18/09/2026
Garantir acesso ao atendimento é essencial. Mas não é suficiente.
No autismo, muitas crianças apresentam comorbidades que exigem diferentes áreas de atuação: fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, psicomotricidade, psicopedagogia, entre outras.
O desafio começa quando o acesso não existe. Depois, quando existe, mas não acontece na intensidade necessária. Em seguida, quando falta uma equipe multidisciplinar capaz de atender às diferentes necessidades da criança.
E ainda existe uma quarta camada: a qualidade do que está sendo realizado.
Não basta ter atendimento. É preciso que ele seja adequado, baseado em evidências, realizado corretamente e com os recursos necessários.
A discussão sobre acesso precisa avançar para uma discussão sobre qualidade do cuidado.