio, participação e construção conjunta.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas. 🚀♥️
📍 Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍 Unidade Campeche: Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
Essa cena vai muito além de um gesto de gratidão. Ela fala sobre comunicação, escuta e vínculo.
Durante todo o episódio, o menino tenta se comunicar e explicar o que está acontecendo. O problema não é a ausência de comunicação. O problema é que ninguém consegue compreender aquilo que ele está comunicando.
Muitas pessoas associam comunicação apenas à fala, mas a comunicação humana vai muito além das palavras. Ela pode acontecer através de gestos, comportamentos, expressões, escolhas, objetos de interesse e diversas outras formas de interação.
É justamente esse o princípio da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA): compreender que existem diferentes caminhos para que uma pessoa consiga expressar desejos, necessidades, pensamentos e sentimentos.
Ao longo da história, o médico faz algo que muda completamente sua relação com o paciente: ele passa a observar, passa a escutar aquilo que não está sendo dito com palavras, passa a buscar significado nos comportamentos da criança.
Quando a criança percebe que está sendo compreendida, algo muito importante acontece: o vínculo começa a ser construído. Por isso, a cena final não representa apenas um agradecimento, ela representa uma relação construída a partir da escuta. Pois quando alguém se sente verdadeiramente compreendido, encontra uma forma de responder a isso.
No caso desse menino, a resposta veio através de algo que tinha valor para ele.
Talvez uma das maiores reflexões dessa cena seja justamente essa: a comunicação está acontecendo o tempo todo. O que falta não é a capacidade da pessoa se comunicar. O que falta é alguém disposto a aprender a escutar de forma genuína.
E é nessa escuta que nascem o vínculo, a confiança, o respeito e o afeto.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍 Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍 Unidade Campeche: Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
12/06/2026
Quando falamos sobre desenvolvimento social no TEA, é comum imaginar que ele acontece apenas durante as terapias. Mas a verdade é que grande parte dessas habilidades é construída nas experiências do dia a dia.
A terapia ajuda a desenvolver estratégias importantes para a comunicação, interação e convivência. Mas é no parque, na escola, em casa, nos aniversários e nas brincadeiras que a criança encontra oportunidades reais de utilizar essas habilidades.
Cada conversa, cada brincadeira compartilhada, cada espera pela vez e cada experiência de participação contribuem para novas aprendizagens. É isso que chamamos de generalização: quando a criança consegue utilizar aquilo que aprendeu em diferentes ambientes, com diferentes pessoas e em situações variadas.
Por isso, socialização vai muito além de estar perto de outras pessoas. Ela acontece quando a criança tem oportunidades de participar, interagir e construir experiências significativas, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Quanto mais oportunidades de convivência ela tiver, maiores serão as possibilidades de ampliar sua comunicação, fortalecer vínculos e desenvolver habilidades importantes para toda a vida.
O desenvolvimento não acontece apenas na terapia. Ele acontece nas relações e nas experiências que a criança vive todos os dias.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍 Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍 Unidade Campeche: Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
10/06/2026
Autismo e Amor: Desmistificando uma das Maiores Incompreensões
Durante muito tempo, acreditou-se, de maneira equivocada, que pessoas autistas tinham dificuldade para criar vínculos afetivos profundos ou que sentiam menos amor e empatia. Hoje, sabemos que essa ideia não corresponde à realidade.
O problema, muitas vezes, está nas expectativas que construímos sobre como o afeto deve ser demonstrado. Estamos acostumados a reconhecer o amor por meio de abraços, beijos, palavras carinhosas ou demonstrações emocionais mais evidentes. Porém, o amor não possui uma única linguagem.
Para muitas pessoas autistas, o carinho pode se manifestar de maneiras diferentes: ao compartilhar um interesse especial, ao buscar a companhia de alguém importante, ao oferecer ajuda prática, ao incluir uma pessoa em sua rotina ou ao construir, pouco a pouco, uma relação baseada na confiança e na presença constante.
Quando limitamos nossa compreensão do afeto às formas mais tradicionais de expressão, corremos o risco de não enxergar sentimentos que estão ali, genuínos, profundos e significativos, apenas comunicados de outra maneira.
Talvez uma das lições mais valiosas que o autismo nos ofereça seja a de ampliar nosso olhar sobre as relações humanas. Entender que conexão, vínculo e amor não seguem um único padrão. Eles podem assumir diferentes formas, ritmos e linguagens.
E, muitas vezes, amar também significa aprender a enxergar além das nossas próprias expectativas
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
08/06/2026
Arteterapia é muito mais do que uma atividade artística
Muitas crianças ainda não conseguem expressar em palavras aquilo que sentem, pensam ou vivem emocionalmente. E, muitas vezes, a arte se torna um caminho possível para essa expressão acontecer de forma mais segura e acessível.
Na arteterapia, o foco não está no resultado final do desenho, da pintura ou da criação.
O mais importante é o processo.
Enquanto a criança cria, o cérebro trabalha percepção, coordenação motora, planejamento, imaginação e construção de significado através das experiências vividas.
Mas os impactos vão além das habilidades motoras.
A arte também favorece participação, atenção, flexibilidade e ampliação do repertório emocional ao longo do desenvolvimento.
Para muitas crianças, principalmente aquelas que apresentam dificuldade na comunicação verbal, a criação artística se transforma em uma forma de mostrar sentimentos, construir vínculos e participar das relações de maneira mais espontânea.
E quando a criança encontra caminhos possíveis para se expressar, novas possibilidades começam a surgir também no desenvolvimento.
A arte acolhe, conecta e transforma experiências em construção emocional e aprendizado.
Aqui no Instituto Ana Malheiros, acreditamos na potência do fazer arteterapêutico e acolhemos a maneira única da Arteterapia dar voz aos nossos pacientes.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️.
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
05/06/2026
Você sabe a real importância da terapia ocupacional em pacientes com Paralisia Cerebral?
Aqui, pequenos avanços motores ressignificam a forma como o paciente com PC interage com o mundo.
Mais do que o ganho isolado de força, o fortalecimento muscular visa à estabilidade e ao controle postural, bases essenciais para a funcionalidade diária.
Atividades fundamentais da infância, como sentar-se sem apoio, alcançar objetos e explorar o ambiente de forma segura, dependem dessa evolução motora progressiva.
Nesse cenário, a Terapia Ocupacional desempenha um papel importantíssimo. O foco da intervenção vai além da execução mecânica do movimento, o objetivo principal é promover autonomia, independência e participação ativa na rotina.
Ao desenvolver novas habilidades, estimulamos o paciente a explorar seu potencial, vivenciar novas experiências e fortalecer a confiança em seu próprio corpo. Afinal, o desenvolvimento se constrói no cotidiano: através de pequenas vitórias que geram grandes transformações na qualidade de vida.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
03/06/2026
Desenvolvimento motor do bebê: por que observar o movimento é tão importante?
O desenvolvimento motor vai muito além de aprender a sentar, engatinhar ou andar. Ele mostra como o sistema nervoso está construindo repertório motor e permitindo que o bebê explore o ambiente ao longo dos primeiros meses de vida.
E existe um ponto muito importante: não basta observar apenas se o bebê alcançou um marco motor. É preciso observar como ele alcançou.
A qualidade do movimento, a variedade de posturas e a forma como o bebê utiliza o corpo dizem muito sobre o neurodesenvolvimento.
O cérebro infantil aprende através da experiência motora. Por isso, o bebê precisa explorar diferentes posições, sustentar o corpo de formas variadas e ampliar constantemente seu repertório de movimentos.
Quando existe pouca variedade de movimentos, permanência excessiva em padrões repetitivos ou dificuldade nas transições entre posturas, isso pode funcionar como um sinal de alerta.
Alterações motoras podem aparecer antes mesmo de sinais sociais e comunicativos mais evidentes em alguns transtornos do neurodesenvolvimento.
Por isso, observar cedo faz diferença. Quanto antes esses sinais são identificados, maiores são as possibilidades de intervenção precoce e suporte adequado para o desenvolvimento da criança.
O corpo do bebê comunica muito antes da fala. 💙
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979”
01/06/2026
Seu filho tapa os ouvidos com frequência? Isso pode ser hipersensibilidade auditiva.
Muitas vezes, quando a criança tapa os ouvidos, evita determinados ambientes ou demonstra irritação diante de sons do cotidiano, o comportamento acaba sendo interpretado como birra, exagero ou dificuldade comportamental.
Mas, em muitos casos, existe uma questão sensorial acontecendo por trás dessa reação.
Algumas crianças percebem estímulos auditivos de forma muito mais intensa. Sons que parecem comuns para outras pessoas podem ser sentidos pelo cérebro como excessivos, invasivos ou extremamente desconfortáveis.
Liquidificador, secador, descarga, ambientes movimentados, música alta, vozes simultâneas ou sons inesperados podem gerar uma sobrecarga importante no sistema nervoso.
E tapar os ouvidos funciona como uma tentativa do corpo de reduzir esse excesso de informação.
Isso acontece porque o cérebro encontra dificuldade para filtrar e organizar os estímulos sonoros do ambiente de maneira eficiente.
Quanto maior a quantidade de estímulos recebidos ao mesmo tempo, maior tende a ser o desgaste da criança durante atividades simples do cotidiano.
Em alguns casos, a hipersensibilidade auditiva pode vir acompanhada de irritação, dificuldade de permanência em ambientes, cansaço após exposições sonoras ou maior dificuldade de participação social.
Por isso, observar o contexto faz diferença.
Quais sons provocam desconforto? Em quais ambientes isso acontece? Como a criança reage antes, durante e depois da exposição?
Essas informações ajudam a compreender melhor o funcionamento sensorial e permitem construir estratégias mais adequadas para o dia a dia.
Muitas vezes, o comportamento não é exagero.
É apenas o cérebro tentando lidar da melhor forma possível com estímulos que estão difíceis demais de sustentar naquele momento.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
29/05/2026
Comportamentos de fuga e esquiva no autismo: o que existe antes da crise?
Muitas vezes, comportamentos de fuga e esquiva são interpretados apenas como oposição ou desobediência. Mas, na prática, esses comportamentos costumam aparecer quando a criança já está encontrando dificuldade para sustentar determinada situação.
Excesso de estímulos, demandas longas, mudanças inesperadas, dificuldade na atividade proposta ou sobrecarga sensorial podem anteceder essas respostas.
Por isso, o trabalho não começa apenas quando a crise aparece. Ele começa antes, através da construção de vínculo, previsibilidade e segurança na relação.
Outro ponto importante é observar os sinais prévios. Mudanças corporais, aumento da agitação, dificuldade de permanência, recusa ou tentativas de sair da atividade costumam surgir antes do comportamento se intensificar.
Quanto mais cedo esses sinais são identificados, maiores são as possibilidades de ajustar o ambiente e adaptar a demanda de forma mais funcional para a criança.
Prevenir não significa evitar desafios. Significa compreender como esse cérebro responde ao ambiente e construir estratégias coerentes com aquilo que ele consegue sustentar naquele momento.
Instituto Ana Malheiros, transformando desafios em conquistas 🚀♥️
📍Unidade Estreito: Avenida Santa Catarina, nº 1.589 - Balneário do Estreito Florianópolis/SC - CEP: 88075-500
📍Unidade Campeche Rodovia Francisco Magno Vieira, SC-405, 4400 - Campeche Florianópolis/SC - CEP 88065-000
📲 Fale conosco: (48) 99837-6979
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Localização
Categoria
Endereço
Avenida Santa Catarina, 1589, Balneário
Florianópolis, SC
88075-500
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 08:00 - 18:00 |
| Terça-feira | 08:00 - 18:00 |
| Quarta-feira | 08:00 - 18:00 |
| Quinta-feira | 08:00 - 18:00 |
| Sexta-feira | 08:00 - 18:00 |