18/09/2025
O VIII COBRAFIN está se aproximando e o Nuleme estará presente, contribuindo com a programação científica.
Nossos membros do grupo participarão com apresentações orais, pôster e palestra.
Além disso, nosso idealizador do grupo, o Prof Dr Jocemar Ilha, contribuirá na programação do dia 21 acerca das boas práticas em Fisioterapia Neurofuncional em Lesão Medular. Ele abordará sobre o condicionamento cardiorrespiratório em pessoas com lesão medular.
E você? Estará lá conosco?
14/09/2021
Ana Paula é graduanda em Fisioterapia e participa como voluntária de nossas ações de extensão.
Arraste para o lado para conhecer um pouco mais sobre ela.
07/09/2021
Fernanda é voluntária de nossas atividades de extensão.
Venha conhecer um pouco mais sobre ela, arraste a imagem para o lado.
31/08/2021
Nicolas é um de nossos colaboradores do grupo, após tornar-se mestre junto ao NULEME.
Arraste para o lado e conheça um pouco mais sobre ele.
24/08/2021
Lorena é uma de nossas colaboradoras do grupo. Concluiu seu mestrado conosco no início de 2021.
Arraste para o lado e conheça um pouco mais sobre ela.
19/08/2021
Em 2016, nosso grupo identificou a necessidade de realizar a tradução e adaptação transcultural do questionário SCIM III, em sua versão de autorrelato, utilizado para avaliar o nível de independência funcional nas atividades de vida diária em pessoas com lesão da medula espinal (LME), sendo este o Spinal Cord Independence Measure Self-report version (SCIM-SR).
Após cumprir todas as etapas de tradução e adaptação para a população brasileira verificou-se a necessidade de algumas adequações tanto nos itens quanto nas respostas dos itens, com a finalidade de manter o construto da versão em inglês e facilitar o entendimento e o preenchimento pelas pessoas com LME no Brasil.
Os resultados mostraram que a comparação do instrumento original com a retrotradução e aprovação garantiu que a equivalência semântica e a manutenção do conteúdo do instrumento fossem mantidas e adequadas para a população brasileira.
Dessa forma, a brSCIM-SR foi adequadamente validada transculturalmente ao português brasileiro e pode ser utilizada como um instrumento de autorrelato para avaliar o nível de independência das pessoas com LME no Brasil.
17/08/2021
Clarissa é aluna de graduação em Fisioterapia. Participa como voluntária nas ações de extensão do NULEME e como aluna de iniciação científica.
Arraste para o lado e conheça um pouco mais sobre ela.
10/08/2021
Cristiane é aluna de graduação em Fisioterapia e participa do NULEME como voluntárias nas ações de extensão e também como aluna de iniciação científica.
Arraste para o lado para conhecer um pouquinho mais sobre ela.
08/08/2021
Esse artigo de revisão sistemática com metanálise foi produzido em parceria com a pesquisadora Laura Rice, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, a qual é orientadora de doutorado de um dos egressos de mestrado do nosso grupo.
O objetivo deste estudo foi investigar a capacidade das escalas de medidas de equilíbrio clínico para prever quedas em indivíduos com Lesão Medular, diferenciando entre deambuladores caidores e não caidores.
Para isso, caidor foi definido como o indivíduo com registro de pelo menos uma queda durante um período de 6 meses à um ano. Um indivíduo deambulador foi considerado como aquele com a capacidade de caminhar independentemente com ou sem auxílio, por pelo menos 75% do tempo para necessidades de mobilidade.
As buscas ocorreram nas bases de dados CINAHL, PubMed, SportDiscus, Web of Science e Scopus, sem restrição de idioma. Dos 10 estudos selecionados, 9 foram utilizados para metanálise.
As escalas BBS (Berg Balance Scale/Escala de equilíbrio de Berg) e TUG (Timed Up and Go test) apresentaram capacidade de diferenciar entre os grupos de caidores e não caidores. Para o BBS foi observada uma diferença média de pontuação entre os grupos de 5,25 pontos e para o TUG de 6,65 pontos.
O BBS mostrou capacidade preditiva moderada, onde indivíduos com uma pontuação de BBS ≥ 40 pontos têm probabilidade de risco de quedas.
Desta forma, a partir destes resultados podemos dizer que a escala BBS é uma medida de equilíbrio clínico mais apropriada e específica com a capacidade de discriminar entre deambuladores caidores e não caidores.
No entanto, as habilidades preditivas de queda precisam ser mais exploradas e aprimoradas para essa população.
07/08/2021
Como está a sua saúde mental?
Nesse post trazemos algumas dicas para que você possa cuidar da sua saúde mental
O excesso de informações, bastante estimulado pela velocidade de atualizações nas redes sociais, pode gerar o que alguns autores chamam por Fear of Missing Out (FOMO - o que na tradução seria o medo de estar desatualizado). Por isso, indicamos determinar um tempo off daqui das redes sociais.
Além disso, trazemos outras dicas deslizando para o lado.
FONTES:
https://www.pucrs.br/blog/5-dicas-para-cuidar-da-saude-mental-e-emocional-o-a
no-todo/
http://biblioteca.cofen.gov.br/dicas-saude-mental/
https://psiquiatriapaulista.com.br/habitos-melhorar-saude-mental/
https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Saude-Menta
03/08/2021
Giovana é a nossa mais nova Mestre em Fisioterapia.
Arraste para o lado e conheça um pouquinho mais sobre a carreira dela.
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01/08/2021
É conhecido que a depressão e a ansiedade são comorbidades comuns após a lesão da medula espinal, principalmente em mulheres, e por muitas vezes, suas causas principais vêm sendo atribuída ao nível e a gravidade da lesão.
Em 2019, um artigo foi publicado por membros do nosso grupo de pesquisa, mostrando que o pico inflamatório sistêmico desenvolvido 48 horas após a lesão medular espinal torácica, foi correlacionado com comportamento tipo-depressivo em roedores fêmeas.
Nossos resultados mostraram que os sintomas anedonia (falta de prazer) e o isolamento social foram associados com elevadas concentrações de as citocinas pró-inflamatórias IL-1ß, TNF-alfa e IL-6 tanto na medula espinal como no plasma sanguíneo. Esta condição aconteceu independente da recuperação locomotora espontânea observada ao longo do tempo em modelos pré-clínicos de lesão medular espinal.
É importante ressaltar que os efeitos negativos das citocinas pró-inflamatórias são decorrentes da capacidade destas proteínas em alterar importantes domínios fisiopatológicos da depressão, incluindo metabolismo de neurotransmissores, a função neuroendócrina e plasticidade neural.
Além disso, nós mostramos que a ansiedade parece possuir uma etiologia distinta da inflamação. Neste caso, o comportamento de evitação e fuga em roedores com comportamento tipo-ansioso é similar aos estados afetivos em humanos, que adotam um comportamento de fuga de pensamentos e emoções relacionadas ao trauma quando percebem sua incapacidade física, gerando sintomas de ansiedade.