20/03/2020
Diante dos avanços no número de casos do coronavírus no Brasil, convém esclarecer alguns pontos, sobretudo para o público de maior risco, os idosos.
A Dra. Maisa Kairalla, compartilha que a infecção por coronavírus se comporta de modo parecido a uma gripe comum, mas sua disseminação se mostra mais rápida e, especialmente na população acima dos 60 anos e/ou portadora de problemas crônicos, se manifesta mais gravemente.
Pessoas com mais de 60 anos, sobretudo se tiverem diabetes, hipertensão ou problemas respiratórios, cardiológicos, renais ou neurológicos, bem como todos aqueles com mais de 80 anos ou que tenham sinais de fragilidade, devem evitar aglomerações, festas e viagens, assim como contato com pessoas que viajaram nos últimos dias ou tenham sintomas suspeitos.
Listo aqui as medidas mais eficientes para prevenir a infecção pelo coronavírus:
• Higienizar com frequência as mãos usando água e sabão ou álcool em gel (70%)
• Evitar tocar os olhos, o nariz e a boca
• Evitar apertos de mão, abraços e beijos quando cumprimentar as pessoas
• Se espirrar ou tossir, cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ou lenço descartável, que deve ser jogado fora em seguida
Caso um idoso tenha sintomas suspeitos, o conselho é que não corra para um pronto-socorro. No cenário ideal, o atendimento deve ser feito em domicílio, o que evita a exposição nos serviços de saúde.
Encorajamos o indivíduo a procurar atendimento médico caso tenha febre, tosse, falta de ar, cansaço excessivo e/ou confusão mental.
No caso de idosos que convivem com cuidadores, se esses profissionais apresentarem sintomas de gripe, devem passar a evitar na mesma hora o contato com seus pacientes.
Da mesma forma, pessoas que vivem em instituições de longa permanência, e necessário a redução nas visitas e atividades em grupo e a adoção de medidas intensivas de higiene são algumas das recomendações básicas.
Temos que fazer nossa parte e lembrar que há pessoas que, correm maior risco com esse novo perigo.
Fonte: saude.abril.com.br