Juliana Achcar - Cuidando de quem cuida

Juliana Achcar - Cuidando de quem cuida Transforme os desafios da rotin a e de comportamento em momentos de conexão, leveza e afeto. Consultora em Educação na Primeira infância
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A partir de muitos anos de estudos na área da educação e da pedagogia, aliados à outros muitos anos de prática na educação infantil e do apoio familiar foi que esse trabalho foi desenvolvido e pensando com carinho e como uma forma de acolher a realidade de muitas famílias brasileiras na atualidade: a falta de tempo, as inúmeras dúvidas sobre educar os filhos, a insegurança sobre contratar alguém para cuidar das crianças.

É por esse motivo que nós damos às mãos às famílias que acreditamos no que fazemos: damos suporte pedagógico às famílias que gostariam de se sentir tranquilas e confiantes de que seus filhos serão cuidados por pessoas que estão capacitadas, que sabem olhar para a criança a partir de suas necessidades, que sabem ser amorosas e firmes quando necessário, que sabem brincar, contar histórias e que ajudam a a criança a se desenvolver com confiança no mundo, mas principalmente, em si própria. Como trabalhamos

Trabalhamos com cursos, orientações domiciliares, acompanhamento pedagógico da rotina e também com cursos e orientações para mães, pais e avós. Entre em contato conosco e saiba como nossos serviços podem fazem parte da sua família.

Crescer não é apenas aprender conteúdos. É aprender a escolher, tentar, errar, insistir e confiar em si mesmo.Quando inc...
09/04/2026

Crescer não é apenas aprender conteúdos.
É aprender a escolher, tentar, errar, insistir e confiar em si mesmo.
Quando incentivamos a autonomia, ensinamos a criança a tomar decisões adequadas à sua idade, assumir pequenas responsabilidades e desenvolver segurança emocional. Isso fortalece autoestima, senso de capacidade e preparo para os desafios do mundo.
Crianças que exercitam autonomia hoje tornam-se adultos mais confiantes, responsáveis e conscientes amanhã.
Dar autonomia não é “deixar solto”.
É orientar com presença, limites e confiança.
Porque crescer grandioso começa com pequenos passos guiados com intenção.

Esses dias fiz uma dinâmica no grupo de estudos parentais que coordeno. Era uma ouvidoria e, uma das reclamações que mai...
07/04/2026

Esses dias fiz uma dinâmica no grupo de estudos parentais que coordeno. Era uma ouvidoria e, uma das reclamações que mais apareceu foi: eu falo 30 mil vezes a mesma coisa e parece que estou falando com as paredes! Conhece? Eu conheço. Mas sabe o que percebo? Que nós, adultos, falamos demais!!! Nossa, como falamos! Seriamos mais assertivos falando menos e fazendo mais. Criança nenhuma quer f**ar ouvindo, ouvindo, ouvindo… Nem nós! Então, bora chegar mais junto, se conectar de verdade e usar uma linguagem simples, clara e assertiva. Detalhe: para eu ensinar a criança a ouvir, eu também preciso ouvir. E aí, precisa presença, grande desafio da atualidade, não é? Crianças são mesas em nos ensinar sobre isso!
E aí, você também se sente falando com as paredes?
Um abraço, com carinho, Ju


Ai Ju, mas eu trabalho o dia inteiro, aí chego em casa e ainda tenho que colocar limites? Tem sim!  A questão é como. A ...
02/04/2026

Ai Ju, mas eu trabalho o dia inteiro, aí chego em casa e ainda tenho que colocar limites?
Tem sim! A questão é como. A nossa geração entende limites como algo autoritário e, muitas vezes, carregado de violência física. E aí, para não repetir esse padrão, descambamos para o outro lado: o da permissividade e do tudo pode que, cá entre nós, pode ser tão prejudicial quanto o autoritarismo.
Achar esse caminho que não despenque nem para um lado e nem para o outro é um desafio, mas é muito possível. Existem muitas formas de trazer segurança para as crianças através do limite feito com afeto e bem estabelecido criativamente no cotidiano. Nos meus cursos, em especial no módulo específico sobre limites, ensino como fazer esse caminho com coerência, afeto e constância. E dá resultado, mesmo! E aí, como andam os limites na sua casa?
Um abraço, com carinho, Julana

Em um dos grupos de estudos sobre parentalidade que coordeno, um dos assuntos da semana foi a tão famosa tela e a rolage...
31/03/2026

Em um dos grupos de estudos sobre parentalidade que coordeno, um dos assuntos da semana foi a tão famosa tela e a rolagem sem fim. O pai dizia: mas meu filho me pede tanto para assistir, que eu acabo cedendo. Quem nunca? É possível encontrar equilíbrio entre os benefícios e os desafios que o mundo digital apresenta para nós e para a infância?
O que você acha? Como lida aí na sua casa?
Um abraço, com carinho, Ju

Aaaaah, mas ele dorme a hora que a gente vai pra cama… Eu sei! Uma vida corrida como a da maioria de nós inclui dormir t...
26/03/2026

Aaaaah, mas ele dorme a hora que a gente vai pra cama…
Eu sei! Uma vida corrida como a da maioria de nós inclui dormir tarde e acordar cedo. MAs você sabia que o sono é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento saudável das crianças? Durante o sono, o corpo e a mente trabalham incansavelmente: o cérebro organiza informações, consolida aprendizados e libera hormônios essenciais para o crescimento. Um sono de qualidade impacta diretamente no humor, na concentração, no aprendizado e até na imunidade dos pequenos. E, experiência propria e de muitas famílias que atendo: quando as crianças dormem cedo, adultos ganham tempo para além do trabalho e dos filhos. Vale a pena tentar! Pequenas mudanças na rotina e no ambiente podem fazer uma grande diferença para a hora de dormir. E aí, como anda esse ritual?

Ah, as birras! Quem nunca se viu em meio a um turbilhão de emoções infantis?  Mas e se eu te disser que a birra pode ser...
24/03/2026

Ah, as birras! Quem nunca se viu em meio a um turbilhão de emoções infantis? Mas e se eu te disser que a birra pode ser, na verdade, uma forma (em desenvolvimento) da criança se comunicar e expressar grandes sentimentos que ela não sabe nomear ou gerenciar? Cá entre nós, muitas vezes, nem nós adultos sabemos, não é?
Frustração, cansaço, fome, raiva e falta de rotina – tudo isso também pode virar uma birra. Compreender que não é 'manha', mas uma tentativa de expressão, muda tudo!
Brigar piora. O primeiro e mais difícil passo é lembrar quem é o adulto da relação, para então acolher a criança e ensinar, através de exemplos reais do dia a dia, a forma mais adequada de expressá-la. É um desafio, porque na maioria das vezes a gente se desregula junto. E aí, como você lida com esses momentos? Consegue se autorregular para então ajudar a criança?
Um abraço com carinho, Ju

Se tem um tema que aparece muito nos meus atendimentos é 'rotina'. Calma, não é aquela rotina que nós adultos estamos ac...
21/03/2026

Se tem um tema que aparece muito nos meus atendimentos é 'rotina'. Calma, não é aquela rotina que nós adultos estamos acostumados, que pode soar chata para muitos de nós. É rotina que não endurece, que tem maleabilidade e que, com o tempo, se torna um verdadeiro abraço. Uma rotina com maleabilidade minimiza birras e ensina sobre organização e responsabilidade de forma leve. E olha, existem várias formas de descomplicar a rotina com músicas, brincadeiras, leveza. Mesmo!!! Pequenos passos na construção de uma rotina flexível, com consistência, fazem mudanças incríveis. E por aí, como anda a rotina?
Um abraço, com carinho, Juliana

Em um atendimento esses dias, a família me contava sobre a rotina da escola do seu filho, de cinco anos. Aula, aula, aul...
19/03/2026

Em um atendimento esses dias, a família me contava sobre a rotina da escola do seu filho, de cinco anos. Aula, aula, aula. E no tempo para brincar, era um brincar dirigido. Poderia escrever horas aqui sobre isso, mas vou focar no brincar livre. Porque você já parou para observar a riqueza do brincar livre? Brincar livre é um laboratório para a vida! Quando a criança tem espaço e tempo para criar suas próprias brincadeiras, ela constrói pontes para o aprendizado autônomo e para uma relação mais profunda consigo mesma e com o mundo ao redor (coisas que depois a gente rala para ter). Se ela não tem esse tempo, para onde vai esse contato consigo mesma?
Além disso, crianças que têm tempo para brincar livremente exploram o mundo, testam limites, desenvolvem a criatividade, resolvem problemas, fortalecem habilidades sociais e emocionais e muito mais. Resgatar esses momentos simples e poderosos no dia a dia da sua família faz um bem danado para todo mundo! E aí, em que pé anda a agenda do seu filhote?
Um abraço, com carinho, Ju

Recentemente atendi uma mãe que trabalhava muito e que tinha pouquíssimo tempo com o filho. Quando ela chegava em casa, ...
28/01/2026

Recentemente atendi uma mãe que trabalhava muito e que tinha pouquíssimo tempo com o filho. Quando ela chegava em casa, ele estava na televisão e cabia à ela dar jantar, banho e colocar para dormir. Mas para tirar ele da tv, era sempre muito difícil. Ele f**ava muito bravo. Ela, já exausta, também. E assim seguia no jantar, banho, e hora de dormir. A mãe se sentia muito mal, porque esse pouco tempo que ela tinha com ele, era sob discussões.

Passamos a limpo a rotina desde o primeiro minuto da manhã (e isso faz TODA a diferença) e fomos fazendo adaptações para que, nesse momento, o tempo fosse de qualidade. E deu certo! Mesmo com pouco tempo, a qualidade que ela conseguiu trazer para a relação dos dois valeu cada minuto!

Não é só sobre quantidade, é sobre qualidade. Se você precisa desses momentos de conexão, mesmo em dias corridos, f**a tranquila que tem saída!

Com carinho, Ju

Esses dias, uma mãe me contava que seu filho de 4 anos havia falado palavrão na hora do jantar. O pai, muito bravo, deu ...
26/01/2026

Esses dias, uma mãe me contava que seu filho de 4 anos havia falado palavrão na hora do jantar. O pai, muito bravo, deu uma bronca bem dura no filho, o tirou da mesa, e o deixou de “castigo”. A mãe estava sentida, sem saber como lidar. O que vocês acham?

Muitas vezes nossas reações em relação às condutas das crianças são desproporcionais. Importante perguntar: o que ela quis dizer com esse comportamento? Eu estou ensinando ou apenas reagindo? O que ela sente agora?

💬 Se questionar é um grande passo para educar com consciência e empatia.

Mudança de escola, chegada de irmãos, mudança de Babá, novas rotinas. Situações como essas podem ser bem desgastantes pa...
21/01/2026

Mudança de escola, chegada de irmãos, mudança de Babá, novas rotinas. Situações como essas podem ser bem desgastantes para toda a família, especialmente para as crianças.

Mas quando essas transições são feitas com atenção, estratégia e carinho, o que poderia ser desafiador, pode ser uma grande oportunidade de amadurecimento delicado para todos! Essa é uma das funções da consultoria parental.

Se você está em algum momento de transição, não deixe de procurar esse apoio. Ele fará muita diferença!

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