Aquarela Educação Livre

Aquarela Educação Livre

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A Aquarela Educação Livre desenvolve atividades para crianças em ambientes de educação não-formais.

Aquarela Educação Livre atua em espaços não-formais de educação, como residências, condomínios, parques, praças, praias e clubes. Desenvolvemos projetos personalizados com o objetivo de atender as demandas individuais ou grupos de criança. Aquarela oferece atividades no período de contraturno, aulas particulares de alfabetização e ensino fundamental, oficinas de dança e artes plásticas, baby sitt

Aniversário do Caio 21/03/2017

O Caio fez aniversário e a mamãe dele preparou um piquenique lindo, com todos os personagens da Patrulha Canina, que ele tanto adora!
A gente também participou dessa manhã deliciosa de domingo e levou algumas brincadeiras para o Caio pintar e se divertir com seus amiguinhos do coração!

03/10/2016

Think outside The box 👫

05/08/2016
Aquarela no Horto Florestal - 09/01 07/07/2016

Parabéns Camila Lima limão, que seus lindos sonhos se realizem e seu coração transborde de amor e luz!

Photos 11/03/2016

"Muito NÃO, pouca Educação"

(Filho): Mama…
(Nós, mães): Nãooo!
(Filho): Por quê?
(Nós, mães): Porque nãooooooooooooooooooo!

Não, por quê? Em sua maioria, nem nós mesmas sabemos. Tornamo-nos viciadas nesta proteção. O Não empregado sem critério torna-se um “Não histérico”. Descontrolado, sem conteúdo, sem rédeas, sem ponderação, enfim… Torna-se um Não sem educação.

O pedido f**a censurado, os filhos à deriva de um ataque materno e Nós, distantes de rever uma rigidez que implora por misericórdia. Acho que estamos pouco abertas ao que está “desprogramado”, emocionalmente, dentro de nós para aquele momento. Então, nos protegemos através de um “falso” controle.

Acreditamos ter controle. Mas, para que mesmo?

Para disfarçar a nossa indisponibilidade. Estamos cobrando o nosso cansaço holístico através de “Nãos” repetitivos, insistentes e estridentes.

Nãooo queremos ver as coisas fora do lugar, nãooo queremos que o chão acumule mais papéis picotados, nãooo queremos que a piscina da boneca ganhe mais volume de água e alcance o piso do banheiro, nãooo queremos que os super- heróis entrem em ação, peguem suas espadas e voem pelos corredores, nãooo queremos que uma nova brincadeira seja sinônimo de demanda de atenção, nãooo queremos que o iogurte lambuze toda a roupa limpa, nãooo queremos que o bolo de cobertura solte farelos no sofá, nãooo queremos que as massinhas ganhem mobilidade e se instalem em nossa sola do pé, nãooo queremos que a tinta saia respingando por aí, nãooo queremos que uma nova pergunta nos faça entender que sabemos menos do que realmente sabemos, nãooo queremos que uma birra nos confirme que a rigidez estressa, nãooo queremos que a curiosidade deles nos esgote mentalmente, nãooo queremos que o Ser criança nos desafie constantemente.

Na verdade, não estamos sabendo dialogar. Não estamos sabendo escutar. Não estamos sabendo acolher a flexibilidade dentro do educar. O Não contundente precisa ser empregado em situações de risco absoluto. Isso é lei. Mas, em todos os outros casos, precisamos manusear a elasticidade do Não.

Quando paramos e escutamos o nosso filho, estamos criando um vínculo de respeito com ele. Começamos a enxergar alguém além de nós mesmos. Estamos optando por um construir junto. Aliamo-nos à humildade na condição de aprendiz. Criamos uma nova possibilidade na transformação de antigos conceitos. Convidamos a nossa criança interna a entrar na roda.

Um 'não' com educação cria filhos pensantes. Um 'não' com rigidez cria filhos adestrados.

Texto: Raquel Marcato
Fonte: http://www.mamaesavessas.com/?p=151

Photos 09/03/2016

"Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana"

Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso signif**a que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.
E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.
É culpa do pai, ou é culpa da mãe?

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Como o amor de mãe muda o cérebro do filho
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.
Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.

Com isso, f**a uma lição para os pais: amem seus filhos! O carinho vindo de um pai, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode signif**ar tudo para um filho.

Fonte: http://hypescience.com/amor-de-pai-e-uma-das-principais-influencias-na-personalidade-humana/

Photos 08/03/2016
Photos 06/03/2016

O DESAFIO DE ENSINAR UM FILHO A GOSTAR DE SI MESMO.

Ah! Este assunto é tão delicado, pois para “ensinar” um filho a ter amor por si mesmo, primeiramente, precisamos nos perguntar se nós, adultos, sabemos gostar de quem somos. Se optamos pela nossa companhia, um dia após o outro, independente do nosso humor, da nossa beleza e da nossa, imprescindível, feiura.

Muito se fala em amor próprio, MAS, sabemos exercitar este amor?

Não entendo por amor próprio aquele amor em consequência de bons salários, de inteligências prodigiosas, de amizades importantes, de um diploma na mão, de um corpo admirável, de dentes cada dia mais brancos, de ter a casa dos sonhos, de comprar o carro almejado, de ser o amigão de todos, de ir à missa cada domingo, de fazer trabalhos filantrópicos, de pagar as contas em dia, de ser honesto, de ser admirável, de ser “ético” e de ter uma família “integra”.

É como ir somando pontos dentro de nós capazes de nos convencer de alguma coisa: Sou formado, tenho emprego, tenho carro, viajo nas férias, educo meus filhos, pago a empregada em dia, visito aos avós nos finais de semana e pago os impostos. Resultado: socialmente “aprovado”. E daí vai surgindo um gostar de quem somos. Aparentemente, como atendemos às expectativas, incluídos e admirados nos sentimos e tudo vai por bom caminho.

Enfim, somos dirigidos a ter um comportamento mais ou menos assim. Donde concluímos que somos pessoas de confiança, de boa índole, trabalhadoras e de boa família.

Todas essas conquistas e muitas outras, realmente são consequências de admiráveis esforços.
Porém, vejo que tudo isso faz mais parte da cultura de um amor “dirigido” que com a verdade do amor próprio.

A todo o momento esbarramos com um discurso que impera sobre os demais, o discurso estridente da “perfeição”. A sensação que me dá é que tudo podemos mudar, começando pela própria cor da pele. Tudo está sujeito a um passo de mágica e tcham tcham! O sonho está a poucos metros: o cabelo perfeito, o corpo perfeito, as férias perfeitas, o marido perfeito, a esposa perfeita e, claro, os filhos perfeitos já que nascem dentro da verdadeira expectativa por príncipes e princesas.

É sempre assim: “se não gosta podemos mudar por…” Claro! O milagre está em cada “esquina da promessa”.

A promessa é que há solução e o tempo de espera é só o tempo de verif**ação no estoque.

E cada vez mais há faculdades com critérios educativos absolutamente duvidosos, produtos de beleza com alto teor de toxidade, viagens e carros que podem ser pagos em doses homeopáticas, pastilhas que prometem o corpo ideal, enfim, cada vez mais a solução, a euforia, vem de fora.

E, consequentemente, o gostar de si mesmo está condicionado com a nossa capacidade de consumirmos as “ofertas” da autoestima.

Constantemente estão nos dizendo que não somos “perfeitos” que o nosso “estilo” de vida está abaixo da “classif**ação” aceitável e através deste discurso não estamos comprando “soluções”, MAS SIM, mais e mais insatisfação, dependência e, inevitavelmente, falta de amor próprio.

Enfim, a ideologia do “externo” não tem o compromisso com o amor próprio de cada um. Ela é apenas uma euforia viciante, desprovida de misericórdia e de compaixão.

Olho para cada canto e me pergunto: em meio a tanto barulho, exercitamos um amor verdadeiro por nós mesmos? Conhecemos a nossa natureza? Sabemos lidar com o “natural”?

… natural? Natureza?

Sim, vamos olhar para os nossos filhos, vamos contemplar uma criança. Ela, ainda, é toda natural. O seu olhar ainda são partículas do céu e todo o seu conteúdo amor próprio. Nascemos assim em absoluta união com o nosso todo. Nascemos completos dentro da nossa diferença, pois é ela quem nos deixa natural… Enfim, um autêntico filho da natureza.

E é, justamente, esta “diferença” que os “estoques da promessa” querem nos tirar a todo custo e a cada momento.

Mas, não vamos nos colocar naquele lugar favorável, agradável e menos responsável, no papel de vítimas inconsoláveis, pois isso não somos. Estamos consumindo promessas e dialogando promessas dentro de casa. Estamos nos acomodando com o lado fácil da nossa cultura. Reclamamos mas nos acomodamos, afinal “desconstruir” tudo isso parece mais um trabalho engenhoso de querer reinventar o ser humano sem chances de sobrevida. Então, duvidamos de nós mesmos, sempre e uma vez mais. Duvidamos que podemos discordar, que podemos mudar, que podemos querer viver diferente. Ah! Esse tal de diferente dá um “medão”! Mas, nascemos com ele!!!

Comprar uma possível “solução” não é igual que querer encontrar a solução dentro de si mesmo. E acredito que seja esse o caminho em busca de ensinar a um filho a gostar de quem é.

Precisamos dialogar mais com o natural que com o sintético. Precisamos ensinar uma criança a acarinhar a sua diferença e colocar asinhas de borboletas na sua autenticidade. Esse precisa ser o caminho para que possamos desfrutar da nossa própria companhia um dia após o outro com sabedoria.

Primeiro a criança precisa perceber quem ela é, precisa sentir com toda a intensidade. Deixar que as crianças sintam raiva, ira, ciúmes, inveja, egoísmo, insegurança, medos… Tudo isso pertence ao ser humano. Não há nada de errado. O errado é querermos “sufocar” essas emoções na busca insensata de príncipes e princesas. Eles precisam tocar nos seus limites, perceber a sua matéria prima e ir “lapidando” a sua escultura interna.

Ai está o “discurso” do amor próprio, saber acolher a “exuberância” e a “febre” de ser quem é.

Precisamos ensinar uma criança a não se perder dela mesma e que os “estoques da promessa” nos oferecem nada mais que distrações momentâneas, mas não percepções no sentido nutritivo, transformador e apaziguador.

Ainda nos amamos apenas nos dias de glória quando conseguimos ser algo de “príncipes” e “princesas”.

Ainda experimentamos um amor próprio com muitas “condições”.

Se esse é o amor que ainda conhecemos, que experimentamos dentro de nós, como seremos capazes de oferecer e de ensinar outro tipo de amor para um filho?

Texto: Raquel Marcato
Fonte:http://www.mamaesavessas.com/?p=1031

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