Juliana Achcar - Cuidando de quem cuida

Juliana Achcar - Cuidando de quem cuida

Compartilhar

Transforme os desafios da rotin a e de comportamento em momentos de conexão, leveza e afeto. Consultora em Educação na Primeira infância
👇 Saiba mais

A partir de muitos anos de estudos na área da educação e da pedagogia, aliados à outros muitos anos de prática na educação infantil e do apoio familiar foi que esse trabalho foi desenvolvido e pensando com carinho e como uma forma de acolher a realidade de muitas famílias brasileiras na atualidade: a falta de tempo, as inúmeras dúvidas sobre educar os filhos, a insegurança sobre contratar alguém p

09/04/2026

Crescer não é apenas aprender conteúdos.
É aprender a escolher, tentar, errar, insistir e confiar em si mesmo.
Quando incentivamos a autonomia, ensinamos a criança a tomar decisões adequadas à sua idade, assumir pequenas responsabilidades e desenvolver segurança emocional. Isso fortalece autoestima, senso de capacidade e preparo para os desafios do mundo.
Crianças que exercitam autonomia hoje tornam-se adultos mais confiantes, responsáveis e conscientes amanhã.
Dar autonomia não é “deixar solto”.
É orientar com presença, limites e confiança.
Porque crescer grandioso começa com pequenos passos guiados com intenção.

07/04/2026

Esses dias fiz uma dinâmica no grupo de estudos parentais que coordeno. Era uma ouvidoria e, uma das reclamações que mais apareceu foi: eu falo 30 mil vezes a mesma coisa e parece que estou falando com as paredes! Conhece? Eu conheço. Mas sabe o que percebo? Que nós, adultos, falamos demais!!! Nossa, como falamos! Seriamos mais assertivos falando menos e fazendo mais. Criança nenhuma quer f**ar ouvindo, ouvindo, ouvindo… Nem nós! Então, bora chegar mais junto, se conectar de verdade e usar uma linguagem simples, clara e assertiva. Detalhe: para eu ensinar a criança a ouvir, eu também preciso ouvir. E aí, precisa presença, grande desafio da atualidade, não é? Crianças são mesas em nos ensinar sobre isso!
E aí, você também se sente falando com as paredes?
Um abraço, com carinho, Ju


02/04/2026

Ai Ju, mas eu trabalho o dia inteiro, aí chego em casa e ainda tenho que colocar limites?
Tem sim! A questão é como. A nossa geração entende limites como algo autoritário e, muitas vezes, carregado de violência física. E aí, para não repetir esse padrão, descambamos para o outro lado: o da permissividade e do tudo pode que, cá entre nós, pode ser tão prejudicial quanto o autoritarismo.
Achar esse caminho que não despenque nem para um lado e nem para o outro é um desafio, mas é muito possível. Existem muitas formas de trazer segurança para as crianças através do limite feito com afeto e bem estabelecido criativamente no cotidiano. Nos meus cursos, em especial no módulo específico sobre limites, ensino como fazer esse caminho com coerência, afeto e constância. E dá resultado, mesmo! E aí, como andam os limites na sua casa?
Um abraço, com carinho, Julana

31/03/2026

Em um dos grupos de estudos sobre parentalidade que coordeno, um dos assuntos da semana foi a tão famosa tela e a rolagem sem fim. O pai dizia: mas meu filho me pede tanto para assistir, que eu acabo cedendo. Quem nunca? É possível encontrar equilíbrio entre os benefícios e os desafios que o mundo digital apresenta para nós e para a infância?
O que você acha? Como lida aí na sua casa?
Um abraço, com carinho, Ju

26/03/2026

Aaaaah, mas ele dorme a hora que a gente vai pra cama…
Eu sei! Uma vida corrida como a da maioria de nós inclui dormir tarde e acordar cedo. MAs você sabia que o sono é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento saudável das crianças? Durante o sono, o corpo e a mente trabalham incansavelmente: o cérebro organiza informações, consolida aprendizados e libera hormônios essenciais para o crescimento. Um sono de qualidade impacta diretamente no humor, na concentração, no aprendizado e até na imunidade dos pequenos. E, experiência propria e de muitas famílias que atendo: quando as crianças dormem cedo, adultos ganham tempo para além do trabalho e dos filhos. Vale a pena tentar! Pequenas mudanças na rotina e no ambiente podem fazer uma grande diferença para a hora de dormir. E aí, como anda esse ritual?

24/03/2026

Ah, as birras! Quem nunca se viu em meio a um turbilhão de emoções infantis? Mas e se eu te disser que a birra pode ser, na verdade, uma forma (em desenvolvimento) da criança se comunicar e expressar grandes sentimentos que ela não sabe nomear ou gerenciar? Cá entre nós, muitas vezes, nem nós adultos sabemos, não é?
Frustração, cansaço, fome, raiva e falta de rotina – tudo isso também pode virar uma birra. Compreender que não é 'manha', mas uma tentativa de expressão, muda tudo!
Brigar piora. O primeiro e mais difícil passo é lembrar quem é o adulto da relação, para então acolher a criança e ensinar, através de exemplos reais do dia a dia, a forma mais adequada de expressá-la. É um desafio, porque na maioria das vezes a gente se desregula junto. E aí, como você lida com esses momentos? Consegue se autorregular para então ajudar a criança?
Um abraço com carinho, Ju

21/03/2026

Se tem um tema que aparece muito nos meus atendimentos é 'rotina'. Calma, não é aquela rotina que nós adultos estamos acostumados, que pode soar chata para muitos de nós. É rotina que não endurece, que tem maleabilidade e que, com o tempo, se torna um verdadeiro abraço. Uma rotina com maleabilidade minimiza birras e ensina sobre organização e responsabilidade de forma leve. E olha, existem várias formas de descomplicar a rotina com músicas, brincadeiras, leveza. Mesmo!!! Pequenos passos na construção de uma rotina flexível, com consistência, fazem mudanças incríveis. E por aí, como anda a rotina?
Um abraço, com carinho, Juliana

19/03/2026

Em um atendimento esses dias, a família me contava sobre a rotina da escola do seu filho, de cinco anos. Aula, aula, aula. E no tempo para brincar, era um brincar dirigido. Poderia escrever horas aqui sobre isso, mas vou focar no brincar livre. Porque você já parou para observar a riqueza do brincar livre? Brincar livre é um laboratório para a vida! Quando a criança tem espaço e tempo para criar suas próprias brincadeiras, ela constrói pontes para o aprendizado autônomo e para uma relação mais profunda consigo mesma e com o mundo ao redor (coisas que depois a gente rala para ter). Se ela não tem esse tempo, para onde vai esse contato consigo mesma?
Além disso, crianças que têm tempo para brincar livremente exploram o mundo, testam limites, desenvolvem a criatividade, resolvem problemas, fortalecem habilidades sociais e emocionais e muito mais. Resgatar esses momentos simples e poderosos no dia a dia da sua família faz um bem danado para todo mundo! E aí, em que pé anda a agenda do seu filhote?
Um abraço, com carinho, Ju

28/01/2026

Recentemente atendi uma mãe que trabalhava muito e que tinha pouquíssimo tempo com o filho. Quando ela chegava em casa, ele estava na televisão e cabia à ela dar jantar, banho e colocar para dormir. Mas para tirar ele da tv, era sempre muito difícil. Ele f**ava muito bravo. Ela, já exausta, também. E assim seguia no jantar, banho, e hora de dormir. A mãe se sentia muito mal, porque esse pouco tempo que ela tinha com ele, era sob discussões.

Passamos a limpo a rotina desde o primeiro minuto da manhã (e isso faz TODA a diferença) e fomos fazendo adaptações para que, nesse momento, o tempo fosse de qualidade. E deu certo! Mesmo com pouco tempo, a qualidade que ela conseguiu trazer para a relação dos dois valeu cada minuto!

Não é só sobre quantidade, é sobre qualidade. Se você precisa desses momentos de conexão, mesmo em dias corridos, f**a tranquila que tem saída!

Com carinho, Ju

26/01/2026

Esses dias, uma mãe me contava que seu filho de 4 anos havia falado palavrão na hora do jantar. O pai, muito bravo, deu uma bronca bem dura no filho, o tirou da mesa, e o deixou de “castigo”. A mãe estava sentida, sem saber como lidar. O que vocês acham?

Muitas vezes nossas reações em relação às condutas das crianças são desproporcionais. Importante perguntar: o que ela quis dizer com esse comportamento? Eu estou ensinando ou apenas reagindo? O que ela sente agora?

💬 Se questionar é um grande passo para educar com consciência e empatia.

21/01/2026

Mudança de escola, chegada de irmãos, mudança de Babá, novas rotinas. Situações como essas podem ser bem desgastantes para toda a família, especialmente para as crianças.

Mas quando essas transições são feitas com atenção, estratégia e carinho, o que poderia ser desafiador, pode ser uma grande oportunidade de amadurecimento delicado para todos! Essa é uma das funções da consultoria parental.

Se você está em algum momento de transição, não deixe de procurar esse apoio. Ele fará muita diferença!

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Florianópolis?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Entre em contato com a escola/colégio

Telefone

Endereço


Florianópolis, SC